Questões do ENEM: Vocativo e Termos Acessórios da Oração: Adjunto Adnominal, Diferença entre Adjunto Adnominal e Complemento Nominal, Adjunto Adverbial e Aposto

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Resultados

59 questões encontradas. Mostrando a página 3 de 3.

  • CEB8D972-B5

    Português

    Sintaxe
    Fundação Educacional Inaciana Padre Sabóia de Medeiros · 2014Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o poema de Augusto dos Anjos e responda à questão a seguir:

    Psicologia de um vencido

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Em “Já o verme — este operário das ruínas –” (verso 9), o termo em destaque é classificado como:
    Escolha uma alternativa para a questão ceb8d972-b5
  • C648F45F-96

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 1

                      As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)

          Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?

          A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.

          Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.

          É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?

          O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)

         O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.

         Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.

          Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.

          Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.

          Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.

                                 (PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
    Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, observando a relação expressa pela preposição “de" e, a seguir, assinale a alternativa que contempla a numeração correta.

    (1) As gravatas de Mário Quintana

    (2) As gravatas de Pierre Cardin

    (3) Os copos de vinho

    (4) Os copos de vidro

    (5) A casa de campo

    (6) A chegada de Paris

    ( ) Procedência

    ( ) Tipo

    ( ) Posse

    ( ) Autoria

    ( ) Conteúdo

    ( ) Matéria
    Escolha uma alternativa para a questão c648f45f-96
  • F8AD8434-08

    Português

    Flexão verbal de número (singular, plural)
    UniCEUB · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a charge abaixo e assinale a alternativa incorreta.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Escolha uma alternativa para a questão f8ad8434-08
  • 275A1BA8-F9

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cujo termo destacado é um vocativo.
    Escolha uma alternativa para a questão 275a1ba8-f9
  • C6D88CDA-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
    No enunciado “Volta e meia, quando falava com brasileiros, ouvia o ‘pois é’” (texto 2, linhas 03-04), a expressão destacada é classificada como adjunto adverbial de:
    Escolha uma alternativa para a questão c6d88cda-f6
  • A5BE517A-E0

    Português

    Análise sintática
    Faculdade Adventista da Bahia · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    História de um nome


    No capítulo dos nomes difíceis têm acontecido coisas das mais pitorescas. Ou é um camarada chamado Mimoso, que tem físico de mastodonte, ou é um sujeito fraquinho e insignificante chamado Hércules. Os nomes difíceis, principalmente os nomes tirados de adjetivos condizentes com seus portadores, são raríssimos, e é por isso que minha avó a paterna - dizia:

    - Gente honesta, se for homem deve ser José, se for mulher, deve ser Maria!

    É verdade que Vovó não tinha nada contra os joões, paulos, mários, odetes e - vá lá - fidélis. A sua implicância era, sobretudo, com nomes inventados, comemorativos de um acontecimento qualquer, como era o caso, muito citado por ela, de uma tal Dona Holofotina, batizada no dia em que inauguraram a luz elétrica na rua em que a família morava.

    Acrescente-se também que Vovó não mantinha relações com pessoas de nomes tirados metade da mãe e metade do pai. Jamais perdoou a um velho amigo seu - o "Seu" Wagner - porque se casara com uma senhora chamada Emília, muito respeitável, aliás, mas que tivera o mau-gosto de convencer o marido de batizar o primeiro filho com o nome leguminoso de Wagem - "wag" de Wagner e "em" de Emília. É verdade que a vagem comum, crua ou ensopada, será sempre com "v", enquanto o filho de "Seu" Wagner herdara o "w" do pai.

    Mas isso não tinha nenhuma importância: a consoante não era um detalhe bastante forte para impedir o risinho gozador de todos aqueles que eram apresentados ao menino Wagem. Mas deixemos de lado as birras de minha avó - velhinha que Deus tenha, em Sua santa glória - e passemos ao estranho caso da família Veiga, que morava pertinho de nossa casa, em tempos idos.

    "Seu" Veiga, amante de boa leitura e cuja cachaça era colecionar livros, embora colecionasse também filhos, talvez com a mesma paixão, levou sua mania ao extremo de batizar os rebentos com nomes que tivessem relação com livros. Assim, o mais velho chamou-se Prefácio da Veiga; o segundo, Prólogo; o terceiro, Índice e, sucessivamente, foram nascendo o Tomo, o Capítulo e, por fim, Epílogo da Veiga, caçula do casal.

