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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 490 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Tyrannosaurus rex

    Tyrannosaurus rex was one of the largest meat- eating dinosaurs that ever lived. Fossil evidence shows that T. rex was about 12 meters long and about 4.6 to 6 meters tall. Its robust thighs and long, powerful tail helped it move quickly.

    T. rex's serrated, conical teeth were used to pierce and grip flesh, which it then ripped away with its strong neck muscles. Its two-fingered forearms could probably seize prey, but they were too short to reach its mouth.

    (Adaptado de http://animals.nationalgeographic.com/animals/ prehistoric/tyrannosaurus-rex/. Acessado em 15/06/2014.)

    Segundo o texto,
    Escolha uma alternativa para a questão 81f3aab2-d5
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Na organização das ideias do texto, pode-se afirmar que está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 81ffb4de-ff
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Considerando o trecho destacado “Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo.”, (2º§) pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 82043543-ff
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Quanto à linguagem empregada no texto, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8207c794-ff
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    De acordo com as ideias e fatos apresentados no texto, indique a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 820b81d5-ff
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    De acordo com o contexto, o elemento destacado em “Mas inócuo para prevenção de fato.” (2º§) tem o seu significado corretamente expresso em:
    Escolha uma alternativa para a questão 820f1650-ff
  • Linguagens

    Português

    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    De acordo com a estrutura textual apresentada, assinale a indicação correta acerca do principal objetivo comunicacional do texto em análise.
    Escolha uma alternativa para a questão 8212125d-ff
  • Linguagens

    Literatura

    A terceira fase do Modernismo, 1945 a 1960, é vista como o “apuro da forma”, entre os autores que se destacam estão: João Cabral de Melo Neto, Guimarães Rosa, Clarice Lispector, Nelson Rodrigues e Ariano Suassuna. Assinale, a seguir, a alternativa concernente à terceira fase modernista.
    Escolha uma alternativa para a questão 8215236f-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Descobrimento

    Abancado à escrivaninha em São Paulo
    Na minha casa da rua Lopes Chaves
    De supetão senti um friúme por dentro.
    Fiquei trêmulo, muito comovido
    Com o livro palerma olhando pra mim.

    Não vê que me lembrei que lá no Norte, meu Deus!
    muito longe de mim,
    Na escuridão ativa da noite que caiu
    Um homem pálido magro de cabelo escorrendo nos olhos
    Depois de fazer uma pele com a borracha do dia,
    Faz pouco se deitou, está dormindo.
    Esse homem é brasileiro que nem eu...

    (ANDRADE, Mário de. Poesias completas. Belo Horizonte – São Paulo: Itatiaia – Edusp, 1987.)

    Mário de Andrade, autor do poema anterior, fez parte do grupo que idealizou a Semana de Arte Moderna. Acerca da linguagem empregada pelo poeta em “Descobrimento”, pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 8218d890-ff
  • Linguagens

    Português

    Considerando que a intertextualidade pode se apresentar de formas diversas, leia os textos a seguir.

    Canção do exílio

    Minha terra tem palmeiras
    Onde canta o sabiá,
    As aves que aqui gorjeiam
    Não gorjeiam como lá.

    (Gonçalves Dias.)

    Europa, França e Bahia

    Meus olhos brasileiros se fecham saudosos
    Minha boca procura a ‘Canção do Exílio’.
    Como era mesmo a ‘Canção do Exílio’?
    Eu tão esquecido de minha terra...
    Ai terra que tem palmeiras Onde canta o sabiá!

    (Carlos Drummond de Andrade.)

    Está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 821d089b-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Capítulo XXXVIII: Que Susto, Meu Deus!

    Quando Pádua, vindo pelo interior, entrou na sala de visitas, Capitu, em pé, de costas para mim, inclinada sobre a costura, como a recolhê-la, perguntava em voz alta:
    — Mas, Bentinho, que é protonotário apostólico?
    — Ora, vivam! exclamou o pai.
    — Que susto, meu Deus!
    Agora é que o lance é o mesmo; mas se conto aqui, tais quais, ou dois lances de há quarenta anos, é para mostrar que Capitu não se dominava só em presença da mãe; o pai não lhe meteu mais medo. No meio de uma situação que me atava a língua, usava da palavra com a maior ingenuidade deste mundo. A minha persuasão é que o coração não lhe batia mais nem menos. Alegou susto, e deu à cara um ar meio enfiado; mas eu, que sabia tudo, vi que era mentira e fiquei com inveja. Foi logo falar ao pai, que apertou a minha mão, e quis saber por que a filha falava em protonotário apostólico. Capitu repetiu-lhe o que ouvira de mim, e opinou logo que o pai devia ir cumprimentar o padre em casa dele; ela iria à minha. E coligindo os petrechos da costura, enfiou pelo corredor, bradando infantilmente:
    — Mamãe, jantar, papai chegou!

