Questões do ENEM: Concordância verbal, Concordância nominal

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234 questões encontradas. Mostrando a página 12 de 12.

  • E167C87A-F6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja frase está correta quanto à concordância verbal.
    Escolha uma alternativa para a questão e167c87a-f6
  • E146D3F9-F6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases: Mesmo que os egoístas ______ um acordo, o generoso não _______.
    Escolha uma alternativa para a questão e146d3f9-f6
  • 33F2BD8C-F6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    Assinale a alternativa que reescreve o verso “Eu sei que flores existiram” (verso 35), segundo a norma culta.
    Escolha uma alternativa para a questão 33f2bd8c-f6
  • 0AA6A71E-F5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cuja frase está gramaticalmente correta quanto à concordância nominal.
    Escolha uma alternativa para a questão 0aa6a71e-f5
  • 0AA38696-F5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche corretamente, na seqüência, as lacunas do período: Os cientistas solicitam a _________________ que _________________ à adoção de medidas que se encontram em __________________ mãos.
    Escolha uma alternativa para a questão 0aa38696-f5
  • 3FFEFA7C-DF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIR · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mendigo

        Eu estava diante de uma banca de jornais na Avenida, quando a mão do mendigo se estendeu. Dei-lhe uma nota tão suja e tão amassada quanto ele. Guardou-a no bolso, agradeceu com um seco obrigado e começou a ler as manchetes dos vespertinos. Depois me disse:
        - Não acredito um pingo em jornalistas. São muito mentirosos. Mas tá certo: mentem para ganhar a vida. O importante é o homem ganhar a vida, o resto é besteira.
        Calou-se e continuou a ler as notícias eleitorais:
        - O Brasil ainda não teve um governo que prestasse. Nem rei, nem presidente. Tudo uma cambada só.
        Reconheceu algumas qualidades nessa ou naquela figura (aliás, com invulgar pertinência para um mendigo), mas isso, a seu ver, não queria dizer nada:
        - O problema é o fundo da coisa: o caso é que o homem não presta. Ora, se o homem não presta, todos os futuros presidentes serão ruínas. A natureza humana é que é de barro ordinário. Meu pai, por exemplo, foi um homem bastante bom. Mas não deu certo ser bom durante muito tempo: então ele virou ruim.
        Suspeitando de que eu não estivesse convencido da sua teoria, passou a demonstrar para mim que também ele era um sujeito ordinário como os outros:
        - O senhor não vê? Estou aqui pedindo esmola, quando poderia estar trabalhando. Eu não tenho defeito físico nenhum e até que não posso me queixar da saúde.
        Tirei do bolso uma nota de cinqüenta e lhe ofereci pela sua franqueza.
        - Muito obrigado, moço, mas não vá pensar que eu vou tirar o senhor da minha teoria. Vai me desculpar, mas o senhor também no fundo é igualzinho aos outros. Aliás, quer saber de uma coisa? Houve um homem de fato bom. Chamava-se Jesus Cristo. Mas o senhor viu o que fizeram com ele?

    (Para gostar de ler. Vol. 2. São Paulo: Ática, 1978.)
    Em Muito obrigado, moço., a concordância é feita segundo as regras da escrita padrão. Qual frase NÃO atende às mesmas regras?
    Escolha uma alternativa para a questão 3ffefa7c-df
  • 3FF4D00A-DF

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIR · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o uso da linguagem, assinale a alternativa em que há INADEQUAÇÃO entre o contexto e a linguagem utilizada.
    Escolha uma alternativa para a questão 3ff4d00a-df
  • B6D8CC0D-6E

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UEPB · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 009.jpg

    Analise as proposições acerca do enunciado abaixo

    “O laboratório foi preparado para receber nas próximas semanas 15 pontos de banda larga gratuitos” (linha 5-6).

    Pode-se concluir que no enunciado:

    I - Há um tempo de ocorrência que se refere à realização de duas ações que se opõem na sucessão cronológica.

    II - A palavra “para” introduz uma finalidade, ocasionando uma oração reduzida de infinitivo.

    III - Há um equívoco quanto ao uso do termo “gratuitos”, pois, por atração, deveria concordar com “banda larga”.

    Está(ão) correta(s), apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão b6d8cc0d-6e
  • 79FD732D-4B

    Português

    Coesão e coerência
    UFRN · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento textual abaixo servirá de base para as questões 06, 07, 08, 09 e 10.

    Imagem 003.jpg

    Considerando-se a coesão textual estabelecida no fragmento e a obediência ao padrão culto da língua, a oração que, aparentemente, lhe era estranho (l inha 3) poderia ser construída assim:
    Escolha uma alternativa para a questão 79fd732d-4b
  • 5F1B097E-4D

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: As questões de números 20 a 23 referem-se ao
    texto seguinte.

    Imagem 012.jpg

    INSTRUÇÃO: As questões de números 22 e 23 baseiam-se na frase — Quem advoga a liberdade da educação não quer dizer que as crianças devam fazer, o dia todo, o que lhes der na veneta.


    Substituindo-se Quem por As pessoas que, obtém-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 5f1b097e-4d
  • 4A3A70AA-4D

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2007DifícilEntre para guardar nos favoritos
    INSTRUÇÃO: As questões de números 04 a 08 baseiam-se no
    texto de Moacyr Scliar.

