Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade de Medicina de Petrópolis (FMP)

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Resultados

62 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 4.

  • 4F737688-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    Os danos físicos ou ferimentos menores sofridos pelas vítimas:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f737688-e5
  • 4F6FC1B2-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    De acordo com o texto, o assassinato violento de um homem que estivesse dormindo:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f6fc1b2-e5
  • 4F6CE6EB-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    As palavras “criminal” (linha 1), “blood-feud” (linha 4), “liable” (linha 11) e “wound” (linha 21) poderiam ser substituídas pelos seguintes sinônimos, pois estes não alterariam o sentido do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f6ce6eb-e5
  • 4F673070-E5

    Inglês

    Advérbios e conjunções | Adverbs and conjunctions
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    A sequência que completa, pela ordem, os espaços em branco 1, 2, 3 e 4, no primeiro parágrafo do texto, é:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f673070-e5
  • 4F6464A5-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    A tradução adequada para “a wit” (linhas 5/6); “a subject for wit” (linha 11); e “witty” (linha 12) é, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f6464a5-e5
  • 4F60FC7D-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    Considere o trecho “our modern poets are all, to a man, almost as well read in the Scriptures as some of our divines [“teólogos”], and often abound more with the phrase […]” (linhas 7, 8 e 9) e analise estas assertivas:


    I. Os poetas modernos têm melhor domínio da palavra que alguns teólogos.

    II. Os poetas modernos são quase tão bons conhecedores da Bíblia quanto alguns teólogos.

    III. O autor separa os poetas modernos, humanizando-os (“to a man”), dos teólogos, que, como a própria palavra “divines” indica, estariam mais próximos do divino.

    IV. Tanto o texto dos poetas modernos quanto o dos teólogos são frequentemente abundantes em frases.


    Quantas estão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 4f60fc7d-e5
  • 4F5DBD06-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    Os pronomes “you” (linha 2), “their” (linha 2), “them” (linha 3) referemse, respectivamente, a:
    Escolha uma alternativa para a questão 4f5dbd06-e5
  • 4F5794D7-E5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2014
    Considere as seguintes assertivas:


    I. De acordo com o texto, a leitura da Bíblia é recomendável a um poeta jovem.

    II. Para o autor, o erro dos poetas ingleses mais respeitáveis foi não ler a Bíblia.

    III. De acordo com o texto, os poetas modernos leram a Bíblia de muitas maneiras, inclusive religiosamente.

    IV. Para o autor, os dramaturgos de seu país também são leitores da Bíblia.


    De acordo com o texto, quais assertivas são verdadeiras?
    Escolha uma alternativa para a questão 4f5794d7-e5
  • 4F53F0E8-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte conto extraído do livro Enquanto água, de Altair Martins.


    Quase oceano quase vômito


    Aquele rio não aceitaria assim tão fácil. Dominava um continente e um pátio no oceano. E quando amanheceu completamente água, e nu, como se nascendo, não houve quem não se espantasse. Era o primeiro dos tantos rios que, sem explicação, voltavam à limpidez original. Eram rios tão puros que os leitos podiam ser lidos.
    Mas depois de uma semana em que dele se bebeu, através dele se olhou, em cujas águas se liberaram pesca e banho, o rio sumiu. Foi o primeiro de tantos outros que, sem explicação, amanheceram buraco, sob uma nuvem inteira, pesada e negra.
    E durante uma semana, também sem explicação, aquele foi o primeiro rio a chover pneu, garrafa plástica, chinelo de dedo, sofá, cimento e ferro, cadáveres de homens e de bichos, tijolos, papéis, urina e fezes. Separava-se, primeiro ele, seguido de outros rios, do contato humano. E devolvia, de dentro de si, um rio, quase oceano quase vômito, da matéria que não lhe pertencia.

    (MARTINS, Altair. Enquanto água. Rio de Janeiro: Record, 2011, p. 105)


    Com base na leitura do conto Quase oceano quase vômito, de Altair Martins, considere as seguintes afirmações sobre o livro Enquanto água.


