Questões do ENEM: Linguagens e Instituto de Ensino e Pesquisa (INSPER)

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

153 questões encontradas. Mostrando a página 6 de 8.

  • 0F34E35F-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Depois de passar por uma rua esburacada, a reação mais óbvia do motorista é xingar em voz alta (e lamentar pelo abalo ao carro). Agora, com uma campanha publicitária na Cidade do Panamá, quem reclama de verdade é o buraco de rua. Funciona assim: sensores de movimento instalados nas crateras percebem quando uma roda passa por cima dali. Depois, o aparelho gera queixas em forma de tuítes, endereçadas ao governo panamenho. A ideia é pressionar a prefeitura e o Estado a melhorar as condições de suas ruas e avenidas. “Hoje vários carros e ônibus passaram por cima de mim, aqui no centro da cidade. Eu preciso de ajuda já!”, “Parece que um Tiranossauro Rex ou o Godzilla passaram pela Vila Mercedes”, já reclamou automaticamente
    @Elhuecotwitero.
    (http://super.abril.com.br)

    O texto mostra como os panamenhos estão empregando as tecnologias da comunicação e informação no seu dia a dia. Conforme exposto, essa inserção está relacionada a um
    Escolha uma alternativa para a questão 0f34e35f-b1
  • 0F305676-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Manuel Bandeira para responder à questão.

    Evocação do Recife
    Recife
    Não a Veneza americana
    Não a Mauritsstad dos armadores das Índias Ocidentais
    Não o Recife dos Mascates
    Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois
    – Recife das revoluções libertárias
    Mas o Recife sem história nem literatura
    Recife sem mais nada
    Recife da minha infância
    A rua da União onde eu brincava de chicote-queimado
    e partia as vidraças da casa de dona Aninha Viegas
    Totônio Rodrigues era muito velho e botava o pincenê
    na ponta do nariz
    Depois do jantar as famílias tomavam a calçada com cadeiras
    mexericos namoros risadas
    A gente brincava no meio da rua
    (...)
    A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
    Vinha da boca do povo na língua errada do povo
    Língua certa do povo
    Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
    Ao passo que nós
    O que fazemos
    É macaquear
    A sintaxe lusíada
    (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa, 1993. Adaptado)
    O eu lírico afirma que “A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros / Vinha da boca do povo na língua errada do povo / Língua certa do povo / Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil”. Nessa perspectiva do eu lírico, um exemplo dessa fala gostosa do português é:
    Escolha uma alternativa para a questão 0f305676-b1
  • 0F2CF14B-B1

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    INSPER · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Manuel Bandeira para responder à questão.

    Evocação do Recife
    Recife
    Não a Veneza americana
    Não a Mauritsstad dos armadores das Índias Ocidentais
    Não o Recife dos Mascates
    Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois
    – Recife das revoluções libertárias
    Mas o Recife sem história nem literatura
    Recife sem mais nada
    Recife da minha infância
    A rua da União onde eu brincava de chicote-queimado
    e partia as vidraças da casa de dona Aninha Viegas
    Totônio Rodrigues era muito velho e botava o pincenê
    na ponta do nariz
    Depois do jantar as famílias tomavam a calçada com cadeiras
    mexericos namoros risadas
    A gente brincava no meio da rua
    (...)
    A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
    Vinha da boca do povo na língua errada do povo
    Língua certa do povo
    Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
    Ao passo que nós
    O que fazemos
    É macaquear
    A sintaxe lusíada
    (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa, 1993. Adaptado)
    Na organização do poema, além da função poética, sobressai também a
    Escolha uma alternativa para a questão 0f2cf14b-b1
  • 0F287C41-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Manuel Bandeira para responder à questão.

