Inglês
- Interpretação de texto | Reading comprehension
- Prova de 2010
- PUC-GO
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 7ABEF4BA-B0
Questões filtradas
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BLACK, Richard. Arctic warmest in two millennia. Disponível em:<www.bbc.co.uk/ worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090904_witn_arctic.shtml>. Acesso em: 10 jun. 2010.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
The text has answers to the following questions:
( ) Where was the present research published?
( ) How many scientists took part in the present expedition?
( ) What are Arctic high temperatures an indication of?
( ) When did the scientists produce evidence of the warming phenomenon in the Arctic?
According to the text, the correct sequence, from top to bottom,

COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.
“contemporary with the better-known Chavin and Cupisnique cultures.” (l. 24-25)
The word “better” in this sentence is the irregular degree of

COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.

COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.
__________ the mummy was very old, the dead body _______
Based on the text, the alternative that completes the blanks correctly is

COLLYNS, Dan. Peruvian mummy found. Disponível em: <www.bbc.co.uk/worldservice/learningenglish/language/wordsinthenews/2009/09/090916_witn_peru_mummy.shtm>. Acesso em: 10 jun. 2010.
Fill in the parentheses with T (True) or F (False).
About the mummified woman, it’s correct to say:
( ) She was rather short.
( ) She was an elderly lady when she died.
( ) Her legs had been tied with a rope.
( ) She was much younger than most Peruvian mummies.
According to the text, the correct sequence, from top to bottom, is

LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.

LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.

LINDO, Elvira. Periodistas. Disponível m:<http://www.elpais.com/articulo/ultima/Periodistas/elpepuopi/20100519elpepiult_1/Tes. Acesso em: 19.jun.2010.
TEXTO 1

Adaptado de: Clarín.com
http://www.clarin.com/suplementos/viajes/2005/04/17
Acesso en 17/04/2005
http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/07/
Acesso en 1996
TEXTO 1