    I. Quase oceano quase vômito aproxima-se de um poema em prosa, mas não um poema derramado em lirismo, pois eis que há muita contundência e sujeira nessa imagem do rio que se decide pela revolta contra o jugo humano e que, insurgindo-se, cospe de volta sobre as pessoas tudo que nele tentaram esconder ou aniquilar.

    II. Em Enquanto água, Altair Martins reúne dezoito contos "líquidos", às vezes turvos, às vezes transparentes. Para isso, ele dividiu em quatro grupos: Chuva na cara, Depois da chuva, Garoa e Água com gás. Os contos pertencentes ao terceiro grupo, Garoa, tratam de pessoas que vivem a condição de desamparo.

    III. A água é o ponto chave do livro de Altair Martins. Às vezes ela aparece apenas como rio, mar ou chuva, mas muitas vezes como metáfora de sentimentos humanos. O sentimento, implícito, no conto Quase oceano quase vômito é o de harmonia do homem com a natureza.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f53f0e8-e5
  • 4F5103DE-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte texto.


    Precursor do conto fantástico no Brasil


    Na literatura brasileira, Rubião é visto como iniciador ou precursor do conto fantástico. Machado de Assis, Aluísio Azevedo, Lobato e outros teriam feito incursões rápidas no terreno do fantástico, mas a penetração sistemática nessa esfera vem do contista mineiro. Em uma crítica ao seu primeiro livro, Álvaro Lins aponta a proximidade com Kafka, mas Murilo Rubião diz que foi lê-lo apenas depois. Em todo caso, a escolha narrativa mostra parentesco entre os dois escritores e faz de Rubião um caso singular na literatura brasileira.

    (SANSEVERINO, Antônio. In. Leituras Obrigatórias 2014 – UFRGS/organizado por Sergius Gonzaga. Porto Alegre: Leitura XXI, 2013. p. 104)


    Com base no texto de Antônio Sanseverino, considere as seguintes afirmações sobre a obra de Murilo Rubião.

    I. Nos contos de Murilo Rubião, o fantástico, como categoria estética, insere-se numa forma de relato que introduz um dado espantoso (sobrenatural ou não) que escapa à explicação rotineira e põe em xeque a vida cotidiana, normal.

    II. No conto O pirotécnico Zacarias a influência de Machado de Assis se evidencia com força. A abertura lembra Memórias póstumas de Brás Cubas. Nela o narrador discute sua condição de morto e a relação com os outros, os vivos.

    III. Em O convidado, a atmosfera kafkiana se dissolve a partir do momento em que José Alferes descobre que está sendo vítima de um golpe. A partir desse momento, o conto adquire uma dimensão realística.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f5103de-e5
  • 4F4DFE86-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte fragmento extraído do romance As parceiras, de Lya Luft.


    Minha avó ficou meio esquecida com as empregadas e uma governanta. Quando o marido irrompia naquela falsa tranquilidade, não deixava de procurar a mulher. Dava um jeito de abrirem o sótão, e entre gritos e escândalo emprenhava Catarina outra vez.

    (LUFT, Lya. As parceiras. 26.ed. Rio de Janeiro: Record, 2013.)


    Considere as seguintes afirmações sobre o romance As parceiras.


    I. Entre abortos – todos de meninas – Catarina teve, a princípio, três filhas: Beatriz, Dora e Norma. Depois viria Sibila, concebida e parida no sótão – uma menina anã e com problemas mentais.

    II. No sótão, Catarina se devolveu à menina interrompida. Mandou forrar o lugar de branco, como um quarto de bonecas, e, como nas brincadeiras infantis, “brincava” inventando vozes.

    III. Quando casou, Catarina Von Sassen já era uma moça experiente e ávida por experiências ousadas.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão 4f4dfe86-e5
  • 4F498FFA-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte fragmento extraído do livro Verdade Tropical, de Caetano Veloso.

