Questões do ENEM: Sintaxe

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1.390 questões encontradas. Mostrando a página 22 de 70.

  • 81BCA575-02

    Português

    Análise sintática
    UECE · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018


    PAES, José Paulo. Prosas seguidas de Odes

    mínimas. São Paulo, Cia. das Letras, 1992.

    A relação sintático-semântica estabelecida entre os períodos do enunciado “Vendam logo esta casa, ela está cheia de fantasmas” (linhas 84-85) é
    Escolha uma alternativa para a questão 81bca575-02
  • 8191AF3F-02

    Português

    Sintaxe
    UECE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

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    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Exigências da vida

    moderna. Disponível em:

    http://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. Acesso: 22.06.2018.

    Sobre o uso dos conectivos oracionais e os seus respectivos valores semânticos na crônica, é correto dizer que
    Escolha uma alternativa para a questão 8191af3f-02
  • 817887D0-02

    Português

    Coesão e coerência
    UECE · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

     Imagem da questão de Português, da prova de 2018

     Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    VERÍSSIMO, Luís Fernando. Exigências da vida

    moderna. Disponível em:

    http://www.refletirpararefletir.com.br/4-cronicas-de-luis-fernando-verissimo. Acesso: 22.06.2018.

    No enunciado “Sobram três, desde que você não pegue trânsito” (linhas 43-44), o trecho em destaque poderia ser substituído, sem alteração do sentido do período, pelas orações abaixo, com EXCEÇÃO de
    Escolha uma alternativa para a questão 817887d0-02
  • E64A561E-01

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    As relações que se estabelecem, sintaticamente, entre “Quando um rio corta” e “corta-se de vez o discurso-rio de água” é a mesma estabelecida em
    Escolha uma alternativa para a questão e64a561e-01
  • 2A78BBFF-FF

    Português

    Análise sintática
    Centro Universitário Christus · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

    cegueira-noturna->.

    Acesso em: 4 ago. 2018.

    Observe a circunstância expressa pelas expressões destacadas nos fragmentos. Qual delas difere do tipo de circunstância veiculada pelas demais expressões?
    Escolha uma alternativa para a questão 2a78bbff-ff
  • 2A7571D6-FF

    Português

    Análise sintática
    Centro Universitário Christus · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

    cegueira-noturna->.

    Acesso em: 4 ago. 2018.

    O termo destacando em “A retina é composta por células em formato de bastonetes, que são responsáveis por permitir a visão em baixa luminosidade, e de cones, que permitem uma visão mais detalhada.” (Ls. 16 a 19) exerce a mesma função que o termo destacando no seguinte fragmento:
    Escolha uma alternativa para a questão 2a7571d6-ff
  • 2A721E31-FF

    Português

    Coesão e coerência
    Centro Universitário Christus · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

    cegueira-noturna->.

    Acesso em: 4 ago. 2018.

    Em “Para diagnosticar a doença, é preciso fazer um exame de fundo de olho para avaliação da retina, já que a catarata, por exemplo, provoca sintomas parecidos.” (Ls. 21 a 23), a expressão em destaque pode ser substituída, mantendo o mesmo sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 2a721e31-ff
  • 2A6F59FC-FF

    Português

    Análise sintática
    Centro Universitário Christus · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Disponível em: <https://oglobo.globo.com/sociedade/saude/-

    cegueira-noturna->.

    Acesso em: 4 ago. 2018.

    Observe este fragmento:

     

         “‘Essa doença não só pode ter um fundo congênito que é irreversível, mas também pode ser provocada pela deficiência nutricional de vitamina A’, diz o Dr. Luiz Carlos Portes, ex-presidente da Sociedade Brasileira de Oftalmologia e membro da atual diretoria.” (Ls. 11 a 15)


    O trecho destacado nesse fragmento expressa ideia de

    Escolha uma alternativa para a questão 2a6f59fc-ff
  • D7E363C0-FF

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Assinale a alternativa em que a relação interoracional é a mesma, sintática e semanticamente, que a da sentença: “Por ser algo necessário à sobrevivência, o consumo sempre existiu”(l. 9).
    Escolha uma alternativa para a questão d7e363c0-ff
  • D7E06CFD-FF

    Português

    Regência
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Gramaticalmente, é correto o emprego de onde indicando lugar real, e não lugar virtual. Para esse último emprego, a língua dispõe de outras formas pronominais, como em que, no qual, através do qual, pelo qual, entre outras, a depender do campo semântico em que for empregado.


