Questões do ENEM: Romantismo

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217 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 11.

  • 74FCAFD6-51

    Literatura

    Arcadismo
    UNIFESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os ______ haviam “civilizado” a imagem do índio, injetando nele os padrões do cavalheirismo convencional. Os _________, ao contrário, procuraram nele e no negro o primitivismo, que injetaram nos padrões da civilização dominante como renovação e quebra das convenções acadêmicas.

    (Antonio Candido. Iniciação à literatura brasileira, 2010. Adaptado.)


    As lacunas do texto devem ser preenchidas, respectivamente, por

    Escolha uma alternativa para a questão 74fcafd6-51
  • B8667D55-10

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-MT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto IV: base para a questão.


                              Um homem de consciência


          Chamava-se João Teodoro, só. O mais pacato e modesto dos homens. Honestíssimo e lealíssimo, com um defeito apenas: não dar o mínimo valor a si próprio. Para João Teodoro, a coisa de menos importância no mundo era João Teodoro.

          Nunca fora nada na vida, nem admitia a hipótese de vir a ser alguma coisa. E por muito tempo não quis nem sequer o que todos ali queriam: mudar-se para terra melhor.

          Mas João Teodoro acompanhava com aperto de coração o desaparecimento visível de sua Itaoca.

          — Isto já foi muito melhor, dizia consigo. Já teve três médicos bem bons - agora só um e bem ruinzote. Já teve seis advogados e hoje mal dá serviço para um rábula ordinário como o Tenório. Nem circo de cavalinhos bate mais por aqui. A gente que presta se muda. Fica o restolho. Decididamente, a minha Itaoca está acabando...

          João Teodoro entrou a incubar a ideia de também mudar-se, mas para isso necessitava dum fato qualquer que o convencesse de maneira absoluta de que Itaoca não tinha mesmo conserto ou arranjo possível.

          — É isso, deliberou lá por dentro. Quando eu verificar que tudo está perdido, que Itaoca não vale mais nada de nada de nada, então arrumo a trouxa e boto-me fora daqui.

          Um dia aconteceu a grande novidade: a nomeação de João Teodoro para delegado. Nosso homem recebeu a notícia como se fosse uma porretada no crânio. Delegado, ele! Ele que não era nada, nunca fora nada, não queria ser nada, não se julgava capaz de nada...

          Ser delegado numa cidadezinha daquelas é coisa seríssima. Não há cargo mais importante. É o homem que prende os outros, que solta, que manda dar sovas, que vai à capital falar com o governo. Uma coisa colossal ser delegado - e estava ele, João Teodoro, de-le-ga-do de Itaoca!...

        João Teodoro caiu em meditação profunda. Passou a noite em claro, pensando e arrumando as malas. Pela madrugada, botou-as num burro, montou no seu cavalo magro e partiu.

         — Que é isso, João? Para onde se atira tão cedo, assim de armas e bagagens?

         — Vou-me embora, respondeu o retirante. Verifiquei que Itaoca chegou mesmo ao fim.

    — Mas, como? Agora que você está delegado?

    — Justamente por isso. Terra em que João Teodoro chega a delegado, eu não moro. Adeus. E sumiu."

    (Monteiro Lobato, CIDADES MORTAS. 12a Edição. São Paulo, Editora Brasiliense, 1965)

    Podemos reconhecer no conto elementos que o inserem no:


    I - Modernismo, cujo projeto era o desejo de revelar o "verdadeiro" Brasil para o brasileiro, numa perspectiva não idealizada.

    II - Pré-modernismo, pois há um diálogo concomitante com as estruturas estéticas do passado (como o Realismo) e as de renovação que estavam para surgir (como o Modernismo).

    III - Romantismo, pois a descrição de Itaoca, cidade do interior de São Paulo, segue os parâmetros do regionalismo dessa estética literária.