    (Machado de Assis – Dom Casmurro.)

    O romance realista machadiano alcançou grande destaque na literatura, sendo Machado de Assis reconhecido como o autor que marcou o início do Realismo no Brasil, em 1881.

    De acordo com o trecho, é possível reconhecer em sua obra:
    Escolha uma alternativa para a questão 82205def-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Poema tirado de uma notícia de jornal

    João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número.
    Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
    Bebeu
    Cantou
    Dançou
    Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado.

    (BANDEIRA, M. Estrela da vida inteira: poesias reunidas. Rio de Janeiro: José Olympio, 1980.)

    Pode-se afirmar acerca do poema modernista de Manuel Bandeira que:
    Escolha uma alternativa para a questão 8223f1fe-ff
  • Linguagens

    Literatura

    Considerando os estilos literários e as informações correspondentes, relacione adequadamente as colunas a seguir.

    I. Barroco.
    II. Realismo.
    III. Classicismo.
    IV. Romantismo.
    V. Modernismo.

    ( ) Predomina o determinismo: o indivíduo de nada vale, existem leis universais que regem a história, a sociedade e o homem.
    ( ) Tem como características, dentre outras, a defesa da pátria e da liberdade, o mal do século e o sentimentalismo.
    ( ) Termina junto com a 2ª Guerra; tem como características o ataque à arte tradicional, o desejo de renovar e nacionalizar a arte brasileira.

    A sequência está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão 82283f97-ff
  • Linguagens

    Inglês

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    The first paragraph of the text claims that
    Escolha uma alternativa para a questão 822f2e12-74
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    Inglês

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    According to the text (paragraph 3), advances in rocket and capsule design technology are expected to
    Escolha uma alternativa para a questão 8232d042-74
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    Inglês

                      So You Want to Be a Space Tourist? Here Are Your Options

    by Adam Mann / Jul.21.2017 /11:30 AM ET


          Though we’ve been living in the Space Age for more than half a century, going into space remains an extreme rarity. Fewer than 600 people have gone above the Kármán line — the point, about 62 miles above Earth, that marks the beginning of space — and all were put there by the U.S. or another nation's government.

          But the rise of private spaceflight companies like Virgin Galactic and Space X means that the final frontier may soon be within reach of a great many more of us. The firms have announced plans to put private astronauts, a.k.a. space tourists, on orbital or suborbital flights within the next few years.

          Initially, the cost of a ride on one of these rockets will be hundreds of thousands of dollars at a minimum. That puts the experience within reach of only the wealthiest people. But advances in rocket and capsule design are expected to lower the price to the point that people of more modest fortunes are able to afford a ticket.

          Some projections put the global space tourism market at approximately $34 billion by 2021.


                               What Space Tourists Can Expect


          What exactly is in store for space tourists? The excitement of a rocket ride and a chance to experience weightlessness, for starters. And the bragging rights are hard to beat. But some say the biggest benefit of going into space is getting a dramatic new outlook on life on the fragile blue marble we call home. It’s a perspective shift that could have profound implications not just for individuals but also for society at large.

          “I personally believe the planetary perspective is going to be crucial to solving humanity’s biggest challenges over the next century,” says Virgin Galactic CEO George Whitesides. “I’m inspired that we’ll take people up so they can experience that view, which is said to change your world view in a fundamental way.”

    Adapted from: https://www.nbcnews.com/mach/science/so-you-want-be-space-tourist-here-are-your-options-ncna784166


    Glossary

    weightlessness: ausência de peso; bragging rights: direito de gabar-se; to afford: poder comprar.

    “The fragile blue marble” (paragraph 5) is a metaphor used by the author to refer to
    Escolha uma alternativa para a questão 823ab52d-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto abaixo e responda às questões de 86 a 90.

