Questões do ENEM: Interpretação de Textos
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9.018 questões encontradas. Mostrando a página 52 de 451.
DBCCECC8-8B Para responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”(Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)Do ponto de vista temático, o texto de Montaigne dialoga especialmente com a seguinte citação:DBCAD419-8B Português
Interpretação de TextosUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o trecho de um ensaio de Michel de Montaigne (1533-1592).Há alguma razão em fazer o julgamento de um homem pelos aspectos mais comuns de sua vida; mas, tendo em vista a natural instabilidade de nossos costumes e opiniões, muitas vezes me pareceu que mesmo os bons autores estão errados em se obstinarem em formar de nós uma ideia constante e sólida. Escolhem um caráter universal e, seguindo essa imagem, vão arrumando e interpretando todas as ações de um personagem, e, se não conseguem torcê-las o suficiente, atribuem-nas à dissimulação. Creio mais dificilmente na constância dos homens do que em qualquer outra coisa, e em nada mais facilmente do que na inconstância. Quem os julgasse nos pormenores e separadamente, peça por peça, teria mais ocasiões de dizer a verdade.Em toda a Antiguidade é difícil escolher uma dúzia de homens que tenham ordenado sua vida num projeto definido e seguro, que é o principal objetivo da sabedoria. Pois para resumi-la por inteiro numa só palavra e abranger em uma só todas as regras de nossa vida, “a sabedoria”, diz um antigo, “é sempre querer a mesma coisa, é sempre não querer a mesma coisa”, “eu não me dignaria”, diz ele, “a acrescentar ‘contanto que a tua vontade esteja certa’, pois se não está certa, é impossível que sempre seja uma só e a mesma.” Na verdade, aprendi outrora que o vício é apenas o desregramento e a falta de moderação; e, por conseguinte, é impossível o imaginarmos constante. É uma frase de Demóstenes, dizem, que “o começo de toda virtude são a reflexão e a deliberação, e seu fim e sua perfeição, a constância”. Se, guiados pela reflexão, pegássemos certa via, pegaríamos a mais bela, mas ninguém pensa antes de agir: “O que ele pediu, desdenha; exige o que acaba de abandonar; agita-se e sua vida não se dobra a nenhuma ordem.”(Michel de Montaigne. Os ensaios: uma seleção, 2010. Adaptado.)De acordo com Montaigne, as ações humanas caracterizam-seDBC882B9-8B Português
Interpretação de TextosUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosExamine a tirinha da cartunista Laerte, publicada em sua conta do Instagram em 28.03.2022.

A se acreditar na narrativa do sapo,
DBC3C5CF-8B Português
Coesão e coerênciaUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia o soneto “Descreve o que era naquele tempo a cidade da Bahia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.
(Gregório de Matos. Poemas escolhidos, 2010.)1Trazidos sob os pés os homens nobres: na visão de Gregório de Matos, os mulatos em ascensão subjugam com esperteza os verdadeiros “homens nobres”.No soneto, o pronome “o” refere-se aDBB2A65B-8B Português
Figuras de LinguagemUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o trecho do conto “A menina, as aves e o sangue”, do escritor moçambicano Mia Couto (1955- ).Aconteceu, certa vez, uma menina a quem o coração batia só de quando em enquantos. A mãe sabia que o sangue estava parado pelo roxo dos lábios, palidez nas unhas. Se o coração estancava por demasia de tempo a menina começava a esfriar e se cansava muito. A mãe, então, se afligia: roía o dedo e deixava a unha intacta. Até que o peito da filha voltava a dar sinal:— Mãe, venha ouvir: está a bater!A mãe acorria, debruçando a orelha sobre o peito estreito que soletrava pulsação. E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto. Depois, o sangue dela voltava a calar, resina empurrando a arrastosa vida.Até que, certa noite, a mulher ganhou para o susto. Foi quando ela escutou os pássaros. Sentou na cama: não eram só piares, chilreinações. Eram rumores de asas, brancos drapejos de plumas. A mãe se ergueu, pé descalço pelo corredor. Foi ao quarto da menina e joelhou-se junto ao leito. Sentiu a transpiração, reconheceu o seu próprio cheiro. Quando lhe ia tocar na fronte a menina despertou:— Mãe, que bom, me acordou! Eu estava sonhar pássaros.A mãe sortiu-se de medo, aconchegou o lençol como se protegesse a filha de uma maldição. Ao tocar no lençol uma pena se desprendeu e subiu, levinha, volteando pelo ar. A menina suspirou e a pluma, algodão em asa, de novo se ergueu, rodopiando por alturas do tecto. A mãe tentou apanhar a errante plumagem. Em vão, a pena saiu voando pela janela. A senhora ficou espreitando a noite, na ilusão de escutar a voz de um pássaro. Depois, retirou-se, adentrando-se na solidão do seu quarto. Dos pássaros selou-se o segredo, só entre as duas.