    A partir das assertivas acima, julgue-as e marque a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão b8667d55-10
  • FF0A5F9E-0A

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Tal movimento não era apenas um movimento europeu de caráter universal, conquistando uma nação após outra e criando uma linguagem literária universal que, em última análise, era tão inteligível na Rússia e na Polônia quanto na Inglaterra e na França; ele também provou ser uma daquelas correntes que, como o Classicismo da Renascença, subsistiu como fator duradouro no desenvolvimento da arte. Na verdade, não existe produto da arte moderna, nenhum impulso emocional, nenhuma impressão ou estado de espírito do homem moderno, que não deva sua sutileza e variedade à sensibilidade que se desenvolveu a partir desse movimento. Toda exuberância, anarquia e violência da arte moderna, seu lirismo balbuciante, seu exibicionismo irrestrito e profuso, derivaram dele. E essa atitude subjetiva e egocêntrica tornou-se de tal modo natural para nós, tão absolutamente inevitável, que nos parece impossível reproduzir sequer uma sequência abstrata de pensamento sem fazer referência aos nossos sentimentos.

    (Arnold Hauser. História social da arte e da literatura, 1995. Adaptado.)


    O texto refere-se ao movimento denominado

    Escolha uma alternativa para a questão ff0a5f9e-0a
  • D617D23F-CC

    Literatura

    Escolas Literárias
    IFN-MG · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre as características das escolas literárias brasileiras, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão d617d23f-cc
  • 41CAA586-CC

    Literatura

    Escolas Literárias
    UFMS · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    [...]
    Coração, portal vermelho 
    Pedra, com plumagem de ave 
    Cobra, coral que arranha 
    E alisa 
    E é pele de sal

    Delírio ao olhar pras Cagarras

    Pupila, kajal tão verde
     Esmeralda, manchada de som 
    Onda, dedilhar que afoga
     E desaba 
    O meu temporal 

    Arrepio ao cantar das cigarras

    Cabelo, silêncio da noite 
    Negrume, cintura de raio 
    Bicho, seu dançar me engole 
    E desabotoa 
    O meu ato fina

    Deslizo ao chorar das guitarras
     (E ao cantar das cigarras) 
    Fumaça!
    Manchada de som 
    Fumaça!

    Na pista a luz de cigarros 
    Eu sou do tipo que também passa mal 
    Com ciúmes do sabor da fumaça
     Que penetra sua boca
     Esse amor marginal

    [...]

    NOPORN. Fumaça. In: NOPORN. Boca. São Paulo: Tratore Distribuidora dos Independentes, 2016. 1 CD. Faixa 3 (4’48”)

    A canção “Fumaça”, do duo NoPorn, composto por Liana Padilha e Luca Lauri, emprega dois recursos caros a duas poéticas da virada do século XIX para o século XX: primeiro, a aproximação de elementos distantes, criando novas realidades, por vezes oníricas, como a imagem de uma “pedra, com plumagem de ave”; segundo, a sinestesia, que promove o cruzamento de sensações, perceptível em construções como “manchada de som” e “sabor da fumaça”. O primeiro e o segundo recursos criativos expostos podem ser associados, respectivamente, ao: 

    Escolha uma alternativa para a questão 41caa586-cc
  • 32455205-58

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Esse movimento descobriu algo que ainda não havia sido conhecido ou enfatizado antes: a “poesia pura”, a poesia que surge do espírito irracional, não conceitual da linguagem, oposto a toda interpretação lógica. Assim, a poesia nada mais é do que a expressão daquelas relações e correspondências, que a linguagem, abandonada a si mesma, cria entre o concreto e o abstrato, o material e o ideal, e entre as diferentes esferas dos sentidos.

