Pular para o conteúdo

Questões filtradas

Questões do ENEM: Linguagens

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados: 18.995 questões

Página 766 de 950

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension According to the information in the article,
    Escolha uma alternativa para a questão 2a05d4df-1c
  • Linguagens

    Português

    Oficina Irritada

    Eu quero compor um soneto duro
    como poeta algum ousara escrever.
    Eu quero pintar um soneto escuro,
    seco, abafado, difícil de ler.

    Quero que meu soneto, no futuro,
    não desperte em ninguém nenhum prazer.
    E que, no seu maligno ar imaturo,
    ao mesmo tempo saiba ser, não ser.

    Esse meu verbo antipático e impuro
    há de pungir, há de fazer sofrer,
    tendão de Vênus sob o pedicuro.

    Ninguém o lembrará: tiro no muro,
    cão mijando no caos, enquanto Arcturo,
    claro enigma, se deixa surpreender.

    Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.

    Considere as seguintes afirmações referentes ao texto:

    I Ao adotar a forma tradicional do soneto e veicular conteúdo negativo, o poema expressa o conformismo do poeta em relação à sociedade em que vive.

    II O poema é, em boa medida, a realização do projeto poético que nele próprio se encontra formulado.

    III A mescla de linguagem elevada, citações da cultura clássica e referências de caráter prosaico e até vulgar configura, no poema, a busca caracteristicamente moderna da dissonância como efeito poético.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 29fb98a6-1c
  • Linguagens

    Português

           Passaram-se assim algumas semanas: Leonardo, depois de acabadas todas as cerimônias, foi declarado agregado à casa de Tomás da Sé, e aí continuou convenientemente arranjado. Ninguém se admire da facilidade com que se faziam semelhantes coisas; no tempo em que se passavam os fatos que vamos narrando nada havia mais comum do que ter cada casa um, dois e às vezes mais agregados. 

          Em certas casas os agregados eram muito úteis, porque a família tirava grande proveito de seus serviços, e já tivemos ocasião de dar exemplo disso quando contamos a história do finado padrinho de Leonardo; outras vezes porém, e estas eram em maior número, o agregado, refinado vadio, era uma verdadeira parasita que se prendia à árvore familiar, que lhe participava da seiva sem ajudá-la a dar os frutos, e o que é mais ainda, chegava mesmo a dar cabo dela. E o caso é que, apesar de tudo, se na primeira hipótese o esmagavam com o peso de mil exigências, se lhe batiam a cada passo com os favores na cara, se o filho mais velho da casa, por exemplo, o tomava por seu divertimento, e à menor e mais justa queixa saltavam-lhe os pais em cima tomando o partido de seu filho, no segundo aturavam quanto desconcerto havia com paciência de mártir, o agregado tornava-se quase rei em casa, punha, dispunha, castigava os escravos, ralhava com os filhos, intervinha enfim nos mais particulares negócios.  

    Manuel Antônio de Almeida, Memórias de um sargento de milícias. 

    Considere as seguintes afirmações referentes ao narrador do texto:

    I Mostra-se, no excerto, desinteressado de interrogar-se quanto às causas da existência dos agregados.

    II Quando critica o comportamento de certos agregados, pressupõe uma atitude de valorização do trabalho, que não era predominante nem, muito menos, efetiva, na sociedade de seu tempo.

    III Avalia a condição social e o comportamento dos agregados a partir do ponto de vista deles próprios.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 29ee20a5-1c
  • Linguagens

    Português

    A única frase em que o emprego do pronome “lhe” está de acordo com a norma-padrão da língua portuguesa é:
    Escolha uma alternativa para a questão 29ea373b-1c
  • Linguagens

    Português

    Na crise, viramos fantoches na rede

           Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.

         Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.

           A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.

          Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.

          O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.

    Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado. 

    Referem-se de forma crítica a um mesmo conceito desenvolvido no texto as expressões dispostas em gradação ascendente em:
    Escolha uma alternativa para a questão 29e1289e-1c
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Interpretação de Textos

    A visão crítica, marcadamente cética, dos diferentes sistemas de governo, que se pode subentender na tirinha, só NÃO está presente na seguinte citação:
    Escolha uma alternativa para a questão 29d87544-1c
  • Linguagens