    Assim, percebe-se que o emprego de onde (l. 2), como palavra curinga ou vicária, nesse contexto, é a gramatical, e uma forma de corrigi-lo seria a sua substituição por

    Escolha uma alternativa para a questão d7e06cfd-ff
  • C6EC2A92-FD

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Analise, no contexto do poema, os dois procedimentos distintos utilizados para a concordância entre o verbo caber e o sujeito a ele posposto. Em relação à concordância feita na quarta estrofe, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c6ec2a92-fd
  • C6E83087-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão:
    Não há vagas
    Ferreira Gullar
    O preço do feijão
    não cabe no poema. O preço
    do arroz
    não cabe no poema.
     Não cabem no poema o gás
    a luz o telefone
    a sonegação
    do leite
    da carne
    do açúcar
    do pão

    O funcionário público
    não cabe no poema
    com seu salário de fome
    sua vida fechada
    em arquivos.
    Como não cabe no poema
    o operário que esmerila seu dia de aço
    e carvão
    nas oficinas escuras

    - porque o poema, senhores,
    está fechado:
    "não há vagas

    Só cabe no poema
    o homem sem estômago
    a mulher de nuvens
    a fruta sem preço

    O poema, senhores,
    não fede
    nem cheira

    Gullar, Ferreira in 'Antologia Poética'. Disponível em Acesso em 08 de ago. 2018.
    Considerando os recursos linguísticos que atuam na construção dos sentidos do poema, avalie as seguintes afirmativas:

    I. A recorrência das estruturas sintáticas funciona como um elemento de coesão textual e não interfere na formação do ritmo do poema.
    II. O vocativo senhores é dirigido aos leitores e, ironicamente, aos poetas que produzem poemas que não fedem e não cheiram.
    III. A frase “não fede nem cheira” está empregada em sentido conotativo e expressa uma ideia de indiferença.
    IV. As aspas em “Não há vagas” são empregadas porque se trata de uma gíria utilizada no âmbito do mercado de trabalho.

    É correto apenas o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão c6e83087-fd
  • C6DFCC13-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão 

    A Velhice 
        A velhice é uma idade sagrada. Foi venerada em todos os tempos. Na antiguidade teve obséquios e cultos oficiais. Pode apreciar-se o grau de cada civilização histórica pelo respeito e pelo carinho dispensados a estes seres de energia quebrada e de esperanças desfeitas, que trazem nos olhos tristes o reflexo, cada vez maior, da morte pavorosa que se aproxima.
        A velhice é a quadra sem prazer de toda a vida humana. A infância sabe só que vive, e ri; a mocidade tem o sonho que a embala e canta; a vida adulta conta com o futuro, ambiciona e trabalha; a velhice é um sonambulismo trêmulo e quase sempre atormentado, de que só se acorda na agonia extrema... para morrer.

    OSTA, Antonio Cândido. A Velhice.Disponível em http://rascunhorasgado.blogspot.com/2015/10/a-velhice.html. Acesso em 10 de ago. 2018.
    Considerando os verbos que foram empregados no texto e as relações sintáticas que estabelecem, analise as afirmativas abaixo.

    I. A expressão verbal se acorda está empregada na forma pronominal, portanto o pronome se é classificado como objeto indireto.
    II. A oração “Foi venerada em todos os tempos” foi formada com a voz passiva do verbo venerar e seu sujeito paciente é retomado da oração anterior.
    III. O verbo trazer que aparece no primeiro parágrafo é um verbo irregular e está empregado no tempo presente do modo subjuntivo.
    IV. Os verbos ambicionar e trabalhar que foram usados no segundo parágrafo, no tempo presente do modo indicativo, se empregados no pretérito mais que perfeito do mesmo modo verbal, apresentariam as seguintes formas: ambicionara e trabalhara.
    V. A forma verbal se aproxima é pronominal, o se é um pronome oblíquo reflexivo e exerce a função sintática de objeto direto reflexivo.

    É correto apenas o que se afirma na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão c6dfcc13-fd
  • C6DC7EDC-FD

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    UNICENTRO · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    Assinale a alternativa correta sobre o reconhecimento de orações em períodos do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão c6dc7edc-fd
  • 6C6963F5-FD