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UFG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UFG 2010, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text, the era of image communication has begun with the rise of
    Escolha uma alternativa para a questão 82465586-56
  • Linguagens

    Inglês

                                               T E X T


          As growth slows in wealthy countries, Western food companies are aggressively expanding in developing nations, contributing to obesity and health problems.

          FORTALEZA, Brazil — Children’s squeals rang through the muggy morning air as a woman pushed a gleaming white cart along pitted, trash-strewn streets. She was making deliveries to some of the poorest households in this seaside city, bringing pudding, cookies and other packaged foods to the customers on her sales route.

          Celene da Silva, 29, is one of thousands of door-to-door vendors for Nestlé, helping the world’s largest packaged food conglomerate expand its reach into a quarter-million households in Brazil’s farthestflung corners.

          As she dropped off variety packs of Chandelle pudding, Kit-Kats and Mucilon infant cereal, there was something striking about her customers: Many were visibly overweight, even small children.

          She gestured to a home along her route and shook her head, recalling how its patriarch, a morbidly obese man, died the previous week. “He ate a piece of cake and died in his sleep,” she said.

          Mrs. da Silva, who herself weighs more than 200 pounds, recently discovered that she had high blood pressure, a condition she acknowledges is probably tied to her weakness for fried chicken and the Coca-Cola she drinks with every meal, breakfast included.

          Nestlé’s direct-sales army in Brazil is part of a broader transformation of the food system that is delivering Western-style processed food and sugary drinks to the most isolated pockets of Latin America, Africa and Asia. As their growth slows in the wealthiest countries, multinational food companies like Nestlé, PepsiCo and General Mills have been aggressively expanding their presence in developing nations, unleashing a marketing juggernaut that is upending traditional diets from Brazil to Ghana to India.

          A New York Times examination of corporate records, epidemiological studies and government reports — as well as interviews with scores of nutritionists and health experts around the world — reveals a sea change in the way food is produced, distributed and advertised across much of the globe. The shift, many public health experts say, is contributing to a new epidemic of diabetes and heart disease, chronic illnesses that are fed by soaring rates of obesity in places that struggled with hunger and malnutrition just a generation ago.

          The new reality is captured by a single, stark fact: Across the world, more people are now obese than underweight. At the same time, scientists say, the growing availability of high-calorie, nutrient-poor foods is generating a new type of malnutrition, one in which a growing number of people are both overweight and undernourished.

          “The prevailing story is that this is the best of all possible worlds — cheap food, widely available. If you don’t think about it too hard, it makes sense,” said Anthony Winson, who studies the political economics of nutrition at the University of Guelph in Ontario. A closer look, however, reveals a much different story, he said. “To put it in stark terms: The diet is killing us.”

          Even critics of processed food acknowledge that there are multiple factors in the rise of obesity, including genetics, urbanization, growing incomes and more sedentary lives. Nestlé executives say their products have helped alleviate hunger, provided crucial nutrients, and that the company has squeezed salt, fat and sugar from thousands of items to make them healthier. But Sean Westcott, head of food research and development at Nestlé, conceded obesity has been an unexpected side effect of making inexpensive processed food more widely available.

          “We didn’t expect what the impact would be,” he said.

          Part of the problem, he added, is a natural tendency for people to overeat as they can afford more food. Nestlé, he said, strives to educate consumers about proper portion size and to make and market foods that balance “pleasure and nutrition.”

          There are now more than 700 million obese people worldwide, 108 million of them children, according to research published recently in The New England Journal of Medicine. The prevalence of obesity has doubled in 73 countries since 1980, contributing to four million premature deaths, the study found. 

                                                                                   By ANDREW JACOBS and MATT RICHTEL

                                                      The New York Times SEPT. 16, 2017 https://www.nytimes.com

    According to the text, the huge change in the way food is produced and distributed worldwide is one of the reasons for the
    Escolha uma alternativa para a questão 824a767b-e5
  • Linguagens

    Português

    Para responder a esta questão, leia o texto que segue. Ele está impresso no verso do Cartão Azul e constitui o item 1 das Instruções para uso desse cartão, instrumento de controle em áreas especialmente regulamentadas para estacionamento, determinadas como Zona Azul.

    I N S T R U Ç Õ E S

    Atenção à sinalização vertical

    O Cartão Azul permite a permanência de 1 hora na vaga. O período máximo de permanência na mesma vaga é de 2 horas, sendo obrigatória a retirada do veículo ao término deste período, exceto nos locais onde a sinalização vertical estabelecer períodos de permanência diferenciados. Nas placas de regulamentação da Zona Azul estão indicados horários, dias de funcionamento, condições para o estacionamento e período de permanência na vaga.

