Questões do ENEM: Linguagens e Faculdade Adventista da Bahia

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56 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 3.

  • 0BB042F5-F0

    Inglês

    Presente simples | Simple present
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para a questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015


    Friendship Day History
        There is not much literature on Friendship Day history as we celebrate today. However, there are numerous folktales and several instance in mythological legends that shows that friends and friendship have been valued since the beginning of civilized world. As an intrinsically social creature, men love to make friends to further this process of socialization.

    History of Friendship Day in US
        Considering the valuable role friends play in our life it was deemed to fit to have a day dedicated to friends and friendship. The United States Congress, in 1935, proclaimed first Sunday of August as the National Friendship Day. Since then, celebration of National Friendship Day became an annual event. The noble idea of honoring the beautiful relationship of friendship caught on with the people and soon Friendship Day became a hugely popular festival. Following the popularity and success of Friendship Day in US, several other countries adopted the tradition of dedicating a day to friends. Today, Friendship Day is enthusiastically celebrated by several countries across the world including India. In 1997, the United Nations named Winnie - the Pooh as the world's Ambassador of Friendship.

    Importance of Friendship in Bible
    The Bible, the primary text of the western civilization, reflects upon friendship as the bond that forms the foundation to human faith, trust and companionship. Following verses from the bible aptly portray the importance of friends:

    "Ask and it will be given to you; seek and you will find; knock and the door will be opened to you.”
    Matthew 7:7

    “Greater love hath no man than this that a man lay down his life for his friends.”
    John 15:13-15
    http://www.friendshipday.org/friendship-day-history.html ≥ Acesso em 09/06/2015
    Podemos obter um exemplo correto de uma frase no Simple Present Tense em:
    Escolha uma alternativa para a questão 0bb042f5-f0
  • 0BAA9E49-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para a questão.

    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015


    Friendship Day History
        There is not much literature on Friendship Day history as we celebrate today. However, there are numerous folktales and several instance in mythological legends that shows that friends and friendship have been valued since the beginning of civilized world. As an intrinsically social creature, men love to make friends to further this process of socialization.

    History of Friendship Day in US
        Considering the valuable role friends play in our life it was deemed to fit to have a day dedicated to friends and friendship. The United States Congress, in 1935, proclaimed first Sunday of August as the National Friendship Day. Since then, celebration of National Friendship Day became an annual event. The noble idea of honoring the beautiful relationship of friendship caught on with the people and soon Friendship Day became a hugely popular festival. Following the popularity and success of Friendship Day in US, several other countries adopted the tradition of dedicating a day to friends. Today, Friendship Day is enthusiastically celebrated by several countries across the world including India. In 1997, the United Nations named Winnie - the Pooh as the world's Ambassador of Friendship.

    Importance of Friendship in Bible
    The Bible, the primary text of the western civilization, reflects upon friendship as the bond that forms the foundation to human faith, trust and companionship. Following verses from the bible aptly portray the importance of friends:

    "Ask and it will be given to you; seek and you will find; knock and the door will be opened to you.”
    Matthew 7:7

    “Greater love hath no man than this that a man lay down his life for his friends.”
    John 15:13-15
    http://www.friendshipday.org/friendship-day-history.html ≥ Acesso em 09/06/2015
    Sobre o texto supracitado, marque a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 0baa9e49-f0
  • 0BA7B69B-F0

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ainda sobre a tirinha cômica supracitada, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0ba7b69b-f0
  • 0BA4C5F4-F0

    Inglês

    Futuro simples | Simple future
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a tirinha abaixo e marque a alternativa correta.


    Imagem da questão de Inglês, da prova de 2015


    Qual é o tempo verbal predominante nos dois primeiros quadrinhos?

    Escolha uma alternativa para a questão 0ba4c5f4-f0
  • 0BA125F0-F0

    Inglês

    Pronomes interrogativos | Question words
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Marque a alternativa cujas respostas melhor completa as frases abaixo.


    I – ….. are their names? They’re Melissa and Andrew.
    II – ….. is my bag? On the table.
    III – ….. is it difficult? It is so easy.
    IV – …… did you do that? Because I wanted it.
    V – ….. was your last vacation? It was on January.
    Escolha uma alternativa para a questão 0ba125f0-f0
  • 0B4E5019-F0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o regionalismo, não é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4e5019-f0
  • 0B4ADD3C-F0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre os trechos abaixo, marque a alternativa que apresenta a informação correta:


    "Quando o Nordeste tiver açudes para sanar sua falta de água, quando for mais alfabetizado, quando terminar essa semiescravidão em que o trabalhador vive, verás, Justino, tua terra florescer, dar frutos, as crianças felizes crescerem e se tornarem adultos conscientes de suas responsabilidades, como elos da nossa corrente humana." (MOTT, Odette de Barros; Justino, o retirante p. 134.)