    Lembro-me bem dos filhos de "Seu" Veiga, todos excelentes rapazes, principalmente o Capítulo, sujeito prendado na confecção de balões e papagaios. Até hoje (é verdade que não me tenho dedicado muito na busca) não encontrei ninguém que fizesse um papagaio tão bem quanto Capítulo. Nem balões. Tomo era um bom extrema-direita e Prefácio pegou o vício do pai - vivia comprando livros. Era, aliás, o filho querido de "Seu" Veiga, pai extremoso, que não admitia piadas. Não tinha o menor senso de humor. Certa vez ficou mesmo de relações estremecidas com meu pai, por causa de uma brincadeira. "Seu" Veiga ia passando pela nossa porta, levando a família para o banho de mar. Iam todos armados de barracas de praia, toalhas etc. Papai estava na janela e, ao saudá-lo, fez a graça:

    - Vai levar a biblioteca para o banho? "Seu" Veiga ficou queimado durante muito tempo. 

    Dona Odete - por alcunha "A Estante" - mãe dos meninos, sofria o desgosto de ter tantos filhos homens e não ter uma menina "para me fazer companhia" - como costumava dizer. Acreditava, inclusive, que aquilo era castigo de Deus, por causa da ideia do marido de botar aqueles nomes nos garotos. Por isso, fez uma promessa: se ainda tivesse uma menina, havia de chamá-la Maria. 

    As esperanças já estavam quase perdidas. Epílogozinho já tinha oito anos, quando a vontade de Dona Odete tornou-se uma bela realidade, pesando cinco quilos e mamando uma enormidade. Os vizinhos comentaram que "Seu" Veiga não gostou, ainda que se conformasse, com a vinda de mais um herdeiro, só porque já lhe faltavam palavras relacionadas a livros para denominar a criança.

    Só meses depois, na hora do batizado, o pai foi informado da antiga promessa. Ficou furioso com a mulher, esbravejou, bufou, mas - bom católico - acabou concordando em parte. E assim, em vez de receber somente o nome suave de Maria, a garotinha foi registrada, no livro da paróquia, após a cerimônia batismal, como Errata Maria da Veiga.
    Estava cumprida a promessa de Dona Odete, estava de pé a mania de "Seu" Veiga.
    (disponível em http://www.releituras.com/spontepreta_nome.asp acesso em 30/08/2012). 
    A alternativa que não contém um adjunto adverbial é:
    Escolha uma alternativa para a questão a5be517a-e0
  • 1046F7BF-B6

    Português

    Sintaxe
    UFAL · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Avanços científicos retiram dos corpos físicos a ideia de perfeição e ampliam os espaços da investigação celeste”

    CAMENIETZKI, Carlos Ziller. Revista de História da Biblioteca Nacional. Ano 7. Nº 75. Dez. 2012. 

    Os vocábulos preposicionados em destaque desempenham, respectivamente, as funções sintáticas de 
    Escolha uma alternativa para a questão 1046f7bf-b6
  • DDEAB671-24

    Português

    Análise sintática
    SENAC-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                                       
                                                     CÓDIGOS E LINGUAGENS
    Atenção: Para responder a questão, considere o texto abaixo.

                Em 1876, os Estados Unidos comemoraram o centenário de sua independência com um evento de encher os olhos. Realizada na Filadélfia, a “Exposição internacional de arte, manufatura e produtos do solo e das minas" ocupava uma área quase do tamanho do parque do Ibirapuera, em São Paulo.
                 Nesse ambiente de excitação e curiosidade, o professor escocês Alexandre Graham Bell, de 29 anos, parecia deslocado.Seus primeiros dias na feira foram de desânimo e frustração. Ele trazia de Boston, cidade em que morava, uma engenhoca chamada de “novo aparato acionado pela voz humana". A organização da feira lhe destinara uma pequena mesa escondida no fundo de um corredor. Era um espaço fora do roteiro dos juízes encarregados de avaliar e premiar as invenções. Como se inscrevera na última hora, seu nome nem sequer aparecia na programação oficial.
                 Tudo isso mudou devido a uma extraordinária coincidência. Em um final de tarde, uma voz fina e esganiçada chamou-lhe a atenção:
                 − Mr. Graham Bell?
                 Ao se virar, ele deparou-se com o imperador do Brasil, dom Pedro II. Os dois tinham se conhecido semanas antes, em Boston, onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.
                − O que o sr. está fazendo aqui? − perguntou dom Pedro.
                Graham Bell contou-lhe que acabara de patentear um mecanismo capaz de transmitir a voz humana. A cena que se seguiu é hoje parte dos grandes momentos da história da ciência. Escoltado pelo imperador do Brasil, por um batalhão de repórteres e pelos juízes, que, àquela altura, estavam por perto, Graham Bell pediu que dom Pedro II se postasse a cerca de cem metros e mantivesse junto aos ouvidos uma pequena concha metálica conectada a um fio de cobre. No extremo oposto da fiação, pronunciou as seguintes palavras, da peça Hamlet, de William Shakespeare:
                 − To be or not to be (ser ou não ser).
                 − Meu Deus, isso fala! Exclamou dom Pedro II.
                 Mais tarde rebatizado como telefone, o aparato seria considerado um dos marcos do século XIX, chamado de “Século das luzes" devido às inovações científicas que mudaram radicalmente a vida das pessoas. Encomendado por dom Pedro II pessoalmente a Graham Bell, o telefone chegou ao Rio de Janeiro antes mesmo de ser adotado em alguns países europeus supostamente mais desenvolvidos do que o Brasil.
                               (Adaptado de Laurentino Gomes. 1889. São Paulo, Editora Globo, 2013, formato ebook)
    ... onde Graham Bell criara uma escola para surdos-mudos.