    Sendo a vida misteriosa e inexplicável, como pensavam os adeptos desse movimento, era natural que fosse representada de maneira imprecisa, vaga, nebulosa, ilógica e ininteligível.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)


    O comentário do crítico Afrânio Coutinho refere-se ao movimento literário denominado

    Escolha uma alternativa para a questão 32455205-58
  • 48A54971-F9

    Literatura

    Barroco
    UNIVILLE Universidade · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa correta em relação à caracterização do autor.
    Escolha uma alternativa para a questão 48a54971-f9
  • F822DD73-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 5 


    Ah! vem, pálida virgem, se tens pena
    De quem morre por ti, e morre amando,
    Dá vida em teu alento à minha vida,
    Une nos lábios meus minh’alma à tua!
     Eu quero ao pé de ti sentir o mundo

    Na tu’alma infantil; na tua fronte 
    Beijar a lua de Deus; nos teus suspiros
    Sentir as virações do paraíso;
    E a teus pés, de joelhos, crer ainda
    Que não mente o amor que um anjo inspira,
     Que eu posso na tu’alma ser ditoso,
    Beijar-te nos cabelos soluçando
    E no teu seio ser feliz morrendo!


    AZEVEDO, Álvares de. In. Noite na taverna e
    Poemas escolhidos
    (de Lira dos vinte anos).
    São Paulo: Moderna, 1994. p. 74.

    O poema de Álvares de Azevedo, escrito em 1851, incorpora marcas próprias da poesia romântica. Considerando o contexto histórico e a produção literária desse autor, analise as afirmativas a seguir.

    1) Apesar de parecer distante e inalcançável, a mulher amada surge como uma idealização fortemente erótica, voltada tão somente para a realização sexual do eu lírico.
    2) O eu lírico fala da morte como algo positivo; mais do que retórica, a atração pela morte é parte do “mal do século”, traço comum à segunda geração romântica.
    3) Expressões como “pálida virgem”, “alma infantil” e “um anjo” reforçam um ideal em que a mulher é associada a algo etéreo e puro, distante, portanto, do amor físico.
    4) O eu lírico encara a realização amorosa não como algo possível ou iminente, mas como algo que permanece no plano do desejo e do sonho.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão f822dd73-e3
  • 213A8D0E-E3

    Literatura

    Arcadismo
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3

    O problema da norma culta 


    O problema da norma culta – de que tanto se fala hoje no discurso da escola e da mídia – não se resolve pela insistência em corrigir pontualmente os erros de português. 
    A norma culta, na função moderna que lhe atribui a sociedade urbanizada, massificada e alfabetizada, está diretamente correlacionada com a escolarização, com o letramento, com a superação do analfabetismo funcional. 

    Nosso problema linguístico não é a regência desse ou daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal; não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos. 

    Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo. 

    Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.


    FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira.
    São Paulo: Parábola, 2008.p. 71-72. 
    As obras artísticas são marcadas por seu tempo histórico e mostram, assim, os valores humanos, estéticos e estilísticos da arte de cada época. Tais características, entretanto, dificilmente serão inteiramente novas ou originais, ou por causa da interação (entre tempos e entre artistas) ou por reação ao novo, quando o artista revisita o passado para se opor ao presente. Acerca das relações entre estilos de época e entre autores e suas obras na literatura brasileira, analise as afirmativas a seguir.

    1) O Romantismo de Castro Alves, distante dos ideais libertários, retoma a retórica jesuítica, de feição barroca, dos sermões de Pe. Antônio Vieira.
    2) O Parnasianismo pretendeu combater os temas próprios do Romantismo, calcado em referências clássicas e buscando a perfeição formal.
    3) Os valores defendidos pelo Arcadismo foram retomados na linguagem fluida, mística e subjetiva do Simbolismo de Cruz e Sousa.
    4) O modernista Graciliano Ramos buscou no Romantismo de José de Alencar as temáticas voltadas para o homem em sua relação com o meio.
    5) Com “Macunaíma”, o modernista Mário de Andrade contrapõe-se ao herói indígena de Alencar, um modo de posicionar-se criticamente frente ao nacionalismo ufanista do Romantismo.

    Estão corretas, apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 213a8d0e-e3
  • 4B0DB274-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3. 


    Texto 1

    O Último Poema
    Manuel Bandeira


    Assim eu quereria o meu último poema. 
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos 
    intencionais 
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
     A pureza da chama em que se consomem os diamantes 
    mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


    Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016. 