    A ideia do canibalismo cultural servia-nos, aos tropicalistas como uma luva. Estávamos “comendo” os Beatles e Jimi Hendrix. Nossas argumentações contra a atitude defensiva dos nacionalistas encontravam aqui uma formulação sucinta e exaustiva. Claro que passamos a aplicá-la com largueza e intensidade, mas não sem cuidado, e eu procurei, a cada passo, repensar os termos em que a adotamos.

    (VELOSO, Caetano. Verdade Tropical. São Paulo: Companhia das Letras, 1997, p. 247)


    Considere as seguintes afirmações sobre o Tropicalismo.


    I. A metáfora oswaldiana da devoração, que propunha não imitar e sim devorar a informação nova, inspirou Caetano e Gil em suas ações tropicalistas.

    II. Na opção tropicalista, para Caetano Veloso, o foco da preocupação política foi deslocado da área da rebeldia para o eixo da revolução social.

    III. O Tropicalismo apresentou-se com uma proposta que se pretendia artística, mas devido a sua força contestadora levou a discussão para além dos muros da música ou mesmo da arte, tornando-se símbolo não só de uma estética, mas também de uma proposta ideológica.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f498ffa-e5
  • 4F45B074-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte texto extraído do romance Vidas secas, de Graciliano Ramos.


    - Fabiano, você é um homem, exclamou em voz alta.

    (...) E, pensando bem, ele não era homem: era apenas um cabra ocupado em guardar coisas dos outros. Vermelho, queimado, tinha os olhos azuis, a barba e os cabelos ruivos; mas como vivia em terra alheia, cuidava de animais alheios, descobria-se, encolhia-se na presença dos brancos e julgava-se cabra.

    Olhou em torno, com receio de que, fora os meninos, alguém tivesse percebido a frase imprudente. Corrigiu-a, murmurando:

    - Você é um bicho, Fabiano.

    Isso para ele era motivo de orgulho. Sim, senhor, um bicho, capaz de vencer dificuldades.


    (RAMOS, Graciliano. Vidas secas. 71. ed. Rio de Janeiro: Record, 1996. p. 18. – fragmento)


    Considere as seguintes afirmações sobre o romance Vidas secas.


    I. O livro apresenta um retrato brutal da dura existência no sertão nordestino, em que bichos e homens são igualados na tentativa de sobreviver às agruras da seca.

    II. Fabiano questiona a própria humanidade para concluir, com a sabedoria de um homem letrado, que é um “bicho”.

    III. A hostilidade da natureza e a opressão do sistema rural arcaico parecem eliminar do vaqueiro e de sua família vários traços de humanidade, impelindo, principalmente, Fabiano a se tornar um facínora.


    Está(ão) correta(s):


    Escolha uma alternativa para a questão 4f45b074-e5
  • 4F428DF0-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia, a seguir, o poema Soneto da separação, de Vinícius de Moraes.


    De repente do riso fez-se o pranto
    Silencioso e branco como a bruma
    E das bocas unidas fez-se a espuma
    E das mãos espalmadas fez-se o espanto

    De repente da calma fez-se o vento
    Que dos olhos desfez a última chama
    E da paixão fez-se o pressentimento
    E do momento imóvel fez-se o drama

    De repente não mais que de repente
    Fez-se de triste o que se fez amante
    E de sozinho o que se fez contente

    Fez-se do amigo próximo, distante
    Fez-se da vida uma aventura errante
    De repente, não mais que de repente


    (MORAES, Vinícius. Livro de Sonetos – 1957/1967. São Paulo: Companhia das Letras, 1991.)


    Considere as seguintes afirmações sobre o poema de Vinícius de Moraes.


    I. O amor, e sua rima mais conhecida e banalizada, a dor, sempre caminharam juntos da poética de Vinícius de Moraes.

    II. Nos inúmeros poemas de amor de Vinícius, a influência da poesia camoniana é muito forte e pode ser observada na tentativa de analisar o amor, na preferência pelo soneto como forma poética, e no uso frequente de antíteses para expressar a ausência total de contradições próprias desse sentimento.

