Questões do ENEM: Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)

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Resultados

163 questões encontradas. Mostrando a página 8 de 9.

  • 8916B79F-AF

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    PUC - Campinas · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Para responder à questão, considere o texto abaixo. Constitui o início do conto “AA”, de Rubem Fonseca.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    A alternativa que apresenta afirmação correta é:
    Escolha uma alternativa para a questão 8916b79f-af
  • CEDE64C6-AF

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UFU-MG · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Disponível em:<http://www.comciencia.br/comciencia/handler.php?section=8&edicao=59&id= 751&tipo=0> . Acesso em: 12 de set. 2010. (Texto modificado)

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão cede64c6-af
  • 04929C6C-8D

    Português

    Colocação Pronominal
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base um fragmento do livro Comunicação e folclore, de Luiz Beltrão (1918-1986).

                                                              O Bumba-Meu-Boi

    Entre os autos populares conhecidos e praticados no Brasil – pastoril, fandango, chegança, reisado, congada, etc. – aquele em que melhor o povo exprime a sua crítica, aquele que tem maior conteúdo jornalístico, é, realmente, o bumba-meu-boi, ou simplesmente boi.
    Para Renato Almeida, é o “bailado mais notável do Brasil, o folguedo brasileiro de maior significação estética e social”. Luís da Câmara Cascudo, por seu turno, observou a sua superioridade porque “enquanto os outros autos cristalizaram, imóveis, no elenco de outrora, o bumba-meu-boi é sempre atual, incluindo soluções modernas, figuras de agora, vocabulário, sensação, percepção contemporânea. Na época da escravidão mostrava os vaqueiros escravos vencendo pela inteligência, astúcia e cinismo. Chibateava a cupidez, a materialidade, o sensualismo de doutores, padres, delegados, fazendo-os cantar versinhos que eram confissões estertóricas. O capitão-do-mato, preador de escravos, assombro dos moleques, faz-sono dos negrinhos, vai ‘caçar’ os negros que fugiram, depois da morte do Boi, e em vez de trazê-los é trazido amarrado, humilhado, tremendo de medo. O valentão mestiço, capoeira, apanha pancada e é mais mofino que todos os mofinos. Imaginem a alegria negra, vendo e ouvindo essa sublimação aberta, franca, na porta da casa-grande de engenho ou no terreiro da fazenda, nos pátios das vilas, diante do adro da igreja! A figura dos padres, os padres do interior, vinha arrastada com a violência de um ajuste de contas. O doutor, o curioso, metido a entender de tudo, o delegado autoritário, valente com a patrulha e covarde sem ela, toda a galeria perpassa, expondo suas mazelas, vícios, manias, cacoetes, olhada por uma assistência onde estavam muitas vítimas dos personagens reais, ali subalternizados pela virulência do desabafo”.
    Como algumas outras manifestações folclóricas, o bumbameu-boi utiliza uma forma antiga, tradicional; entretanto, fá-la revestir-se de novos aspectos, atualiza o entrecho, recompõe a trama. Daí “o interesse do tipo solidário que desperta nas camadas populares”, como o assinala Édison Carneiro. Interesse que só pode manter-se porque o que no auto se apresenta não reflete apenas situações do passado, “mas porque têm importância para o futuro”. Com efeito, tendo por tema central a morte e a ressurreição do boi, “cerca-se de episódios acessórios, não essenciais, muito desligados da ação principal, que variam de região para região... em cada lugar, novos personagens são enxertados, aparentemente sem outro objetivo senão o de prolongar e variar a brincadeira”. Contudo, dentre esses personagens, os que representam as classes superiores são caricaturados, cobrindo-se de ridículo, o que torna “o folguedo, em si mesmo, uma reivindicação”.

    Sílvio Romero recolheu os versos de um bumba-meu-boi, através dos quais se constata a intenção caricaturesca nos personagens do folguedo. Como o Padre, que recita:
                                     
                                      Não sou padre, não sou nada
                                      “Quem me ver estar dançando
                                      Não julgue que estou louco;
                                      Secular sou como os outros”.

    Ou como o Capitão-do-Mato que, dando com o negro Fidélis, vai prendê-lo:
                                     
                                     “CAPITÃO – Eu te atiro, negro
                                                          Eu te amarro, ladrão,
                                                          Eu te acabo, cão.”

