Questões do ENEM: Significação Contextual de Palavras e Expressões. Sinônimos e Antônimos.

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955 questões encontradas. Mostrando a página 23 de 48.

  • DC42C6D8-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cujo verbo está empregado em sentido figurado.
    Escolha uma alternativa para a questão dc42c6d8-fa
  • DC39CA2E-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cujo termo pertence ao mesmo campo semântico de “sólida” (linha 11).
    Escolha uma alternativa para a questão dc39ca2e-fa
  • DC36CA4F-FA

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa em que as frases O bem-te-vi chama. Vou ao terraço. O bem-te-vi mergulha em voo rasante foram unidas respeitando o mesmo sentido do texto (linha 28).
    Escolha uma alternativa para a questão dc36ca4f-fa
  • DC20B62B-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    O termo “fustigava” (linha 22) tem, no texto, sentido contrário ao da alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão dc20b62b-fa
  • DC1A4215-FA

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    COLASANTI, Marina. Eu sei, mas não devia. Rio de Janeiro: Rocco, 1996, p. 130-132. 

    Assinale a alternativa cujo termo equivale semanticamente a “compacta” (linha 07)
    Escolha uma alternativa para a questão dc1a4215-fa
  • C196F1D2-F9

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    Assinale a alternativa em que a troca de termos causaria prejuízo de sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão c196f1d2-f9
  • C192C1F4-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    Sobre o trecho “Estamos deixando de ter conversações para ter meras conexões” (linha 17), é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão c192c1f4-f9
  • C18F6411-F9

    Português

    Advérbios
    Universidade Federal do Ceará · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    O trecho “Perdemos, enfim, a chance de realmente conhecermos uns aos outros.” (linha 19) pode ser reescrito sem alteração de sentido:
    Escolha uma alternativa para a questão c18f6411-f9
  • C18C6A3D-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    A expressão “desde que” (linha 07) equivale, quanto ao sentido, a:
    Escolha uma alternativa para a questão c18c6a3d-f9
  • C17CDA20-F9

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal do Ceará · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    TURKLE, Sherry. Mensagens de texto deixam você solitário. Superinteressante. Disponível em: . Acesso em 11 jan. 2014.


    Com base no texto 2, responda à questão.

    O termo sensação (linha 02) pode ser substituído, sem alteração de sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão c17cda20-f9
  • EF743A75-EF

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Em qual das alternativas a seguir o trecho “por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido.” está reescrito mantendo-se o sentido original?
    Escolha uma alternativa para a questão ef743a75-ef
  • EF6E2FB5-EF

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    O prazer e o risco de emprestar um livro 


        “Empresto até dinheiro, mas não me peça meus livros.” Perdi a conta de quantas vezes ouvi amigos repetirem essa frase e muitas de suas variações. Alguns diziam o mesmo sobre os CDs, quando o CD ainda existia. O mundo mudou. As coleções de CDs acumulam poeira e, hoje em dia, é difícil achar alguém que queira pegar um deles emprestado. Para os leitores, a vida mudou pouco. Nunca vi alguém pedir um Kindle emprestado. Mas enquanto tivermos livros impressos - e os temos aos montes -, nos veremos frequentemente diante dessa questão: emprestar ou não emprestar? A decisão de emprestar um livro é em sua natureza um gesto de amor à leitura. O prazer de ler é tão grande que precisamos compartilhá-lo. Nada mais frustrante do que terminar uma história incrível e não ter com quem conversar sobre ela. Emprestar um livro é buscar companhia num mundo em que os leitores infelizmente ainda são minoria.

         Quem é contra o empréstimo de livros costuma ter um argumento forte para justificar sua postura: por mais que confiemos em quem pediu o livro emprestado, há uma enorme chance de que o livro não seja devolvido. O mundo fora da estante é perigoso. Mesmo ambientes aparentemente seguros escondem armadilhas. Já fui vítima de uma delas. Pouco depois do lançamento de A visita cruel do tempo, de Jennifer Egan, deixei meu exemplar com um colega de trabalho. Ele gostou tanto do romance quanto eu. Animados com a nossa conversa, outros colegas se interessaram pela obra. O livro passou de mão em mãos e o perdi de vista. Não posso dizer que o revés foi inesperado. Outros livros tiveram um destino parecido. Continuo a emprestar livros, mesmo correndo o risco de perdê-los. Gosto de saber que meu exemplar de A visita cruel dotempo foi parar nas mãos de um leitor misterioso, em vez de acumular poeira em minha estante. [...] (adaptado).