    Inglês

    How a young student’s innovative idea hopes to boost response times for EMTs

    By Woody Brown on June 1, 2015

        Drones have been at the forefront of the national conversation for years now. As the components needed to create them grow smaller and more affordable, many companies and organizations have started exploring the potential that drones could have to improve our daily lives. Whether by delivering a product with unprecedented speed or taking photographs and video from new heights, drones have many capabilities, most of which we have yet to discover. One young man, however, has envisioned a new way to use drones that could save thousands of lives.
        One of the greatest obstacles facing first responders and emergency medical technicians [EMTs] when it comes to the difficult business of saving lives is time. Think of your daily commute: people in the United States spend an average of 25.5 minutes traveling one-way to work every day. In bumperto-bumper traffic, blaring sirens and flashing lights are often not enough to clear a fast path for an ambulance to reach someone in need. During cardiac arrest, there are, at most, a few minutes to save a person’s life. After that, the mortality rate rises steeply. With stakes this high, every second counts.
        Alec Momont, a graduate student in engineering at Delft University of Technology in the Netherlands, recognized this problem and saw a way to significantly reduce deaths that result from delayed emergency care. What if ambulances could fly? Or rather, what if we could make a drone that functioned like a stripped-down, lightweight automatic external defibrillator [AED]? AEDs, which can be found in schools, sports arenas and many government buildings, are significantly more effective than cardiopulmonary resuscitation [CPR] at preventing fatalities resulting from cardiac arrest. CPR can be helpful, but an AED is better, and very few people have AEDs in their cars or homes.
        As his master’s degree project, Momont built a prototype of this lifesaving drone. It contained an AED, a microphone and speakers. The average travel time, according to him, could be cut by 90 percent. Here’s how it works: In the event of cardiac arrest, a paramedic would respond to a call by flying the drone at a speed of 60 mph to the scene of the emergency. The paramedic would then give instructions to someone near the victim, who would position the AED. Once in place, the AED would operate automatically. The paramedic would be able to see through the camera whether or not the pads on the AED have been correctly positioned, and how the victim responds.
        A dramatized video released by Momont’s university demonstrates all of this functionality. In it, a young woman calls emergency services in a panic because her father has had a heart attack. A calm-voiced EMT answers and guides her through the surprisingly simple process of finding and using the drone. Fewer than two minutes after she makes the call, her father sits up and hugs her.
        The ambulance drone can increase the chances of surviving cardiac arrest from eight percent to 80 percent, Momont says in the video. The drone’s ability to travel as the crow flies frees it from infrastructural limitations that currently impede road-bound ambulances. “Using advanced production techniques such as 3D printed microstructures and carbon fiber frame construction, we were able to achieve a very lightweight design,” Momont says. “The result is an integrated solution that is clear in its orientation and friendly in appearance.”
        Momont’s aim is to rapidly expand the existing framework of emergency services by constructing many of these drones over the next five years. Expenses are low: each drone is relatively cheap to make, about $18,600. By comparison, a typical ambulance costs more than $100,000, and a ride in one usually costs more than $1,000.
        The ambulance drones can even fly autonomously (though legislation in many countries does not permit this yet). Several emergency service providers have already expressed interest. If the technology continues to receive financial support from other parties in the healthcare industry, Momont’s dream could very easily become a reality.
        We live in a world where drones have, so far, been used mostly in armed conflict. Momont, however, has a different vision. In the near future that he describes, tens of thousands of needless deaths will be prevented with his ingenious invention. That is certainly welcome news, especially in the United States, which deals with skyrocketing numbers of heart-related ailments and disabilities. “Let’s use drones for a good purpose,” Momont says. “Let us use drones to save lives.”

    Adapted from: <http://www.verizonwireless.com/news/article/2015/05/ambulance-dronescould-save-thousands-of-lives.html>. Access on: 03 Oct. 2016.
    The word which is used as a modifier in the correspondent paragraphs is
    Escolha uma alternativa para a questão 2d742048-a6
  • Linguagens

    Português

    Esquecidos de que não se encontravam em casa, passaram a noite em busca de si mesmos numa centena de canais. Desculpe, cento e doze.

    GIFFONI, L. Os canibais da notícia. In: O acaso abre portas. Belo Horizonte: Abacate, 2014. p. 49.

    Considerando-se as relações entre o título e o enredo da crônica “Os canibais da notícia”, os protagonistas são
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf2621f-a6
  • Linguagens

    Português

    Imagine alguém contando essa historinha: “Depois de receber uma premagem, o ludâmbulo desligou o lucivelo, colocou o focale, chamou o cinesíforo e foi ao local da runimol de que teve notícia por um amigo alvissareiro”. Assim seria contada essa historinha se se tivesse adotado a proposta de Antônio Castro Lopes, filólogo que viveu de 1827 a 1901. Os neologismos que ele propôs, como ludâmbulo, focalo e cinesíforo não pegaram. Então podemos contar hoje a mesma historinha assim: “Depois de receber uma massagem, o turista desligou o abajur, colocou o cachecol, chamou o motorista e foi ao local da avalanche de que teve notícia por um amigo repórter”. Acho muito estranho nessas palavras a proposta de usar “alvissareiro” em vez de repórter. Alvíssaras é uma palavra sempre relacionada a boas notícias, o que não é bem o caso da maioria do que ouvimos ou lemos dos repórteres.

