Questões do ENEM: Sintaxe

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1.390 questões encontradas. Mostrando a página 57 de 70.

  • 7105EF65-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o sujeito da oração é desinencial.
    Escolha uma alternativa para a questão 7105ef65-f8
  • 7101DC99-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Assinale a alternativa em que está correta a análise morfossintática da palavra grifada


    Escolha uma alternativa para a questão 7101dc99-f8
  • 70F6145F-F8

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta quanto à análise do conectivo que, nas frases: É claro que tenho alguma inteligência / As pessoas que falam da minha inteligência são poucas.
    Escolha uma alternativa para a questão 70f6145f-f8
  • 70B59FCA-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (LISPECTOR, Clarice. Aprendendo a viver, Rio de Janeiro. Rocco, 2004. pp. 47-48)

    Com base no TEXTO 2, responda à questão

    A relação de sentido entre as frases do fragmento “não só se comove como por assim dizer pensa sem ser com a cabeça” (linhas 15-16) está corretamente indicada na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 70b59fca-f8
  • 70B2285F-F8

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (LISPECTOR, Clarice. Aprendendo a viver, Rio de Janeiro. Rocco, 2004. pp. 47-48)

    Com base no TEXTO 2, responda à questão

    Assinale a alternativa que preenche corretamente, sem alterar o sentido do texto (linhas 15-16), o espaço em branco da frase: A sensibilidade inteligente que __________________________suponho que seja um dom.
    Escolha uma alternativa para a questão 70b2285f-f8
  • 7098589E-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    (ALVES, Rubem. Estórias de quem gosta de ensinar. São Paulo. Papirus, 2009. pp. 149-151)

    Com base no TEXTO 1, responda à questão.

    A expressão “já que” (linha 14) equivale, quanto ao sentido, a:
    Escolha uma alternativa para a questão 7098589e-f8
  • 5AFFDBC2-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada exerce a mesma função sintática do termo grifado na frase: Caminhavam para um certo e mesmo lugar.
    Escolha uma alternativa para a questão 5affdbc2-f8
  • 5AFCE11F-F8

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a concordância verbal está de acordo com a norma culta da língua portuguesa. 
    Escolha uma alternativa para a questão 5afce11f-f8
  • 5AFA1411-F8

    Português

    Orações coordenadas sindéticas: Aditivas, Adversativas, Alternativas, Conclusivas...
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que classifica respectivamente e corretamente as orações do seguinte período: Penso/ que podia ir viver com os animais/ que são tão plácidos / e bastam-se a si mesmos.
    Escolha uma alternativa para a questão 5afa1411-f8
  • 5AF72224-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que analisa corretamente o período: Senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui.
    Escolha uma alternativa para a questão 5af72224-f8
  • 5AF45836-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Na frase: A literatura tem lá seus personagens símbolos a esse respeito: o Fausto e o Dorian Gray, as palavras sublinhadas são sintaticamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5af45836-f8
  • 5AF01CEB-F8

    Português

    Funções morfossintáticas da palavra QUE
    Universidade Federal do Ceará · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra que é uma conjunção integrante introduzindo uma oração subordinada substantiva objetiva direta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5af01ceb-f8
  • 5AE99BE7-F8

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a palavra sublinhada tem a mesma função sintática do termo destacado em: O que aqui está é semelhante à pintura.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ae99be7-f8
  • 5A74C987-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Adaptado de SANT’ANNA, Affonso Romano de. Melhores crônicas. São Paulo. Global, 2003, pp. 52-54 

    O termo “contudo” (linha 36) pode ser substituído, sem que se altere o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 5a74c987-f8
  • 29255AD3-EC

    Português

    Sintaxe
    Faculdade Cásper Líbero · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    O sujeito de “Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 29255ad3-ec
  • 2920F875-EC

    Português

    Análise sintática
    Faculdade Cásper Líbero · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Ser ou não ser