    III. A ideia central de Soneto da separação, em que as antíteses mostram o impacto da perda do amor na vida das pessoas, é o amor como um sentimento poderoso e fugaz.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f428df0-e5
  • 4F3FC488-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa INCORRETA em relação à primeira geração do modernismo brasileiro.
    Escolha uma alternativa para a questão 4f3fc488-e5
  • 4F3BC60B-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte texto:


    Os sertões e a tragédia republicana


    Os sertões é uma obra híbrida que transita entre a literatura, a história e a ciência, ao unir a perspectiva científica, de base naturalista e evolucionista, à construção literária, marcada pelo fatalismo trágico e por uma visão romântica da natureza. Euclides recorreu a formas de ficção, como a tragédia e a epopeia, para compreender o horror da guerra e inserir os fatos em um enredo capaz de ultrapassar a sua significação particular. A epopeia gloriosa da República brasileira, pela qual combatera na juventude, adquiriu caráter de tragédia na violenta intervenção militar que testemunhou em Canudos.


    (Roberto Ventura. Do mar se fez o sertão de Euclides da Cunha e Canudos. www.euclidesdacunha.org/ventura.htm)


    Com base no texto de Roberto Ventura considere as seguintes afirmações sobre Os sertões, de Euclides da Cunha.


    I. Em Os sertões, Euclides da Cunha jamais pôs de lado as ideologias colonialistas, deixando falar em si o republicano fanático, destacando, fundamentalmente, a barbárie dos “rudes patrícios transviados”.


    II. Quando a República, no seu fanatismo civilizador, extermina o sertanejo, cumpre uma lei da “evolução”, mas também pratica um ato de fratricídio e automutilação nacional – numa guerra de assédio, cuja sombria grandiosidade lembra a Ilíada, a que alude a metáfora da Troia de taipa empregada na obra.

    III. Com seu caráter de epopeia nacional e sua implícita, embora trágica, teologia política, Os sertões é um livro fundador, uma súmula da nacionalidade, uma obra que, com suas ambiguidades e contradições, cria uma imagem do Brasil real e ideal, em que a nação se reconhece até hoje.


    Está(ão) correta(s):

    Escolha uma alternativa para a questão 4f3bc60b-e5
  • 4F379842-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a seguinte letra da canção Capitu, de Luiz Tatit.


    Capitu

    De um lado vem você com seu jeitinho
    Hábil, hábil, hábil
    E pronto!
    Me conquista com seu dom

    De outro esse seu site petulante
    WWW
    Ponto
    Poderosa ponto com

    É esse o seu modo de ser ambíguo
    Sábio, sábio
    E todo encanto
    Canto, canto
    Raposa e sereia da terra e do mar
    Na tela e no ar

    Você é virtualmente amada amante
    Você real é ainda mais tocante
    Não há quem não se encante

    Um método de agir que é tão astuto
    Com jeitinho alcança tudo, tudo, tudo
    É só se entregar, é não resistir, é capitular

    Capitu
    A ressaca dos mares
    A sereia do sul
    Captandoos olhares
    Nosso totem tabu
    A mulher em milhares
    Capitu

    No site o seu poder provoca o ócio, o ócio
    Um passo para o vício, o vício
    É só navegar, é só te seguir, e então naufragar

    Capitu
    Feminino com arte
    A traição atraente
    Um capítulo à parte
    Quase vírus ardente
    Imperando no site
    Capitu


    (TATIT, Luiz. O meio. São Paulo: Dabliú, 2000.)


    Considere as seguintes afirmações sobre a canção de Tatit, e sobre o romance Dom Casmurro, de Machado de Assis.


    I. Lidando com uma personagem conhecida do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, a letra de Tatit fala de uma mulher intrigante, que fascina com seus encantos, sendo ao mesmo tempo ambígua.

    II. Tatit consegue trazer para sua música aspectos da atualidade, do mundo virtual, fazendo de sua Capitu uma mulher “moderna”, que utiliza um site para exercer seu poder sedutor.

