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Questões do ENEM: Linguagens

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Resultados: 18.995 questões

Página 933 de 950

  • Linguagens

    Literatura

    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    As duas primeiras estrofes do poema caracterizam-se, sobretudo, pelo seu teor
    Escolha uma alternativa para a questão ca149dd4-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão ca1206d4-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Em “Importante, contudo, foi a sentença.” (3o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão ca0f75e9-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Para evitar a sua repetição, garantindo assim uma maior coesão textual, verifica-se no primeiro parágrafo da crônica a omissão do substantivo
    Escolha uma alternativa para a questão ca0cedcc-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Entendendo-se a intertextualidade como a superposição de um texto literário a outro, tal procedimento está bem exemplificado
    Escolha uma alternativa para a questão ca0a02af-75
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    De acordo com o cronista,
    Escolha uma alternativa para a questão ca06aaa0-75
  • Linguagens

    Português

    Examine o cartum de Richard Bittencourt, o Fí, publicado em sua conta do Instagram em 13.05.2023.


    Imagem da questão de Português, Faculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo 2023, Figuras de Linguagem



    Para obter seu efeito de humor, o cartum explora o seguinte recurso expressivo:
    Escolha uma alternativa para a questão ca034cc6-75
  • Linguagens

    Português

    Se o movimento de maio de 1968 não foi a origem de uma revolução, isso não ocorreu apenas porque era essencialmente um movimento de estudantes; foi, acima de tudo, porque a democracia é esse regime no qual o conflito, por mais intenso que seja, geralmente encontra lugar.

    (Claude Lefort. “Relecture”. In: Edgar Morin et al. Mai 68: la brèche, suivi de Vingt ans après, 1988. Adaptado.)

    Ao avaliar o impacto do movimento estudantil francês de maio de 1968, o excerto
    Escolha uma alternativa para a questão d3522d56-74
  • Linguagens

    Literatura

    Nós somos as Juvenilidades Auriverdes!
    As franjadas flâmulas das bananeiras,
    as esmeraldas das araras,
    os rubis dos colibris,
    os lirismos dos sabiás e das jandaias,
    os abacaxis, as mangas, os cajus
    almejam localizar-se triunfantemente,
    na fremente celebração do Universal!...

    (Mário de Andrade. Poesias completas, 2013.)

    Os versos do poema de Mário de Andrade, originalmente publicado em 1922, apresentam como uma das principais características da Semana de Arte Moderna
    Escolha uma alternativa para a questão d34d3333-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha do cartunista Jim Davis para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


    (www.gocomics.com)

    No trecho do terceiro quadrinho “But since you brought the subject up”, o termo sublinhado foi empregado com o mesmo sentido do termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão d33b37f7-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha do cartunista Jim Davis para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Sinônimos | Synonyms


    (www.gocomics.com)

    In the excerpt from the first panel “You two should stop being so competitive”, the underlined word can be replaced, without meaning change, by
    Escolha uma alternativa para a questão d338c037-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o pôster de um depoimento publicado no website “Natasha Allergy Research Foundation” para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.narf.org.uk)
    No trecho do pôster “That is, until I became one of them”, o termo sublinhado refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão d3363c4c-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o pôster de um depoimento publicado no website “Natasha Allergy Research Foundation” para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.narf.org.uk)
    In the excerpt “I used to roll my eyes at parents who claimed their kids had food allergies”, the underlined expression means to
    Escolha uma alternativa para a questão d333c21a-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    In the excerpt form the third paragraph “It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem”, the underlined word can be replaced, without meaning change, by
    Escolha uma alternativa para a questão d3313df7-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    De acordo com o terceiro parágrafo, o aquífero localizado no Quênia
    Escolha uma alternativa para a questão d32ec13f-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    In the excerpt from the third paragraph “For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use”, the underlined expression can be replaced, without meaning change, by
    Escolha uma alternativa para a questão d32af858-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    A frase do texto que expressa ideia de causa é:
    Escolha uma alternativa para a questão d3288087-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    In the excerpt from the first paragraph “To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year”, the underlined expression means to
    Escolha uma alternativa para a questão d325fc4d-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2023, Interpretação de texto | Reading comprehension


            Discoveries of aquifers — underground earth formations that hold water — often create excitement around their ability to ease water scarcity in a region. The United States recently announced the discovery of five aquifers in Niger, one of Africa’s most water scarce countries, containing over 600 billion cubic metres of water. To put it into perspective, Egypt’s current water demand is 114 billion cubic metres of water per year.


            These are welcome announcements. Due to a changing climate and the increasing demands of a growing population, many of Africa’s surface water resources — such as dams and rivers — are facing serious risks. They’re being overused and slowly decreasing.


            Alternative water sources, like aquifers, need to be explored. They are highly prevalent across the African continent, but they’re not always going to help address water scarcity. For instance, early research findings deemed Kenya’s Turkana aquifer water unfit for use due to high salinity. It’s important to bear these challenges in mind so that expectations can be managed. It is also useful for planners and governments, as they need to think of other ways around the water scarcity problem.


    (Gaathier Mahed. https://theconversation.com, 21.03.2023. Adaptado.)

    The text intends to
    Escolha uma alternativa para a questão d3238e72-74
  • Linguagens

    Literatura

            Pela necessidade de alargar o horizonte literário, este movimento dirigiu-se para fontes de inspiração nacional e local, em oposição à inspiração greco-romana que dominou a poética neoclássica. O primeiro passo nessa busca de novas dimensões foi dado no sentido interior, na direção da natureza do coração e do espírito, de que resultou o primado do lirismo, como a forma natural e primitiva da poesia, e o estabelecimento de um tipo de realismo baseado na verdade interior e na efusão do coração. O outro passo orientou-se para a valorização da “cor local” e do pitoresco, procurando, em virtude do princípio relativista de que o homem varia conforme os tempos e lugares, captar a sua verdade na diversidade exterior e interior — costumes, sentimentos, linguagem — que o tornam típico. Essa teoria encontrou clima sobretudo no romance, mas serviu de base também para a valorização da história local e das criações populares ou folclore.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)

    O texto trata do movimento
    Escolha uma alternativa para a questão d3212e94-74