Questões do ENEM: Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

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163 questões encontradas. Mostrando a página 7 de 9.

  • 3544F412-5C

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFRN · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2012

    Leia o trecho a seguir. 


    "Não mais atracaram na sua ponte os veleiros que iam partir carregados. Não mais trabalharam ali os negros musculosos que vieram da escravatura. Não mais cantou na velha ponte uma canção um marinheiro nostálgico." 


    Em relação aos tempos verbais presentes no fragmento, o narrador emprega

    Escolha uma alternativa para a questão 3544f412-5c
  • 2CF06477-09

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    “De resto, a evolução histórica delineada na última década sugere que tanto os Estados Unidos como os países árabes terão peso geopolítico declinante nos tempos que estão por vir.” (L. 49-52)

    Sobre o fragmento em evidência, é verdadeiro o que se afirma na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 2cf06477-09
  • 5ADCFA62-F8

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    O verbo sublinhado na frase: Tiveram sucesso em suas atividades teria, na mesma pessoa do pretérito mais-que-perfeito composto do indicativo, a forma:
    Escolha uma alternativa para a questão 5adcfa62-f8
  • 5AD9E394-F8

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o verbo se flexiona no mesmo tempo do sublinhado na frase: O meu fim era atar as duas pontas da vida.
    Escolha uma alternativa para a questão 5ad9e394-f8
  • 29D9F480-EC

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Faculdade Cásper Líbero · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o excerto de Os da minha rua, de Ondjaki, apresentado a seguir, é correto afirmar que:


    “Uma pessoa quando é criança parece que tem a boca preparada para sabores bem diferentes sem serem muito picantes de arder na língua. São misturas que inventam uma poesia mastigada tipo segredos de fim da tarde. Era assim, antigamente, na casa da minha avó. No tempo da Madalena Kamussekele”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 29d9f480-ec
  • 6A5AAB81-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

                                Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Em “Garças aéreas, pairai...” (verso 9), o verbo está no
    Escolha uma alternativa para a questão 6a5aab81-e1
  • 73153A69-B5

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    UESPI · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO II 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Observe o trecho abaixo, para responder a questão.

    Segundo um estudo recém-concluído na Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses porque estão em maior contato com outros indivíduos”, raciocina o psicólogo Steve Cole, que liderou o trabalho. (l. 07-11).

    Observe o trecho: “... pessoas que se queixam de uma vida reclusa possuem genes menos ativos na proteção contra vírus. “Os sociáveis estão naturalmente mais propensos a contrair viroses ...”. Alterando-se a forma verbal “queixam” para “queixassem”, a correção gramatical estará mantida se alterarmos, também, as formas verbais “possuem” e “estão”.

    Assinale a alternativa em que a alteração dessas formas verbais garante essa correção.
    Escolha uma alternativa para a questão 73153a69-b5
  • 1566134C-B4

    Português

    Flexão de voz (ativa, passiva, reflexiva)
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:

    O equívoco de uma nova lei de imprensa

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011


    SILVA, Carlos Eduardo Lins da. A Malquerida Liberdade de Imprensa: O equívoco de uma nova lei de imprensa. Disponível em: <http://interessenacional.uol.com.br/artigos-integra.asp?cd_artigo=41>. Acesso em: maio 2011. Adaptado.

    Sobre os recursos linguísticos que compõem o primeiro parágrafo do texto, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 1566134c-b4
  • 3BF4EB2F-8D

    Português

    Classificação dos verbos (Regulares, Irregulares, Defectivos, Abundantes, Unipessoais, Pronominais)
    UNESP · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem do romance O sertanejo, do romântico brasileiro José de Alencar (1829-1877).

                                                          O sertanejo

          O moço sertanejo bateu o isqueiro e acendeu fogo num toro carcomido, que lhe serviu de braseiro para aquentar o ferro; e enquanto esperava, dirigiu-se ao boi nestes termos e com um modo afável:

          – Fique descansado, camarada, que não o envergonharei levando-o à ponta de laço para mostrá-lo a toda aquela gente! Não; ninguém há de rir-se de sua desgraça. Você é um boi valente e destemido; vou dar-lhe a liberdade. Quero que viva muitos anos, senhor de si, zombando de todos os vaqueiros do mundo, para um dia, quando morrer de velhice, contar que só temeu a um homem, e esse foi Arnaldo Louredo.

          O sertanejo parou para observar o boi, como se esperasse mostra de o ter ele entendido, e continuou:

          – Mas o ferro da sua senhora, que também é a minha, tenha paciência, meu Dourado, esse há de levar; que é o sinal de o ter rendido o meu braço. Ser dela, não é ser escravo; mas servir a Deus, que a fez um anjo. Eu também trago o seu ferro aqui, no meu peito. Olhe, meu Dourado. O mancebo abriu a camisa, e mostrou ao boi o emblema que ele havia picado na pele, sobre o seio esquerdo, por meio do processo bem conhecido da inoculação de uma matéria colorante na epiderme. O debuxo de Arnaldo fora estresido com o suco do coipuna, que dá uma bela tinta escarlate, com que os índios outrora e atualmente os sertanejos tingem suas redes de algodão.