    Português

    Interpretação de Textos
    UFT · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Opinião não é argumento
    Aqui está uma história que pode ser verdadeira no contexto atual do Brasil. Um jovem professor de Filosofia, instruindo seus alunos à Filosofia da Religião, introduz, à maneira que a Filosofia opera há séculos, argumentos favoráveis e contrários à existência de Deus. Um dos alunos se queixa, para o diretor e também nas onipresentes redes sociais, de que suas crenças religiosas estão sendo atacadas. “Eu tenho direito às minhas crenças”. O diretor concorda com o aluno e força o professor a desistir de ensinar Filosofia da Religião.
    Mas o que é exatamente um “direito às minhas crenças”? [...] O direito à crença, nesse caso, poderia ser visto como o “direito evidencial”. Alguém tem um direito evidencial à sua crença se estiver disposto a fornecer evidências apropriadas em apoio a ela. Mas o que o estudante e o diretor estão reivindicando e promovendo não parece ser esse direito, pois isso implicaria precisamente a necessidade de pôr as evidencias à prova.
    Parece que o estudante está reivindicando outra coisa, um certo “direito moral” à sua crença, como avaliado pelo filósofo americano Joel Feinberg, que trabalhou temas da Ética, Teoria da Ação e Filosofia Política. O estudante está afirmando que tem o direito moral de acreditar no que quiser, mesmo em crenças falsas.
    Muitas pessoas acham que, se têm um direito moral a uma crença, todo mundo tem o dever de não as privar dessa crença, o que envolve não criticá-la, não mostrar que é ilógica ou que lhe falta apoio evidencial. O problema é que essa é uma maneira cada vez mais comum de pensar sobre o direito de acreditar. E as grandes perdedoras são a liberdade de expressão e a democracia.
    [...] A defesa de uma crença está restrita ao uso de métodos que pertence ao espaço das razões – argumentação e persuasão, em vez de força. Você tem o direito de avançar sua crença na arena pública usando os mesmos métodos de que seus oponentes dispõem para dissuadi-lo. O pior acontece quando crenças se materializam em opinião, e são usadas como substitutas de argumentos, quando o “Eu tenho direito às minhas crenças” se transforma em “Eu tenho direito à minha opinião”. Crenças e opiniões não são argumentos. Mais precisamente, crenças diferem de opinião, que diferem de fatos, que diferem de argumentos. Um fato é algo que pode ser comprovado verdadeiro. Por exemplo, é um fato que Júpiter é o maior planeta do sistema solar tanto em diâmetro quanto em massa. Esse fato pode ser provado pela observação ou pela consulta a uma fonte fidedigna.
    Uma crença é uma ideia ou convicção que alguém aceita como verdade, como “passar debaixo de uma escada dá azar”. Isso certamente não pode ser provado (ou pelo menos nunca foi). Mas a pessoa ainda pode manter sua crença, como vimos, se não pelo “direito evidencial”, apelando para o “direito moral”. Ou ainda, pelo mesmo “direito moral”, deixar de acreditar no que ela própria pensa ser evidência, como no caso do famoso dito (atribuído a Sancho Pança): “Não creio em bruxas, ainda que existam”. [...]

    Fonte: CARNIELLI, Walter. Página Aberta. In: Revista Veja. Edição 2578, ano 51, nº 16. São Paulo: Editora Abril, 2018, p. 64 (fragmento adaptado). 
    Em relação aos verbos de ligação, analise as afirmativas.

    I. Em: “Crenças e opiniões não são argumentos”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um aspecto de aparência de estado.

    II. Em: “Jupiter é o maior planeta do sistema solar”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um estado permanente.

    III. Em: “Crenças é uma ideia ou convicção que alguém aceita como verdade [...]”, o verbo destacado sugere, predominantemente, um aspecto permanente.


    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 6c6963f5-fd
  • C1564C2C-F2

    Português

    Sintaxe
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Releia o excerto abaixo para a questão.


        No bojo das ações referentes aos cortes gigantescos no orçamento de C&T, [...] o comunicado da Capes sobre a possível interrupção do pagamento das bolsas de pesquisa, a partir de 2019, causou estremecimento na comunidade científica brasileira. Apesar disso, o que presenciamos tem sido pouco ou nenhum posicionamento da mídia tradicional, a qual, pelo contrário, tem atacado sobremaneira a comunidade científica brasileira.

    A expressão “Apesar disso” é um operador linguístico de valor:
    Escolha uma alternativa para a questão c1564c2c-f2
  • C1528EC1-F2

    Português

    Regência
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Releia o excerto abaixo para a questão.


        No bojo das ações referentes aos cortes gigantescos no orçamento de C&T, [...] o comunicado da Capes sobre a possível interrupção do pagamento das bolsas de pesquisa, a partir de 2019, causou estremecimento na comunidade científica brasileira. Apesar disso, o que presenciamos tem sido pouco ou nenhum posicionamento da mídia tradicional, a qual, pelo contrário, tem atacado sobremaneira a comunidade científica brasileira.