    BENEDITO, M. Disponível em: <https://blogdaboitempo.com.br/2016/03/11/chato-cricri-ezung-zung/>. Acesso em: 03 out. 2016. (Adaptado).

    No fragmento, o autor questiona o emprego do termo “alvissareiro” por considerá-lo
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd6a8a8-a6
  • Linguagens

    Português

    A questão refere-se ao texto a seguir.


    Diário alienígena


        Continuo sem entender muito bem. Hoje passou por mim um ser de sexo indefinido, que me deixou ainda mais confuso. Seu aspecto era muito estranho. Tinha um rosto delicado, um nariz pequeno, os lábios bem delineados, mas não muito grossos, formando, no conjunto, o que aqui se chama de mulher bonita. Os cabelos, muito escuros e lisos, eram também femininos, compridos, bem tratados e lustrosos. Mas, assim que se fechava em ponta a linha do queixo, dava-se a transformação: o pescoço, largo e musculoso, era estriado de veias, parecendo inflado a ponto de rebentar. O tronco, imenso e forte, abria-se para os lados em braços espetaculares, rígidos, com gigantescos nós de músculos sobrepondo-se uns aos outros e formando uma curva um pouco semelhante à que encontramos em certos primatas. As pernas eram igualmente brutais, levemente arqueadas devido ao volume dos músculos, dando ao andar uma cadência que em tudo se parecia com o dos seres do outro sexo.
        Já havia visto algumas criaturas um tanto indefinidas por aqui, mas esta me pareceu um exemplo extremo. Não pude classificá-la. Aliás, tenho tido grande dificuldade para fazer as classificações. Tudo me parece de difícil compreensão. Esse pequeno território que nos serve de amostragem traz incoerências que me deixam atônito. Para dizer a verdade, as contradições são muitas, infinitas, não tendo havido ainda um registro lógico capaz de explicar tantas coisas de que já lhe falei, como as discrepâncias na ocupação do espaço, para dar apenas um exemplo.
        Mas a verdade é que, de todos os absurdos a que tenho assistido nesse primeiro contato, nenhum me deixou mais espantado do que o seguinte: como civilização razoavelmente evoluída em termos tecnológicos, eles parecem ter centrado boa parte de sua pesquisa científica na busca do conforto. Inventaram pequenos aparelhos, bastante engenhosos, que lhes facilitam a vida, tornando-os cada vez mais ociosos e aos quais dão nomes variados, como automóveis, computadores, celulares, controle remoto etc. Tudo parece ter sido inventado com um único objetivo: o de leválos a fazer menos esforço físico. Pois muito bem: você acredita que, nas chamadas horas de lazer, eles correm pelas ruas feito loucos, de um lado para o outro, suando em bicas, sem parecer querer chegar a lugar algum? E mais: concentram-se também em locais que chamam de academias e lá se dedicam, sozinhos ou em grupos, às tarefas mais extenuantes e inúteis, muitas vezes atados a aparelhos de tortura, os quais parecem buscar por livre vontade, e não forçados, como já vimos acontecer com outros povos bárbaros. Chegam a caminhar sobre esteiras, sem sair do lugar! Não lhe parece o maior dos absurdos?
        Bem, continuarei observando e tentando entender. Espero estar de volta em breve, na paz de nossa querida Andrômeda – e longe deste planeta louco.

    SEIXAS, H. In: Novos contos mínimos. Disponível em: <http://heloisaseixas.com.br/diario-deum-marciano>. Acesso em: 02 out. 2016.
    Com a finalidade de explorar determinados efeitos de sentido, o título da crônica faz referência ao gênero textual ‘diário’. Constitui uma característica desse gênero presente no texto
    Escolha uma alternativa para a questão 2ccfce68-a6
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the information in the article, Kartik Sunagar and Yehu Moran
    Escolha uma alternativa para a questão 36bb4b97-42
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    With respect to evolutionary pressure, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 36b5f65f-42
  • Linguagens

    Português

           Por que o senhor não escreve coisas poéticas, soltas, gostosas? As crônicas, antigamente, nos deixavam mais leves, de bem com a vida e o mundo. Agora, tudo o que a gente lê nos leva para baixo. Está difícil de suportar. Escrevo na manhã de um domingo. Sete horas. Aquele sol que nos tem castigado, começava a dar sinais de ardência profunda. Olhei pela porta de vidro do terraço e descobri, maravilhado e feliz, que a pitangueira plantada em vaso, que chegou há dois anos, estava repleta de frutos vermelhos, reluzentes, envernizados. Os primeiros. Fiquei admirado. Os pássaros não tinham descoberto? Aquelas frutinhas tinham se salvado? Chupei uma, duas três, queria todas, mas precisava guardar para a família, afinal, eram as primeiras. Pitanga, coisa de infância, do interior. Uma das frutas mais sofisticadas do Brasil, a meu ver. Antigamente, quando viajávamos pela Varig, ao sair do Recife, recebíamos um copo de suco fresco de pitanga, perfumado. Dia desses, Maria Eduarda, amiga pernambucana, me disse: “Você está chegando aqui, sabemos que gosta de vinhos. Que vinho prefere?”. E eu: “Nenhum! Quero suco de pitanga”. Maria Eduarda: “Pois vai tomar das pitangas do pomar de meu pai, Cornélio”. Foi uma celebração!