    Evocação do Recife
    Recife
    Não a Veneza americana
    Não a Mauritsstad dos armadores das Índias Ocidentais
    Não o Recife dos Mascates
    Nem mesmo o Recife que aprendi a amar depois
    – Recife das revoluções libertárias
    Mas o Recife sem história nem literatura
    Recife sem mais nada
    Recife da minha infância
    A rua da União onde eu brincava de chicote-queimado
    e partia as vidraças da casa de dona Aninha Viegas
    Totônio Rodrigues era muito velho e botava o pincenê
    na ponta do nariz
    Depois do jantar as famílias tomavam a calçada com cadeiras
    mexericos namoros risadas
    A gente brincava no meio da rua
    (...)
    A vida não me chegava pelos jornais nem pelos livros
    Vinha da boca do povo na língua errada do povo
    Língua certa do povo
    Porque ele é que fala gostoso o português do Brasil
    Ao passo que nós
    O que fazemos
    É macaquear
    A sintaxe lusíada
    (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa, 1993. Adaptado)
    Manuel Bandeira é poeta representativo do Modernismo brasileiro. As características desse movimento literário presentes no poema são:
    Escolha uma alternativa para a questão 0f287c41-b1
  • 0F24B039-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Não é novidade para quem já acompanhou o desenvolvimento de um bebê: a fala surge com sons aleatórios e aparentemente sem sentido que, aos poucos, se associam a algum propósito. Nos seres humanos, o amadurecimento da capacidade de se comunicar nos primeiros meses de vida depende da interação do bebê com os pais – algo único entre os primatas. Agora, uma equipe da Universidade de Princeton, com a participação do médico e neurocientista brasileiro Daniel Takahashi, demonstrou que os filhotes de sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus), originários do Brasil, também aprimoram sua capacidade de se comunicar ao interagir com os pais (Science, 14 de agosto). No estudo, os pesquisadores analisaram as emissões vocais de 10 filhotes de sagui-de-tufo-branco do primeiro dia de vida até os 2 meses de idade, quando se comunicavam com os adultos. Monitoraram um som específico, chamado de “fi”, parecido com um assobio e usado em várias circunstâncias da comunicação de indivíduos dessa espécie. Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. Os cientistas queriam ver se a capacidade de comunicação dos filhotes evoluía do choro genérico às vocalizações mais específicas, semelhante ao observado em seres humanos. Nos testes, os filhotes eram colocados em áreas longe dos pais. Assim, podiam ouvir uns aos outros, mas não ver. Os pesquisadores verificaram que o tipo de vocalização dos saguis se alterava de forma considerável no período inicial após o parto. Mas o desenvolvimento era mais rápido quando interagiam mais com os pais.
    (Pesquisa Fapesp, setembro de 2015)
    Na organização do discurso, a informação “(Science, 14 de agosto)” tem a função específica de
    Escolha uma alternativa para a questão 0f24b039-b1
  • 0F2183EF-B1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    INSPER · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Não é novidade para quem já acompanhou o desenvolvimento de um bebê: a fala surge com sons aleatórios e aparentemente sem sentido que, aos poucos, se associam a algum propósito. Nos seres humanos, o amadurecimento da capacidade de se comunicar nos primeiros meses de vida depende da interação do bebê com os pais – algo único entre os primatas. Agora, uma equipe da Universidade de Princeton, com a participação do médico e neurocientista brasileiro Daniel Takahashi, demonstrou que os filhotes de sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus), originários do Brasil, também aprimoram sua capacidade de se comunicar ao interagir com os pais (Science, 14 de agosto). No estudo, os pesquisadores analisaram as emissões vocais de 10 filhotes de sagui-de-tufo-branco do primeiro dia de vida até os 2 meses de idade, quando se comunicavam com os adultos. Monitoraram um som específico, chamado de “fi”, parecido com um assobio e usado em várias circunstâncias da comunicação de indivíduos dessa espécie. Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. Os cientistas queriam ver se a capacidade de comunicação dos filhotes evoluía do choro genérico às vocalizações mais específicas, semelhante ao observado em seres humanos. Nos testes, os filhotes eram colocados em áreas longe dos pais. Assim, podiam ouvir uns aos outros, mas não ver. Os pesquisadores verificaram que o tipo de vocalização dos saguis se alterava de forma considerável no período inicial após o parto. Mas o desenvolvimento era mais rápido quando interagiam mais com os pais.
    (Pesquisa Fapesp, setembro de 2015)
    No trecho – Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. –, a forma verbal em destaque expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 0f2183ef-b1
  • 0F1DB65E-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        Não é novidade para quem já acompanhou o desenvolvimento de um bebê: a fala surge com sons aleatórios e aparentemente sem sentido que, aos poucos, se associam a algum propósito. Nos seres humanos, o amadurecimento da capacidade de se comunicar nos primeiros meses de vida depende da interação do bebê com os pais – algo único entre os primatas. Agora, uma equipe da Universidade de Princeton, com a participação do médico e neurocientista brasileiro Daniel Takahashi, demonstrou que os filhotes de sagui-de-tufo-branco (Callithrix jacchus), originários do Brasil, também aprimoram sua capacidade de se comunicar ao interagir com os pais (Science, 14 de agosto). No estudo, os pesquisadores analisaram as emissões vocais de 10 filhotes de sagui-de-tufo-branco do primeiro dia de vida até os 2 meses de idade, quando se comunicavam com os adultos. Monitoraram um som específico, chamado de “fi”, parecido com um assobio e usado em várias circunstâncias da comunicação de indivíduos dessa espécie. Os “fi”, nesse caso, eram sons emitidos pelos filhotes em situações nas quais um bebê humano choraria. Os cientistas queriam ver se a capacidade de comunicação dos filhotes evoluía do choro genérico às vocalizações mais específicas, semelhante ao observado em seres humanos. Nos testes, os filhotes eram colocados em áreas longe dos pais. Assim, podiam ouvir uns aos outros, mas não ver. Os pesquisadores verificaram que o tipo de vocalização dos saguis se alterava de forma considerável no período inicial após o parto. Mas o desenvolvimento era mais rápido quando interagiam mais com os pais.
    (Pesquisa Fapesp, setembro de 2015)
    Na construção do texto, o autor sinaliza para o leitor que nele há dois tipos de informação: uma já conhecida e outra nova, esta motivada pela pesquisa da equipe da Universidade de Princeton. Com base no texto, identifica-se a informação nova como
    Escolha uma alternativa para a questão 0f1db65e-b1
  • 0F18A377-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    I – Obra de Caravaggio (1571-1610)

