Questões do ENEM: Sintaxe

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1.390 questões encontradas. Mostrando a página 69 de 70.

  • 0A8F2499-F5

    Português

    Morfologia - Pronomes
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf Acesso em:20 jun. 2008. 

    Assinale a alternativa em que o termo em destaque é um pronome que está substituindo o agente da ação verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a8f2499-f5
  • 0A7E8B29-F5

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    BONFIM, João Bosco Bezerra. A fome no Brasil: o que se diz, o que se fez, o que fazer. Disponível em: <http://www.senado.gov.br/web/conleg/artigos/especiais/AfomenoBrasil.pdf Acesso em:20 jun. 2008. 

    A relação de sentido entre as frases do fragmento A fome é endêmica, embora os famintos vivam em ambientes com abundância de alimentos está indicada na alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a7e8b29-f5
  • 0A5E34F7-F5

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    WIKIPÉDIA, A ENCICLOPÉDIA LIVRE. Disponível em: http://pt.wikipedia.org/wiki/Polui%C3%A7%C3%A3% >Acesso em:20 jun.2008

    Na linha 04, a locução “no entanto” pode ser substituída, sem que se altere o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 0a5e34f7-f5
  • 36E35194-E6

    Português

    Análise sintática
    UFMT · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Sobre aspectos da sintaxe em Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga., assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 36e35194-e6
  • C4270FDF-E1

    Português

    Sintaxe
    Universidade Católica de Pelotas · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    A função sintática da expressão sublinhada em “E a dor prostrara a todos naquela casa...” (parte III, linha 2) é
    Escolha uma alternativa para a questão c4270fdf-e1
  • 3FFEFA7C-DF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mendigo

        Eu estava diante de uma banca de jornais na Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu. Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco obrigado e começou a ler as manchetes dos vespertinos. Depois me disse:
        - Não acredito um pingo em jornalistas. São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a vida, o resto é besteira.
        Calou-se e continuou a ler as notícias eleitorais:
        - O Brasil ainda não teve um governo que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo uma cambada só.
        Reconheceu algumas qualidades nessa ou naquela figura (aliás, com invulgar pertinência para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria dizer nada:
        - O problema é o fundo da coisa: o caso é que o homem não presta. Ora, se o homem não presta, todos os futuros presidentes serão ruínas. A natureza humana é que é de barro ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante muito tempo: então ele virou ruim.
        Suspeitando de que eu não estivesse convencido da sua teoria, passou a demonstrar para mim que também ele era um sujeito ordinário como os outros:
        - O senhor não vê? Estou aqui pedindo esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu não tenho defeito físico nenhum e até que não posso me queixar da saúde.
        Tirei do bolso uma nota de cinqüenta e lhe ofereci pela sua franqueza.
        - Muito obrigado, moço, mas não vá pensar que eu vou tirar o senhor da minha teoria. Vai me desculpar, mas o senhor também no fundo é igualzinho aos outros. Aliás, quer saber de uma coisa? Houve um homem de fato bom. Chamava-se Jesus Cristo. Mas o senhor viu o que fizeram com ele?

    (Para gostar de ler. Vol. 2. São Paulo: Ática, 1978.)
    Em Muito obrigado, moço., a concordância é feita segundo as regras da escrita padrão. Qual frase NÃO atende às mesmas regras?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ffefa7c-df
  • 3FF4D00A-DF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIR · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o uso da linguagem, assinale a alternativa em que há INADEQUAÇÃO entre o contexto e a linguagem utilizada.
    Escolha uma alternativa para a questão 3ff4d00a-df
  • 3FED6B3B-DF

    Português

    Análise sintática
    UNIR · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho abaixo, em que o narrador descreve as mãos de Capitu, pertence ao capítulo XIII da obra Dom Casmurro.

    As mãos, a despeito de alguns ofícios rudes, eram curadas com amor; não cheiravam a sabões finos nem águas de toucador, mas com água do poço e sabão comum trazia-as sem mácula.

    Sobre os recursos lingüísticos, assinale V para as afirmativas verdadeiras e F para as falsas.

    ( ) Atualmente, a palavra toucador, no sentido de penteadeira, caiu em desuso, constituindo exemplo de variedade histórica.
    ( ) As palavras cheiravam e águas possuem, respectivamente, os dígrafos ch e gu, pois são agrupamentos de letras que simbolizam um som.
    ( ) O verbo cheirar está usado como transitivo indireto, no sentido de exalar determinado cheiro.
    ( ) No trecho trazia-as sem mácula, o sujeito está elíptico e a expressão adjetiva funciona como predicativo do objeto.

    Marque a seqüência correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fed6b3b-df
  • 809DF416-DF

    Português

    Coesão e coerência
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

     Leia trecho da crônica O moleque e a bola, de F. B. de Hollanda, e responda à questão.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Em relação aos recursos expressivos, analise as afirmativas.


    I - Os conectores Daí (linha 06), E quando (linha 07), Por isso mesmo (linha 10), além de cumprir sua função de estabelecer relação de sentido, contribuem para imprimir informalidade ao texto.