          Depois de ter assim falado ao animal, como a um homem que o entendesse, o sertanejo tomou o cabo de ferro, que já estava em brasa, e marcou o Dourado sobre a pá esquerda.

          – Agora, camarada, pertence a D. Flor, e portanto quem o ofender tem de haver-se comigo, Arnaldo Louredo. Tem entendido?... Pode voltar aos seus pastos; quando eu quiser, sei onde achá-lo. Já lhe conheço o rasto.

          O Dourado dirigiu-se com o passo moroso para o mato; chegado à beira, voltou a cabeça para olhar o sertanejo, soltou um mugido saudoso e desapareceu.

          Arnaldo acreditou que o boi tinha-lhe dito um afetuoso adeus.

          E o narrador deste conto sertanejo não se anima a afirmar que ele se iludisse em sua ingênua superstição.

                                                                                               (José de Alencar. O sertanejo. Rio de Janeiro:

                                                                                      Livraria Garnier, [s.d.]. tomo II, p. 79-80. Adaptado.)

    Tomando por base que estresido é particípio do verbo estresir, que significa no texto a passagem da marca da senhora para o peito do vaqueiro por meio de papel, tinta e um instrumento furador, complete a lacuna da seguinte frase com a forma adequada do pretérito perfeito do indicativo do verbo estresir:

    A bordadeira___________ o desenho sobre o pano.

    Escolha uma alternativa para a questão 3bf4eb2f-8d
  • D6C55610-3B

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    PUC - RS · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2011
    Se os verbos em destaque no período “Se a propaganda fosse paga, ou dependesse apenas do interesse jornalístico, o poder econômico poderia prevalecer e os candidatos menos conhecidos talvez não tivessem oportunidade de se apresentar ao público” (linhas 48 a 52) fossem utilizados em outro tempo verbal, o resultado correto seria
    Escolha uma alternativa para a questão d6c55610-3b
  • 184E4EF2-0D

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    CEDERJ · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg



    Assinale a alternativa que analisa corretamente o emprego dos verbos no passado nos trechos:

    “Na sua frente estava a cidade misteriosa, e ele partiu para conquistá-la.” (Texto I, linhas 21-22)
    Engajou com 9 anos nos Capitães da Areia, quando o Caboclo ainda era o chefe...”(Texto I, linhas 25-26)
    Escolha uma alternativa para a questão 184e4ef2-0d
  • 931ECD2D-A5

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UECE · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/27337/revi..png

    Releia o excerto seguinte, considere as alterações feitas nos tempos verbais e assinale a opção em que NÃO foi respeitada a correlação desses tempos. ,

    Suportávamos esses horrores como um castigo e inutilizávamos as folhas percorridas, esperando sempre que as coisas melhorassem. Engano: as letras eram pequeninas e feias; o exercício da soletração, cantado, embrutecia a gente; os provérbios, os graves conselhos morais ficavam impenetráveis, apesar dos esforços dos mestres arreliados, dos puxavantes de orelhas e da palmatória (linhas 7-16).
    Escolha uma alternativa para a questão 931ecd2d-a5
  • 88226345-A5

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/27337/revi..png

    Ataliba T. de Castilho, em sua Nova gramática do português brasileiro, ao discorrer sobre os tempos verbais, associa o presente à dissertação, e os tempos do passado (pretérito perfeito, pretérito imperfeito e pretérito mais-que-perfeito) à narrativa, que pode ser de situação e de ação. Observe o que se diz sobre os verbos do texto.

    I. Por meio do uso do pretérito imperfeito do indicativo, o enunciador reporta-se, no texto, a acontecimentos que estariam em curso no passado.

    II. No texto, informações passadas pelo pretérito imperfeito do indicativo configuram uma narrativa de situação, a qual funciona como “moldura ao evento central”.

    III. O pretérito perfeito do indicativo, que aparece entre as linhas 43 e 46, configura o que se chama narrativa de ação e apresenta fatos do passado em relação ao momento da enunciação.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 88226345-a5
  • 8301E516-80

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UDESC · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
                                                          O filho eterno

    [...]
    Mas há um outro ponto, outra pequena utopia que o futebol promete – a alfabetização. É a única área em que seu filho tem algum domínio da leitura, capaz de distinguir a maioria dos times pelo nome, que depois ele digitará no computador para baixar os hinos de cada clube em mp3, e que cantará, feliz, aos tropeços. Ele ainda confunde imagens semelhantes – Figueirense e Fluminense, por exemplo – mas é capaz de ler a maior parte dos nomes. Em qualquer caso, apenas nomes avulsos. O que não tem nenhuma importância, o pai sente, além da brevíssima ampliação de percepção – alfabetizar é abstrair; se isso fosse possível, se ele se alfabetizasse de um modo completo, o pai especula, ele seria arrancado do seu mundo instantâneo dos sentidos presentes, sem nenhuma metáfora de passagem (ele não compreende metáforas; como se as palavras fossem as próprias coisas que indicam, não as intenções de quem aponta), para então habitar um mundo reescrito. TEZZA, Cristovão. O filho eterno. 9ª ed. Rio de Janeiro/São Paulo: Record, 2010, p. 221. 
    Assinale a alternativa incorreta, tendo como referência o Texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão 8301e516-80
  • 5C2B3847-F6