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    II – Soneto de Gregório de Matos

    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém se acaba o Sol, por que nascia?

    Se formosa a Luz é, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz, falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.


    (Gregório de Matos, Poemas escolhidos (seleção e organização José Miguel Wisnik). São Paulo: Companhia das Letras, 2010)



    A leitura comparativa da obra e do poema permite identificar como característica comum a ambos o

    Escolha uma alternativa para a questão 0f18a377-b1
  • 0F13FF51-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe a obra do pintor húngaro Victor Vasarely (1908-1997).

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016


    A obra reproduzida faz parte do movimento denominado Op Art – Arte Óptica. Analisando-a, conclui-se que ela

    Escolha uma alternativa para a questão 0f13ff51-b1
  • 0F0DB9DC-B1

    Português

    Coesão e coerência
    INSPER · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        De repente, uma variante trágica.
        Aproxima-se a seca.
      O sertanejo adivinha-a e prefixa-a graças ao ritmo singular com que se desencadeia o flagelo. Entretanto não foge logo, abandonando a terra a pouco e pouco invadida pelo limbo candente que irradia do Ceará.
        [...]
        Os sintomas do flagelo despontam-lhe, então, encadeados em série, sucedendo-se inflexíveis, como sinais comemorativos de uma moléstia cíclica, da sezão assombradora da Terra. [...] E ao descer das tardes, dia a dia menores e sem crepúsculos, considera, entristecido, nos ares, em bandos, as primeiras aves emigrantes, transvoando a outras climas...
        É o prelúdio da desgraça.
        Vê-o acentuar, num crescente, até dezembro.
        Precautela-se: revista, apreensivo, as malhadas. Percorre os logradouros longos. Procura entre as chapadas que se esterilizam várzeas mais benignas para onde tange os rebanhos. E espera, resignado, o dia 13 daquele mês. Porque, em tal data, usança avoenga lhe faculta sondar o futuro, interrogando a Providência.
        É a experiência tradicional de Santa Luzia. No dia 12 ao anoitecer expõe ao relento, em linha, seis pedrinhas de sal, que representam, em ordem sucessiva da esquerda para a direita, os seis meses vindouros, de janeiro a junho. Ao alvorecer de 13 observa-as: se estão intactas, pressagiam a seca; se a primeira apenas se deliu, transmudada em aljôfar límpido, é certa a chuva em janeiro; se a segunda, em fevereiro; se a maioria ou todas, é inevitável o inverno benfazejo.
        Esta experiência é belíssima. Em que pese ao estigma supersticioso, tem base positiva, e é aceitável desde que se considere que dela se colhe a maior ou menor dosagem de vapor d’água nos ares, e, dedutivamente, maiores ou menores probabilidades de depressões barométricas, capazes de atrair o afluxo das chuvas.
    (Euclides da Cunha. Os Sertões, 1979. Adaptado)
    No texto, os pronomes exercem relevante função, organizando as referências, necessárias para uma leitura produtiva das informações. Nas passagens “Os sintomas do flagelo despontam-lhe, então, encadeados em série...” e “Vê-o acentuar, num crescente, até dezembro.”, os pronomes em destaque têm como referentes, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 0f0db9dc-b1
  • 0F05A84E-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto para responder à questão.

