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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 406 de 950

  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    * Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    No texto, o narrador sugere que tinha sido condenado por um crime
    Escolha uma alternativa para a questão 6c74abc3-b1
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta sobre A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c755570-eb
  • Linguagens

    Português

    Leia o Capítulo II do romance Quincas Borba, de Machado de Assis, para responder a QUESTÃO .


    Capítulo II

    Que abismo que há entre o espírito e o coração! O espírito do ex-professor, vexado daquele pensamento, arrepiou caminho, buscou outro assunto, uma canoa que ia passando; o coração, porém, deixou-se estar a bater de alegria. Que lhe importa a canoa nem o canoeiro, que os olhos de Rubião acompanham, arregalados? Ele, coração, vai dizendo que, uma vez que a mana Piedade tinha de morrer, foi bom que não casasse; podia vir um filho ou uma filha... – Bonita canoa! – Antes assim! – Como obedece bem aos remos do homem! – O certo é que eles estão no céu!


    Fonte: ASSIS, Machado de. Quincas Borba. São Paulo: Ática, 1988, p. 13.



    O capítulo apresenta reflexões do ex-professor Rubião sobre o “abismo que há entre o espírito e o coração”.

    É CORRETO afirmar que no capítulo pode ser observado que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c766893-fd
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre a obra Romanceiro da Inconfidência, de Cecília Meireles, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c76a170-ff
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta sobre os versos de “Carta a Stalingrado”, poema que integra A rosa do povo, de Carlos Drummond de Andrade, apresentados a seguir.


    “A poesia fugiu dos livros, agora está nos jornais.
    Os telegramas de Moscou repetem Homero.
    Mas Homero é velho. Os telegramas cantam um mundo novo
    que nós, na escuridão, ignorávamos.”
    Escolha uma alternativa para a questão 6c78d0a1-eb
  • Linguagens

    Literatura

    Sobre o romance de Eça de Queirós, A Cidade e as Serras, publicado em 1901, podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c79dcac-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Leia a seguir o fragmento do poema Mundo Pequeno, de Manoel de Barros, para responder a QUESTÃO.


    Mundo Pequeno

    Descobri aos 13 anos que o que me dava prazer nas
    leituras não era a beleza das frases, mas a doença delas.
    Comuniquei ao Padre Ezequiel, um meu Preceptor,
    esse gosto esquisito.
    Eu pensava que fosse um sujeito escaleno.
    – Gostar de fazer defeitos na frase é muito saudável,
    o Padre me disse.
    Ele fez um limpamento em meus receios.
    O Padre falou ainda: Manoel, isso não é doença,
    pode muito que você carregue para o resto da
    vida um certo gosto por nadas...
    E se riu.
    Você não é de bugre? – ele continuou.
    Que sim, eu respondi.
    Veja que bugre só pega por desvios, não anda em
    estradas –
    Pois é nos desvios que encontra as melhores
    surpresas e os ariticuns maduros.
    Há que apenas saber errar bem o seu idioma.
    Esse Padre Ezequiel foi o meu primeiro professor de
    agramática.


    Fonte: BARROS, Manoel de. O livro das Ignorãças. In: Poesia completa. São Paulo: Leya, 2010, p. 319-320.



    O excerto do poema traz o descobrimento, inquietação e questionamento do menino Manoel pela “doença das frases”.

    É CORRETO afirmar que esta doença pode ser lida como um desvio:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7a2fda-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    * Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    No primeiro parágrafo, afirma-se: “eu venho fazer enfim a minha confissão”. Tal confissão se materializa textualmente em
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7a5aa5-b1
  • Linguagens

    Português

    Leia a letra da canção “Garota de Ipanema”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para responder à questão.