    Mas, ao contrário, quem vai sobre o Capitão e o amarra é o Fidélis:

                                         “CORO – Capitão de campo
                                                         Veja que o mundo virou
                                                         Foi ao mato pegar negro
                                                         Mas o negro lhe amarrou.

                                      CAPITÃO – Sou valente afamado
                                                         Como eu não pode haver;
                                                         Qualquer susto que me fazem
                                                         Logo me ponho a correr”.

    (Luiz Beltrão. Comunicação e folclore. São Paulo: Edições Melhoramentos, 1971.)
    Quem me ver estar dançando. – Mas o negro lhe amarrou.

    Nos dois versos acima, do exemplo de estrofes de um bumba-meu-boi recolhidas por Sívio Romero, as formas ver e lhe caracterizam um uso popular. Se se tratasse de um discurso obediente à construção formal em Língua Portuguesa, tais formas seriam substituídas, respectivamente, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 04929c6c-8d
  • 046148A3-8D

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UNESP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: A questão  toma por base uma passagem do romance regionalista Vidas secas, de Graciliano Ramos (1892-1953).

                                                                                   Contas

    Fabiano recebia na partilha a quarta parte dos bezerros e a terça dos cabritos. Mas como não tinha roça e apenas se limitava a semear na vazante uns punhados de feijão e milho, comia da feira, desfazia-se dos animais, não chegava a ferrar um bezerro ou assinar a orelha de um cabrito.
    Se pudesse economizar durante alguns meses, levantaria a cabeça. Forjara planos. Tolice, quem é do chão não se trepa.
    Consumidos os legumes, roídas as espigas de milho, recorria à gaveta do amo, cedia por preço baixo o produto das sortes. Resmungava, rezingava, numa aflição, tentando espichar os recursos minguados, engasgava-se, engolia em seco. Transigindo com outro, não seria roubado tão descaradamente. Mas receava ser expulso da fazenda. E rendia-se. Aceitava o cobre e ouvia conselhos. Era bom pensar no futuro, criar juízo. Ficava de boca aberta, vermelho, o pescoço inchando. De repende estourava:
    – Conversa. Dinheiro anda num cavalo e ninguém pode viver sem comer. Quem é do chão não se trepa.
    Pouco a pouco o ferro do proprietário queimava os bichos de Fabiano. E quando não tinha mais nada para vender, o sertanejo endividava-se. Ao chegar a partilha, estava encalacrado, e na hora das contas davam-lhe uma ninharia.
    Ora, daquela vez, como das outras, Fabiano ajustou o gado, arrependeu-se, enfim deixou a transação meio apalavrada e foi consultar a mulher. Sinha Vitória mandou os meninos para o barreiro, sentou-se na cozinha, concentrou-se, distribuiu no chão sementes de várias espécies, realizou somas e diminuições. No dia seguinte Fabiano voltou à cidade, mas ao fechar o negócio notou que as operações de Sinha Vitória, como de costume, diferiam das do patrão. Reclamou e obteve a explicação habitual: a diferença era proveniente de juros.
    Não se conformou: devia haver engano. Ele era bruto, sim senhor, via-se perfeitamente que era bruto, mas a mulher tinha miolo. Com certeza havia um erro no papel do branco. Não se descobriu o erro, e Fabiano perdeu os estribos. Passar a vida inteira assim no toco, entregando o que era dele de mão beijada! Estava direito aquilo? Trabalhar como negro e nunca arranjar carta de alforria!
    O patrão zangou-se, repeliu a insolência, achou bom que o vaqueiro fosse procurar serviço noutra fazenda.
    Aí Fabiano baixou a pancada e amunhecou. Bem, bem. Não era preciso barulho não. Se havia dito palavra à toa, pedia desculpa. Era bruto, não fora ensinado. Atrevimento não tinha, conhecia o seu lugar. Um cabra. Ia lá puxar questão com gente rica? Bruto, sim senhor, mas sabia respeitar os homens. Devia ser ignorância da mulher, provavelmente devia ser ignorância da mulher. Até estranhara as contas dela. Enfim, como não sabia ler (um bruto, sim senhor), acreditara na sua velha. Mas pedia desculpa e jurava não cair noutra.

