Questões do ENEM: Linguagens e Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia - Triângulo Mineiro (IF-TM)
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76 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 4.
49965DED-B4 Todas as cores que vemos são criadas a partir de combinações de cores básicas. O modelo de cor pigmento permite aos pintores criarem qualquer tipo de cor a partir da mistura das cores primárias:499219D6-B4 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-TM · 2011FácilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
Na frase “Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais”, a palavra grifada expressa uma ideia de:498DBA8A-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.O novo paradigma tematizado no texto II evidencia:Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
49897892-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO II – Paradigma planetárioA globalização comporta um fenômeno mais profundo que o econômico-financeiro. Implica a inauguração de uma nova fase da história da Terra e da humanidade. O filósofo das ciências Thomas Kuhn e o físico quântico Fritjof Capra, para entendê-lo, introduziram no debate a questão da mudança de paradigma. Sim, estamos mudando de paradigma civilizacional. Com isso, queremos dizer: está nascendo outro tipo de percepção da realidade, com novos valores, novos sonhos, nova forma de organizar os conhecimentos, novo tipo de relação social, nova forma de dialogar com a natureza, novo modo de experimentar a Última Realidade e nova maneira de entender o ser humano no conjunto dos seres.Esse paradigma nascente nos obriga a operar progressivas travessias: importa passar da parte para o todo, do simples para o complexo, do local para o global, do nacional para o planetário, do planetário para o cósmico e do cósmico para o mistério e do mistério para Deus. A Terra não é simplesmente a adição do físico, do vital, do mental e do espiritual. Ela encerra todas essas dimensões articuladas entre si, formando um sistema complexo. Isso nos permite perceber que todos somos interdependentes. O destino comum foi globalizado. Agora ou cuidamos da humanidade e do planeta Terra ou não teremos mais futuro algum. Até hoje podíamos consumir sem nos preocupar com a exaustão dos recursos naturais; podíamos usar da água como quiséssemos, sem consciência de sua extrema escassez; podíamos ter filhos quantos desejássemos, sem temer a superpopulação; podíamos fazer guerras sem medo de uma catástrofe completa para a biosfera e para o futuro da espécie humana. Não nos é mais permitido pensar e viver como antes. Temos de mudar como condição de nossa sobrevivência na biosfera.Para a consolidação desse novo paradigma é importante superar o fundamentalismo da cultura ocidental, hoje mundializada, que pretende deter a única visão das coisas, válida para todos. A realidade, no entanto, desborda de todas as representações, pois está cheia de infindas virtualidades que podem se realizar sob outras formas, não ocidentais.O efeito final será uma Terra multicivilizacional, colorida por todo tipo de culturas, de modos de produção, de símbolos e de caminhos espirituais, todos eles acolhidos como legítima expressão do humano, com direito de cidadania na grande confederação das tribos e dos povos da Terra.As palavras iluminadas do ex-presidente da República Checa Vaclav Havel nos desafiam: “A tarefa política central nos próximos anos será a criação de um novo modelo de coexistência entre as diversas culturas, povos, etnias e religiões, formando uma só civilização interconectada”.Adaptado de Leonardo Boff – Disponível em:< http://jbonline.terra.com.br/> Acesso em: 8 out. 2011.
Com base no texto I e em seus conhecimentos sobre globalização e meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.
I - A globalização estimulou os países a se desenvolverem sem se preocupar com as gerações futuras.
II - A figura nos mostra a falta de preparo dos países em relação ao desenvolvimento, visto que cada um só se preocupa com seu próprio crescimento, questão própria da globalização.
III - A questão agrícola não é preponderante sobre a devastação ambiental seja nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento.
IV - O homem, como ser racional, percebe na questão socioambiental a resolução dos problemas ambientais, decorrente do saber científico globalizado imposto aos países desenvolvidos.
Estão corretas apenas as afirmativas:
4985BAE1-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTEXTO I
“A questão ambiental também vem assumindo novos contornos com o processo de globalização econômica. Constata-se um duplo movimento: por um lado, a dissolução das fronteiras políticas ao desenvolvimento do capitalismo (mercado global e desregulamentado) e, por outro, a emergência de “novas” fronteiras ecológicas e ambientais que não podem ser desconsideradas em longo prazo, por este modo de produção. Esta situação lança desafios à questão democrática, particularmente no caso brasileiro, país profundamente marcado por uma cultura política autoritária, que impediu a sedimentação de uma experiência democrática e o exercício da cidadania de forma plena.” (REIS, 2005)
Disponível em <http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_04/contemporanea_n04_15_HeloizaBeatriz.pdf>Acesoem: 1 out. 2011.