    VENTICINQUE, Danilo. Disponível em: <http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/danilo-venticinque/noticia/2014/04/o-prazer-e-o-risco-debemprestar-um-livrob.html>.

    Acesso em: 5 abr. 2014



    Qual a única alternativa em que se encontra um sinônimo adequado, conforme o sentido do texto, para “revés”, no último parágrafo?
    Escolha uma alternativa para a questão ef6e2fb5-ef
  • FE1C6528-E7

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Desiguais até na crise
    O abismo entre ricos e pobres continua a crescer, aponta estudo
    Em um mundo angustiado pela crise econômica, aprendemos que de março de 2009 a março de 2014, exatamente o período considerado mais crítico, depois da bancarrota do Lehman Brothers, o número de bilionários do planeta dobrou: eram 793 no começo do furacão e agora somam 1.645. Os 85 mais ricos entre eles, no mesmo período, incrementaram seus capitais em 668 milhões de dólares a cada dia e sua renda equivale àquela de metade da população mundial, 3,5 bilhões de outros seres humanos. Os dados constam, entre outras “pérolas”, do recente estudo sobre a desigualdade no mundo, publicado pela Oxfam, rede internacional de 19 ONGs que combatem a pobreza. Na sequência da divulgação do relatório, originalmente chamado Even it up: time to end extreme inequality (“Equilibrando o jogo: é hora de acabar com a desigualdade extrema”, em tradução livre) foi lançada a campanha mundial de sensibilização “Equilibre o jogo”.
    Crise é um termo utilizado no mundo inteiro para descrever situações diferentes, mas com um denominador comum, a desaceleração do crescimento das economias, que em média superava os 4% anuais na década passada e hoje sofre para chegar perto dos 3,5%. Para resolver os problemas provocados por esse recuo e retomar o ritmo anterior, os defensores do atual sistema econômico-financeiro indicam caminho único, a ampliação do espaço da iniciativa privada em detrimento do setor público, com corolário de cortes nos gastos sociais e intensificação da produtividade no trabalho. Em outras palavras, salários mais baixos para criar produtos mais baratos. Essa receita, baseada numa visão brutalmente quantitativa do bem-estar da humanidade e sem nenhuma atenção à equilibrada convivência social, é rotundamente recusada pela Oxfam. Com riqueza de informações e análises, a desigualdade é descrita sob diversos aspectos, e o estudo chega à conclusão de que essa praga contemporânea não só é contrária a uma ética humanista, mas também a causa fundamental da crise econômica em curso. O primeiro mito que o relatório se encarrega de derrubar é aquele que considera natural a desigualdade entre os seres humanos. Melhor se concentrar na redução da pobreza, afirmaram os liberais a partir da Revolução Industrial, pois a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças. Mas a desigualdade excessiva tem comprometido o combate à pobreza, apesar dos bons resultados conseguidos nesse campo até o início dos anos 80 do século passado. O abismo entre ricos e pobres nas últimas três décadas, demonstra a pesquisa, tem clara correlação com a baixa mobilidade social. Em outros termos, nos países em que o fenômeno é mais acentuado, quem nasce rico fica rico, quem nasce pobre não tem outra alternativa além de permanecer pobre. A esperança de uma vida melhor, na evolução entre pais e filhos, é banida do horizonte de bilhões de seres humanos. Com raras exceções, a desigualdade tem aumentado em todos os países do mundo. Caso particularmente emblemático, a Oxfam calcula que até na África do Sul a desigualdade é hoje maior do que no período do Apartheid. Com base em dados de 2013, 7 de cada 10 habitantes do mundo vivem em países em que a desigualdade econômica é maior do que há 30 anos.
    O enriquecimento desmedido de um número restrito de indivíduos, a depender dos países, encolheu ou limitou o crescimento da classe média, comprometendo a sua capacidade de gasto e, em última análise, o motor do crescimento mundial. Desde 1990, a participação do trabalho na composição do PIB mundial é constantemente decrescente. O ataque ao valor e à dignidade do trabalho é particularmente acentuado nos países mais pobres, mas também ocorre nas nações ricas. Por consequência, o PIB mundial é composto por uma porcentagem crescente do capital, que se autoalimenta cada vez mais da especulação financeira. As 150 páginas da pesquisa, com amplíssima bibliografia, demonstram que a desigualdade extrema também está associada à violência. A América Latina, a região mais desigual do mundo do ponto de vista econômico, reúne 41 das cidades mais violentas do planeta e registrou 1 milhão de assassinatos entre 2000 e 2010. Países desiguais são lugares perigosos para viver, e a insegurança afeta tanto ricos quanto pobres. (...) (Claudio Bernabucci, Carta Capital n. 825, ano XX, 12 de novembro de 2014, p. 46-47).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado do verbo “mitigar” em “... a compaixão é a única maneira de mitigar a lei natural que inevitavelmente produz as diferenças”.
    Escolha uma alternativa para a questão fe1c6528-e7
  • 4F2B88AD-E5