    “E andavam para o Sul, metidos naquele sonho. Uma cidade grande, cheia de pessoas fortes Os meninos em escolas, aprendendo coisas difíceis e necessárias. Eles dois velhinhos, acabando-se como uns cachorros, inúteis, acabando-se como Baleia. Que iriam fazer? Retardaram-se temerosos. Chegariam a uma terra desconhecida e civilizada, ficariam presos nela. E o sertão continuaria a mandar gente para lá. O sertão mandaria para a cidade homens fortes, brutos, como Fabiano, Sinhá Vitória e os dois meninos." (Graciliano Ramos - Vidas secas, pág. 134)
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4add3c-f0
  • 0B4796B5-F0

    Português

    Crase
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Em “...quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração”, pode-se afirmar sobre a ausência do acento grave no termo em destaque:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b4796b5-f0
  • 0B44DB07-F0

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    O uso da referenciação no trecho “Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos...”, (l 10 e 11) o termo em destaque chama de volta:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b44db07-f0
  • 0B41ED83-F0

    Português

    Colocação Pronominal
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    No segundo quadro da tirinha, uma das cobras apresenta um desvio da norma padrão, quando usa o pronome pessoal do caso reto no lugar do pronome pessoal do caso oblíquo. Assinale a alternativa que melhor explica o desvio, segundo a norma padrão:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2015
    VERÍSSIMO, LF. As cobras em: Se Deus existe que eu seja atingido por um raio. Porto Alegre: L&PM, 1997.
    Escolha uma alternativa para a questão 0b41ed83-f0
  • 0B3F17AF-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Segundo o texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b3f17af-f0
  • 0B3C65FA-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Do trecho “Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão, também, dobrados por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos”, entende-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b3c65fa-f0
  • 0B390A4F-F0

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO

    MARCAS DO BEM, MARCAS DO MAL.
    “Nenhum homem é uma ilha isolada; cada homem é uma partícula do continente, uma parte da terra... a morte de qualquer homem diminui-me, porque sou parte do gênero humano. E por isso não perguntes por quem os sinos dobram; eles dobram por ti”. Esse pensamento de John Donne firma a ideia de que precisamos sempre de outro ser para completar nossa existência. [...] Também se referem aos encontros que nos trazem tristeza e dor, mas que, de igual forma, nos fazem mudar de pensamento e postura.

    No primeiro caso, somos colocados em contato com homens e mulheres que nos trazem lições de bondade e entrega para toda a vida. Os encontros com eles nos permitem a troca de experiências vividas, de lágrimas vertidas, das conquistas todas, dos sonhos frustrados, da renúncia de si em favor do próximo... Com eles, as palavras de Gonzaguinha ganham vida cada vez que pensamos: “É tão bonito quando a gente sente que nunca está sozinho por mais que pense estar”. Muitos de nós já conheceram o privilégio de ser objeto do cuidado de alguém, quando a vida nos permite encontros com “anjos” que trouxeram brilho a nossa existência e que se tornaram nosso alicerce, nosso porto seguro, nosso refúgio, nossa inspiração. E, conforme cantava o mesmo Gonzaguinha, “aprendemos que se depende de tanta e muita gente”. Por isso, a insistência em dizer que não há encontro por acaso, porque tudo o que aprendemos era exatamente o que faltava em nós e que essas pessoas souberam, ao seu modo, nos ensinar.

    Por vezes, porém, somos postos à prova, quando as relações se dão com pessoas com as quais não dividimos nenhuma afinidade e que, a todo o tempo, parecem ser uma ameaça a nossa paz e ao nosso caminhar. São aquelas que se satisfazem com nossa tristeza e derrota aparente, que não medem esforços para nos ver caídos e dependentes. É preciso dizer que elas também nos são importantes, porque nos fazem lançar novos olhares sobre nós mesmos e sobre os outros. Elas, também, nos ensinam a tolerância, a aceitação, o respeito, o perdão, a espera e nos fazem conhecer o processo de maturação.

    Cabe-nos, tão somente, pensar que assim como a primeira classe de pessoas nos fez tão bem, podemos nós, semelhantemente, lançar isso sobre outros. Não podemos esquecer que se os sinos dobrarem por elas, estarão também, dobrado por nós, porque a morte do nosso semelhante é a diminuição de nós mesmos...

    Daí a necessidade de nos preocuparmos em deixar marcas de alegria e paz naqueles que de nós se aproximam. Não importa se em algum momento fomos marcados de forma negativa por alguém: importa, sim, que desejemos fazer a diferença na vida de todos os que nos cercam no pouco tempo que a vida nos concede.