    Texto 2

    AMAR E SER AMADO 
    Castro Alves


    Amar e ser amado! Com que anelo 
    Com quanto ardor este adorado sonho 
    Acalentei em meu delírio ardente 
    Por essas doces noites de desvelo! 
    Ser amado por ti, o teu alento 
    A bafejar-me a abrasadora frente!
     Em teus olhos mirar meu pensamento, 
    Sentir em mim tu’alma, ter só vida 
    P’ra tão puro e celeste sentimento 
    Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
     Juntos, juntos perderem-se no oceano, 
    Beijar teus lábios em delírio insano 
    Nossas almas unidas, nosso alento, 
    Confundido também, amante, amado 
    Como um anjo feliz... que pensamento!?


    Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.


    Texto 3

    Livre 
     Cruz e Sousa 

    Livre!Ser livre da matéria escrava, 
    arrancar os grilhões que nos flagelam
    e livre penetrar nos Dons que selam a 
    alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava 
    dos corações daninhos que regelam, 
    quando os nossos sentidos se rebelam 
    contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro, 
    mais junto à Natureza e mais seguro 
    do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza, 
    para gozar, na universal Grandeza, 
    Fecundas e arcangélicas preguiças.


    Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016. 

    Sobre o(s) texto(s) é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b0db274-e3
  • 4B096417-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3. 


    Texto 1

    O Último Poema
    Manuel Bandeira


    Assim eu quereria o meu último poema. 
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos 
    intencionais 
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
     A pureza da chama em que se consomem os diamantes 
    mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


    Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016. 


    Texto 2

    AMAR E SER AMADO 
    Castro Alves


    Amar e ser amado! Com que anelo 
    Com quanto ardor este adorado sonho 
    Acalentei em meu delírio ardente 
    Por essas doces noites de desvelo! 
    Ser amado por ti, o teu alento 
    A bafejar-me a abrasadora frente!
     Em teus olhos mirar meu pensamento, 
    Sentir em mim tu’alma, ter só vida 
    P’ra tão puro e celeste sentimento 
    Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
     Juntos, juntos perderem-se no oceano, 
    Beijar teus lábios em delírio insano 
    Nossas almas unidas, nosso alento, 
    Confundido também, amante, amado 
    Como um anjo feliz... que pensamento!?


    Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.


    Texto 3

    Livre 
     Cruz e Sousa 

    Livre!Ser livre da matéria escrava, 
    arrancar os grilhões que nos flagelam
    e livre penetrar nos Dons que selam a 
    alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava 
    dos corações daninhos que regelam, 
    quando os nossos sentidos se rebelam 
    contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro, 
    mais junto à Natureza e mais seguro 
    do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza, 
    para gozar, na universal Grandeza, 
    Fecundas e arcangélicas preguiças.


    Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016. 

    Os textos de Manuel Bandeira, Castro Alves e Cruz e Sousa são, respectivamente, de quais períodos literários?
    Escolha uma alternativa para a questão 4b096417-e3
  • 452EB78D-DF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Geleia Geral, composta por Gilberto Gil e Torquato Neto, é uma canção bastante representativa da valorização do hibridismo proposta pelo movimento tropicalista nas artes nacionais. Nesse sentido, há na canção uma quantidade significativa de referências a elementos culturais eruditos e populares das mais variadas origens: literatura, música, cinema, carnaval, festividades religiosas, etc.

    Nestas duas colunas, há três versos da canção e três obras a que esses versos fazem referência.