    Assinale a alternativa verdadeira sobre regência nominal:
    Escolha uma alternativa para a questão c1528ec1-f2
  • F9E933D2-EB

    Português

    Colocação Pronominal
    Instituto Federal de Alagoas · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder à questão:


    Direito constitucional de ir e vir


    Moro na rua dr nilo cairo, chácara maria trindadeSão Paulo, e pra mim poder sair de casa sofro com um imenso problema de locomoção já que tenho que paga um pedágio no valor de R$ 7,80, no qual eu não consigo evitar onde acaba ferindo o meu direito constitucional de ir e vim estou entrando em contato com a empresa responsável pra solicitar isenção desse pedágio e caso não consiga vou entrar com as medidas cabíveis até consegui.
    Afinal de conta usar menos de 1 km da rodovia anhanguera e ter que pagar 7,80 é um absurdo.
    (https://www.reclameaqui.com.br/concessionaria-ccr-autoban/direitoconstitucional-de-ir-e-vir_9887780/). Acesso em 26/9/18) 
    O texto acima apresenta alguns problemas de redação, sobretudo no tocante ao emprego dos pronomes e dos verbos. Assinale a alternativa cuja proposta de reescrita não satisfaz o que pede a norma padrão escrita do português para esses casos:
    Escolha uma alternativa para a questão f9e933d2-eb
  • F9E592CE-EB

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Instituto Federal de Alagoas · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa onde as palavras estejam todas flexionadas de acordo com a norma padrão.
    Escolha uma alternativa para a questão f9e592ce-eb
  • F9CDB3DE-EB

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Alagoas · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Nomes de ruas dizem mais sobre o Brasil do que você pensa

    Murilo Roncolato, Daniel Mariani, Ariel Tonglet e Wellington Freitas


        Você provavelmente não é o responsável pela escolha dos nomes do seu país, Estado, cidade ou rua, mas as motivações atreladas a todos eles, queira você ou não, fazem parte da sua identidade. O professor da USP e diretor no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Jorge Cintra, explica que os fatores que influenciam a denominação de ruas, avenidas e praças mudam ao longo do tempo.
        Homens ainda dão nome à maior parte dos viadutos (88,2%), avenidas (87,1%), parques (86,9%) e praças (85,4%). Enquanto nomes femininos têm participação um pouco melhor, sem nunca chegar a 30%, em vilas (29,6%), passagens (27,2%), escadarias (24,3%), servidões (24,3%) e vielas (24,0%). “É estranho, mas é preciso levar em conta também que na vida pública das cidades brasileiras do passado, o homem é quem poderia se destacar. A mulher ficava em casa. Assim, é claro que mais homens serão reconhecidos como pessoas notáveis. Há mulheres como Princesa Isabel e Maria Quitéria, mas são exceções”, opina o professor.
        Por aqui, dos 30 primeiros nomes mais populares entre homens, 14 são entidades católicas, a outra parte, liderada por Tiradentes e Santos Dumont, se distribui entre escritores, políticos e militares. Já entre os 30 logradouros de nomes femininos, apenas quatro não são de caráter religioso: são elas a citada Princesa Isabel, a francesa Joana D’Arc, além de Anita Garibaldi e Cecília Meireles. Cantoras, atrizes, escritoras e heroínas militares se destacam na lista de mulheres populares, que têm a peculiaridade de carregar nomes ‘anônimos’, como Ana Maria, Maria José, Maria Helena e Maria de Lourdes.
        No Rio de Janeiro, uma lei municipal (2.906/1999) criada há 16 anos tentou acelerar o processo e tornou “obrigatória a alternância de gênero, em igual proporção, de nomes de personalidades masculinas e femininas”. De acordo com a amostra utilizada pelo Nexo, mesmo com a lei em vigor, o Rio contava, até o ano passado, com só 14,9% de seus logradouros ostentando nomes femininos.
        Para o professor Jorge Cintra, o equilíbrio entre os gêneros deve se refletir nos logradouros com o tempo, através de um “movimento natural”. “É uma discussão, mas acredito ser preferível que as pessoas possam escolher livremente os novos nomes de ruas. Regulamentar tudo pode ser algo problemático”, opina.
    (https://www.nexojornal.com.br/especial/2016/02/15/Nomes-de-ruas-dizemmais-sobre-o-Brasil-do-que-voc%C3%AA-pensa. Acesso em17/9/2018. Texto adaptado) 
    Quanto à análise sintática dos termos abaixo, pode-se dizer apenas que:
    Escolha uma alternativa para a questão f9cdb3de-eb