Questões do ENEM: Termos integrantes da oração: predicativo do sujeito e predicativo do objeto

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18 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • 6456A2C0-B0

    Português

    Sintaxe
    Universidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos

    [...] E os dois imigrantes, no silêncio dos caminhos, unidos enfim numa mesma comunhão de esperança e admiração, puseram-se a louvar a Terra de Canaã.

    Eles disseram que ela era formosa com os seus trajes magníficos, vestida de sol, coberta com o manto do voluptuoso e infinito azul; que era amimada pelas coisas; sobre o seu colo águas dos rios fazem voltas e outras enlaçam-lhe a cintura desejada; [...]

    Eles disseram que ela era opulenta, porque no seu bojo fantástico guarda a riqueza inumerável, o ouro puro e a pedra iluminada; porque os seus rebanhos fartam as suas nações e o fruto das suas árvores consola o amargor da existência; porque um só grão das suas areias fecundas fertilizaria o mundo inteiro e apagaria para sempre a miséria e a fome entre os homens. Oh! poderosa!...

    Eles disseram que ela, amorosa, enfraquece o sol com as suas sombras; para o orvalho da noite fria tem o calor da pele aquecida, e os homens encontram nela, tão meiga e consoladora, o esquecimento instantâneo da agonia eterna...

    Eles disseram que ela era feliz entre as outras, porque era a mãe abastada, a casa de ouro, a providência dos filhos despreocupados, que a não enjeitam por outra, não deixam as suas vestes protetoras e a recompensam com o gesto perpetuamente infantil e carinhoso, e cantam-lhe hinos saídos de um peito alegre...

    Eles disseram que ela era generosa, porque distribui os seus dons preciosos aos que deles têm desejo; a sua porta não se fecha, as suas riquezas não têm dono; não é perturbada pela ambição e pelo orgulho; os seus olhos suaves e divinos não distinguem as separações miseráveis; o seu seio maternal se abre a todos como um farto e tépido agasalho... Oh! esperança nossa!

    Eles disseram esses e outros louvores e caminharam dentro da luz...


    ARANHA, G. (1868-1931). Canaã. 3 ed. São Paulo: Martins Claret, 2013.

    No trecho “Eles disseram que ela, amorosa, enfraquece o sol e as suas sombras”, o termo "amorosa" possibilita duas funções sintáticas distintas. Considerando a anáfora predominante no fragmento, a função sintática prevalente é 
    Escolha uma alternativa para a questão 6456a2c0-b0
  • 494FCD27-0B

    Português

    Sintaxe
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2021

    Assinale a opção que apresenta a correta classificação sintática do termo em destaque.
    Escolha uma alternativa para a questão 494fcd27-0b
  • 9A6797AF-F6

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal do Ceará · 2020MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2020

    Adaptado de: ALCÂNTARA, Eurípedes. O idioma dos 'netos da internet'. Jornal O Globo. Disponível em: https://oglobo.globo.com/opiniao/oidioma-dos-netos-da-internet-24082383. Acesso em: 06 jan. 2020.

    Com base no texto 01, responda à questão.

    Assinale a alternativa que classifica corretamente a forma grifada em “Difícil não achar essa afirmação um exagero” (linhas 24-25).
    Escolha uma alternativa para a questão 9a6797af-f6
  • B343B9FE-06

    Português

    Adjetivos
    Centro Universitário São Camilo · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Antonio Cicero para responder à questão.

    Balanço

    A infância não foi uma manhã de sol:
    demorou vários séculos; e era pífia,
    em geral, a companhia. Foi melhor,
    em parte, a adolescência, pela delícia
    do pressentimento da felicidade na malícia,
    na molícia, na poesia,
    no orgasmo; e pelos livros e amizades.
    Um dia, apaixonado, encarei a minha
    morte: e eis que ela não sustentou o olhar
    e se esvaiu. Desde então é a morte alheia
    que me abate. Tarde aprendi a gozar
    a juventude, e já me ronda a suspeita
    de que jamais serei plenamente adulto:
    antes de sê-lo, serei velho. Que ao menos
    os deuses façam felizes e maduros
    Marcelo e um ou dois dos meus futuros versos.