    III. Uma parte considerável da produção literária de Machado de Assis trata de seres sinuosos, oblíquos, singulares, esquisitos ou complexos: a mulher. Capitu, famosa personagem machadiana, constitui, indiscutivelmente, o perfil feminino mais enigmático de toda a obra do autor.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f379842-e5
  • 4F347DFC-E5

    Literatura

    Escolas Literárias
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o seguinte fragmento extraído do poema O navio negreiro, de Castro Alves.


    IV

    Era um sonho dantesco!... o tombadilho,
    Que das luzernas avermelha o brilho,
    Em sangue a se banhar.
    Tinir de ferros... estalar de açoite...
    Legiões de homens negros como a noite,
    Horrendos a dançar...

    Negras mulheres, suspendendo às tetas
    Magras crianças, cujas bocas pretas
    Regam o sangue das mães:
    Outras, moças, mas nuas e espantadas,
    No turbilhão de espectros arrastadas,
    Em ânsia e mágoa vãs!

    E ri-se a orquestra, irônica, estridente...
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais ...
    Se o velho arqueja, se no chão resvala,
    Ouvem-se gritos... o chicote estala.
    E voam mais e mais...

    Presa nos elos de uma só cadeia,
    A multidão faminta cambaleia,
    E chora e dança ali!
    Um de raiva delira, outro enlouquece,
    Outro, que de martírios embrutece,
    Cantando, geme e ri!

    No entanto o capitão manda a manobra.
    E após fitando o céu que se desdobra
    Tão puro sobre o mar,
    Diz do fumo entre os densos nevoeiros:
    "Vibrai rijo o chicote, marinheiros!
    Fazei-os mais dançar!..."

    E ri-se a orquestra irônica, estridente. . .
    E da ronda fantástica a serpente
    Faz doudas espirais...
    Qual um sonho dantesco as sombras voam!...
    Gritos, ais, maldições, preces ressoam!
    E ri-se Satanás!...


    (Espumas flutuantes. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, s.d. p. 184-5.)


    Considere as seguintes afirmações sobre o poema.


    I. O texto revela grande força expressiva em razão de sua plasticidade, criada a partir das fortes imagens e das sugestões de cor, som e movimento que envolvem a cena.

    II. As metáforas “a orquestra” e “a serpente”, na 3.ª e na 6.ª estrofes, sugerem, respectivamente, o conjunto de sons (gritos, lamentos) emitidos pelos negros maltratados e o chicote utilizado nesse sistema de violência e tortura.

    III. O tema de O navio negreiro é a denúncia da escravidão e do transporte de negros para o Brasil. Quando o poema foi escrito, em 1868, já fazia dezoito anos que vigorava a Lei Eusébio de Queirós, que proibia o tráfico de escravos, mas a escravidão no país persistia.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f347dfc-e5
  • 4F31514D-E5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 4


        Os últimos dias foram dedicados pela mídia à tarefa de esconjurar o 31 de março. É verdade que foram cometidos crimes que repugnam as consciências bem formadas. Mas é errado limitar a informação ao registro desses fatos.

        Aquele movimento primeiro frustrou o plano dos comunistas para o Brasil e, depois, derrotou guerrilheiros e terroristas que queriam implantar tal regime no país. Esquecer o que estes pretendiam, não ler o que escreviam, ignorar o que diziam, apagar da história as vítimas que fizeram e os crimes bárbaros que cometeram, para exibi-los como heróis e mártires da “resistência democrática” é impostura. É servir o oportunismo em bandeja.
        
        Passado meio século, seus atuais afetos no plano nacional e internacional ainda revelam muito bem o que fariam se pudessem.

    (Extraído do artigo “Um velho dilema”, de Percival Puggina, publicado no jornal Zero Hora de 6.4.2014, p.12.)
    Caso se trocasse “aquele movimento” por “aqueles atos”, quantas palavras mais teriam que ser modificadas para que a concordância resultasse correta na primeira frase do segundo parágrafo?
    Escolha uma alternativa para a questão 4f31514d-e5