Questões do ENEM: Linguagens

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18.995 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 950.

  • AFBE19C7-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, leia o primeiro poema da seção intitulada “Homenagem a Ricardo Reis”, da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), publicado originalmente em 1972 no livro Dual.


    Não creias, Lídia, que nenhum estio1
    Por nós perdido possa regressar
                        Oferecendo a flor
                        Que adiamos colher.


    Cada dia te é dado uma só vez
    E no redondo círculo da noite
                        Não existe piedade
                        Para aquele que hesita.


    Mais tarde será tarde e já é tarde.
    O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto2
                        Que o não-vivido deixa.


    Não creias na demora em que te medes.
    Jamais se detém Kronos3 cujo passo
                        Vai sempre mais à frente
                        Do que o teu próprio passo.


    (Sophia de Mello Breyner Andresen. Coral e outros poemas, 2018.)


    1 estio: verão.
    2 rasto: rastro.
    3Kronos: do grego khrónos, “tempo”. Na mitologia grega, titã do tempo.
    “O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto
                        Que o não-vivido deixa.” (3a estrofe)


    Depreende-se desses versos que

    Escolha uma alternativa para a questão afbe19c7-00
  • AFBBA88F-00

    Literatura

    Gêneros Literários
    UNESP · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder a questão, leia o primeiro poema da seção intitulada “Homenagem a Ricardo Reis”, da poeta portuguesa Sophia de Mello Breyner Andresen (1919-2004), publicado originalmente em 1972 no livro Dual.


    Não creias, Lídia, que nenhum estio1
    Por nós perdido possa regressar
                        Oferecendo a flor
                        Que adiamos colher.


    Cada dia te é dado uma só vez
    E no redondo círculo da noite
                        Não existe piedade
                        Para aquele que hesita.


    Mais tarde será tarde e já é tarde.
    O tempo apaga tudo menos esse
                        Longo indelével rasto2
                        Que o não-vivido deixa.


    Não creias na demora em que te medes.
    Jamais se detém Kronos3 cujo passo
                        Vai sempre mais à frente
                        Do que o teu próprio passo.


    (Sophia de Mello Breyner Andresen. Coral e outros poemas, 2018.)


    1 estio: verão.
    2 rasto: rastro.
    3Kronos: do grego khrónos, “tempo”. Na mitologia grega, titã do tempo.

    Logo na estrofe inicial do poema, o eu lírico ressalta o caráter


    Escolha uma alternativa para a questão afbba88f-00
  • AFB89541-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos

    Examine a tirinha da cartunista Laerte, publicada em sua conta @laerteminotaura no Instagram em 29.12.2022.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Na construção do sentido de sua tirinha, Laerte explora basicamente


    Escolha uma alternativa para a questão afb89541-00
  • AFB5E200-00

    Português

    Sintaxe
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    Encostando-se à vidraça do Grande Mágico, Nhô Quim sentiu uma coisa!...”


    Em relação à oração que a sucede, a oração sublinhada expressa ideia de

    Escolha uma alternativa para a questão afb5e200-00
  • AFB34225-00

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2025

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2025




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    O estilo cômico e satírico observado em As aventuras de Nhô Quim caracteriza também a seguinte obra do Romantismo brasileiro:

    Escolha uma alternativa para a questão afb34225-00
  • AFADE15B-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    Com finalidade humorística, o narrador explora abertamente a contraposição do sentido figurado e do sentido literal de uma expressão no trecho:

    Escolha uma alternativa para a questão afade15b-00
  • AFAA67F1-00

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, leia um trecho do romance ilustrado As aventuras de Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, de Angelo Agostini (1843-1910) e Cândido Aragonez de Faria (1849-1911), publicado original mente entre 30 de janeiro de 1869 e 12 de outubro de 1872. O Dia do Quadrinho Nacional é celebrado em 30 de janeiro em razão justamente da data de publicação do primeiro capítulo desse romance ilustrado.


    Nhô1 Quim, jovem de vinte anos, filho único de gente rica porém honrada, namorara-se de sinhá Rosa, moça virtuosa, mas que... de louça nem um pires. O velho Quim, tendo só em vista a felicidade do pequeno, entende que mulher sem dinheiro é asneira; e por isso em lugar de mandar o filho plantar batatas, (o que seria muito proveitoso na roça), resolve-o a dar um passeio à Corte para distraí-lo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025

    Imagem da questão de Português, da prova de 2025




    (Angelo Agostini e Cândido Aragonez de Faria. As aventuras do Nhô Quim: ou impressões de uma viagem à Corte, 2024. Adaptado.)