        Na atualidade, a imagem da juventude está marcada ao mesmo tempo pela ambiguidade e pela incerteza. Digo ambiguidade, pois se, de um lado, a juventude é sempre exaltada na contemporaneidade, cantada que é em prosa e verso pelas potencialidades existenciais que condensaria, por outro a condição jovem caracteriza-se por sua posição de suspensão no espaço social, que se materializa pela ausência de seu reconhecimento social e simbólico.
        Seria em decorrência disso que a incerteza é o que se delineia efetivamente como o futuro real para os jovens, em todos os quadrantes do mundo. É preciso destacar, antes de tudo, que a possibilidade de experimentação foi o que passou a caracterizar a condição da adolescência no Ocidente, desde o final do século 18, quando as idades da vida foram construídas em conjunção com a família nuclear burguesa, em decorrência da emergência histórica da biopolítica.
        Nesse contexto, a adolescência foi delimitada como o tempo de passagem entre a infância e a idade adulta, na qual o jovem podia empreender experiências nos registros do amor e das escolhas profissionais, até que pudesse se inserir no mercado de trabalho e se casar para reproduzir efetivamente as linhas de força da família nuclear burguesa. Desde os anos 1980, no entanto, essa figuração da adolescência entrou em franco processo de desconstrução, por diversas razões.
        Antes de mais nada, pela revolução feminista dos anos 1960 e 70, com a qual as mulheres foram em busca de outras formas sociais de existência, além da condição materna. Em seguida, porque o deslocamento das mulheres da posição exclusivamente materna foi o primeiro combate decisivo contra o patriarcado, que forjou nossa tradição desde a Antiguidade. Finalmente, a construção do modelo neoliberal da economia internacional, em conjunção com seu processo de globalização, teve o poder de incidir preferencialmente em dois segmentos da população, no que tange ao mercado de trabalho. De fato, foram os jovens e os trabalhadores da faixa etária dos 50 anos os segmentos sociais mais afetados pela voragem neoliberal. Com isso, se os primeiros passaram a se inserir mais tardiamente no dito mercado, os segundos passaram a ser descartados para ser substituídos por trabalhadores jovens e mais baratos, pela precariedade que foi então estabelecida no mercado de trabalho.
        Foi em consequência desse processo que o tempo de duração da adolescência se alongou bastante, ficando então os jovens fora do espaço social formal e lançados perigosamente numa terra de ninguém. Assim, graças à ausência de inserção no mercado de trabalho, a juventude foi destituída de reconhecimento social e simbólico, prolongando-se efetivamente, não tendo mais qualquer limite tangível para seu término. Despossuídos que foram de qualquer reconhecimento social e simbólico, aos jovens restaram apenas o corpo e a força física. É por essa trilha que podemos interpretar devidamente a emergência e a multiplicação das formas de violência entre os jovens na contemporaneidade.
        Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional. Pode-se depreender aqui a constituição de uma cultura agonística* na juventude de hoje. Assim, a violência juvenil transformou-se em delinquência, inserindo-se efetivamente no registro da criminalidade. No Brasil, os jovens de classe média e das elites passaram a atacar gratuitamente certos segmentos sociais com violência. De mulheres pobres confundidas com prostitutas até homossexuais, passando pelos mendigos, a violência disseminou-se nas grandes metrópoles do país.
        Ao fazerem isso, no entanto, seus gestos delinquentes inscrevem-se numa lógica social precisa e rigorosa. Com efeito, tais segmentos sociais representam no imaginário desses jovens a decadência na hierarquia social, sendo, pois, os signos do que eles poderão ser efetivamente no futuro, na ausência do reconhecimento social e simbólico que os marca. A cultura da força empreende-se regularmente em academias de ginástica, onde os jovens cultuam os músculos, não apenas para se preparar para os combates cotidianos da vida real, mas para forjar também um simulacro de força na ausência efetiva de potência, isto é, na ausência de reconhecimento social e simbólico, lançados que estão aqueles no desamparo.
        É nesse registro que se deve inscrever a disseminação do bullying na contemporaneidade. É preciso dizer, no que concerne a isso, que a provocação e a violência entre os jovens e crianças é uma prática social antiga. O que é novo, contudo, é a ausência de uma autoridade que possa funcionar como mediação no combate entre estes e aqueles, o que incrementou bastante a disseminação dessa prática de violência.
        Não obstante tudo isso, a juventude é ainda glorificada como a representação do que seria o melhor dos mundos possíveis. A juventude seria então a condensação simbólica de todas as potencialidades existenciais. Contudo, se fazemos isso é porque não apenas queremos cultivar a aparência juvenil, por meio de cirurgias plásticas e da medicina estética, mas também porque o código de experimentação que caracterizou a adolescência de outrora se disseminou para a idade adulta e para a terceira idade. Constituiu-se assim uma efetiva adolescência sem fim na tradição ocidental, onde se busca pelo desejo a possibilidade de novos laços amorosos e novas modalidades de realização existencial. (Joel Birman, revista Cult n. 157, maio 2011).


    *agonística: relativo a luta, conflito, combate.  
    Em “Esse processo ocorre não apenas no Brasil e na América Latina, mas também em escala internacional”, a série “não apenas... mas também” exprime valor de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2920f875-ec
  • F3FBE9AB-E9

    Português

    Sintaxe
    Universidade Luterana do Brasil · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Em qual das alternativas abaixo, é possível dizer que há um predicado verbo-nominal?
    Escolha uma alternativa para a questão f3fbe9ab-e9
  • F3F91688-E9

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Luterana do Brasil · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    A questão está baseada no texto Casa de boneca, do escritor gaúcho Moacyr Scliar, publicado em SCLYAR, Moacir. Deu no jornal. Erechim: Edelbra, 2008, p. 18-19. 

    Casa de boneca

    “Casa de boneca” abriga morador de rua. Os abrigos, de cerca de um metro e meio de altura, foram construídos por entidade assistencial de São Paulo. Folha de São Paulo 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Em qual das alternativas abaixo, a palavra “que” está sendo utilizada como pronome relativo, iniciando uma oração subordinada adjetiva explicativa?
    Escolha uma alternativa para a questão f3f91688-e9
  • BF20D870-E9

    Português

    Orações subordinadas adjetivas: Restritivas, Explicativas
    Universidade Luterana do Brasil · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Por que as orações “que não se aguentava de fome” (l. 8) e “que são quatro” (l. 11) estão entre vírgulas?
    Escolha uma alternativa para a questão bf20d870-e9