    Português

    Coesão e coerência
    FMP · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 4


        Os últimos dias foram dedicados pela mídia à tarefa de esconjurar o 31 de março. É verdade que foram cometidos crimes que repugnam as consciências bem formadas. Mas é errado limitar a informação ao registro desses fatos.

        Aquele movimento primeiro frustrou o plano dos comunistas para o Brasil e, depois, derrotou guerrilheiros e terroristas que queriam implantar tal regime no país. Esquecer o que estes pretendiam, não ler o que escreviam, ignorar o que diziam, apagar da história as vítimas que fizeram e os crimes bárbaros que cometeram, para exibi-los como heróis e mártires da “resistência democrática” é impostura. É servir o oportunismo em bandeja.
        
        Passado meio século, seus atuais afetos no plano nacional e internacional ainda revelam muito bem o que fariam se pudessem.

    (Extraído do artigo “Um velho dilema”, de Percival Puggina, publicado no jornal Zero Hora de 6.4.2014, p.12.)
    Atente para as afirmativas relativas ao texto 4:


    I – A palavra “esconjurar”, na primeira frase, é usada com o sentido figurado de “exorcizar”.

    II – A palavra “impostura”, na penúltima frase do segundo parágrafo, tem o sentido que se aproxima de “mentira ardilosa”.

    III – Não modificaria o sentido na sua essência caso se trocasse, na última frase, a palavra “afetos” por “simpatizantes”.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f2b88ad-e5
  • 4F1D0956-E5

    Português

    Advérbios
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


        Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.

        Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.


    (Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)
    Atente para as seguintes afirmativas relativas ao texto 3:


    I – A palavra “contumaz”, na última frase do segundo parágrafo, reforça o sentido de “reincidente”.

    II – A palavra “raríssimas”, na última frase do primeiro parágrafo, classifica-se como substantivo.

    III – A palavra “talvez”, na primeira frase do primeiro parágrafo, classifica-se como advérbio.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f1d0956-e5
  • 4F192D9A-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    FMP · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 3


        Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor ele não é de verdade punido. É levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas ........., e todo mundo sabe disso.

        Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino ........., reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ......... certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.


    (Extraído de “A banalização da vida”, de Lya Luft, revista Veja de 26.3.2014, p.24.)
    Atente para as seguintes afirmativas relativas ao texto 3:


    I – A palavra “hipoteticamente”, na terceira frase do primeiro parágrafo, tem o sentido de “supostamente”.

    II – Com o emprego de aspas na palavra “menino”, na última frase, a autora manifesta ironia.

    III – Caso se trocasse “Todo mundo”, por “Todo o mundo”, no início do segundo parágrafo, o significado da frase não se alteraria.


