Questões do ENEM: Noções Gerais de Compreensão e Interpretação de Texto

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5.815 questões encontradas. Mostrando a página 264 de 291.

  • C3BB8A69-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    compreensão de que a escrita é uma realidade complexa encontra apoio, sobretudo, na seguinte passagem do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão c3bb8a69-b5
  • C3B7A9FF-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    UESPI · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1 

    O que é escrita?

    Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).


    Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.


    Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).


    Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.


    Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.


    Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.


    (Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)

    Considerando o Texto 1 como um todo, concluímos que seus autores se propuseram a:
    Escolha uma alternativa para a questão c3b7a9ff-b5
  • 4712339C-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No texto, o fluir do tempo é visto como
    Escolha uma alternativa para a questão 4712339c-b4
  • 470D5835-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Cheguei aqui nuns outubros de um ano que não sei, não estava velha nem estou, talvez jamais ficarei porque faz-se há muito tempo nos adentros importante saber e sentimento. Amei de maneira escura porque pertenço à Terra, Matamoros me sei desde menina, nome de luta que com prazer carrego e cuja origem longínqua desconheço, Matamoros talvez porque mato-me a mim mesma desde pequenina, não sei, toquei os meninos da aldeia, me tocavam, deitava-me nos ramos e era afagada por meninos tantos, o suor que era o deles se entranhava no meu, acariciávamo-nos junto às vacas, eu espremia os ubres, deleitávamo-nos em suor e leite e quando a mãe chamava o prazer se fazia violento e isso me encantava, desde sempre tudo toquei, só assim é que conheço o que vejo [...].

    HILST, Hilda. Tu não te moves de ti. São Paulo: Globo, 2004, p. 61.

    A enunciadora
    Escolha uma alternativa para a questão 470d5835-b4
  • 470893AB-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No caderno: A vida é servidão, descubro olhando meus sapatos. Tenho pertences: o relógio, a bota, o argumento terrível. Deus não tem nada. Já fui lépida e límpida, tinha o dente ridente, ia arranjar um marido. Eu não me engano mais. Mesmo o canto de liberdade está preso a seu ritmo. O Senhor é meu Pastor e tudo me falta, tenho onde cair morto, certamente terei quem com um olho me chore e outro me ria. Bom é ser como a pedra que é vazia de si. M. G. Fraga.

    PRADO, Adélia. Cacos para um vitral. 4. ed. São Paulo: Siciliano, 1991. p. 64-65.

    Indique V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.

    O texto apresenta

    ( ) uma voz enunciadora consciente da plenitude de sua vida.
    ( ) uma dimensão simbólica dos objetos para configurar um estado de espírito.
    ( ) a subversão de ideias expressas por lugares-comuns, o que lhes confere valor poético.
    ( ) um ser apegado ao religioso, daí a humildade com que aceita as restrições que a vida lhe impõe.
    ( ) a figura feminina em busca da recuperação do tempo vivido.

    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a
    Escolha uma alternativa para a questão 470893ab-b4
  • 47045F00-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    O escritor Jorge Amado, em parte de suas obras, utiliza uma linguagem em que se faz presente boa dose de lirismo, o que tem comprovação no fragmento da alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão 47045f00-b4
  • 46FB0AFA-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
        Eugênia desataviou-se nesse dia por minha causa. Creio que foi por minha causa, — se é que não andava muita vez assim. Nem as bichas de ouro, que trazia na véspera, lhe pendiam agora das orelhas, duas orelhas finamente recortadas numa cabeça de ninfa. Um simples vestido branco, de cassa, sem enfeites, tendo ao colo, em vez de broche, um botão de madrepérola, e outro botão nos punhos, fechando as mangas, e nem sombra de pulseira.
        Era isso no corpo, não era outra coisa no espírito.

    ASSIS, Machado de. Coxa de nascença. In: Memórias Póstumas de Brás Cubas. 18. ed. São Paulo: Ática, 1992. p. 64. (Série Bom Livro).
    O narrador, ao avaliar a atitude de Eugênia, mostra-se
    Escolha uma alternativa para a questão 46fb0afa-b4
  • 46F701C3-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    I.
    Ó poente que te vais em sombras mortas,
    Para voltar depois,
    Suavidade que desconfortas,
    Como somos iguais os dois!

    Envolto em nuvens cor de sangue, choras
    Todos os dias o dia findo...
    E como rosas, depois, auroras
    No teu seio vão-se abrindo.

    E de novo te desabrochas,
    Cheio de vida, para depois
    Bruxulear num clarão de tochas
    Seguindo o enterro de nós dois...

    E no outro dia as mesmas rosas
    No teu seio vão-se abrindo...
    E voltam lágrimas chorosas
    Depois, chorando o dia findo.

    GUIMARAENS, Alphonsus de. Cantos de amor, soluços de preces. Rio de Janeiro: Cia José de Aguilar; Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1972. p. 140.


    II.