    II - Períodos como O que conta mesmo é a bola e o moleque, o moleque e a bola, e por bola pode-se entender um coco, uma laranja ou um ovo, pois já vi fazerem embaixada com ovo., essencialmente coordenados, ao contrário dos subordinados, conferem às idéias um plano não hierárquico.

    III - Em É a bola e o moleque, o moleque e a bola., elementos fônicos e sintáticos, como ritmo, sonoridade e frase curta, recriam o toque de bola e o movimento do jogo.

    IV - A expressão como se sabe (linha 02) é usada no texto para recuperar uma informação que o leitor não detém, mas o produtor espera que seja tomada como verdadeira.


    Estão corretas as afirmativas

    Escolha uma alternativa para a questão 809df416-df
  • 808550A2-DF

    Português

    Coesão e coerência
    UFMT · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Sobre os Textos I e II, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 808550a2-df
  • D2A20A91-2D

    Português

    Análise sintática
    UNIFAL-MG · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 019.jpg Assinale a alternativa em que a(s) expressão(ões) sublinhada(s) desempenha(m) a função de sujeito da oração.

    Escolha uma alternativa para a questão d2a20a91-2d
  • D0B20347-2D

    Português

    Sintaxe
    UNIFAL-MG · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 019.jpg A auto-estima é vital não apenas para as pessoas, mas também para as famílias, os grupos, as empresas, as equipes esportivas e os países. (linhas 10 a 12)

    Escolha uma alternativa para a questão d0b20347-2d
  • 5F765BDF-6F

    Português

    Sintaxe
    UEG · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 004.jpg

    As expressões “entretanto” (primeiro parágrafo) e “embora” (terceiro parágrafo) podem ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f765bdf-6f
  • B6D8CC0D-6E

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UEPB · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 009.jpg

    Analise as proposições acerca do enunciado abaixo

    “O laboratório foi preparado para receber nas próximas semanas 15 pontos de banda larga gratuitos” (linha 5-6).

    Pode-se concluir que no enunciado:

    I - Há um tempo de ocorrência que se refere à realização de duas ações que se opõem na sucessão cronológica.

    II - A palavra “para” introduz uma finalidade, ocasionando uma oração reduzida de infinitivo.

    III - Há um equívoco quanto ao uso do termo “gratuitos”, pois, por atração, deveria concordar com “banda larga”.

    Está(ão) correta(s), apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão b6d8cc0d-6e
  • A944FE77-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 004.jpg

    Analise as proposições abaixo.

    I - Os termos “portanto” (linha 5) e “pois” (linha 7) possuem equivalência semântica e provocam o mesmo efeito de sentido.

    II - A locução “pode-se pensar” (linha 7), se substituída por “deve- se pensar”, permanece com o mesmo valor semântico.

    III - A expressão intercalada “(mas não somente)” (linha 9), se colocada entre travessões, teria o seu sentido alterado.

    IV - Os termos relacionais “por um lado” (linha 9) e “por outro” (linha 11) funcionam como conectores de idéias opostas.

    Está(ão) correta(s), apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão a944fe77-6e
  • 7B11E951-4B

    Português

    Análise sintática
    UFRN · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento textual abaixo servirá de base para as questões 06, 07, 08, 09 e 10.

    Imagem 003.jpg

    A respeito dos termos sublinhados na terceira linha do fragmento, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 7b11e951-4b
  • 79FD732D-4B

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento textual abaixo servirá de base para as questões 06, 07, 08, 09 e 10.

    Imagem 003.jpg

    Considerando-se a coesão textual estabelecida no fragmento e a obediência ao padrão culto da língua, a oração que, aparentemente, lhe era estranho (l inha 3) poderia ser construída assim:
    Escolha uma alternativa para a questão 79fd732d-4b
  • 727A20AB-4B

    Português

    Análise sintática
    UFRN · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    As questões 01, 02, 03, 04 e 05 referem-se ao folheto que segue.

    Imagem 001.jpg
    Imagem 002.jpg


    Observe, no balão inserido no folheto, a fala do motorista. A relação semântica que, de modo implícito, o segundo período mantém com o primeiro é a mesma que se estabelece entre os períodos desta opção:
    Escolha uma alternativa para a questão 727a20ab-4b
  • F25CDDBC-42

    Português

    Análise sintática
    UFF · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 015.jpg

    Assinale a opção em que a expressão apositiva sublinhada traduz uma explicação de caráter metafórico.
    Escolha uma alternativa para a questão f25cddbc-42
  • DE5B049C-E1

    Português

    Análise sintática
    Universidade Católica de Pelotas · 2007MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2007

    Imagem da questão de Português, da prova de 2007Imagem da questão de Português, da prova de 2007

    Imagem da questão de Português, da prova de 2007



    LOBO DA COSTA, Francisco. Auras do sul. Rio Grande: Pinto & Cia, 1914.


    A função sintática da palavra sublinhada em Uma notícia que dói! (v..40) é
    Escolha uma alternativa para a questão de5b049c-e1