[...]Com o tempo, porém, cada vez menos o coração se fazia frequente. Quase deixou de dar sinais à vida. Até que essa imobilidade se prolongou por consecutivas demoras. A menina falecera? Não se vislumbravam sinais dessa derradeiragem. Pois ela seguia praticando vivências, brincando, sempre cansadinha, resfriorenta. Uma só diferença se contava. Já à noite a mãe não escutava os piares.— Agora não sonha, filha?— Ai mãe, está tão escuro no meu sonho!Só então a mãe arrepiou decisão e foi à cidade:— Doutor, lhe respeito a permissão: queria saber a saúde de minha única. É seu peito... nunca mais deu sinal.O médico corrigiu os óculos como se entendesse rectificar a própria visão. Clareou a voz, para melhor se autorizar. E disse:— Senhora, vou dizer: a sua menina já morreu.— Morta, a minha menina? Mas, assim...?— Esta é a sua maneira de estar morta.A senhora escutou, mãos juntas, na educação do colo. Anuindo com o queixo, ia esbugolhando o médico. Todo seu corpo dizia sim, mas ela, dentro do seu centro, duvidava. Pode-se morrer assim com tanta leveza, que nem se nota a retirada da vida? E o médico, lhe amparando, já na porta:— Não se entristonhe, a morte é o fim sem finalidade.A mãe regressou à casa e encontrou a filha entoando danças, cantarolando canções que nem existem. Se chegou a ela, tocou-lhe como se a miúda inexistisse. A sua pele não desprendia calor.— Então, minha querida não escutou nada?Ela negou. A mãe percorreu o quarto, vasculhou recantos. Buscava uma pena, o sinal de um pássaro. Mas nada não encontrou. E assim, ficou sendo, então e adiante.Cada vez mais fria, a moça brinca, se aquece na torreira do sol. Quando acorda, manhã alta, encontra flores que a mãe depositou ao pé da cama. Ao fim da tarde, as duas, mãe e filha, passeiam pela praça e os velhos descobrem a cabeça em sinal de respeito.E o caso se vai seguindo, estória sem história. Uma única, silenciosa, sombra se instalou: de noite, a mãe deixou de dormir. Horas a fio a sua cabeça anda em serviço de escutar, a ver se regressam as vozearias das aves.(Mia Couto. A menina sem palavra, 2013.)O narrador recorre a um enunciado aparentemente paradoxal no seguinte trecho:DBB04011-8B Português
Interpretação de TextosUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o trecho do conto “A menina, as aves e o sangue”, do escritor moçambicano Mia Couto (1955- ).Aconteceu, certa vez, uma menina a quem o coração batia só de quando em enquantos. A mãe sabia que o sangue estava parado pelo roxo dos lábios, palidez nas unhas. Se o coração estancava por demasia de tempo a menina começava a esfriar e se cansava muito. A mãe, então, se afligia: roía o dedo e deixava a unha intacta. Até que o peito da filha voltava a dar sinal:— Mãe, venha ouvir: está a bater!A mãe acorria, debruçando a orelha sobre o peito estreito que soletrava pulsação. E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto. Depois, o sangue dela voltava a calar, resina empurrando a arrastosa vida.Até que, certa noite, a mulher ganhou para o susto. Foi quando ela escutou os pássaros. Sentou na cama: não eram só piares, chilreinações. Eram rumores de asas, brancos drapejos de plumas. A mãe se ergueu, pé descalço pelo corredor. Foi ao quarto da menina e joelhou-se junto ao leito. Sentiu a transpiração, reconheceu o seu próprio cheiro. Quando lhe ia tocar na fronte a menina despertou:— Mãe, que bom, me acordou! Eu estava sonhar pássaros.A mãe sortiu-se de medo, aconchegou o lençol como se protegesse a filha de uma maldição. Ao tocar no lençol uma pena se desprendeu e subiu, levinha, volteando pelo ar. A menina suspirou e a pluma, algodão em asa, de novo se ergueu, rodopiando por alturas do tecto. A mãe tentou apanhar a errante plumagem. Em vão, a pena saiu voando pela janela. A senhora ficou espreitando a noite, na ilusão de escutar a voz de um pássaro. Depois, retirou-se, adentrando-se na solidão do seu quarto. Dos pássaros selou-se o segredo, só entre as duas.