    Olha que coisa mais linda
    Mais cheia de graça
    É ela menina
    Que vem e que passa
    Num doce balanço
    A caminho do mar

    Moça do corpo dourado
    Do sol de lpanema
    O seu balançado é mais que um poema
    É a coisa mais linda que eu já vi passar

    Ah, por que estou tão sozinho?
    Ah, por que tudo é tão triste?
    Ah, a beleza que existe
    A beleza que não é só minha
    Que também passa sozinha

    Ah, se ela soubesse
    Que quando ela passa
    O mundo inteirinho se enche de graça
    E fica mais lindo
    Por causa do amor

                                                            (www.viniciusdemoraes.com.br)
    Assinale a alternativa que faz uma observação correta sobre o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7bd775-ab
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta sobre Sagarana, de Guimarães Rosa.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7c5e37-eb
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento de Terra Sonâmbula, do escritor moçambicano Mia Couto, para responder a QUESTÃO.


    Naquele lugar, a guerra tinha morto a estrada. Pelos caminhos só as hienas se arrastavam, focinhando entre cinzas e poeiras. A paisagem se mestiçara de tristezas nunca vistas, em cores que se pegavam à boca. Eram cores sujas, tão sujas que tinham perdido toda a leveza, esquecidas da ousadia de levantar asas pelo azul. Aqui, o céu se tornara impossível. E os viventes se acostumaram ao chão, em resignada aprendizagem da morte. (...)

    COUTO, Mia. Terra sonâmbula. São Paulo: Companhia das Letras, 2007, p. 9.


    Observando a passagem do romance, é CORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c7e556d-fd
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que apresenta a análise crítica do excerto do conto “São Marcos”, integrante de Sagarana, de Guimarães Rosa, apresentado a seguir.


    “E era para mim um poema esse rol de reis leoninos, agora despojados da vontade sanhuda e só representados na poesia. Não pelos cilindros de ouro e pedras, postos sobre as reais comas riçadas, nem pelas alargadas barbas, entremeadas de fios de ouro. Só, só por causa dos nomes.
    Sim, que, à parte o sentido prisco, valia o ileso gume do vocábulo pouco visto e menos ainda ouvido, raramente usado, melhor fora se jamais usado. Porque, diante de um gravatá, selva moldada em jarro jônico, dizer-se apenas drimirim ou amormeuzinho é justo; e, ao descobrir, no meio da mata, um angelim que atira para cima cinqüenta metros de tronco e fronde, quem não terá ímpeto de criar um vocativo absurdo e bradá-lo – Ó colossialidade! – na direção da altura?
    E não é sem assim que as palavras têm canto e plumagem.”
    Escolha uma alternativa para a questão 6c80035f-eb
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    * Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    Segundo o narrador afirma, a prisão lhe serviria para
    Escolha uma alternativa para a questão 6c800b43-b1
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento do poema Cantoria, de Cora Coralina, para responder a QUESTÃO.

    Cantoria
    Meti o peito em Goiás
    e canto como ninguém.
    Canto as pedras,
    canto as águas,
    as lavadeiras, também.

    Cantei um velho quintal
    com murada de pedra.
    Cantei um portão alto
    com escada caída.

    Cantei a casinha velha
    de velha pobrezinha.
    Cantei colcha furada
    estendida no lajedo;
    muito sentida,
    pedi remendos pra ela. (...)

    Fonte: CORALINA, Cora. Meu livro de Cordel. São Paulo: Global, 2013, p. 9. 

    A partir da leitura do excerto de Cantoria, é INCORRETO afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6c82a7a0-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.


        Cumpridos dez anos de prisão por um crime que não pratiquei e do qual, entanto, nunca me defendi, morto para a vida e para os sonhos: nada podendo já esperar e coisa alguma desejando – eu venho fazer enfim a minha confissão: isto é, demonstrar a minha inocência.

    Talvez não me acreditem. Decerto que não me acreditam. Mas pouco importa. O meu interesse hoje em gritar que não assassinei Ricardo de Loureiro é nulo. Não tenho família; não preciso que me reabilitem. Mesmo quem esteve dez anos preso, nunca se reabilita. A verdade simples é esta.