        De repente, uma variante trágica.
        Aproxima-se a seca.
      O sertanejo adivinha-a e prefixa-a graças ao ritmo singular com que se desencadeia o flagelo. Entretanto não foge logo, abandonando a terra a pouco e pouco invadida pelo limbo candente que irradia do Ceará.
        [...]
        Os sintomas do flagelo despontam-lhe, então, encadeados em série, sucedendo-se inflexíveis, como sinais comemorativos de uma moléstia cíclica, da sezão assombradora da Terra. [...] E ao descer das tardes, dia a dia menores e sem crepúsculos, considera, entristecido, nos ares, em bandos, as primeiras aves emigrantes, transvoando a outras climas...
        É o prelúdio da desgraça.
        Vê-o acentuar, num crescente, até dezembro.
        Precautela-se: revista, apreensivo, as malhadas. Percorre os logradouros longos. Procura entre as chapadas que se esterilizam várzeas mais benignas para onde tange os rebanhos. E espera, resignado, o dia 13 daquele mês. Porque, em tal data, usança avoenga lhe faculta sondar o futuro, interrogando a Providência.
        É a experiência tradicional de Santa Luzia. No dia 12 ao anoitecer expõe ao relento, em linha, seis pedrinhas de sal, que representam, em ordem sucessiva da esquerda para a direita, os seis meses vindouros, de janeiro a junho. Ao alvorecer de 13 observa-as: se estão intactas, pressagiam a seca; se a primeira apenas se deliu, transmudada em aljôfar límpido, é certa a chuva em janeiro; se a segunda, em fevereiro; se a maioria ou todas, é inevitável o inverno benfazejo.
        Esta experiência é belíssima. Em que pese ao estigma supersticioso, tem base positiva, e é aceitável desde que se considere que dela se colhe a maior ou menor dosagem de vapor d’água nos ares, e, dedutivamente, maiores ou menores probabilidades de depressões barométricas, capazes de atrair o afluxo das chuvas.
    (Euclides da Cunha. Os Sertões, 1979. Adaptado)
    A leitura do texto permite concluir, com correção, que no último parágrafo o autor sustenta
    Escolha uma alternativa para a questão 0f05a84e-b1
  • 0F01101A-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    As falas da personagem, no primeiro e no terceiro quadrinhos, mostram que ela concebe a internet como um espaço em que

    Escolha uma alternativa para a questão 0f01101a-b1
  • 0EFDC721-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Controlar como as outras pessoas veem você

    Na sua página “Sobre mim”, é possível escolher quais informações as outras pessoas veem sobre você nos serviços do Google, como Gmail e Hangouts. Também é possível visualizar como suas informações são exibidas para outras pessoas.

    Estes são alguns dos itens que podem ser alterados:

    •  apelido;

    •  sexo;

    •  informações profissionais, por exemplo, local de trabalho;

    •  informações de contato pessoal, como seu número de telefone e endereço para correspondência;

    •  informações de contato comercial, como o e-mail e o número de telefone do seu trabalho;

    •  lugares que você visitou;

    •  informações educacionais.