    COSTA, Gilmar Souza. Marcas do bem, marcas do mal. Disponível em: http://itapuacity.com.br/marcas-do-bemmarcas-do-mal/. Acesso em 08 jun.2015 (adaptado)
    Sobre o texto é possível afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 0b390a4f-f0
  • DF19E9A8-F1

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
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    2.Pack the items along with the receipt in a box. You can use the box that the arrived in or another box.
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    4.Bring the package to the post office.


    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.
    I_____________late for work if the bus doesn’t arrive soon.
    Escolha uma alternativa para a questão df19e9a8-f1
  • DF16802D-F1

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
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    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.
    I’d rather____________the movie. It’s supposed to be good.
    Escolha uma alternativa para a questão df16802d-f1
  • DF13BAA2-F1

    Inglês

    Aspectos linguísticos | Linguistic aspects
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    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.

    Circle the letter of the correct answer to complete each sentence.

    1. Maria often goes to the movies by____________.

    Escolha uma alternativa para a questão df13baa2-f1
  • DF102A5B-F1

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
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    Leia o texto e responda a questão, apenas uma alternativa.
    Read the numbered sentence. Then circle the letter of the two sentences that have a similar meaning.
    Amber will open her own business when she finishes school.
    Escolha uma alternativa para a questão df102a5b-f1
  • DEA78905-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    OBSERVE A IMAGEM PARA REPONDER À QUESTÃO.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2014



    O humor da propaganda reside:

    Escolha uma alternativa para a questão dea78905-f1
  • DEA4CB9F-F1

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.
    (...)
    Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
    (...)
    Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.
    (...)
    Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.
    (...)
    Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.
    (...)
    O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.
    Porque há o direito ao grito.
    Então eu grito.
    Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.
    (...)
    Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.
    (Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)
    http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.html
    acesso em 20 de setembro de 2014
    A temática de A Hora da Estrela é recorrente na literatura brasileira. Considerando os fragmentos em seus respectivos contextos, o único que NÃO SE RELACIONA com a temática da obra em questão é:
    Escolha uma alternativa para a questão dea4cb9f-f1
  • DEA1754C-F1

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Faculdade Adventista da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO PARA A QUESTÃO


    Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.
    (...)
    Então eu canto alto agudo uma melodia sincopada e estridente - é a minha própria dor, eu que carrego o mundo e há falta de felicidade. Felicidade? Nunca vi palavra mais doida, inventada pelas nordestinas que andam por aí aos montes.
    (...)
    Como eu irei dizer agora, esta história será o resultado de uma visão gradual - há dois anos e meio venho aos poucos descobrindo os porquês.
    (...)
    Como é que sei tudo o que vai se seguir e que ainda o desconheço, já que nunca o vivi? É que numa rua do Rio de Janeiro peguei no ar de relance o sentimento de perdição no rosto de uma moça nordestina. Sem falar que eu em menino me criei no Nordeste. Também sei das coisas por estar vivendo. Quem sabe, mesmo sem saber que sabe. Assim é que os senhores sabem mais do que imaginam e estão fingindo de sonsos.
    (...)
    Proponho-me a que não seja complexo o que escreverei, embora obrigado a usar as palavras que vos sustentam. A história determino - com falso livre-arbítrio - vai ter uns sete personagens e eu sou um dos mais importantes deles, é claro. Eu, Rodrigo S.M. (...) Assim é que experimentei contra os meus hábitos uma história com começo, meio e gran finale seguido de silêncio e de chuva caindo.
    (...)
    O que escrevo é mais do que invenção, é minha obrigação contar sobre essa moça entre milhares delas. E dever meu, nem que seja de pouca arte, o de revelar-lhe a vida.
    Porque há o direito ao grito.
    Então eu grito.
    Grito puro e sem pedir esmola. Sei que há moças que vendem o corpo, única posse real, em troca de um bom jantar em vez de um sanduíche de mortadela. Mas a pessoa de quem falarei mal tem corpo para vender, ninguém a quer, ela é virgem e inócua, não faz falta a ninguém.
    (...)
    Como a nordestina, há milhares de moças espalhadas por cortiços, vagas de cama num quarto, atrás de balcões trabalhando até a estafa. Não notam sequer que são facilmente substituíveis e que tanto existiriam como não existiriam. Poucas se queixam e ao que eu saiba nenhuma reclama por não saber a quem.
    (Trechos de A Hora da Estrela – Clarice Lispector)
    http://veja.abril.com.br/livros_mais_vendidos/trechos/a-hora-da-estrela.html
    acesso em 20 de setembro de 2014
    A Hora da Estrela é o penúltimo romance e último livro publicado em vida pela escritora brasileira Clarice Lispector. O romance narra a história da datilógrafa alagoana Macabéa, que migra para o Rio de Janeiro, tendo sua rotina narrada por um escritor fictício chamado Rodrigo S.M.


    Sobre a composição da obra, pode-se afirmar que se trata de uma obra cuja função da linguagem predominante seja:
    Escolha uma alternativa para a questão dea1754c-f1