    1- Minha terra é onde o sol é mais limpo

    2- Pindorama, país do futuro

    3- Salve o lindo pendão dos seus olhos


    ( ) Manifesto Antropófago, Oswald de Andrade

    ( ) Canção do Exílio, Gonçalves Dias

    ( ) Hino à Bandeira, Olavo Bilac


    A sequência correta de preenchimento dos parêntesis, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 452eb78d-df
  • 2F8993C3-DB

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    • Do trecho acima que integra o romance Iracema, de José de Alencar, não se pode afirmar que


    Escolha uma alternativa para a questão 2f8993c3-db
  • 4F078BB3-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    Ensino Einstein · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A alegria ainda morou na cabana, todo o tempo que as espigas de milho levaram para amarelecer. Uma alvorada, caminhava o cristão pela borda do mar. Sua alma estava cansada. O colibri sacia-se de mel e perfume; depois adormece em seu branco ninho de cotão, até que volta no outro ano a lua das flores. Como o colibri, a alma do guerreiro também satura-se de felicidade, e carece de sono e repouso. A caça e as excursões pelas montanhas em companhia do amigo, as carícias da terna esposa que o esperavam na volta, e o doce carbeto no copiar da cabana, já não acordavam nele as emoções de outrora. Seu coração ressonava.

    Quando Iracema brincava pela praia, os olhos do guerreiro retiravam-se dela para se estenderem pela imensidade dos mares.

    Viram umas asas brancas, que adejavam pelos campos azuis. Conheceu o cristão que era uma grande igara de muitas velas, como construíam seus irmãos; e a saudade da pátria apertou-lhe no seio. 



    O trecho acima integra o romance Iracema, de José de Alencar. Dele não se pode afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 4f078bb3-d8
  • 02A9293E-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Último sopro do romantismo brasileiro, a poesia “condoreira”, inspirada nos versos do poeta francês Victor Hugo, além de expressar sentimentos liberais e abolicionistas, se caracteriza por ser altissonante, hiperbólica, e por lançar mão dos recursos à antítese e à apóstrofe. Entre os nomes que produziram uma poesia condoreira, podemos assinalar o nome de qual poeta?
    Escolha uma alternativa para a questão 02a9293e-d5
  • DD7829F5-C2

    Literatura

    Escolas Literárias
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do poema ―Navio Negreiro‖, de Castro Alves. 


    TEXTO 06


    Existe um povo que a bandeira empresta

    Pra cobrir tanta infâmia e cobardia!...

    E deixa-a transformar-se nessa festa

    Em manto impuro de bacante fria!...

    Meu Deus! meu Deus! mas que bandeira é esta,

    Que impudente na gávea tripudia?!...

    Silêncio!... Musa! chora, chora tanto

    Que o pavilhão se lave no teu pranto...

    Auriverde pendão de minha terra,

    Que a brisa do Brasil beija e balança,

    Estandarte que a luz do sol encerra,

    E as promessas divinas da esperança...

    Tu, que da liberdade após a guerra,

    Foste hasteado dos heróis na lança,

    Antes te houvessem roto na batalha,



    Que servires a um povo de mortalha!...

    Fatalidade atroz que a mente esmaga!

    Extingue nesta hora o brigue imundo

    O trilho que Colombo abriu na vaga,

    Como um íris no pélago profundo!...

    ...Mas é infâmia de mais... Da etérea plaga

    Levantai-vos, heróis do Novo Mundo...

    Andrada! arranca este pendão dos ares!

    Colombo! fecha a porta de teus mares!



    Fonte: http://enemquiz.com.br/simulado/literatura/3a-geracao-castro-alves-social#.WQeRkNLyvIU. Acesso em: 23 de mar 2017.


    Marque a opção CORRETA
    Escolha uma alternativa para a questão dd7829f5-c2
  • 126E4B81-B6

    Literatura

    Arcadismo
    IF-RR · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Identifique a alternativa em que a escola literária não corresponde às suas características:
    Escolha uma alternativa para a questão 126e4b81-b6
  • 3C57A1B0-B5

    Literatura

    Arcadismo
    IF Sul - MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito dos movimentos literários brasileiros abaixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3c57a1b0-b5
  • A365FCA8-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir, que dá início à quarta parte – “Resgate”, de Senhora, e responda à questão.