    Obs. Sinalização vertical − este tipo de sinalização viária utiliza placas onde o meio de comunicação (sinal) está na posição vertical, fixado ao lado da pista ou suspenso sobre ela, transmitindo mensagens de caráter permanente e, eventualmente, variáveis, mediante símbolos e/ou legendas pré-reconhecidas e legalmente instituídas.


    A leitura do texto permite afirmar com correção:

    Escolha uma alternativa para a questão 824b2eb2-b0
  • Linguagens

    Inglês

                                               T E X T


          As growth slows in wealthy countries, Western food companies are aggressively expanding in developing nations, contributing to obesity and health problems.

          FORTALEZA, Brazil — Children’s squeals rang through the muggy morning air as a woman pushed a gleaming white cart along pitted, trash-strewn streets. She was making deliveries to some of the poorest households in this seaside city, bringing pudding, cookies and other packaged foods to the customers on her sales route.

          Celene da Silva, 29, is one of thousands of door-to-door vendors for Nestlé, helping the world’s largest packaged food conglomerate expand its reach into a quarter-million households in Brazil’s farthestflung corners.

          As she dropped off variety packs of Chandelle pudding, Kit-Kats and Mucilon infant cereal, there was something striking about her customers: Many were visibly overweight, even small children.

          She gestured to a home along her route and shook her head, recalling how its patriarch, a morbidly obese man, died the previous week. “He ate a piece of cake and died in his sleep,” she said.

          Mrs. da Silva, who herself weighs more than 200 pounds, recently discovered that she had high blood pressure, a condition she acknowledges is probably tied to her weakness for fried chicken and the Coca-Cola she drinks with every meal, breakfast included.

          Nestlé’s direct-sales army in Brazil is part of a broader transformation of the food system that is delivering Western-style processed food and sugary drinks to the most isolated pockets of Latin America, Africa and Asia. As their growth slows in the wealthiest countries, multinational food companies like Nestlé, PepsiCo and General Mills have been aggressively expanding their presence in developing nations, unleashing a marketing juggernaut that is upending traditional diets from Brazil to Ghana to India.

          A New York Times examination of corporate records, epidemiological studies and government reports — as well as interviews with scores of nutritionists and health experts around the world — reveals a sea change in the way food is produced, distributed and advertised across much of the globe. The shift, many public health experts say, is contributing to a new epidemic of diabetes and heart disease, chronic illnesses that are fed by soaring rates of obesity in places that struggled with hunger and malnutrition just a generation ago.

          The new reality is captured by a single, stark fact: Across the world, more people are now obese than underweight. At the same time, scientists say, the growing availability of high-calorie, nutrient-poor foods is generating a new type of malnutrition, one in which a growing number of people are both overweight and undernourished.

          “The prevailing story is that this is the best of all possible worlds — cheap food, widely available. If you don’t think about it too hard, it makes sense,” said Anthony Winson, who studies the political economics of nutrition at the University of Guelph in Ontario. A closer look, however, reveals a much different story, he said. “To put it in stark terms: The diet is killing us.”

          Even critics of processed food acknowledge that there are multiple factors in the rise of obesity, including genetics, urbanization, growing incomes and more sedentary lives. Nestlé executives say their products have helped alleviate hunger, provided crucial nutrients, and that the company has squeezed salt, fat and sugar from thousands of items to make them healthier. But Sean Westcott, head of food research and development at Nestlé, conceded obesity has been an unexpected side effect of making inexpensive processed food more widely available.

          “We didn’t expect what the impact would be,” he said.

          Part of the problem, he added, is a natural tendency for people to overeat as they can afford more food. Nestlé, he said, strives to educate consumers about proper portion size and to make and market foods that balance “pleasure and nutrition.”

          There are now more than 700 million obese people worldwide, 108 million of them children, according to research published recently in The New England Journal of Medicine. The prevalence of obesity has doubled in 73 countries since 1980, contributing to four million premature deaths, the study found. 

                                                                                   By ANDREW JACOBS and MATT RICHTEL

                                                      The New York Times SEPT. 16, 2017 https://www.nytimes.com

    The text mentions that some multinational food companies have
    Escolha uma alternativa para a questão 8252ca6b-e5