                                                                   (Graciliano Ramos. Vidas secas. São Paulo: Livraria Martins Editora, 1974.)
    No fragmento apresentado, de Vidas secas, as formas verbais mais frequentes se enquadram em dois tempos do modo indicativo. Marque a alternativa que indica, pela ordem, o tempo verbal predominante no segundo parágrafo e o que predomina no quinto parágrafo.
    Escolha uma alternativa para a questão 046148a3-8d
  • 074EB991-26

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    PUC - SP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 010.jpg

    Imagem 011.jpg Mas Ohrt garantiu que Dylan vai aparecer algum dia para visitar a galeria, talvez "sem avisar e numa segunda- feira, quando estamos fechados".

    Nesse último parágrafo do texto 2, os verbos em destaque estão empregados no presente do indicativo e

    Escolha uma alternativa para a questão 074eb991-26
  • 8973C985-FC

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    USP · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 253.jpg Para expressar um fato que seria consequência certa de outro, pode-se usar o pretérito imperfeito do indicativo em lugar do futuro do pretérito, como ocorre na seguinte frase:
    Escolha uma alternativa para a questão 8973c985-fc
  • E5859C83-A6

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UECE · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 002.jpg

    Observe o que se diz sobre o emprego dos tempos verbais no texto 2 e escreva V ou F, conforme a afirmação seja verdadeira ou falsa.

    ( ) O emprego do pretérito imperfeito (via, linha 13) sugere que o enunciador teve uma visão duradoura da Rita. Essa visão durou enquanto durou o sonho e foi além do sonho.

    ( ) O acúmulo do gerúndio entre as linhas 21 e 25 confere às ações de Rita um caráter de coisa não acabada, de algo que dura. Esse caráter do gerúndio sugere que a presença de Rita na vida do enunciador é muito forte, indo as sensações experimentadas por sua visão além do sonho.

    ( ) A mudança para o futuro do pretérito do indicativo (linhas 26-28), tempo verbal que tem valor hipotético e caráter de antecipação imaginária, permite ao leitor questionar a existência real de Rita.

    ( ) No último parágrafo, o pretérito imperfeito do indicativo (sorria, linha 31) sugere a continuidade do sorriso de Rita numa situação irreal, o que nos leva a supor uma confusão entre o sonho e a realidade. Quanto ao pretérito perfeito do indicativo (teve, linha 32), por indicar uma ação conclusa, já observada depois de terminada, sugere a irreversibilidade da situação do enunciador em relação a essa filha.


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:
    Escolha uma alternativa para a questão e5859c83-a6
  • 0A58C56F-73

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UDESC · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 056.jpg

    Em relação ao Texto 1, analise cada proposição e assinale com (V) para verdadeira ou (F) para falsa.

    ( ) As palavras “seco, curto pesadamente” (linha 7) são morfologicamente classificadas como adjetivos.

    ( ) Em “Os outros, tristes três, mal me haviam olhado” (linha 9), a presença do verbo haver indica oração sem sujeito.

    ( ) Em “Saíra e viera, aquele homem, para morrer em guerra” (linhas 6 e 7), o emprego do tempo mais-que-perfeito nos verbos destacados pode ser justificado pela incerteza da ação.

    ( ) Em “Um grupo de cavaleiros. Isto é, vendo melhor” (linha 3), o ponto final pode ser substituído por uma vírgula, seguindo-se as recomendações da língua formal escrita.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a58c56f-73
  • B508C558-58

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UFG · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto “A televisão pifou” para responder às questões de 14 a 20. A história foi produzida com base nas imagens a seguir.

    Imagem 006.jpg
    Imagem 007.jpg


    O tempo verbal auxilia a composição da narrativa. No texto, a ancoragem dos fatos é promovida pelo predomínio de verbos no
    Escolha uma alternativa para a questão b508c558-58
  • 15B2BEAA-46

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UNIFESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: As questões de números 25 a 27 tomam por base o fragmento.

      [Sem-Pernas] queria alegria, uma mão que o acarinhasse, alguém que com muito amor o fizesse esquecer o defeito físico e os muitos anos (talvez tivessem sido apenas meses ou semanas, mas para ele seriam sempre longos anos) que vivera sozinho nas ruas da cidade, hostilizado pelos homens que passavam, empurrado pelos guardas, surrado pelos moleques maiores. Nunca tivera família. Vivera na casa de um padeiro a quem chamava “meu padrinho” e que o surrava. Fugiu logo que pôde compreender que a fuga o libertaria. Sofreu fome, um dia levaram-no preso. Ele quer um carinho, u’a mão que passe sobre os seus olhos e faça com que ele possa se esquecer daquela noite na cadeia, quando os soldados bêbados o fizeram correr com sua perna coxa em volta de uma saleta. Em cada canto estava um com uma borracha comprida. As marcas que ficaram nas suas costas desapareceram. Mas de dentro dele nunca desapareceu a dor daquela hora. Corria na saleta como um animal perseguido por outros mais fortes. A perna coxa se recusava a ajudá-lo. E a borracha zunia nas suas costas quando o cansaço o fazia parar. A princípio chorou muito, depois, não sabe como, as lágrimas secaram. Certa hora não resistiu mais, abateu-se no chão. Sangrava. Ainda hoje ouve como os soldados riam e como riu aquele homem de colete cinzento que fumava um charuto.

    (Jorge Amado. Capitães da areia.)

    O zigue-zague temporal ligado à vida de Sem-Pernas, em- pregado no fragmento para a composição da personagem, é construído de maneira muito precisa, por meio da utilização alternada de diversos tempos verbais. Indique a alternativa em que há, respectivamente, um tempo verbal que expressa fatos ocorridos num tempo anterior a outros fatos do passado e um tempo verbal usado para marcar o caráter hipotético de certas ações ou o desejo de que se realizassem.
    Escolha uma alternativa para a questão 15b2beaa-46
  • E146D3F9-F6

    Português

    Concordância verbal, Concordância nominal
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa que preenche corretamente as lacunas das frases: Mesmo que os egoístas ______ um acordo, o generoso não _______.
    Escolha uma alternativa para a questão e146d3f9-f6
  • 3FD5D109-F6

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    A frase “... existem barcos elétricos” (texto 2, linha 05), dita no pretérito perfeito, equivale a:
    Escolha uma alternativa para a questão 3fd5d109-f6
  • 406DA538-E7

    Português

    Advérbios
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Imagem da questão de Português, da prova de 2009
    Analise o fragmento “Isso é comumente interpretado como se significasse que a apreciação estética fosse puramente formal, desprezando conteúdo ou significado.” (l. 5-7) e indique a afirmação correta sobre ele
    Escolha uma alternativa para a questão 406da538-e7
  • BE5941C1-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    O MENINO E O INFINITO


    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Em “Como me ACOSTUMARA...” (linha 16) o verbo RASCUNHO está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão be5941c1-e1
  • 0766228D-B6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    UECE · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 2
    Berço esplêndido 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2009

    Sobre a forma verbal composta havia começado (linha 16), assinale V ou F, conforme seja verdadeiro ou falso o que se afirma.
    ( ) Expressa anterioridade em relação a foi construído.
    ( ) Pode ser substituída por “começou”, sem alteração de sentido.
    ( ) Em linguagem formal, seria substituída pela forma simples “começara”.
    ( ) Poderia ter o verbo auxiliar “haver” substituído por “ser”, no mesmo tempo.

    A sequência correta de cima para baixo é a seguinte:
    Escolha uma alternativa para a questão 0766228d-b6
  • E8ED6B49-6E

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    UEPB · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg
    Imagem 002.jpg

    Com base na leitura dos excertos da entrevista, responda às questões de 1 a 7.

    Em “[...] pela qual temos que reivindicar e pela qual temos reivindicado[...]” (linhas 17-18), os fragmentos em destaque

    I - podem ser considerados redundantes, pois remetem para o foco discursivo da temática, que produz sentido de redução no grau de informatividade.

    II - exercem a função de oração subordinada cuja repetição enfatiza os pontos de relação que o processamento dos sentidos requer.

    III - apresentam aspecto reiterativo, embora a ação verbal se instaure em dois planos temporais distintos, favorecendo a constituição dos efeitos discursivos.