    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f192d9a-e5
  • 4F0C3C5C-E5

    Português

    Denotação e Conotação
    FMP · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2


        São muitos e variados os analistas do mundo virtual. Gente que lida com tecnologia acaba por tentar entender também de comportamentos. Explicam quase tudo o que você deve saber das redes sociais, do perfil de quem está no Facebook e do público que vai consumir a novidade do ...... que vem.

        Mas estão escassos os que vão além do chute e oferecem a compreensão de coisas do mundo real com a mesma capacidade de convencimento dos analistas do mundo virtual. Sei, você vai dizer que é tudo a mesma coisa, porque são as pessoas que fazem o mundo virtual. Pois então ...... os rolezinhos causam tanto estranhamento?

        Os jovens das periferias invadem shoppings para zoar. Circulam pelos corredores, se beijam, cantam, revoam. Inquietam, assustam, constrangem e também, claro, entusiasmam quem ...... o início de um fenômeno social com potencial transformador.


    (Extraído do artigo intitulado “As nossas bolhas”, de Moisés Mendes, publicado no jornal Zero Hora de 19.1.2014, p.14.) 
    Atente para as seguintes afirmativas referentes ao texto 2:


    I – A palavra “zoar”, na primeira frase do último parágrafo, tem, entre outros, o sentido de “caçoar”.

    II – A palavra “chute”, na primeira frase do segundo parágrafo, está usada em sentido conotativo.

    III – A troca da palavra “estranhamento”, na última frase do segundo parágrafo, por “estranheza” não modificaria o significado da frase.



    Está(ão) correta(s):
    Escolha uma alternativa para a questão 4f0c3c5c-e5
  • C7B9A54F-E3

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II


        Nenhum país é tão pequeno como o nosso. Nele só existem dois lugares: a cidade e a Ilha. A separá-los, apenas um rio. Aquelas águas, porém, afastam mais que a sua própria distância. Entre um e outro lado reside um infinito. São duas nações, mais longínquas que planetas. Somos um povo, sim, mas de duas gentes, duas almas.
        As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronando. Ainda vejo numa parede o letreiro já sujo pelo tempo: “A nossa terra será o túmulo do capitalismo”. Na guerra, eu tivera visões que não queria repetir. Como se essas lembranças viessem de uma parte de mim já morta.
        Tudo está sendo queimado pela cobiça dos novos-ricos. É isso que sucede em sua opinião. A Ilha é um barco que funciona às avessas. Flutua porque tem peso. Tem gente feliz, tem árvore, tem bicho e chão parideiro. Quando tudo isso lhe for tirado, a Ilha se afunda. A Ilha é o barco, nós somos o rio.
    (Mia Couto) 
    A expressão “chão parideiro” pode ser compreendida como:
    Escolha uma alternativa para a questão c7b9a54f-e3
  • BC2032CE-E0

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO II


        Nenhum país é tão pequeno como o nosso. Nele só existem dois lugares: a cidade e a Ilha. A separá-los, apenas um rio. Aquelas águas, porém, afastam mais que a sua própria distância. Entre um e outro lado reside um infinito. São duas nações, mais longínquas que planetas. Somos um povo, sim, mas de duas gentes, duas almas.
        As casas de cimento estão em ruína, exaustas de tanto abandono. Não são apenas casas destroçadas: é o próprio tempo desmoronando. Ainda vejo numa parede o letreiro já sujo pelo tempo: “A nossa terra será o túmulo do capitalismo”. Na guerra, eu tivera visões que não queria repetir. Como se essas lembranças viessem de uma parte de mim já morta.
        Tudo está sendo queimado pela cobiça dos novos-ricos. É isso que sucede em sua opinião. A Ilha é um barco que funciona às avessas. Flutua porque tem peso. Tem gente feliz, tem árvore, tem bicho e chão parideiro. Quando tudo isso lhe for tirado, a Ilha se afunda. A Ilha é o barco, nós somos o rio.
    (Mia Couto)
    Podemos caracterizar como expressões de ideias opostas no texto II:
    Escolha uma alternativa para a questão bc2032ce-e0