    1nhô: tratamento reverente dispensado originalmente aos brancos, especialmente aos patrões ou proprietários, pelos escravizados.

    2ruço: pelo castanho-claro.

    3selim: sela para montaria.

    4ratão: indivíduo excêntrico, extravagante.

    5caiporismo: estado, condição ou qualidade de quem é caipora, infeliz ou azarado em tudo ou quase tudo que faz ou que lhe sucede.

    Depreende-se do início do romance ilustrado que a viagem de Nhô Quim à Corte se deve

    Escolha uma alternativa para a questão afaa67f1-00
  • B4DEF806-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia a entrevista a seguir.


    Entrevistador: Alguns dos seus livros são lidos como narrativas, aproximam a historiografia de um género literário. No entanto, você sempre contestou a ideia, de que não há fronteiras nítidas entre narração de ficção e narração historiográfica…


    Carlo Ginzburg: Na nossa tradição, a relação entre a narrativa de ficção e a narrativa histórica foi sempre de competição pela representação da realidade, já que a ficção também tem uma relação com a realidade. Procurei trabalhar sobre temas específicos, para mostrar como as técnicas usadas pelos romancistas podem ser interpretadas no plano histórico. Temos de perceber que a narração, e este é o ponto onde quero chegar, é um modo de relação com a realidade e que toda a experiência narrativa, mesmo o espaço em branco, tem implicações e potencialidades cognitivas, pode ser lida como um documento histórico. E o historiador não pode deixar de se interrogar sobre as formas narrativas que utiliza.


    Adaptado de https://electramagazine.fundacaoedp.pt/editions/edicao-10/carloginzburg-o-historiador-como-detective.


    Com base na entrevista, assinale a opção que, segundo Carlo Ginzburg, relaciona corretamente História e Literatura. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4def806-f9
  • B4D9C606-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos

    Read Text III below and answer the  question that follow it.


    Text III


    Q24_25.png (312×341)


    From:https://images.baklol.com/08753e49e68e27620affe1eb2c60c1441450870314. JPG

    The sentence in the third panel implies that:
    Escolha uma alternativa para a questão b4d9c606-f9
  • B4D74D75-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read Text III below and answer the  question that follow it.


    Text III


    Q24_25.png (312×341)


    From:https://images.baklol.com/08753e49e68e27620affe1eb2c60c1441450870314. JPG

    In the second panel, the phone
    Escolha uma alternativa para a questão b4d74d75-f9
  • B4D4D77A-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read Text II below and answer the question that follow it.

    Text II


    Q20_23.png (336×158)

    From: https://cdn.quotesgram.com/img/31/9/1932969763-Thoreau-empathyquote.jpg
    The phrasal verb “take place” in this poster means to
    Escolha uma alternativa para a questão b4d4d77a-f9
  • B4D27256-F9

    Inglês

    Adjetivos | Adjectives
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    Read Text II below and answer the question that follow it.

    Text II


    Q20_23.png (336×158)

    From: https://cdn.quotesgram.com/img/31/9/1932969763-Thoreau-empathyquote.jpg
    The opposite of “greater” in this context is
    Escolha uma alternativa para a questão b4d27256-f9
  • B4CFE948-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Read Text II below and answer the question that follow it.

    Text II


    Q20_23.png (336×158)

    From: https://cdn.quotesgram.com/img/31/9/1932969763-Thoreau-empathyquote.jpg
    The function of the question proposed in this poster is to
    Escolha uma alternativa para a questão b4cfe948-f9
  • B4CD8556-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read Text II below and answer the question that follow it.

    Text II


    Q20_23.png (336×158)

    From: https://cdn.quotesgram.com/img/31/9/1932969763-Thoreau-empathyquote.jpg
    This quotation implies that one should be
    Escolha uma alternativa para a questão b4cd8556-f9
  • B4CB37FA-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
    When the author argues that the trend “is not inevitable” (4th paragraph), he means that it is 
    Escolha uma alternativa para a questão b4cb37fa-f9
  • B4C8A348-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/

    The word “chatter” (3rd paragraph) is a reference to the sound produced by the kids’: 

    Escolha uma alternativa para a questão b4c8a348-f9
  • B4C630B0-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
    The phrase “as soon as” in “as soon as they got smartphones” (3rd paragraph) indicates 
    Escolha uma alternativa para a questão b4c630b0-f9
  • B4C37D92-F9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
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    Read Text I below and answer the  question that follow it.