          Esta é a pitada de poesia que encontrei neste momento. Mas ficaram em minha mente essas perguntas cotidianas que todos estão fazendo. Ouço no dia a dia, pela manhã ao comprar o pão e o leite, no supermercado, no bar, numa escola, na livraria, ao entrar no cinema. Ouvi agora, ao percorrer cinco cidades do litoral (...). Jovens e mais velhos, acreditando que o escritor tem as respostas, me olhavam: “O senhor acha que a gente sai dessa?”. Só consegui dizer: “Não sei e acho que ninguém sabe”.

                                                         Ignácio de Loyola Brandão, O Estado de S. Paulo, 02/10/2015. 



    O trecho em que se pode apontar a elipse de um substantivo anteriormente mencionado é: 
    Escolha uma alternativa para a questão 367c18b1-42
  • Linguagens

    Português

    Livro e futebol
    O leitor a quem se dirige esse livro não é evidente: em geral, quem vive o futebol não está interessado em ler sobre ele mais do que a notícia de jornal ou revista, e quem se dedica a ler livros e especulações poucas vezes conhece o futebol por dentro. Pierre Bourdieu observa, por exemplo, que a sociologia esportiva é desdenhada pelos sociólogos e menosprezada pelos envolvidos com o esporte. A observação pode valer também para ensaios como este aqui, embora ele não seja do gênero sociológico. No limite, a onipresença do jogo de bola soa abusiva e irrelevante para quem acompanha a discussão cultural. Assim, mais do que um desconhecimento recíproco entre as partes, pode-se falar, de fato, de uma dupla resistência. Viver o futebol dispensa pensá-lo, e, em grande parte, é essa dispensa que se procura nele. Os pensadores, por sua vez, à esquerda ou à direita, na meia ou no centro, têm muitas vezes uma reserva contra os componentes anti-intelectuais e massivos do futebol, e temem ou se recusam a endossá- los, por um lado, e a se misturar com eles, por outro. Tudo isso, por si só, já daria um belo assunto: o futebol como o nó cego em que a cultura e a sociedade se expõem no seu ponto ao mesmo tempo mais visível e invisível. E esse não deixa de ser o tema deste livro, que talvez possa interessar a quem esteja disposto a lê-lo independentemente de conhecer o futebol ou de ser ou não “intelectual”.
    Não é incomum, também, que intelectuais vivam intensamente o futebol, sem pensá-lo, e que resistam, ao mesmo tempo, a admiti-lo na ordem do pensamento. Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só. [...]
    (José Miguel Wisnik. Veneno Remédio: o Futebol e o Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2008.) 
    “Nesse caso, aqueles dois personagens a que nos referimos no começo podem se encontrar numa pessoa só”. Com isso, o autor reconhece que:

    1. é desejável pensar o esporte por outro viés que não seja aquele permeado por admiração e paixão.
    2. admitir o futebol na ordem do pensamento significa fazer do torcedor apaixonado uma pessoa capaz de refletir sobre seus pontos positivos e negativos.
    3. há intelectuais que, mesmo não admitindo que possam haver abordagens intelectualizadas do futebol, são torcedores fervorosos.
    4. o torcedor apaixonado é aquele que prefere pensar o futebol na sua expressão cultural e, portanto, é o que congrega as características de leitor preferencial do livro.

    Assinale a alternativa correta. 
    Escolha uma alternativa para a questão 3497fbf9-3b
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Pronome relativo | Relative clauses

    In picture 3, the pronoun “that” could have been omitted without a change in meaning. Mark the alternative in which “that” can NOT be omitted.

    Escolha uma alternativa para a questão 612d4f01-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    De acordo com os quadrinhos 5, 6 e 8, Mafalda demonstra estar, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 61277225-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    After reading the text, one can conclude that Shakespeare’s works became evident due to his

    Escolha uma alternativa para a questão 612088c4-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects

    The pairs of phrases below belong to the same semantic field, EXCEPT for

    Escolha uma alternativa para a questão 611da204-30
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2016, Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice

    INSTRUCTION: To answer question, consider the passage below (lines 24-26).

    In London, they are also creating a 37-screen pop-up cinema, one screen to showcase each of Shakespeare’s plays.

    The correct alternative to demonstrate the passive voice structure for the sentence above is

    Escolha uma alternativa para a questão 611adc32-30