Adaptado de: Clarín.com
http://www.clarin.com/suplementos/viajes/2005/04/17
Acesso en 17/04/2005
http://cvc.cervantes.es/ensenanza/biblioteca_ele/asele/pdf/07/
Acesso en 1996
Leia o texto V e responda a questão.
Texto V
O “Adeus” de Teresa
A vez primeira que eu fitei Teresa,
Como as plantas que arrasta a correnteza,
A valsa nos levou nos giros seus...
E amamos juntos... E depois na sala
“Adeus” eu disse-lhe a tremer co’a fala...
E ela, corando, murmurou-me: “adeus.”
Uma noite... entreabriu-se um reposteiro...
E da alcova saía um cavaleiro
Inda beijando uma mulher sem véus...
Era eu... Era a pálida Teresa!
“Adeus” lhe disse conservando-a presa...
E ela entre beijos murmurou-me: “adeus!”
Passaram tempos... séc’los de delírio
Prazeres divinais... gozos do Empíreo...
... Mas um dia volvi aos lares meus.
Partindo eu disse – “Voltarei!... descansa!...”
Ela, chorando mais que uma criança,
Ela em soluços murmurou-me: “adeus!”
Quando voltei... era o palácio em festa!...
E a voz d’Ela e de um homem lá na orquestra
Preenchiam de amor o azul dos céus.
Entrei!... Ela me olhou branca... surpresa!
Foi a última vez que eu vi Teresa!...
E ela arquejando murmurou-me: “adeus!”
(CASTRO ALVES, Antonio Frederico. Espumas flutuantes. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 2005. p. 51.)
Texto I
Foi na estância dos Lagoões, duma gente Silva, uns Silvas mui políticos, sempre metidos em eleições e enredos de qualificações de votantes.
A estância era como aqui e o arroio como a umas dez quadras; lá era o banho da família. Fazia uma ponta, tinha um sarandizal e logo era uma volta forte, como uma meia-lua, onde as areias se amontoavam formando um baixo: o perau era do lado de lá. O mato aí parecia plantado de propósito: era quase que pura guabiroba e pitanga, araçá e guabiju; no tempo, o chão coalhava-se de fruta: era um regalo!
Já vê... o banheiro não era longe, podia-se bem ir lá, de a pé, mas a família ia sempre de carretão, puxado a bois, uma junta, mui mansos, governados de regeira por uma das senhoras-donas e tocados com uma rama por qualquer das crianças.
Eram dois pais da paciência, os dois bois. Um se chamava Dourado, era baio; o outro, Cabiúna, era preto, com a orelha do lado de laçar branca, e uma risca na papada.
Estavam tão mestres naquele piquete, que, quando a família, de manhãzita, depois da jacuba de leite, pegava
a aprontar-se, que a criançada pulava para o terreiro ainda mastigando um naco de pão e as crioulas apareciam
com as toalhas e por fim as senhoras-donas, quando se gritava pelo carretão, já os bois havia muito tempo que
estavam encostados no cabeçalho, remoendo muito sossegados, esperando que qualquer peão os ajoujasse.
(LOPES NETO, Simões. Contos gauchescos. Porto Alegre: Artes e Ofícios, 2008. p. 65-66.)
Texto II
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem
até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele, que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo, por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...
Agora é que tinha um desejo enorme, uma sofreguidão louca de vê-lo, rendido, a seus pés, como um animalzinho; agora é que lhe renasciam ímpetos vorazes de novilho solto, incongruências de macho em cio, nostalgias de libertino fogoso... As palavras de Herculano (aquela história do grumete com uma rapariga) tinham-lhe despertado o sangue, fora como uma espécie de urtiga brava arranhando-lhe a pele, excitando-o, enfurecendo-o de desejo. Agora sim, fazia questão! E não era somente questão de possuir o grumete, de gozá-lo como outrora, lá cima, no quartinho da Rua da Misericórdia: - era questão de gozá-lo, maltratando-o, vendo-o sofrer, ouvindo-o gemer... Não, não era somente o gozo comum, a sensação ordinária, o que ele queria depois das palavras de Herculano: era o prazer brutal, doloroso, fora de todas as leis, de todas as normas... E havia de tê-lo, custasse o que custasse!
Decididamente ia realizar o seu plano de fuga essa noite, ia desertar pelo mundo à procura de Aleixo.
Inquieto, sobreexcitado, nervoso, pôs-se a meditar. O grumete aparecia-lhe com uma feição nova, transfigurado pelos excessos do amor, degenerado, sem aquele arzinho bisonho que todos lhe admiravam, o rosto áspero, crivado de espinhas, magro, sem cor, sem sangue nos lábios... Pudera! Um homem não resiste, quanto mais uma criança! Aleixo devia de estar muito acabado; via-o nos braços da amante, da tal rapariga - ele novo, ela mocinha, na flor dos vinte anos -, via-o rolar em espasmos luxuriosos, grudado à mulher, sobre uma cama fresca e alva - rolar e cair extenuado, crucificado, morto de fraqueza... Depois a rapariga debruçava-se sobre ele, juntava boca à boca num grande beijo de reconhecimento. E no dia seguinte, na noite seguinte, a mesma cousa.
(CAMINHA, Adolfo. Bom-Crioulo. São Paulo: Ediouro, s/d. p. 73-74.)
Considere as afirmativas a seguir, relativas aos textos I, II, III e IV.
I. O texto I exemplifica a presença de expressões próprias da oralidade no texto literário, o que se comprova em “já vê...” e “de a pé”.
II. No texto II, a presença da oralidade em “[...] Minhas saudades ensurdecidas por cigarras! [...]” é um recurso típico do modernismo português.
III. O texto III é um exemplo de variante histórica, pois traz marcas da norma padrão do português utilizado no Brasil do século XIX, como se nota em “cousa”.
IV. No texto IV, os vocábulos “quilómetros” e “acção” são marcas do português europeu, uma das variantes da língua portuguesa.
Assinale a alternativa correta.
Leia o texto III e responda a questão.
Texto III
Bom-Crioulo não pensou em dormir, cheio, como estava, de ódio e desespero. Ecoavam-lhe ainda no ouvido, como um dobre fúnebre, aquelas palavras de uma veracidade brutal, e de uma rudez pungente: “Dizem até que está amigado!”
Amigado, o Aleixo! Amigado, ele que era todo seu, que lhe pertencia como o seu próprio coração: ele,
que nunca lhe falara em mulheres, que dantes era tão ingênuo, tão dedicado, tão bom!... Amigar-se, viver
com uma mulher, sentir o contacto de outro corpo que não o seu, deixar-se beijar, morder, nas ânsias do gozo,
por outra pessoa que não ele, Bom-Crioulo!...