        E àqueles que, lendo o que fica exposto, me perguntarem: “Mas por que não fez a sua confissão quando era tempo? Por que não demonstrou a sua inocência ao tribunal?”, a esses responderei: – A minha defesa era impossível. Ninguém me acreditaria. E fora inútil fazer-me passar por um embusteiro ou por um doido… Demais, devo confessar, após os acontecimentos em que me vira envolvido nessa época, ficara tão despedaçado que a prisão se me afigurava uma coisa sorridente. Era o esquecimento, a tranquilidade, o sono. Era um fim como qualquer outro – um termo para a minha vida devastada. Toda a minha ânsia foi pois de ver o processo terminado e começar cumprindo a minha sentença.

        De resto, o meu processo foi rápido. Oh! o caso parecia bem claro… Eu nem negava nem confessava. Mas quem cala consente… E todas as simpatias estavam do meu lado.

        O crime era, como devem ter dito os jornais do tempo, um “crime passional”. Cherchez la femme*. Depois, a vítima um poeta – um artista. A mulher romantizara-se desaparecendo. Eu era um herói, no fim de contas. E um herói com seus laivos de mistério, o que mais me aureolava. Por tudo isso, independentemente do belo discurso de defesa, o júri concedeu-me circunstâncias atenuantes. E a minha pena foi curta.

        Ah! foi bem curta – sobretudo para mim… Esses dez anos esvoaram-se-me como dez meses. É que, em realidade, as horas não podem mais ter ação sobre aqueles que viveram um instante que focou toda a sua vida. Atingido o sofrimento máximo, nada já nos faz sofrer. Vibradas as sensações máximas, nada já nos fará oscilar. Simplesmente, este momento culminante raras são as criaturas que o vivem. As que o viveram ou são, como eu, os mortos-vivos, ou – apenas – os desencantados que, muita vez, acabam no suicídio.

    * Cherchez la femme: Procurem a mulher. 

    (Mário de Sá-Carneiro. A confissão de Lúcio, 2011.)

    Observe as passagens do texto:

    •  “Decerto que não me acreditam.” (2.º parágrafo)
    •  “E um herói com seus laivos de mistério” (5.º parágrafo)
    •   “nada já nos fará oscilar.” (6.º parágrafo)


    No contexto em que estão empregados, os termos em destaque significam, respectivamente,

    Escolha uma alternativa para a questão 6c836136-b1
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta sobre O rei da vela, de Oswald de Andrade.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c846a2b-eb
  • Linguagens

    Literatura

    Ainda sobre o romance de Eça de Queirós é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c84767d-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Leia o fragmento de O visitante, de Hilda Hilst, para responder a QUESTÃO.


    O visitante (1968)

    ANA (tecendo ou próximo do tear, como se estivesse acabado de tecer alguma coisa): muitas vezes tenho saudade das tuas pequenas roupas. Eram tão macias! (sorrindo) Tinha uma touca que, por engano meu, quase te cobria os olhos.

    MARIA (seca): É bem do que eu preciso ainda hoje: antolhos.

    ANA (meiga): E uma camisola tão comprida... branca. Nos punhos e no decote, coloquei umas fitas. E te arrastavas, choravas se, de repente, na noite, não me vias.

    MARIA: Agora vejo-te sempre. Cada noite. Cada dia. (pausa)

    ANA: Eras mansa. Me amavas. Ainda me amas agora?

    MARIA: Ah, que pergunta! As coisas se transformam. Nós também.

    ANA: A casa ainda é a mesma. E a mesa e...

    MARIA (interrompendo): A casa, a mesa... todas essas coisas vivem mais do que nós. Ficam aí paradas. E assim mesmo envelhecem. Tu pensas que são as mesmas coisas e não são. (...)


    Fonte: HILST, Hilda. Volume I. São Paulo: Nankin Editorial, 2000, p. 101.


    Considerando a leitura do trecho de O visitante, assinale a alternativa CORRETA quanto ao gênero literário.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c86988c-fd
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa correta sobre a fala de Abelardo II, em O rei da vela, de Oswald de Andrade, apresentada a seguir.

    Abelardo II – A burguesia só produziu um teatro de classe. A apresentação de classe. Hoje evoluímos. Chegamos à espinafração.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c87d397-eb
  • Linguagens

    Literatura

    Também faz parte da obra de Eça de Queirós:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c8820b4-ff