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Federal do Ceará · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Passando o verbo da frase A dieta da nobreza europeia incorporara o açúcar de cana para a sua forma composta correspondente, obtém-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 5c2b3847-f6
  • CD45EAE1-EB

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Luterana do Brasil · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010Imagem da questão de Português, da prova de 2010


    Tantã, da autora Marie-Aude MURAIL, tradução de Rita Jover, publicado em São Paulo pela editora Comboio de Corda, em 2009, p. 19-21. 

    Em qual das alternativas abaixo, o verbo “reparar” está conjugado no mesmo tempo e modo empregado na seguinte oração: “Não estava certo de que a mulher havia reparado” (linha 13)?
    Escolha uma alternativa para a questão cd45eae1-eb
  • 7F4ED33C-B7

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    Observe o emprego do pretérito-mais-que-perfeito no primeiro parágrafo do texto: resolvera (linha 13) e plantara (linha 15). Sobre esse emprego, pode-se dizer que resolvera e plantara

    I. indicam ações concomitantes, isto é, que se dão em um mesmo momento.
    II. indicam retrospectiva em relação ao momento da narrativa.
    III. exprimem a repetição de um ato ou a sua continuidade até o presente da narrativa.

    Está correto o que se afirma
    Escolha uma alternativa para a questão 7f4ed33c-b7
  • 7F3DC99D-B7

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO

    CIDADE SEM LUZ 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    (Olavo Drummond. O vendedor de estrelas. Contos.) 

    O narrador alterna momentos em que emprega o pretérito perfeito do indicativo – o tempo próprio da narrativa – com outros em que emprega o presente do indicativo, como na seguinte passagem: Acomodado em um tamborete, sem ver nada e sem ser visto, Policarpo emprestou os ouvidos ao silêncio, até que distingue uma luzinha de lanterna, à direita, bambolear lá longe. Quem será? Difícil descobrir. O escrivão ficou atento, olhos fixos na luz que se aproximava. Um distante som de esporas faz parceria com a luz. Esporas? Era ele, o prefeito (linhas 22-30).

    A passagem do pretérito para o presente provoca, no conto, o efeito estilístico de

    I) intensificar a atmosfera de tensão que envolve a personagem.
    II) atualizar o passado, tornando-o mais vivo.
    III) fazer do narrador uma personagem, alterando o foco narrativo.

    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 7f3dc99d-b7
  • 7B7FD2C8-B6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto 2 a seguir para responder a questão.

    TEXTO 2

    Polivalência: do mito... para a realidade

       A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.  
         Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo? 
        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI. 
          Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.
          Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.
    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado)  
    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 7b7fd2c8-b6
  • 7AB11D6F-B0

    Português

    Adjetivos
    PUC-GO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 02


    Ao chegar ao Rio, de Corumbá, Fuentes hospedou-se no Hotel Bragança, na avenida Mem de Sá. Um hotel cheio de turistas argentinos falando portunhol. [...]
    Na lista telefônica Fuentes escolheu um oftalmologista de nome espanhol, Pablo Hernandez. O dr. Hernandez descendia de uruguaios e, para desapontamento de Fuentes, não falava espanhol. Em seu bem montado consultório, na avenida Graça Aranha, na Esplanada do Castelo, examinou Fuentes cuidadosamente. O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos. A córnea, porém, fora atingida. Didaticamente Hernandez explicou ao seu cliente que a córnea era uma camada externa transparente através da qual a luz – e com a luz, a cor, a forma, o movimento das coisas – penetrava no olho.

    Córnea – moça, 24ª , vende. Tel. 185-3944.
    O anúncio no O Dia foi lido por Fuentes. Ele ligou de seu quarto, no Hotel Bragança. Atendeu uma mulher...[...] Ela disse que ele podia pegar um ônibus no largo de São Francisco.
    “É para você?”, perguntou a mulher quando Fuentes lhe falou que era a pessoa que havia telefonado. [...]
    “Sim, é para mim.” A mulher não ter percebido a cicatriz no seu olho esquerdo deixou Fuentes satisfeito. [...]
    “Dez milhas”, disse a mulher impaciente. “E não é caro. O preço de um carro pequeno. Minha filha é muito moça, nunca teve doença, dentes bons, ouvidos ótimos. Olhos maravilhosos.”


    (FONSECA, Rubem. A Grande Arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 137-139.)



    Leia o trecho destacado a seguir e, no que diz respeito à organização do seu material linguístico-textual, marque a única alternativa verdadeira.
    “O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos.” (FONSECA, 2008, p. 137)
    Escolha uma alternativa para a questão 7ab11d6f-b0