    Text I


    Jonathan Haidt: How to make the 'anxious generation' happy again


    Academics researching wellbeing have for a long time almost unanimously agreed on one thing: over the typical lifetime, happiness tends to follow a U-shaped curve, peaking at 30, plummeting at age 50, before spiking again after 70. It’s a pattern replicated using data going back as far as the 1970s in almost 150 countries.

    But around 2011, researchers noticed an astonishing reversal in this trend. “This empirical regularity has been replaced by a monotonic decrease in ill-being by age,” they reported in an NBER working paper. In plain English, younger people today are unhappier, both compared to previous generations and to their older peers. Or, to quote the title of the most recent book from Jonathan Haidt, Professor of Ethical Leadership at New York University, they are the anxious generation […].

    Today, rather than playing with their friends, kids stay at home on their devices. Instead of hearing chatter and laughter in the corridor of schools, we hear the gentle tapping of screens. The social isolation many of us experienced during pandemic-induced lockdowns was nothing new for children, Haidt said. “They began social distancing as soon as they got smartphones.”

    The good news for parents is that, while this trend is worrying, it is not inevitable. There are things we can do. “We can turn this around with four new norms,” Haidt proposed.

    The first norm is a commitment to not give our children a smartphone until they are at least 14. “Give them a flip-phone if you want to, so they can call and text you,” he said. “But don’t give the entire world access to your child.” The second is to not allow our children to use social media until they are at least 16. “Social media is wildly inappropriate for children — you have strangers trying to talk to them, cyberbullying, explosive drama.”

    The third norm is that schools should be a phone-free environment. “All schools need to be phone free from bell to bell — from the morning when kids arrive to the end when they leave,” Haidt explained.

    And finally, the fourth norm involves going back to a time where parents felt more comfortable letting their kids walk to the shops or play outside with friends. “The fourth norm is to give them much more independence in the real world,” he said. “Ultimately, our mission is to restore childhood: the kind of wonderful, fun, exciting childhood we all had, which was full of conflicts, failures, exploration, adventure, risk-taking, thrills and all those emotions that you experienced not with your parents, but when you were out, away from your secure home base.”


    Adapted from https://www.weforum.org/stories/2025/01/jonathan-haidt-digitaltechnology-social-media-childhood/
    Based on Text I, mark the statements below as true (T) or false (F).


    ( ) Happiness among young people has increased compared to previous years.

    ( ) Today, children prefer playing with their friends at school to using a smartphone.

    ( ) According to Haidt, social media is harmful to children.


    The statements are, respectively: 
    Escolha uma alternativa para a questão b4c37d92-f9
  • B4C0C6D4-F9

    Português

    Sintaxe
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    Nas opções a seguir, há dois termos unidos pela conjunção aditiva e; assinale a alternativa em que o segundo termo está englobado no primeiro.
    Escolha uma alternativa para a questão b4c0c6d4-f9
  • B4BE528F-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná · 2025DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto III


    Livros a Mancheias


    Em muito boa hora importantes jornais brasileiros, a exemplo do que já fazem publicações no estrangeiro, começaram a oferecer, a título de brinde, obras do maior interesse cultural e artístico. Saem, assim, semanalmente, cadernos de dicionários, de enciclopédias, de atlas, com o propósito de enriquecer o conhecimento de seus leitores e melhorar a biblioteca familiar, hoje praticamente inexistente na maioria dos lares. Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    BECHARA, Evanildo. Na Ponta da Língua, Editora Lucerna, RJ 20011
    Estamos, com pesar, distantes daqueles tempos em que uma nutrida biblioteca dentro de casa aumentava as informações oferecidas na escola ou servia de lazer em horas de leitura nos grandes representantes da literatura nacional e estrangeira.


    Sobre a estruturação ou significação desse segmento do Texto, assinale a frase que apresenta uma observação adequada. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4be528f-f9