TEXTO II

Em relação aos textos, pode-se afirmar que:
49806D79-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosAnalisando a charge de Millôr e a linguagem subliminar, pode-se afirmar que:

Disponível em< http://www.uol.com.br/millor> Acesso em: 1 out. 2011.
497B5043-B4 Português
Figuras de LinguagemIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosA respeito da obra “Os espiões”, de Luis Fernando Veríssimo, assinale com verdadeiro (V) ou falso (F) em cada afirmação a seguir.( ) O foco narrativo é em terceira pessoa e o narrador é um bêbado, fracassado e frustrado com sua condição de editor.( ) Pode-se considerar a obra uma paródia da história da Mitologia Grega sobre Minotauro e Ariadne.( ) A trama é repleta de metáforas formada a partir da trama de Teseu e Ariadne ao contrário.( ) Na referida obra o pai de Ariadne conheceu o pintor De Chirico, que desenvolveu o tema Ariadne baseado na leitura de Nietzsche.( ) Marcito, autor do livro “Astrologia e Amor”, foi o espião maior na obra para desvendar a história de Ariadne e salvá-la do labirinto em que se encontrava com seu Teseu.A alternativa que apresenta a sequência correta de cima para baixo, é:
49773BFC-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
Morte e Vida Severina – Chico Buarque
Esta cova em que estás, com palmos medida
É a conta menor que tiraste em vida
É de bom tamanho, nem largo, nem fundo
É a parte que te cabe deste latifúndio
Não é cova grande, é cova medida
É a terra que querias ver dividida
É uma cova grande pra teu pouco defunto
Mas estarás mais ancho que estavas no mundo
É uma cova grande pra teu defunto parco
Porém mais que no mundo, te sentirás largo
É uma cova grande pra tua carne pouca
Mas à terra dada não se abre a boca
É a conta menor que tiraste em vida
É a parte que te cabe deste latifúndio
(É a terra que querias ver dividida)
Estarás mais ancho que estavas no mundo
Mas à terra dada não se abre a boca
Comparando painel de Cândido Portinari e a música baseada no fragmento do livro de João Cabral de Melo Neto, pode-se concluir que:
4973CE61-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento do livro Morte e Vida Severina, e responda o que se pede.E não há melhor respostaque o espetáculo da vida:vê-la desfiar seu fio,que também se chama vida,ver a fábrica que ela mesma,teimosamente, se fabrica,vê-la brotar como há poucoem nova vida explodida;mesmo quando é assim pequenaa explosão, como a ocorrida;mesmo quando é uma explosãocomo a de há pouco, franzina;mesmo quando é a explosãode uma vida severina.Tendo o contexto em que ocorre o Auto pernambucano, de João Cabral de Melo Neto, o significado da palavra severina utilizada no último verso é:
49702EEE-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosOs comentários abaixo se referem ao livro Capitães da Areia, obra modernista pertencente aos romances de 30.I- Pode-se dizer que o título dado ao romance de Jorge Amado possui sentido metafórico, visto que os capitães são da areia em que o quartel-general é em um trapiche.II- O foco narrativo no romance é visto através de um narrador que se configura como um autêntico demiurgo que conhece todos os acontecimentos na sua trama profunda e todos os pormenores da trama.III- A história é construída coletivamente tendo, como pano de fundo, o bando de menores abandonados à sorte nos orfanatos da cidade de Salvador.IV- O tempo é cronológico, pois há nítida ordenação dos acontecimentos, numa sequência rigorosa de passado e presente. O narrador utiliza-se de um jogo entre o verbo no presente do indicativo e no pretérito perfeito para demarcar as dimensões temporais ocorridas na trama.V- O livro é dividido em duas partes: “Sob a lua, num velho trapiche abandonado” e “Noite da Grande Paz, da Grande Paz dos teus olhos” intercalado por depoimentos e reportagens sobre os meninos abandonados.A análise das afirmativas nos permite afirmar corretamente que:4967D9F1-B4 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosCapitães da Areia pertence à primeira fase da obra de Jorge Amado, mas o cenário escolhido é o urbano. Atente para os nomes dos personagens do livro colocados na coluna esquerda e relacione-os com os comentários da coluna à direita.1. Professor2. Volta Seca3. João Grande4. Pirulito5. Pedro Bala( ) “É um caboclo forte (mistura de branco com índio), proveniente do sertão, tem em comum com ele a ânsia de vingança, originária de uma infância sem amor.”( ) “Magro e muito alto, uma cara seca, meio amarelada, os olhos encovados e fundos, a boca rasgada e pouco risonha, é muito religioso e tem como sonho transformar-se num sacerdote.”( ) “Era muito mais ativo, sabia planejar os trabalhos, sabia tratar com os outros, trazia nos olhos e na voz a autoridade de chefe.”( ) “Aquele saber, aquela vocação para contar histórias, fizera-o respeitado entre os Capitães da areia, se bem fosse franzino, magro e triste.”