    (https://support.google.com)


    As informações apresentadas no suporte do Google orientam o usuário em relação ao modo de controlar como é visto pelas outras pessoas. Entende-se, portanto, que o usuário do Google

    Escolha uma alternativa para a questão 0efdc721-b1
  • 0EFA7A77-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os textos para responder à questão.

    Texto I

        A palavra falada é um fenômeno natural; a palavra escrita é um fenômeno cultural. O homem natural pode viver perfeitamente sem ler nem escrever. Não o pode o homem a que chamamos civilizado: por isso, como disse, a palavra escrita é um fenômeno cultural, não da natureza mas da civilização, da qual a cultura é a essência e o esteio.

        Pertencendo, pois, a mundos (mentais) essencialmente diferentes, os dois tipos de palavra obedecem forçosamente a leis ou regras essencialmente diferentes. A palavra falada é um caso, por assim dizer, democrático. Ao falar, temos que obedecer à lei do maior número, sob pena de não sermos compreendidos ou sermos inutilmente ridículos. Se a maioria pronuncia mal uma palavra, temos que a pronunciar mal: diremos anedota, embora sabíamos que se deve dizer anécdota. Se a maioria usa de uma construção gramatical errada, da mesma construção teremos que usar: diremos “hás-de tu compreender”, embora saibamos que “hás tu de compreender” é a fórmula verdadeira. Se a maioria caiu em usar estrangeirismos ou outras irregularidades verbais, assim temos que fazer: “match de football” diremos, e não “partida de bolapé”. Os termos ou expressões que na linguagem escrita são justos, e até obrigatórios, tornam-se uma estupidez e pedantaria, se deles fazemos uso no trato verbal. Tornam-se até em má-criação, pois o preceito fundamental da civilidade é que nos conformemos o mais possível com as maneiras, os hábitos, e a educação da pessoa com quem falamos, ainda que nisso faltemos às boas- -maneiras ou à etiqueta, que são a cultura exterior.

    (Fernando Pessoa, A Língua Portuguesa. São Paulo: Companhia das Letras, 1999)

    Texto II

        (...) há duas línguas no Brasil: uma que se escreve (e recebe o nome de “português”); e outra que se fala (e que é tão desprezada que nem tem nome). E é esta última que é a língua materna dos brasileiros; a outra (o “português”) tem de ser aprendida na escola, e a maior parte da população nunca chega a dominá-la adequadamente.

        Vamos chamar a língua falada no Brasil de vernáculo brasileiro (...). Assim, diremos que no Brasil se escreve em português, uma língua que também funciona como língua de civilização em Portugal e em alguns países da África. Mas a língua que se fala no Brasil é o vernáculo brasileiro, que não se usa nem em Portugal nem na África.

    (Mário A. Perini, Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 1997)

    10 DE MAIO Fui na delegacia e falei com o tenente. Que homem amavel! Se eu soubesse que ele era tão amavel, eu teria ido na delegacia na primeira intimação. (...) O tenente interessou-se pela educação dos meus filhos. Disse-me que a favela é um ambiente propenso que as pessoas tem mais possibilidades de delinquir do que tornar-se util a patria e ao país. Pensei: Se ele sabe disto, porque não faz um relatorio e envia para os politicos? O senhor Janio Quadros, o Kubstchek e o Dr. Adhemar de Barros? Agora falar para mim, que sou uma pobre lixeira. Não posso resolver nem as minhas dificuldades.
    ... O Brasil precisa ser dirigido por uma pessoa que já passou fome. A fome também é professora.
    Quem passa fome aprende a pensar no proximo, e nas crianças.
    (Carolina Maria de Jesus. Quarto de despejo: diário de uma favelada, 1993)

    Relacionando o texto de Carolina Maria de Jesus aos conceitos de língua apresentados nos Textos I e II, conclui-se que os usos da linguagem feitos pela autora recobrem a noção de
    Escolha uma alternativa para a questão 0efa7a77-b1
  • 0EF1FD6B-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    A análise das informações textuais permite concluir que o texto está destinado a