[...]Com o tempo, porém, cada vez menos o coração se fazia frequente. Quase deixou de dar sinais à vida. Até que essa imobilidade se prolongou por consecutivas demoras. A menina falecera? Não se vislumbravam sinais dessa derradeiragem. Pois ela seguia praticando vivências, brincando, sempre cansadinha, resfriorenta. Uma só diferença se contava. Já à noite a mãe não escutava os piares.— Agora não sonha, filha?— Ai mãe, está tão escuro no meu sonho!Só então a mãe arrepiou decisão e foi à cidade:— Doutor, lhe respeito a permissão: queria saber a saúde de minha única. É seu peito... nunca mais deu sinal.O médico corrigiu os óculos como se entendesse rectificar a própria visão. Clareou a voz, para melhor se autorizar. E disse:— Senhora, vou dizer: a sua menina já morreu.— Morta, a minha menina? Mas, assim...?— Esta é a sua maneira de estar morta.A senhora escutou, mãos juntas, na educação do colo. Anuindo com o queixo, ia esbugolhando o médico. Todo seu corpo dizia sim, mas ela, dentro do seu centro, duvidava. Pode-se morrer assim com tanta leveza, que nem se nota a retirada da vida? E o médico, lhe amparando, já na porta:— Não se entristonhe, a morte é o fim sem finalidade.A mãe regressou à casa e encontrou a filha entoando danças, cantarolando canções que nem existem. Se chegou a ela, tocou-lhe como se a miúda inexistisse. A sua pele não desprendia calor.— Então, minha querida não escutou nada?Ela negou. A mãe percorreu o quarto, vasculhou recantos. Buscava uma pena, o sinal de um pássaro. Mas nada não encontrou. E assim, ficou sendo, então e adiante.Cada vez mais fria, a moça brinca, se aquece na torreira do sol. Quando acorda, manhã alta, encontra flores que a mãe depositou ao pé da cama. Ao fim da tarde, as duas, mãe e filha, passeiam pela praça e os velhos descobrem a cabeça em sinal de respeito.E o caso se vai seguindo, estória sem história. Uma única, silenciosa, sombra se instalou: de noite, a mãe deixou de dormir. Horas a fio a sua cabeça anda em serviço de escutar, a ver se regressam as vozearias das aves.(Mia Couto. A menina sem palavra, 2013.)Além da variedade de discursos diretos e indiretos, a narrativa de ficção, a partir das últimas décadas do século XIX, utiliza um tipo de discurso que consiste na combinação dos já existentes, misturando valores estilísticos de um e de outro: é o discurso indireto livre. O discurso indireto livre não deixa claro quem está com a palavra, se o narrador ou a personagem.(Nilce Sant’Anna Martins. Introdução à estilística, 1989. Adaptado.)Constitui exemplo de discurso indireto livre o seguinte trecho:DBAE0DA8-8B Português
Denotação e ConotaçãoUNESP · 2022Entre para guardar nos favoritosPara responder à questão, leia o trecho do conto “A menina, as aves e o sangue”, do escritor moçambicano Mia Couto (1955- ).Aconteceu, certa vez, uma menina a quem o coração batia só de quando em enquantos. A mãe sabia que o sangue estava parado pelo roxo dos lábios, palidez nas unhas. Se o coração estancava por demasia de tempo a menina começava a esfriar e se cansava muito. A mãe, então, se afligia: roía o dedo e deixava a unha intacta. Até que o peito da filha voltava a dar sinal:— Mãe, venha ouvir: está a bater!A mãe acorria, debruçando a orelha sobre o peito estreito que soletrava pulsação. E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto. Depois, o sangue dela voltava a calar, resina empurrando a arrastosa vida.Até que, certa noite, a mulher ganhou para o susto. Foi quando ela escutou os pássaros. Sentou na cama: não eram só piares, chilreinações. Eram rumores de asas, brancos drapejos de plumas. A mãe se ergueu, pé descalço pelo corredor. Foi ao quarto da menina e joelhou-se junto ao leito. Sentiu a transpiração, reconheceu o seu próprio cheiro. Quando lhe ia tocar na fronte a menina despertou:— Mãe, que bom, me acordou! Eu estava sonhar pássaros.A mãe sortiu-se de medo, aconchegou o lençol como se protegesse a filha de uma maldição. Ao tocar no lençol uma pena se desprendeu e subiu, levinha, volteando pelo ar. A menina suspirou e a pluma, algodão em asa, de novo se ergueu, rodopiando por alturas do tecto. A mãe tentou apanhar a errante plumagem. Em vão, a pena saiu voando pela janela. A senhora ficou espreitando a noite, na ilusão de escutar a voz de um pássaro. Depois, retirou-se, adentrando-se na solidão do seu quarto. Dos pássaros selou-se o segredo, só entre as duas.