    (Porventura, 2012.) 
    No trecho “e era pífia, em geral, a companhia”, um adjetivo é utilizado como predicativo do sujeito. Outro exemplo de adjetivo utilizado na mesma função ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão b343b9fe-06
  • E4A94550-D9

    Português

    Sintaxe
    UEA · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto de João Vicente Ganzarolli de Oliveira para responder à questão

    No sentido amplo, a arte é uma atividade produtora, responsável pela criação de seres que, sem a intervenção humana, não existiriam. Entendendo dessa forma, são frutos da arte tanto um moteto1 de Palestrina quanto um automóvel; uma ferramenta pré-histórica e um computador. Como a arte, também a natureza é geradora. Nelas temos duas fontes de existência das criaturas; ambas insurgem- -se contra o nada. Como diz Étienne Gilson, “A missão do artista é enriquecer o mundo com novos seres. O artista sente um impulso irresistível de violentar o nada”.

    (A humanização da arte, 2006. Adaptado.)

    1moteto: tipo de composição musical medieval.
    O predicativo do sujeito é o termo que qualifica (ou caracteriza) o sujeito da oração.

    O termo sublinhado exerce a função de predicativo do sujeito em:
    Escolha uma alternativa para a questão e4a94550-d9
  • F9CDB3DE-EB

    Português

    Sintaxe
    Instituto Federal de Alagoas · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto abaixo para responder à questão.


    Nomes de ruas dizem mais sobre o Brasil do que você pensa

    Murilo Roncolato, Daniel Mariani, Ariel Tonglet e Wellington Freitas


        Você provavelmente não é o responsável pela escolha dos nomes do seu país, Estado, cidade ou rua, mas as motivações atreladas a todos eles, queira você ou não, fazem parte da sua identidade. O professor da USP e diretor no Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, Jorge Cintra, explica que os fatores que influenciam a denominação de ruas, avenidas e praças mudam ao longo do tempo.
        Homens ainda dão nome à maior parte dos viadutos (88,2%), avenidas (87,1%), parques (86,9%) e praças (85,4%). Enquanto nomes femininos têm participação um pouco melhor, sem nunca chegar a 30%, em vilas (29,6%), passagens (27,2%), escadarias (24,3%), servidões (24,3%) e vielas (24,0%). “É estranho, mas é preciso levar em conta também que na vida pública das cidades brasileiras do passado, o homem é quem poderia se destacar. A mulher ficava em casa. Assim, é claro que mais homens serão reconhecidos como pessoas notáveis. Há mulheres como Princesa Isabel e Maria Quitéria, mas são exceções”, opina o professor.
        Por aqui, dos 30 primeiros nomes mais populares entre homens, 14 são entidades católicas, a outra parte, liderada por Tiradentes e Santos Dumont, se distribui entre escritores, políticos e militares. Já entre os 30 logradouros de nomes femininos, apenas quatro não são de caráter religioso: são elas a citada Princesa Isabel, a francesa Joana D’Arc, além de Anita Garibaldi e Cecília Meireles. Cantoras, atrizes, escritoras e heroínas militares se destacam na lista de mulheres populares, que têm a peculiaridade de carregar nomes ‘anônimos’, como Ana Maria, Maria José, Maria Helena e Maria de Lourdes.
        No Rio de Janeiro, uma lei municipal (2.906/1999) criada há 16 anos tentou acelerar o processo e tornou “obrigatória a alternância de gênero, em igual proporção, de nomes de personalidades masculinas e femininas”. De acordo com a amostra utilizada pelo Nexo, mesmo com a lei em vigor, o Rio contava, até o ano passado, com só 14,9% de seus logradouros ostentando nomes femininos.
        Para o professor Jorge Cintra, o equilíbrio entre os gêneros deve se refletir nos logradouros com o tempo, através de um “movimento natural”. “É uma discussão, mas acredito ser preferível que as pessoas possam escolher livremente os novos nomes de ruas. Regulamentar tudo pode ser algo problemático”, opina.
    (https://www.nexojornal.com.br/especial/2016/02/15/Nomes-de-ruas-dizemmais-sobre-o-Brasil-do-que-voc%C3%AA-pensa. Acesso em17/9/2018. Texto adaptado) 
    Quanto à análise sintática dos termos abaixo, pode-se dizer apenas que:
    Escolha uma alternativa para a questão f9cdb3de-eb
  • 11BB95C2-FD

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O animal satisfeito dorme,
    Mário Sérgio Cortella

    O sempre surpreendente Guimarães Rosa dizia: “o animal satisfeito dorme”. Por trás dessa aparente obviedade está um dos mais fundos alertas contra o risco de cairmos na monotonia existencial, na redundância afetiva e na indigência intelectual. O que o escritor tão bem percebeu é que a condição humana perde substância e energia vital toda vez que se sente plenamente confortável com a maneira como as coisas já estão, rendendo-se à sedução do repouso e imobilizando-se na acomodação.
    A advertência é preciosa: não esquecer que a satisfação conclui, encerra, termina; a satisfação não deixa margem para a continuidade, para o prosseguimento, para a persistência, para o desdobramento. A satisfação acalma, limita, amortece. Por isso, quando alguém diz “fiquei muito satisfeito com você” ou “estou muito satisfeita com teu trabalho”, é assustador. O que se quer dizer com isso? Que nada mais de mim se deseja? Que o ponto atual é meu limite e, portanto, minha possibilidade? Que de mim nada mais além se pode esperar? Que está bom como está? Assim seria apavorante; passaria a ideia de que desse jeito já basta. Ora, o agradável é quando alguém diz: “teu trabalho (ou carinho, ou comida, ou aula, ou texto, ou música etc.) é bom, fiquei muito insatisfeito e, portanto, quero mais, quero continuar, quero conhecer outras coisas.
    Um bom filme não é exatamente aquele que, quando termina, ficamos insatisfeitos, parados, olhando, quietos, para a tela, enquanto passam os letreiros, desejando que não cesse? Um bom livro não é aquele que, quando encerramos a leitura, o deixamos um pouco apoiado no colo, absortos e distantes, pensando que não poderia terminar? Uma boa festa, um bom jogo, um bom passeio, uma boa cerimônia não é aquela que queremos que se prolongue?
    Com a vida de cada um e de cada uma também tem de ser assim; afinal de contas, não nascemos prontos e acabados. Ainda bem, pois estar satisfeito consigo mesmo é considerar-se terminado e constrangido ao possível da condição do momento. 
    Quando crianças (só as crianças?), muitas vezes, diante da tensão provocada por algum desafio que exigia esforço (estudar, treinar, EMAGRECER etc.) ficávamos preocupados e irritados, sonhando e pensando: por que a gente já não nasce pronto, sabendo todas as coisas? Bela e ingênua perspectiva. É fundamental não nascermos sabendo e nem prontos; o ser que nasce sabendo não terá novidades, só reiterações. Somos seres de insatisfação e precisamos ter nisso alguma dose de ambição; todavia, ambição é diferente de ganância, dado que o ambicioso quer mais e melhor, enquanto que o ganancioso quer só para si próprio.
    Nascer sabendo é uma limitação porque obriga a apenas repetir e, nunca, a criar, inovar, refazer, modificar. Quanto mais se nasce pronto, mais refém do que já se sabe e, portanto, do passado; aprender sempre é o que mais impede que nos tornemos prisioneiros de situações que, por serem inéditas, não saberíamos enfrentar.
    Diante dessa realidade, é absurdo acreditar na ideia de que uma pessoa, quanto mais vive, mais velha fica; para que alguém quanto mais vivesse mais velho ficasse, teria de ter nascido pronto e ir se gastando… 
    Isso não ocorre com gente, e sim com fogão, sapato, geladeira. Gente não nasce pronta e vai se gastando; gente nasce não-pronta, e vai se fazendo. Eu, no ano que estamos, sou a minha mais nova edição (revista e, às vezes, um pouco ampliada); o mais velho de mim (se é o tempo a medida) está no meu passado e não no presente. 
    Demora um pouco para entender tudo isso; aliás, como falou o mesmo Guimarães, “não convém fazer escândalo de começo; só aos poucos é que o escuro é claro”… 

    Excerto do livro “Não nascemos prontos! – provocações filosóficas”. De Mário Sérgio Cortella.
    Disponível em:<http://www.contioutra.com/o-animal-satisfeito-dorme-texto-de-mario-sergio-cortella/> 
    Assinale a única alternativa incorreta em relação à frase: “A menina deu muito amor aos pais durante a vida toda”.
    Escolha uma alternativa para a questão 11bb95c2-fd
  • 2CD80F1C-06

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNICENTRO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    Internet é coisa do passado

    Para especialista, humanos estarão cada vez mais integrados com tecnologia. Não, um futurista não é alguém que veio do futuro para nos prevenir a respeito do domínio das máquinas e o início de uma guerra sem fim. Muito pelo contrário, Tiago Mattos é multiempreendedor, educador, palestrante e formado pela Singularity University como futurista e seu trabalho é entender que tendências a tecnologia está seguindo. Para entrar no curso, o empreendedor gaúcho de 35 anos de idade foi avaliado com a capacidade de impactar um bilhão de pessoas em dez anos. De acordo com ele, a revolução da Internet já passou e, agora, o futuro aponta para uma integração cada vez maior entre homens e tecnologias. A Singularity University é uma iniciativa da NASA em parceria com o Google e tem como meta principal discutir e encontrar novos caminhos da cultura digital e pós-digital. “O pensamento humano é linear. Já o pensamento dos computadores funciona de acordo com uma lógica exponencial. A cada dezoito meses, mais ou menos, nossa capacidade duplica. Por isso, a velocidade da evolução é cada vez maior”, explica Mattos. Depois da Internet, segundo as discussões da Singularity, três novas revoluções em curso ditam as tendências do futuro próximo: genética/biotecnologia, nanotecnologia e robótica/inteligência artificial. Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet e os 2000/2010 viveram o advento dos sensores e da Internet das coisas, agora, o momento já é outro. As interações entre os objetos e os humanos devem se intensificar e se complexificar. “Este é um processo irreversível. Se já temos smartphone, SmarTVs... as coisas ficarão cada vez mais “espertas” e nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, afirma Tiago.

    As novas revoluções já começaram

    Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica, mas as três revoluções citadas por Mattos já estão a pleno vapor. Pesquisas para desenvolvimento de órgãos humanos com impressoras 3D, realidade aumentada para uso pedagógico em simulações de situações de risco e funções de dispositivos móveis capazes de monitorar condições médicas dos usuários ou acessar dados bancários remotamente são exemplos de como essas novas tecnologias já estão em nosso dia a dia. E, pelo visto, vem muito mais por aí.

    (Adaptado de: RODRIGUES, Ennio. Internet é coisa do passado. Disponível em:<https://super.abril.com.br/tecnologia/internet-e-coisa-do-passado/> . Acesso em: 21 jul. 2015.) 
    Com base no texto, considere as afirmativas a seguir.

    I. Em “Mattos explica que os anos de 1980 foram transformados pela computação, os 1990 pela Internet”, pode-se observar uma elipse da expressão sublinhada.
    II. Em “as coisas ficarão cada vez mais ‘espertas’ e”, é possível perceber o uso de prosopopeia.
    . Em “nós, humanos, somos apenas mais uma dessas coisas”, o termo sublinhado é um predicativo do sujeito.
    IV. Em “Talvez, para um terráqueo das antigas, muito pode parecer roteiro de ficção científica”, o termo sublinhado é um adjunto adnominal.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2cd80f1c-06
  • 2CCF06C0-06

    Português

    Análise sintática
    UNICENTRO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a crônica a seguir e responda à questão.

    Receita para mal de amor

    Minha querida amiga:
    Sim, é para você mesma que estou escrevendo – você que aquela noite disse que estava com vontade de me pedir conselhos, mas tinha vergonha e achava que não valia a pena, e acabou me formulando uma pergunta ingênua:
    – Como é que a gente faz para esquecer uma pessoa?
    E logo depois me pediu que não pensasse nisso e esquecesse a pergunta, dizendo que achava que tinha bebido um ou dois uísques a mais...
    Sei como você está sofrendo, e prefiro lhe responder assim pelas páginas de uma revista – fazendo de conta que me dirijo a um destinatário suposto.
    Destinatário, destinatária... Bonita palavra: não devia querer dizer apenas aquele ou aquela a quem se destina uma carta, devia querer dizer também a pessoa que é dona do destino da gente. Joana é minha destinatária. Meu destino está em suas mãos; a ela se destinam meus pensamentos, minhas lembranças, o que sinto e o que sou: todo este complexo mais ou menos melancólico e todavia tão veemente de coisas que eu nasci e me tornei.
    Se me derem para encher uma fórmula impressa ou uma ficha de hotel eu poderei escrever assim:
    Procedência – São Paulo; Destino – Joana. Pois é somente para ela que eu marcho. No táxi, no bonde, no avião, na rua, não interessa a direção em que me movo, meu destino é Joana. Que importa saber que jamais chegarei ao meu destino?
    Isso eu gostaria de lhe dizer, minha amiga, com a autoridade triste do mais vivido e mais sofrido: amar é um ato de paciência e de humildade; é uma longa devoção. Você me responderá que não é nada disso; que você já chegou ao seu destinatário e foi devolvida como se fosse uma carta com o endereço errado.
    Que teve alguns dias, algumas horas de felicidade, e por isso agora sofre de maneira insuportável. Então lhe aconselho a comprar um canivete bem amolado e afinar dezoito pedacinhos de pau até ficarem bem pontudos, bem lisos, perfeitamente torneados – e depois deixá-los a um canto. Apanhar uma folha de papel tamanho ofício e enchê-la com o nome de seu amado, escrevendo uma letra bem bonita, de preferência com tinta azul. Em seguida faça com essa folha um aviãozinho, e o jogue pela janela.
    Observe o voo e a aterrissagem. Depois desça, vá lá fora, apanhe o avião de papel, desdobre a folha novamente (pode passá-la a ferro, para o serviço ficar mais perfeito e não haver mais nenhum indício da construção aeronáutica) e volte a dobrá-la, desta vez ao meio. Dobre outras vezes, até obter o menor retângulo possível. Então, com o canivete, vá cortando as partes dobradas até transformar toda a folha em minúsculos papeizinhos, tão pequenos que o nome de seu amado não deve caber inteiro em nenhum deles. Aí, apanhe todos aqueles pauzinhos que tinha deixado a um canto e, com os pedacinhos de papel, faça uma fogueira com o máximo cuidado até que restem somente cinzas. A seguir poderá repetir a operação...
    – Adianta alguma coisa?
    Por favor, querida amiga, não me faça esta pergunta. Nada adianta coisa alguma, a não ser o tempo; e fazer fogueirinhas é um meio tão bom quanto qualquer outro de passar o tempo.

    (BRAGA, R. A Traição das Elegantes. Rio de Janeiro: Record, 1982. p.17.)
    Acerca dos recursos linguísticos presentes na crônica, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 2ccf06c0-06
  • 1677A35C-E6

    Português

    Análise sintática
    Instituto Federal de Alagoas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    Uma alternativa está errada na análise sintático-morfológica abaixo. Assinale-a.
    Escolha uma alternativa para a questão 1677a35c-e6
  • DF894436-E3

    Português

    Análise sintática
    Universidade Católica de Pelotas · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2014
    Imagem da questão de Português, da prova de 2014

    A função sintática do que está sublinhado em “Sugeri-lhe que ela o deixasse em consignação.” (linha 38) é
    Escolha uma alternativa para a questão df894436-e3
  • 6D6CF164-AB

    Português

    Sintaxe
    UEA · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia a letra da canção “Garota de Ipanema”, de Vinicius de Moraes e Tom Jobim, para responder à questão.


    Olha que coisa mais linda
    Mais cheia de graça
    É ela menina
    Que vem e que passa
    Num doce balanço
    A caminho do mar

    Moça do corpo dourado
    Do sol de lpanema
    O seu balançado é mais que um poema
    É a coisa mais linda que eu já vi passar

    Ah, por que estou tão sozinho?
    Ah, por que tudo é tão triste?
    Ah, a beleza que existe
    A beleza que não é só minha
    Que também passa sozinha

    Ah, se ela soubesse
    Que quando ela passa
    O mundo inteirinho se enche de graça
    E fica mais lindo
    Por causa do amor

                                                            (www.viniciusdemoraes.com.br)
    O predicativo do sujeito atribui uma característica ao sujeito de uma oração.

    A alternativa que traz destacado um predicativo do sujeito é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6d6cf164-ab
  • 27604327-F9

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo destacado sintaticamente é um predicativo do sujeito.
    Escolha uma alternativa para a questão 27604327-f9
  • 33A607FF-F4

    Português

    Morfologia - Pronomes
    IF-BA · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2013 A respeito das funções que os elementos da língua exercem no texto, é verdadeiro:
    Escolha uma alternativa para a questão 33a607ff-f4
  • F0BB67BA-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa cujo termo sublinhado é um predicativo do objeto.
    Escolha uma alternativa para a questão f0bb67ba-f8
  • F09F3F37-F8

    Português

    Sintaxe
    Universidade Federal do Ceará · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que o termo sublinhado é o núcleo do predicativo.
    Escolha uma alternativa para a questão f09f3f37-f8
  • B7BB461C-E0

    Português

    Colocação Pronominal
    UEPB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Em “- É, sua fisionomia não me é estranha. [...]” (linha 4), é correto afirmar que:


    I - A ocorrência da próclise é similar à frequência de uso em textos informais falados e escritos.

    II - O uso da próclise se deve à exigência de um atrator que justifica essa ocorrência.

    III - O pronome oblíquo exerce no contexto uma função sintática completiva verbal.

    IV - O atributo “estranha” exerce função de predicativo em relação ao objeto indireto.


    Analise as proposições e marque a alternativa que apresenta a(s) correta(s).
    Escolha uma alternativa para a questão b7bb461c-e0
  • 33F57C56-F6

    Português

    Regência
    Universidade Federal do Ceará · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    Assinale a alternativa correta quanto à análise da oração fui o alvo perfeito muitas vezes.
    Escolha uma alternativa para a questão 33f57c56-f6