    Poente. Calcando vidro úmido da tarde,
    lentos, caminho dos currais, os bois
    historiam campesino silêncio de fazenda.
    No olhar de melancolia e trabalho vespertino
    passeia desnudo entre folhas cegas
    um sacrifício comum de agrícola fadiga,
    paisagem desesperada nutrindo-se
    de sombras, de canção despedaçada
    entre cedros e riacho.

    MATTOS, Florisvaldo. Poente aos bois. A caligrafia do soluço & poesia anterior. Salvador: Fundação Casa Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 80
    Os textos I e II possuem em comum
    Escolha uma alternativa para a questão 46f701c3-b4
  • 46EE80CC-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    I.
    Ó poente que te vais em sombras mortas,
    Para voltar depois,
    Suavidade que desconfortas,
    Como somos iguais os dois!

    Envolto em nuvens cor de sangue, choras
    Todos os dias o dia findo...
    E como rosas, depois, auroras
    No teu seio vão-se abrindo.

    E de novo te desabrochas,
    Cheio de vida, para depois
    Bruxulear num clarão de tochas
    Seguindo o enterro de nós dois...

    E no outro dia as mesmas rosas
    No teu seio vão-se abrindo...
    E voltam lágrimas chorosas
    Depois, chorando o dia findo.

    GUIMARAENS, Alphonsus de. Cantos de amor, soluços de preces. Rio de Janeiro: Cia José de Aguilar; Brasília: Instituto Nacional do Livro, 1972. p. 140.


    II.

    Poente. Calcando vidro úmido da tarde,
    lentos, caminho dos currais, os bois
    historiam campesino silêncio de fazenda.
    No olhar de melancolia e trabalho vespertino
    passeia desnudo entre folhas cegas
    um sacrifício comum de agrícola fadiga,
    paisagem desesperada nutrindo-se
    de sombras, de canção despedaçada
    entre cedros e riacho.

    MATTOS, Florisvaldo. Poente aos bois. A caligrafia do soluço & poesia anterior. Salvador: Fundação Casa Jorge Amado; COPENE, 1996. p. 80
    No texto I, sugere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 46ee80cc-b4
  • 46EA33F6-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    DAVIS, Jim. Garfield: um gato em apuros. Porto Alegre: L&PM, 2008. p. 56.


    Assinale V ou F, conforme sejam as afirmações verdadeiras ou falsas.

    Na tira, a personagem revela


    ( ) desejo de integração à natureza.

    ( ) autoestima alta em relação à sua aparência atual.

    ( ) frustração de sua expectativa de escapar do envelhecimento.

    ( ) consciência crítica a respeito da ação do tempo sobre as coisas.


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão 46ea33f6-b4
  • 46E5D819-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    Em “com sua maré de ciências afinal superadas” (v.13), o termo em negrito conota
    Escolha uma alternativa para a questão 46e5d819-b4
  • 46E26287-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    A alternativa que apresenta uma afirmação verdadeira sobre o fragmento transcrito do poema é a
    Escolha uma alternativa para a questão 46e26287-b4
  • 46DE518E-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    No poema, o sujeito lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 46de518e-b4
  • 46D932EC-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Idade madura


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    ANDRADE, Carlos Drummond de. Idade madura. In: Reunião: 10 livros de poesia. 2. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, 1971. p. 121-123.


    O poema apresenta
    Escolha uma alternativa para a questão 46d932ec-b4
  • 46CD2167-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    CONTRERA, Malena Segura. O distanciamento na comunicação. In: Mídia em pânico: saturação da informação, violência e crise cultural na mídia. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2002. p. 53-54.

    Quanto à relação dos interlocutores com o tempo na mídia, pode-se inferir da leitura do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 46cd2167-b4
  • 46C872C1-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    CONTRERA, Malena Segura. O distanciamento na comunicação. In: Mídia em pânico: saturação da informação, violência e crise cultural na mídia. São Paulo: Annablume; FAPESP, 2002. p. 53-54.

    Sobre a classificação da mídia apresentada pelo texto, está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 46c872c1-b4
  • 46C450AE-B4

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    HILLMAN, James. A força do caráter: e a poética de uma vida longa. Tradução Eliana Sabino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. p. 16. Tradução de: The force og character. 
    Sobre o segundo parágrafo, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 46c450ae-b4
  • 46BFDB9A-B4

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO:

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    HILLMAN, James. A força do caráter: e a poética de uma vida longa. Tradução Eliana Sabino. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010. p. 16. Tradução de: The force og character. 
    A ideia básica do enunciador sobre a juventude e a velhice, no primeiro parágrafo, é a que está expressa em
    Escolha uma alternativa para a questão 46bfdb9a-b4
  • 921FAB9B-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge a seguir:


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    Fonte: Bill Watterson. Universal Press/Best News. 1996. Adaptado


    A charge chama a atenção, principalmente, para a

    Escolha uma alternativa para a questão 921fab9b-b3
  • 9213180E-B3

    Português

    Interpretação de Textos
    FUVEST · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão  

    Imagem da questão de Português, da prova de 2010
    The Economist, March 14th 2009.  
    Segundo o texto, no Japão,
    Escolha uma alternativa para a questão 9213180e-b3