    O segmento que exerce a mesma função sintática do sublinhado acima está em:
    Escolha uma alternativa para a questão ddeab671-24
  • 411F223B-26

    Português

    Análise sintática
    IF-SP · 2013FácilEntre para guardar nos favoritos
                                  Imagem da questão de Português, da prova de 2013



    A função sintática do termo destacado em – Nego, sinta-se feliz – está apresentada e justificada corretamente na alternativa:

    Escolha uma alternativa para a questão 411f223b-26
  • 5AF45836-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2011Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Na frase: A literatura tem lá seus personagens símbolos a esse respeito: o Fausto e o Dorian Gray, as palavras sublinhadas são sintaticamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5af45836-f8
  • 83131C66-E3

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011


    ANDRADE. Carlos Drummond de. Prece do brasileiro. Disponível em: <http://www.memoriaviva.com.br/drummond/poema064.htm>. Acesso em: 30 maio 2011.

    A linguagem do texto caracteriza-se pelo uso
    Escolha uma alternativa para a questão 83131c66-e3
  • 0496C665-60

    Português

    Advérbios
    UERJ · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Às vezes, também (l. 4)

    Ao estabelecer coesão entre os dois primeiros parágrafos, a palavra “também”, nesse contexto, expressa determinado sentido.

    Considerando esse sentido, “também” poderia ser substituído pela seguinte expressão:

    Escolha uma alternativa para a questão 0496c665-60
  • 7B07AD8C-5F

    Português

    Advérbios
    UERJ · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    As palavras classificadas como advérbios agregam noções diversas aos termos a que se ligam na frase, demarcando posições, relativizando ou reforçando sentidos, por exemplo.

    O advérbio destacado é empregado para relativizar o sentido da palavra a que se refere em:

    Escolha uma alternativa para a questão 7b07ad8c-5f
  • 5C4C1703-F6

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que analisa sintaticamente o termo grifado na frase: O corpo é muito mais importante do que a roupa em nossa sociedade, diz a antropóloga Mirian Goldenberg.
    Escolha uma alternativa para a questão 5c4c1703-f6
  • 3FECEED6-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Nas frases “320 milhões de pessoas (...) seriam afetadas pela malária” (texto 1, linhas 13-14) e “O Greenpeace navegou (...) pela costa brasileira” (texto 2, linha 01), os termos sublinhados são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 3feceed6-f6
  • E6511412-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UEPB · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg
    Imagem 002.jpg

    Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.

    As expressões “hoje em dia” (linha 15) e “há muitos anos” (linha 18) exercem

    ( ) a função de adjunto adverbial de tempo, tendo em vista que semanticamente fazem referência a um tempo cronológico.

    ( ) funções sintáticas distintas, pois seus circunstantes diferem no contexto em relação ao aspecto do tempo.

    ( ) funções sintáticas idênticas, embora seus circunstantes apresentem matizes temporais diferenciados.

    ( ) funções sintáticas diferentes, pois o sintagma preposicional na primeira expressão matiza o tempo propriamente dito, enquanto na segunda, apresenta a quantificação temporal.

    Analise as proposições acima, e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.

    Marque a alternativa CORRETA

    Escolha uma alternativa para a questão e6511412-6e
  • 33F9528B-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    A expressão sublinhada nos versos “Animal arisco / Domesticado esquece o risco” (versos 09-10) tem função de:
    Escolha uma alternativa para a questão 33f9528b-f6
  • 33F57C56-F6

    Português

    Regência
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    Assinale a alternativa correta quanto à análise da oração fui o alvo perfeito muitas vezes.
    Escolha uma alternativa para a questão 33f57c56-f6
  • 0ACA2488-F5

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2008Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo destacado classifica-se como aposto.
    Escolha uma alternativa para a questão 0aca2488-f5