    Escolha uma alternativa para a questão 0ef1fd6b-b1
  • 0EE7C0D9-B1

    Português

    Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto
    INSPER · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Pizza por drone
        Não ria, mas a entrega de pizzas nas noites de sexta e sábado é um problema para as grandes cidades. Em nome do conforto das famílias, os motoboys das pizzarias tomam as ruas com a preciosa carga, infernizam o trânsito, comprometem o ambiente com seus canos de descarga e neurotizam os motoristas fazendo bibibi. Sei bem que, diante do prazer que as pizzas proporcionam, seus consumidores fazem vista grossa a isso e ao despropósito de se comprometer um veículo de 200 kg para transportar um pacote de 2 kg.     Mas a tecnologia se preocupa. Agora, graças à Amazon e ao Google, são os satélites que trazem uma solução nova: a entrega por drone. Pede-se a pizza pelo celular; ela é acomodada num drone equipado com GPS e, em poucos minutos, chega, fofa e quentinha, à porta do prédio ou casa do cliente. Pode-se recolhê-la já de guardanapo ao pescoço. Não congestiona as ruas, não polui, não faz barulho e deixa um perfume de orégano no ar.
        Mas há alguns inconvenientes. As autoridades não gostam que os drones voem à noite. A fiação aérea nas cidades não é favorável a objetos que voam baixo. E há ainda o risco de colisão com corujas e morcegos.
        Mas, pelo menos, 59 anos depois do Sputnik, ficamos sabendo para que se inventou o satélite. Para acabar em pizza.
    (Ruy Castro, Pizza por drone. Folha de S.Paulo, 31.08.2016. Adaptado)
    Na organização textual, a frase que inicia o segundo parágrafo – Mas a tecnologia se preocupa. – deve ser entendida como uma informação que
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee7c0d9-b1
  • 0EE2CECD-B1

    Português

    Gêneros Textuais
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pizza por drone
        Não ria, mas a entrega de pizzas nas noites de sexta e sábado é um problema para as grandes cidades. Em nome do conforto das famílias, os motoboys das pizzarias tomam as ruas com a preciosa carga, infernizam o trânsito, comprometem o ambiente com seus canos de descarga e neurotizam os motoristas fazendo bibibi. Sei bem que, diante do prazer que as pizzas proporcionam, seus consumidores fazem vista grossa a isso e ao despropósito de se comprometer um veículo de 200 kg para transportar um pacote de 2 kg.     Mas a tecnologia se preocupa. Agora, graças à Amazon e ao Google, são os satélites que trazem uma solução nova: a entrega por drone. Pede-se a pizza pelo celular; ela é acomodada num drone equipado com GPS e, em poucos minutos, chega, fofa e quentinha, à porta do prédio ou casa do cliente. Pode-se recolhê-la já de guardanapo ao pescoço. Não congestiona as ruas, não polui, não faz barulho e deixa um perfume de orégano no ar.
        Mas há alguns inconvenientes. As autoridades não gostam que os drones voem à noite. A fiação aérea nas cidades não é favorável a objetos que voam baixo. E há ainda o risco de colisão com corujas e morcegos.
        Mas, pelo menos, 59 anos depois do Sputnik, ficamos sabendo para que se inventou o satélite. Para acabar em pizza.
    (Ruy Castro, Pizza por drone. Folha de S.Paulo, 31.08.2016. Adaptado)
    Considerando suas condições de produção, reconhece-se o texto de Ruy Castro como
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee2cecd-b1
  • 12E36B2D-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    ANVISA MATA‐MOSQUITO
    A solicitação da Oxitec está em análise pela diretoria colegiada do órgão e só após sua conclusão será possível fixar um prazo para finalização. "Não é possível estimar o tempo para o registro comercial do produto, tendo em vista que, após a publicação da norma sobre o assunto, a empresa deverá protocolar o pedido de regularização perante a Anvisa."  
    Poderia ter dito simplesmente: vamos estar providenciando.
    No último parágrafo, ao afirmar que a melhor resposta seria “vamos estar providenciando”, o autor emprega uma estrutura gramatical conhecida como “gerundismo”. A razão pela qual essa construção foi empregada deve‐se ao fato de que ela sugere
    Escolha uma alternativa para a questão 12e36b2d-d8
  • 12D7E390-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    DESVENDADO MISTÉRIO DAS ÁRVORES QUE RESISTEM A INCÊNDIOS FLORESTAIS