[...]Com o tempo, porém, cada vez menos o coração se fazia frequente. Quase deixou de dar sinais à vida. Até que essa imobilidade se prolongou por consecutivas demoras. A menina falecera? Não se vislumbravam sinais dessa derradeiragem. Pois ela seguia praticando vivências, brincando, sempre cansadinha, resfriorenta. Uma só diferença se contava. Já à noite a mãe não escutava os piares.— Agora não sonha, filha?— Ai mãe, está tão escuro no meu sonho!Só então a mãe arrepiou decisão e foi à cidade:— Doutor, lhe respeito a permissão: queria saber a saúde de minha única. É seu peito... nunca mais deu sinal.O médico corrigiu os óculos como se entendesse rectificar a própria visão. Clareou a voz, para melhor se autorizar. E disse:— Senhora, vou dizer: a sua menina já morreu.— Morta, a minha menina? Mas, assim...?— Esta é a sua maneira de estar morta.A senhora escutou, mãos juntas, na educação do colo. Anuindo com o queixo, ia esbugolhando o médico. Todo seu corpo dizia sim, mas ela, dentro do seu centro, duvidava. Pode-se morrer assim com tanta leveza, que nem se nota a retirada da vida? E o médico, lhe amparando, já na porta:— Não se entristonhe, a morte é o fim sem finalidade.A mãe regressou à casa e encontrou a filha entoando danças, cantarolando canções que nem existem. Se chegou a ela, tocou-lhe como se a miúda inexistisse. A sua pele não desprendia calor.— Então, minha querida não escutou nada?Ela negou. A mãe percorreu o quarto, vasculhou recantos. Buscava uma pena, o sinal de um pássaro. Mas nada não encontrou. E assim, ficou sendo, então e adiante.Cada vez mais fria, a moça brinca, se aquece na torreira do sol. Quando acorda, manhã alta, encontra flores que a mãe depositou ao pé da cama. Ao fim da tarde, as duas, mãe e filha, passeiam pela praça e os velhos descobrem a cabeça em sinal de respeito.E o caso se vai seguindo, estória sem história. Uma única, silenciosa, sombra se instalou: de noite, a mãe deixou de dormir. Horas a fio a sua cabeça anda em serviço de escutar, a ver se regressam as vozearias das aves.(Mia Couto. A menina sem palavra, 2013.)“E pareciam, as duas, presenciando pingo de água em pleno deserto.” (3° parágrafo)No contexto do conto, “pingo de água” e “pleno deserto” referem-se, metaforicamente,72747FEB-7B Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Assinale com V (verdadeiro) ou F (falso) as afirmações a seguir.
( ) O pronome isso (l. 12) se refere ao trecho um modo de satisfazer nossas vontades e desejos (l. 11-12).
( ) O pronome cujo (l. 19) expressa uma relação de posse entre trágica oscilação (l. 17) e sujeito (l. 19).
( ) O pronome isso (l. 21) se refere à ideia de cada um se salvar e se despachar como pode, expressa nas linhas 20-21.
( ) O pronome ela (l. 39) se refere à expressão uma mediação (l. 38).
A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
7271ED69-7B Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Assinale a alternativa que apresenta relações, contextualmente adequadas, para se (l. 09), assim (l. 23) e De fato (l. 46), nessa ordem.726F43FA-7B Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Considere as seguintes afirmações sobre o texto.
I - As interrogações no último parágrafo servem para o autor problematizar o tema com o leitor.
II - Os parênteses no segundo parágrafo servem para o autor explicar termos para o leitor.
III- As aspas no terceiro parágrafo servem para o autor introduzir passagens citadas de outros contextos.
Quais estão corretas?
726C9AD5-7B Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.


Considere as seguintes afirmações sobre a síntese dos parágrafos do texto.
I - O primeiro parágrafo apresenta a problemática do texto, via questionamentos endereçados ao leitor para suscitar reflexões sobre o comportamento de nós, brasileiros, perante as leis e as normas.