( ) “É valente, generoso, mas se diferencia de seu líder porque é mais forte e não tem o sentido da liderança.”
757CB04C-A1 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
Considera las afirmaciones:
I- La idea de José María Vidal Villa se acerca al que dice Kuri Gaytan, pero hay una observación sobre la transición del proceso de globalización;
II-Todos los autores tienen la misma opinión acerca del proceso de globalización;
III-La dinámica global intenta definir procesos que se mueven sin depender de la actuación de los Estados – por ejemplo: la globalización.
Según el texto, están correctas:7417718D-A1 Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
En lengua española hay sustantivos cuyo género gramatical (masculino – femenino) es diferente del sustantivo correspondiente en lengua portuguesa. Por ejemplo: “un Nuevo Orden Mundial”.
Señale la opción que presenta sustantivo (en destaque) cuyo género gramatical es diferente del sustantivo correspondiente en lengua portuguesa.72B35134-A1 Espanhol
Interpretação de Texto | Comprensión de LecturaIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
Se puede afirmar que el texto presentado es:6FF26E4B-A1 Espanhol
Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo) | Modo Verbal (Indicativo, Subjuntivo e Imperativo)IF-TM · 2011Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
“El futuro ha llegado, es momento de construir organizaciones sólidas…”, el término destacado es un verbo conjugado en el pretérito perfecto del indicativo. Señala la alternativa que presenta un verbo que sustituye lo de la frase principal sin perjuicio de sentido.
6E8B5771-A1 Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
En “...su oficina no es la misma de ayer…”, la palabra destacada es un ejemplo de heterosemántico. Los heterosemánticos son palabras que tienen grafía y pronuncia iguales o semejantes al portugués, pero que difieren de este idioma en relación a su significado. Así, señala la opción que presenta un heterosemántico.6D26758D-A1 Espanhol
Artigos | ArtículosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Lee el fragmento siguiente:
En la lengua española, una contracción es un fenómeno que consiste en unir dos palabras. Generalmente, estas palabras son un artículo determinado masculino y una preposición.”
Tras leer el fragmento, señala la proposición en que el término destacado indica una contracción:6B58E3BD-A1 Espanhol
Conjunções | ConjuncionesIF-TM · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
De acuerdo con la RAE (Real Academia Española) se utilizan las conjunciones “para coordinar elementos de función idéntica en el seno de una oración, coordinar dos proposiciones y subordinar una proposición a otra”. De este modo, marca la proposición que establece una relación correcta cuanto a la conjunción y a lo que está entre corchetes. B74A0530-B5 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2010MédioEntre para guardar nos favoritosNa década de 1920 firmou-se não só um “estilo de vida americano”, mas também a cultura de massas americana, graças à conjugação da produção em série, da propaganda e das vendas à crédito. No Brasil do século XXI, pode-se afirmar que também se cultiva uma cultura consumista, incentivada entre outros, pelos fatores citados. E agora, como no passado, a posse de um automóvel e de um telefone celular, (fenômeno do novo século) são indicativos de um status social a que muitos almejam.
Considerando o comentário acima, a charge, e seus conhecimentos sobre o assunto, é possível concluir que:
B745CAD3-B5 Português
Interpretação de TextosIF-TM · 2010Muito difícilEntre para guardar nos favoritos“A revolução digital nas telecomunicações, a mercantilização de bits e a miniaturalização de aparelhos eletrônicos esboçam as cidades do século XXI. (...) Como os “sem-terra, haverá os “sem-bits”. Os privilegiados serão “ricos de informação”. (...) A imagem é de que vamos comprar, viajar, comunicar, trabalhar e até fazer amor no espaço eletrônico. Mas com o fim da comunidade de compartilhamento direto, o ciberespaço, reflete, cada vez mais, as atuais cidades reais. (...) A corrida para a colonização do ciberespaço já começou. Os países que quiserem ser competitivos têm que investir numa infraestrutura nacional de informação como investiram em portos, frotas de navios, ferrovias e rodovias.”Baseado em “Supervia da Informação redefine tempo e espaço”, citado em Introdução à SociologiaAssociando a situação descrita no texto com o atual contexto mundial, pode-se afirmar que: