Biologia
Ecologia e ciências ambientaisUniversidade Virtual de São Paulo · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
61 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 4.

Qual é o resultado esperado quando duas espécies apresentam habitats e nichos idênticos?
I. Uma das espécies será localmente extinta em função do maior sucesso reprodutivo dos competidores mais eficientes.
II. Ambas as espécies não alterarão seu tamanho populacional.
III. As duas espécies não irão se reproduzir até que uma delas deixe o habitat.
Assinale a alternativa que contém afirmativas corretas:
A ecologia é um segmento da biologia focalizada no estudo dos seres vivos e suas interações com o meio ambiente onde nascem, desenvolvem-se e vivem, incluindo a interação com fatores abióticos.
Considerando as informações e os conhecimentos relacionados ao tema é correto afirmar, exceto:

• Vários fatores podem contribuir, direta e indiretamente, para a distribuição do número de espécies
apresentada no gráfico, exceto
Fatores abióticos influenciam nas taxas metabólicas de plantas e animais.
Tais fatores são:

Disponível em:<http://www.infoescola.com/geografia/mangues-manguezal/>. Acesso em: 2 de agosto de 2016.
Estes itens referem-se a níveis de organização biológica:
I – Cada indivíduo de uma população.
II – Cada uma das partes de um sistema.
III – Unidade morfológica e funcional dos seres vivos.
IV – Conjunto de órgãos que colaboram em uma função específica do corpo.
V – Conjunto de células que atuam de modo integrado na realização de funções específicas.
ASSINALE a alternativa que representa esses níveis em ordem decrescente de organização.
TEXTO 5
É com certa sabedoria que se diz: pelos olhos se conhece uma pessoa. Bem, há olhares de todos os tipos — dos dissimulados aos da cobiça, seja pelo vil metal ou pelo sexo.
Garimpeiro se conhece pelos olhos. Olhos de febre, que flamejam e reluzem. Há, em suas pupilas, o ouro. O brilho dourado tatua a íris. Trata-se apenas de um reflexo de sua alma e daquilo que corre em suas veias. É um vírus. A princípio, um sonho distante, mas, ao correr dos dias, torna-se uma angustiante busca. Na primeira vez que o ouro fagulha na sua frente, na bateia, toda a alma se contamina e o vírus se transforma em doença incurável.
Todos, no garimpo, têm histórias semelhantes. Têm família, filhos, empregos em suas cidades, nos distantes estados, mas, de repente, espalha-se a notícia do ouro. Então, largam tudo, vendem a roupa do corpo e lá se vão. Caçar o rastro do ouro é a sina. Nos olhos, a febre — um brilho dourado doentio. Sim, é fácil conhecer um garimpeiro.
Todos sabem que, no garimpo, não é lugar para se viver. Mas ninguém abandona o seu posto. Suor, lama, pedregulhos, pepitas douradas, cansaço — é a vida que até o diabo rejeita.
Por onde passam, o rastro da destruição. A Amazônia é nossa. Tratores e retroescavadeiras derrubam e limpam a floresta; as dragas chegam, os rios se contaminam rapidamente de mercúrio. Quem pode mais chora menos. Na trilha do brilho dourado, nada se preserva. Ai daqueles que levantarem alguma voz... No dia seguinte, o corpo é encontrado no meio da selva, um bom prato aos bichos.
(GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso
Pocket, 2014. p. 5-6. Adaptado.)