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Sinônimos | SynonymsUERJ · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
PAUL SIMON and ART GARFUNKEL
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PAUL SIMON and ART GARFUNKEL
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Morro velho

MILTON NASCIMENTO
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Morro velho

MILTON NASCIMENTO
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Morro velho

MILTON NASCIMENTO
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Metaphors aren’t just used for flowery speech. They shape the conversation for things we’re trying to explain and figure out. (ℓ. 29-30)
In order to clarify the meaning relation between the two sentences above, the following word can be inserted in the underlined one:
test subjects were asked to read short paragraphs (ℓ. 14)
The reason for the omission of the agent in the sentence above is:
we didn’t know the extent to which these metaphors influence people. (ℓ. 12-13)
In the fragment above, the doubt expressed by the researcher can be formulated by the following question:


The power of metaphors discusses the use of metaphors in daily life, as well as the text O que nossas metáforas dizem de nós.
The following metaphor is present in both texts:
JOANA:
(...)
A Creonte, à filha, a Jasão e companhia
vou deixar esse presente de casamento
Eu transfiro pra vocês a nossa agonia
porque, meu Pai, eu compreendi que o sofrimento
de conviver com a tragédia todo dia
é pior que a morte por envenenamento
(...)
A obra de Chico Buarque e Paulo Pontes inspira-se na tragédia clássica “Medeia” para denunciar “uma tragédia brasileira”, conforme se observa no subtítulo da obra.
Essa denúncia expõe o seguinte problema:
JOANA:
(...)
A Creonte, à filha, a Jasão e companhia
vou deixar esse presente de casamento
Eu transfiro pra vocês a nossa agonia
porque, meu Pai, eu compreendi que o sofrimento
de conviver com a tragédia todo dia
é pior que a morte por envenenamento
(...)
No final da peça, Joana fala do “sofrimento de conviver com a tragédia todo dia”.
Em relação a esse sofrimento, a personagem tem uma reação que consiste em:
JOANA:
(...)
Já lhe dei meu corpo, não me servia
Já estanquei meu sangue, quando fervia
Olha a voz que me resta
Olha a veia que salta
Olha a gota que falta
Pro desfecho da festa
Por favor
Deixa em paz meu coração
Que ele é um pote até aqui de mágoa
E qualquer desatenção
− faça não
Pode ser a gota d’água
(...)
A expressão “gota d’água” é uma metáfora que expressa o sentimento de Joana.
Dentre os acontecimentos da peça vividos pela personagem, aquele que se torna a gota d’água é:
JOANA:
(...)
Seu povo é que é urgente, força cega,
coração aos pulos, ele carrega
um vulcão amarrado pelo umbigo
Ele então não tem tempo, nem amigo,
nem futuro, que uma simples piada
pode dar em risada ou punhalada
Como a mesma garrafa de cachaça
acaba em carnaval ou desgraça
(...)
Na caracterização do povo brasileiro feita por Joana no trecho acima, observa-se uma sequência da
seguinte figura de linguagem: