Questões do ENEM: Modernismo
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484 questões encontradas. Mostrando a página 15 de 25.
C477EF1A-E3 Assinale a alternativa que preenche correta e respectivamente as lacunas do trecho abaixo.Em Terras do Sem-Fim, Jorge Amado narra as lutas que ocorreram ........ pelas terras da mata do Sequeiro Grande, fértil região próxima a ........: Horácio Silveira e seus seguidores disputaram, ........, com o clã Badaró.BB3BABD5-E2 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosSobre Mário Quintana e sua obra, analise as afirmações seguintes como falsas (F) ou verdadeiras (V).I. Vindo de um mundo destruído em sua grandeza, Mário constrói, a princípio, uma poesia eminentemente crepuscular, percorrida por uma constante amargura e articulada em torno da morte e da tristeza das coisas.II. O poeta também escreve poemas curtos em prosa. Lembram epigramas, pois são apresentados em prosa, mas com dimensão e densidade poéticas e, por isso, necessariamente curtos e geralmente irônicos.III.A manutenção de uma lírica tradicional é contrabalançada por uma linguagem de absoluta simplicidade, como se em Quintana houvesse a fusão do subjetivismo crepuscular, de origem simbolista, com o estilo coloquial da poesia moderna.A sequência correta éBB37D6E2-E2 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAssinale a única opção correta.BB33639C-E2 Literatura
Escolas LiteráriasUniversidade Católica de Pelotas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosPara o teste seguinte, analise as afirmativas e assinale a opção correta.I. Ora afirmando a superioridade do EU sobre o mundo, ora a do mundo sobre o EU, ora escavando os seus próprios abismos pessoais, ora investigando a visão objetiva, Carlos Drummond de Andrade fará dessa dualidade a marca de um poesia tanto lírica, expressando o sujeito, como social e metafísica, delimitando os objetos.II. Olavo Bilac tratou do amor a partir de dois ângulos distintos: um platônico e outro sensual.III.Se escreveu folhetins para sobreviver, foi na literatura de denúncia social que Aluísio Azevedo encontrou as condições para o desenvolvimento de uma obra adulta.8922151A-E0 Literatura
Escolas LiteráriasCentro universitário FAG · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosO conto “Vestida de Preto”, de Mário de Andrade, aborda o amor entre Juca e Maria, subitamente interrompido por Tia Velha que descobre e condena o erotismo nascente na relação juvenil.Analise as afirmativasI. Juca e Maria sabem, de antemão, que o beijo é “feio”.II. Juca e Maria percebem que o beijo pode ser “feio”.III. Tia Velha demonstra apenas querer o bem do casal.IV. Tia Velha age respaldada em valores progressistas.Assinale a alternativa correta03352065-DE Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosA obra de Graciliano Ramos encerra vários temas, espaços geográficos e gêneros textuais, a exemplo da memória, do diário, do conto, da crítica literária, do romance e das estórias infanto-juvenis. Dentre as estórias infanto-juvenis, qual foi escrita por Graciliano?033177A3-DE Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosJorge de Lima foi, ao lado do poeta mineiro Murilo Mendes, o mais importante poeta católico brasileiro da sua geração. Ao lado de obras como A Túnica inconsútil, Tempo e Eternidade e Quatro poemas negros, Jorge de Lima escreveu também um dos mais importantes poemas épicos da língua portuguesa. Como foi intitulado este poema épico?032E6EA3-DE Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosO escritor paraibano José Lins do Rego narrou em sua obra romanesca a decadência dos engenhos de açúcar do Nordeste, em obras que ficaram conhecidas como o “Ciclo da cana-de-açúcar”. Este “Ciclo” foi concluído com Fogo Morto, romance de 1943, que encerra três narrativas interdependentes sobre personagens que estavam presentes nas demais obras do “Ciclo”. Quais eram esses personagens?032B3426-DE Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosCarlos Drummond de Andrade tratou em sua obra de vários temas do homem contemporâneo, a exemplo da solidão, do amor perdido, da saudade das coisas vividas, dos conflitos bélicos. Dentre os versos abaixo, qual é da sua autoria?03281D7D-DE Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosLima Barreto e a sua obra estão inseridos na chamada literatura pré-modernistas. Crítico da sociedade do seu tempo e dos descaminhos que o projeto republicano foi tomando no Brasil, Lima Barreto também abordou em sua obra outros temas como:
1) o racismo e a herança da escravidão.
2) a herança armorial na cultura brasileira.
3) o nacionalismo xenofóbico.
4) a defesa da nobreza agrária.
5) a vida intelectual carioca.
Estão corretas:19F36B4D-D5 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosCom Os Sertões, Euclides da Cunha (1866-1909) se consagra, entre os cientistas sociais da sua geração, como um dos maiores intérpretes da realidade brasileira. Sua obra não apenas retrata e interpreta a Guerra de Canudos, ocorrida no Sertão da Bahia, como revela para os brasileiros do litoral o Brasil profundo, um Brasil onde as ideias de “civilização e progresso” ainda caminhavam à margem da sua realidade sócio-econômico-política. Nada obstante essa realidade, como Euclides da Cunha define o sertanejo:A62C8386-D4 Literatura
Escolas LiteráriasCentro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosTEXTO 4
...Como então dizer quem fala
ora a Vossas Senhorias?
Vejamos: é o Severino da Maria do Zacarias,
Lá da serra da Costela,
limites da Paraíba.
Mas isso ainda diz pouco:
se ao menos mais cinco havia
com nome de Severino
filhos de tantas Marias
mulheres de outros tantos,
já finados, Zacarias,
vivendo na mesma serra
magra e ossuda em que eu vivia.
Somos muitos Severinos iguais em tudo na vida:
na mesma cabeça grande
que a custo é que se equilibra,
no mesmo ventre crescido
sobre as mesmas pernas finas,
e iguais também porque o sangue
Que usamos tem pouca tinta.
E se somos Severinos
iguais em tudo na vida,
morremos de morte igual,
mesma morte severina:
que é a morte de que se morre
de velhice antes dos trinta,
de emboscada antes dos vinte,
de fome um pouco por dia
(de fraqueza e de doença
é que a morte severina
ataca em qualquer idade,
e até gente não nascida).
Somos muitos Severinos
iguais em tudo e na sina:
a de abrandar estas pedras
suando-se muito em cima,
a de tentar despertar
terra sempre mais extinta,
a de querer arrancar
algum roçado da cinza.(João Cabral de Melo Neto. Morte e Vida Severina. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1994, p. 29-30. Fragmento).O poema de João Cabral pode ser considerado como uma produção artística que:1DB3B58D-B0 Literatura
Escolas LiteráriasFGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosEstudiosos de Dom Casmurro, tais como Roberto Schwarz e John Gledson, identificam, na personagem Capitu, um conjunto de impulsos ou tendências modernizantes, que se contrapõe à ordem patriarcal ainda vigente no contexto social em que se passa a história. Só NÃO faz parte desse conjunto de impulsos e tendências da referida personagemF7923F26-4A Literatura
Escolas LiteráriasENEM · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosVei, a Sol
Ora o pássaro careceu de fazer necessidade, fez e o herói ficou escorrendo sujeira de urubu. Já era de madrugadinha e o tempo estava inteiramente frio. Macunaíma acordou tremendo, todo lambuzado. Assim mesmo examinou bem a pedra mirim da ilhota para vê si não havia alguma cova com dinheiro enterrado. Não havia não. Nem a correntinha encantada de prata que indica pro escolhido, tesouro de holandês. Havia só as formigas jaquitaguas ruivinhas.
Então passou Caiuanogue, a estrela da manhã. Macunaíma já meio enjoado de tanto viver pediu pra ela que o carregasse pro céu.
Caiuanogue foi se chegando porém o herói fedia muito.
— Vá tomar banho! — ela fez. E foi-se embora.
Assim nasceu a expressão "Vá tomar banho" que os brasileiros empregam se referindo a certos imigrantes europeus.
ANDRADE, M. Macunaíma: o herói sem nenhum caráter. Rio de Janeiro: Agir, 2008.
O fragmento de texto faz parte do capítulo VII, intitulado "Vei, a Sol", do livro Macunaíma, de Mário de Andrade, pertencente à primeira fase do Modernismo brasileiro. Considerando a linguagem empregada pelo narrador, é possível identificar
818225D2-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:
I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.
II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.
III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.
(Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970)
Comparando-se a linguagem, o meio social retratado e os temas frequentados, poucos pontos comuns há entre Clarice Lispector e Guimarães Rosa, entre eles817F1D8D-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Com base numa ideia central de Lucien Goldmann, o crítico e historiador Alfredo Bosi propõe, para a moderna ficção brasileira, enquadramentos como estes:
I. romances de tensão mínima: as personagens não se destacam visceralmente da estrutura social e da paisagem que as condicionam. Exemplos, as histórias populistas de Jorge Amado.
II. romances de tensão crítica: o herói opõe-se e resiste agonicamente às pressões da natureza e da exploração social. Exemplos, os romances de Graciliano Ramos.
III. romances de tensão transfigurada: o herói procura ultrapassar o conflito que o constitui existencialmente pela transmutação mítica ou metafísica da realidade: Exemplos, Guimarães Rosa e Clarice Lispector.
(Apud História concisa da literatura brasileira. São Paulo: Cultrix, 1970)
Na literatura de Graciliano Ramos, a luta contra as pressões da natureza e da exploração social ocorre de modo exemplar em
I. Sagarana, em que a violência do meio e dos homens traz também consigo um voto de esperança na regeneração do espírito, tal como ocorre com os protagonistas.
II. Caetés, romance em que o autor, retomando a dicção do indianismo romântico, dispõe-se a narrar a saga de uma tribo oprimida.
III. Vidas secas, romance “em quadros”, como já foi classificado, no qual se relata o esforço de sobrevivência de Fabiano e de sua família.
Atende ao enunciado o que está APENAS em
8173811D-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
No fim de 1944 estávamos em regime de ditadura no Brasil, como todos sabem. Uma ditadura que já se ia dissolvendo, porque o ditador de então começara a acertar o passo com as chamadas Potências do Eixo; mas quando os Estados Unidos entraram na guerra e pressionaram no mesmo sentido os seus dependentes, ele não só passou para o outro lado, como teve de concordar que o país interviesse efetivamente na luta, como aliás pedia a opinião pública, às vezes em manifestações de massa que foram as primeiras a quebrar a rotina disciplinada de tranquilidade aparente nas grandes cidades.
(CÂNDIDO, Antonio. Teresina etc. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1980, p. 107-108)
No imediato pós-guerra, precisamente no ano de 1945, um grupo de poetas − a chamada geração de 45 − acabou se caracterizando por abraçar816164B4-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?
(BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137)
A tendência de se aprofundar o conhecimento do Brasil, numa linha nacionalista e tropical, no período referido no texto, está indiciada já em expressões que identificam obras e grupos literários, tais como815E4F1C-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Retrato do Brasil: ensaio sobre a tristeza brasileira, de Paulo Prado (escritor a quem Mário de Andrade dedicou Macunaíma), é hoje um livro quase esquecido. Quando saiu, porém, alcançou êxito excepcional: quatro edições entre 1928 e 1931. O momento era propício para tentar explicações do Brasil, país que se via a si mesmo como um ponto de interrogação. Terra tropical e mestiça condenada ao atraso ou promessa de um eldorado sul-americano?
(BOSI, Alfredo. Céu, Inferno. São Paulo: Ática, 1988, p. 137)
A razão pela qual o escritor Mário de Andrade dedicou a Paulo Prado seu romance Macunaíma é sugerida no próprio texto, uma vez que nesse romance o autor pretende81586BF9-31 Literatura
Escolas LiteráriasPUC - Campinas · 2015MédioEntre para guardar nos favoritosAtenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Contraditoriamente, foi o patrocínio da fração mais europeizada da aristocracia rural de São Paulo, aberta às influências internacionais, que permitiu o florescimento das inovações estéticas. O café pesou mais do que as indústrias. Os velhos troncos paulistas, ameaçados em face da burguesia e da imigração, se juntaram aos artistas numa grande “orgia intelectual”, conforme a definição de Mário de Andrade. Segundo ele, “foi da proteção desses salões literários [promovidos pela aristocracia rural] que se alastrou pelo Brasil o espírito destruidor do movimento modernista.”
(MARQUES, Ivan. Cenas de um modernismo de província. São Paulo: Editora 34, 2011, p. 11)
Sobre o movimento a que o texto se refere é correto afirmar que, além de ter sido uma manifestação intelectual e artística,