    Os cientistas espanhóis Bernabé e José Moya não podiam acreditar no que estavam vendo quando se depararam com ciprestes de pé e intactos após um incêndio que devastou 20 mil hectares de floresta. Quando o fogo destruiu uma plantação experimental em Andilla, na província de Valência, em 2012, os pesquisadores se propuseram a desvendar o "mistério" dos ciprestes.
    "Quando nós vimos aquela cena dantesca do verão trágico de 2012, uma grande tristeza tomou conta de nós. Estávamos comovidos com as dimensões da devastação", disse à BBC o botânico Bernabé Moya, que chegou ao local do incidente com seu irmão José, licenciado em ciências ambientais – ambos são do Departamento de Árvores Monumentais do Conselho Provincial de Valência.
    "As observações acumuladas ao longo dos anos nos faziam alimentar a esperança de que alguns ciprestes teriam sobrevivido", conta ele.
    "Assim que chegamos, percebemos que toda a vegetação ao redor, formada por carvalhos e vários tipos de pinheiros, estava completamente queimada. Mas apenas 1,27% dos ciprestes mediterrâneos havia queimado", disse. E agora, após três anos de pesquisa na Espanha e na Itália, Bernabé e José Moya estão entre os autores de um novo estudo que finalmente desvenda o mistério dos ciprestes que sobrevivem aos incêndios. Ele acaba de ser publicado na edição deste mês da revista científica "Journal of Environmental Management".(…)
            Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2015/09/1676689‐desvendado‐misterio‐das‐arvores‐que‐resistem‐a‐incendios‐florestais.shtml.   Acesso em: 31/08/2015
    Uma das expressões que, no contexto, NÃO se refere simultaneamente a Bernabé e José Moya é
    Escolha uma alternativa para a questão 12d7e390-d8
  • 12D46622-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    DESVENDADO MISTÉRIO DAS ÁRVORES QUE RESISTEM A INCÊNDIOS FLORESTAIS

    Os cientistas espanhóis Bernabé e José Moya não podiam acreditar no que estavam vendo quando se depararam com ciprestes de pé e intactos após um incêndio que devastou 20 mil hectares de floresta. Quando o fogo destruiu uma plantação experimental em Andilla, na província de Valência, em 2012, os pesquisadores se propuseram a desvendar o "mistério" dos ciprestes.
    "Quando nós vimos aquela cena dantesca do verão trágico de 2012, uma grande tristeza tomou conta de nós. Estávamos comovidos com as dimensões da devastação", disse à BBC o botânico Bernabé Moya, que chegou ao local do incidente com seu irmão José, licenciado em ciências ambientais – ambos são do Departamento de Árvores Monumentais do Conselho Provincial de Valência.
    "As observações acumuladas ao longo dos anos nos faziam alimentar a esperança de que alguns ciprestes teriam sobrevivido", conta ele.
    "Assim que chegamos, percebemos que toda a vegetação ao redor, formada por carvalhos e vários tipos de pinheiros, estava completamente queimada. Mas apenas 1,27% dos ciprestes mediterrâneos havia queimado", disse. E agora, após três anos de pesquisa na Espanha e na Itália, Bernabé e José Moya estão entre os autores de um novo estudo que finalmente desvenda o mistério dos ciprestes que sobrevivem aos incêndios. Ele acaba de ser publicado na edição deste mês da revista científica "Journal of Environmental Management".(…)
            Disponível em: http://www1.folha.uol.com.br/bbc/2015/09/1676689‐desvendado‐misterio‐das‐arvores‐que‐resistem‐a‐incendios‐florestais.shtml.   Acesso em: 31/08/2015
    O “mistério” ao qual o texto se refere é o fato de
    Escolha uma alternativa para a questão 12d46622-d8