    Imagem 006.jpg
    Imagem 007.jpg Eu faço tudo que você quiser, eu dou um jeito de arranjar trabalho, eu sustento o nenê, mas, por favor, me deixe ser mãe.

    Mantida a mesma forma de tratamento e supondo que a frase fosse proferida pelo homem, ela assumiria a seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a3a70aa-4d
  • F55E1022-E1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Católica de Pelotas · 2006MédioEntre para guardar nos favoritos

    DR. FLORISMAL

         Florismal!... Para Eugênio, aquele nome tinha um secreto encanto. Florismal aparecia quase todas as noites, chegava muito calmo, fumando o seu charuto de tostão e ia logo sentando na cadeira de balanço. Era um homem baixo, de cabelos ralos, quase calvo. No rosto gorducho e redondo, a barba forte era sempre uma sombra azulada, mesmo quando ele se escanhoava. Os dentes eram maus e miúdos. Florismal tinha uma voz macia e uma certa dignidade de estadista. Era um espírito conciliador e gabava-se de ter muita lábia. Nasci para advogado dizia. Se eu tivesse tido mais um pouco de juízo quando moço ... Calava-se, entortava a cabeça, batia a cinza do charuto e ficava em atitude sonhadora. Decerto a ver mentalmente o seu passado, os seus erros e uma carreira perdida. Ou então pensava apenas no efeito que aquelas palavras e aquela postura podiam estar produzindo nos interlocutores. A verdade era que amigos e conhecidos de Florismal sempre o chamavam para dar sentenças, e resolver questões. Diziase que o homenzinho arranjava causas para advogados sem clientela e ganhava com isso gordas comissões. Muito figurão tirava o chapéu ao cumprimentá-lo na rua. Florismal fazia até discursos políticos. Por isso tudo, os amigos lhe chamavam Dr. Florismal. A princípio, diziam doutor com uma pontinha de ironia. Florismal aceitava o título sorrindo, entre lisonjeado e divertido. Acabou ficando mesmo Dr. Florismal. Com o tempo, os amigos que gostavam dele esqueceram que aquilo era uma brincadeira e acabaram acreditando no título.

    VERÍSSIMO, Érico. Olhai os lírios do campo. Rio de Janeiro:
    Editora José Aguilar, 1966

    Marque a ÚNICA alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão f55e1022-e1
  • DD923021-29

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UNIFESP · 2005DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 006.jpg Assinale a frase correta quanto à concordância.
    Escolha uma alternativa para a questão dd923021-29
  • BC501AC7-E1

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Católica de Pelotas · 2004FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o texto a seguir. 


    JEITOS DE AMAR


        No livro Prosa reunida, de Adélia Prado, encontrei uma frase singela e verdadeira ao extremo. Uma personagem põe-se _________ lembrar da mãe, que era danada de braba, porém esmerava-se na hora de fazer dois molhos de cachinhos no cabelo da filha para que ela fosse bonita pra escola. Meu Deus, quanto jeito que tem de ter amor.
        É comovente porque é algo que _________ gente esquece: milhões de pequenos gestos são maneiras de amar. Beijos e abraços _________ vezes são provas mais de desejo que de amor, exigem retribuição física, são facilidades do corpo. Mas _________ diversos outros amores podendo ser demonstrados com toques mais sutis.
        Mexer no cabelo, pentear os cabelos, tal como aquela mãe e aquela filha, tal como namorados fazem, tal como tanta gente faz: cafunés. Uma amiga tingindo o cabelo da outra, cortando franjas, puxando rabos de cavalo, rindo soltas. Quanto jeito que há de amar.
           Flores colhidas na calçada, flores compradas, flores feitas de papel, desenhadas, entregues em datas nada especiais: Lembrei de você. É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas. Quanto jeito que há de amar.
        Um telefonema pra saber da saúde, uma oferta de carona, um elogio, um livro emprestado, uma carta respondida, repartir o que se tem, cuidados para não magoar, dizer a verdade quando ela é salutar, e mentir, sim, com carinho, se for para evitar feridas e dores desnecessárias. Quanto jeito que há de amar
        Uma foto mantida ao alcance dos olhos, uma lembrança bem guardada, fazer o prato predileto de alguém e botar uma mesa bonita, levar o cachorro pra passear, chamar pra ver um crepúsculo, dar banho em quem não consegue fazê-lo sozinho, ouvir os velhos, ouvir as crianças, ouvir os amigos, ouvir os parentes, ouvir. Quanto jeito que há de amar.

        Rezar por alguém, vestir roupa nova pra homenagear, trocar curativos, tirar pra dançar, não espalhar segredos, puxar o cobertor caído, cobrir, visitar doentes, velar, sugerir cidades, discos, brinquedos, brincar: quanto jeito que há.


    MEDEIROS, Martha. Montanha Russa. Porto Alegre: L&PM Editores, 2003.


    Caso passássemos a sentença "É esse o único e melhor motivo para crisântemos, margaridas, violetinhas" para o plural, teríamos alterações em:
    Escolha uma alternativa para a questão bc501ac7-e1