    Marque a alternativa abaixo que indica a(s) proposição(ões) verdadeira(s).
    Escolha uma alternativa para a questão e8ed6b49-6e
  • 33DC6CF5-F6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Federal do Ceará · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    Assinale a alternativa em que o verbo se apresenta sem desinência modo-temporal.
    Escolha uma alternativa para a questão 33dc6cf5-f6
  • 33C14220-F6

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos


    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    ADAPTADO de: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/quando_o_amor_acaba_5.html

    REVISTA MENTE E CÉREBRO – edição 190 – novembro 2008-11-06 



    Com base no TEXTO  responda à questão.

    O uso da forma “poderia” (linha 08) indica que a explicação do aumento do interesse é:
    Escolha uma alternativa para a questão 33c14220-f6
  • 33BCE57A-F6

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Universidade Federal do Ceará · 2008DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    ADAPTADO de: http://www2.uol.com.br/vivermente/reportagens/quando_o_amor_acaba_5.html

    REVISTA MENTE E CÉREBRO – edição 190 – novembro 2008-11-06 



    Com base no TEXTO  responda à questão.

    No trecho “em vez de desaparecer, a paixão parece crescer” (linha 04), o que indica ser a extinção da paixão o efeito esperado é:
    Escolha uma alternativa para a questão 33bce57a-f6
  • C42AF3F9-E1

    Português

    Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)
    Universidade Católica de Pelotas · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.

    ANGELINA

    I

        A mão de Deus passou de leve pelos seus cabelos loiros e ela adormeceu. 
        Ao pé de sua alcova, nesse dia de luto e de tristeza para os de sua casa, as roseiras amareleciam e finavam também com saudade. 
        Era quase noite... a lua pálida, como um cadáver, surgia através da montanha, atirando os primeiros raios à cabeceira da morta.

    II
        Angelina expirara com um sorriso a brincar-lhe na boca cor de rosa.
        É assim que emurchece a campainha dos vales; é assim que morre a abelha que não lhe encontra no seio o último favo de mel.
        A alma da criança voara de seus lábios sorrindo e parecia adejar ainda em torno daquela cabeça emoldurada em ouro.
        É que as almas das moças bonitas são como as mariposas da noite, amam as rosas mesmo depois que se esfolham. 

    III
    Pobre Angelina!
        E a dor prostrara a todos naquela casa, porque ninguém supunha que ela morresse; tão linda que era, tão cheia de vida!
        A família não se animara a vê-la no leito de defunta.
        Apenas de joelhos junto à cabeceira, chorava uma pobre escrava que a trouxera aos peitos, quando pequena, e chorava com a eloqüência dessas agonias maternais que não se explicam.

    IV 

        E a Nhan-nhanzinha já não podia ouvir o soluçar de sua negra velha!
        Era em vão que as lágrimas caíam sobre as mãos frias da criança; o sono dos que vão para o céu é tão suave que os próprios espíritos aprazem-se em fazê-lo eterno! 


        E quando, no outro dia, o esquife saiu, a pobre escrava deixava cair sobre a mortalha fria de Angelina um ramo de cravos brancos, que fora arrancar no jardim.

    VI 

        A ponte desceu... os convidados voltaram... e a menina ficou na sua cova do cemitério velho.
        Nunca mais a alegria voltou à estância.
      Durante um ano e mais, os escravos supersticiosos imaginavam ver a figura branca e vaporosa de Nhannhanzinha, altas horas da noite, voltear sorrindo por entre as cravinas e as rosas do canteiro grande ao pé da casa!

    VII

        Mas, o certo foi que, sobre a sepultura da menina, nasceram muitos cravos brancos e perfumosos, cuja essência agreste e divina embalsama o leito de mármore dos que ali dormem...     Ainda hoje mesmo, as borboletas, que perpassam pelo ninho daquelas flores, parecem ser o espírito de Angelina que se lembra, com saudade, da casa onde nasceu e para onde nunca mais voltará!

    LOBO DA COSTA, Francisco. Angelina. Arauto das Letras, 8 de outubro de 1882.

    Em “Angelina expirara com um sorriso...” (parte II, linha 1), o verbo está flexionado no
    Escolha uma alternativa para a questão c42af3f9-e1