II - O segundo parágrafo apresenta a tese do autor, publicada em livro, de que o brasileiro oscila entre a lei, relacionada à regra coletiva, e a situação atual.
III- O terceiro parágrafo traz questionamentos sobre situações não ligadas a normas, mas ao cotidiano dos brasileiros para levar o leitor a refletir sobre novas problemáticas relacionadas ao seu dia a dia.
Quais estão corretas?
7269FBC7-7B Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A sequência Não é mais esporte, é guerra (l. 27), no contexto em que está inserida no texto, apresenta7261D95C-7B Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O deslocamento de segmentos de um texto pode ou não afetar as relações de sentido estabelecidas. Assinale a alternativa em que o deslocamento de segmentos, considerando os ajustes com maiúscula, minúscula e pontuação, mantém as relações de sentido no contexto em que ocorrem.725C8566-7B Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Assinale a alternativa que explica, respectivamente, o significado da expressão a ambrosia dos deuses (l. 05) e da palavra coevos (l. 07), tal como foram empregadas no texto.7259CCD9-7B Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.

Considere as seguintes afirmações.
I - O pronome possessivo seus (l. 01) expressa uma relação entre fundamentos (l. 02) e natureza humana (l. 02).
II - O pronome possessivo seu (l. 11) expressa uma relação entre campeão (l. 09) e mestre Pitágoras (l. 11).
III- O pronome possessivo suas (l. 22) expressa uma relação entre um campeão de boxe (l. 20-21) e mãos (l. 22).
Quais estão corretas?
72571985-7B Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Assinale a afirmação que melhor expressa uma ideia presente no texto.
08C98292-7A Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosConsidere o segmento abaixo.Os municípios situados em Regiões Metropolitanas (RM) são apenas 177 do total de 5.570 existentes no país. No entanto, possuem uma população total de cerca de 70 milhões de habitantes, correspondentes a 33% da população nacional. Na primeira fase da pandemia de Covid-19, houve uma concentração de casos e de óbitos nas RM (cerca de 67% dos óbitos foram registrados nas RM até o último dia do mês de maio de 2020). Já no último dia de outubro de 2020, as RM passaram a representar somente 33% do total de óbitos registrados no país.Adaptado de: <https://bigdatacovid19.icict.fiocruz.br/nota_tecnica_15.pdf>.Acesso em: 18 nov. 2021.A disseminação espacial da pandemia de Covid-19 no Brasil passou no período inicial, de março a outubro de 2020, por um processo de080ADAE9-7A Português
Coesão e coerênciaUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionadas ao texto abaixo.

Adaptado de: ADICHIE, C. N. Cell One. In: The thing around your neck. New York / Toronto: Harper Collins, 2009.Considere as seguintes afirmações em relação ao texto.I - A narradora deixa transparecer ciúme e sentimentos de injustiça, ao relatar como os pais protegiam e davam preferência ao irmão, apesar de sua conduta reprovável.II - A narração da irmã sugere que a mãe teria tido papel preponderante nos eventos que culminaram na prisão de Nnamabia.III- O relato da irmã sugere que o roubo das joias da mãe teria sido um divisor de águas na vida do irmão, pois teria reverberado alguns anos mais tarde.Quais estão corretas?0807DF8C-7A Português
Interpretação de TextosUFRGS · 2022Entre para guardar nos favoritosInstrução: A questão está relacionadas ao texto abaixo.

Adaptado de: ADICHIE, C. N. Cell One. In: The thing around your neck. New York / Toronto: Harper Collins, 2009.O texto acima é parte de um conto narrado pela irmã mais nova do personagem Nnamabia.Assinale a alternativa que resume adequadamente a parte apresentada.B325D409-75 Português
Interpretação de TextosFaculdades de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo · 2022Entre para guardar nos favoritosLeia a resenha do livro Redes e ruas: mídias sociais e ativismo contemporâneo, de Paolo Gerbaudo.A obra Redes e ruas analisa os protestos do início da década de 2010, a partir da “Primavera Árabe”, do movimento dos “indignados” na Espanha e das ações “Occupy Wall Street” nos Estados Unidos. Em 2013, houve no Brasil fenômeno semelhante, as “Jornadas de Junho.” Caso se tivesse prestado atenção às características do ativismo digital elencadas na obra de Gerbaudo, não haveria surpresa quando as manifestações brasileiras converteram um protesto contra a tarifa nos transportes em movimento pelo impeachment de Dilma Rouseff.(Kelly Prudencio. Le monde diplomatique Brasil, março de 2022. Adaptado.)A resenha