    Havia baile em São Clemente. Aurélia ali estava como sempre, deslumbrante de formosura, de espírito e de luxo. Seu traje era um primor de elegância; suas jóias valiam um tesouro, mas ninguém apercebia-se disso. O que se via e admirava era ela, sua beleza, que enchia a sala, como um esplendor. O baile em vez de fatigá-la, ao contrário a expandia. Semelhante às flores tropicais, filhas do sol, que ostentam o brilhante matiz nas horas mais ardentes do dia, era justamente nesse pélago de luz e paixões, que Aurélia revelava toda a opulência de sua beleza. Seixas a contemplava de parte. As outras moças, de meia noite em diante, começavam a murchar-se; o cansaço desbotava-lhes a cor, ou afogueava-lhes o rosto. O talhe denunciava o excesso da fadiga na languidez das inflexões ou na rispidez do gesto. Aurélia ao contrário, à medida que adiantava-se a noite, desferia de si mais seduções, e parecia entrar na plenitude de sua graça. A correção artística de seu traje ia desaparecendo no bulício do baile. Como o primeiro esboço que surge afinal do cinzel impetuoso do artista, ao fogo da inspiração, sua estátua recebia da admiração da turba os últimos toques. Quando em torno se revolvia o turbilhão, ela conservava sua inalterável serenidade. O colo arfava-lhe mansamente, ao influxo das brandas emoções; o sorriso coalhava-se em enlevos nos lábios entreabertos, por onde escapava-se a respiração calma. Desprendia-se de seus olhos, de toda sua pessoa, uma efusão celeste que era como a sua irradiação. Quando completou-se esta assunção de sua beleza, o baile estava a terminar.
    (ALENCAR, J. de. Senhora. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971. p. 225-6.)
    Sobre o trecho, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a365fca8-b1
  • A3622A62-B1

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir, que dá início à quarta parte – “Resgate”, de Senhora, e responda à questão.

    Havia baile em São Clemente. Aurélia ali estava como sempre, deslumbrante de formosura, de espírito e de luxo. Seu traje era um primor de elegância; suas jóias valiam um tesouro, mas ninguém apercebia-se disso. O que se via e admirava era ela, sua beleza, que enchia a sala, como um esplendor. O baile em vez de fatigá-la, ao contrário a expandia. Semelhante às flores tropicais, filhas do sol, que ostentam o brilhante matiz nas horas mais ardentes do dia, era justamente nesse pélago de luz e paixões, que Aurélia revelava toda a opulência de sua beleza. Seixas a contemplava de parte. As outras moças, de meia noite em diante, começavam a murchar-se; o cansaço desbotava-lhes a cor, ou afogueava-lhes o rosto. O talhe denunciava o excesso da fadiga na languidez das inflexões ou na rispidez do gesto. Aurélia ao contrário, à medida que adiantava-se a noite, desferia de si mais seduções, e parecia entrar na plenitude de sua graça. A correção artística de seu traje ia desaparecendo no bulício do baile. Como o primeiro esboço que surge afinal do cinzel impetuoso do artista, ao fogo da inspiração, sua estátua recebia da admiração da turba os últimos toques. Quando em torno se revolvia o turbilhão, ela conservava sua inalterável serenidade. O colo arfava-lhe mansamente, ao influxo das brandas emoções; o sorriso coalhava-se em enlevos nos lábios entreabertos, por onde escapava-se a respiração calma. Desprendia-se de seus olhos, de toda sua pessoa, uma efusão celeste que era como a sua irradiação. Quando completou-se esta assunção de sua beleza, o baile estava a terminar.
    (ALENCAR, J. de. Senhora. Rio de Janeiro: Edições de Ouro, 1971. p. 225-6.)
    Com base no trecho e no romance, considere as afirmativas a seguir.


    I. O contraste entre Aurélia e as outras moças atende ao propósito de singularização da heroína romântica.

    II. A graça com que Aurélia transita no baile contrasta com a rispidez expressa em diversos momentos íntimos de seu convívio com Seixas.

    III. A focalização do baile decorre da ambientação urbana do romance, que põe em evidência as relações sociais daquele tempo.

    IV. A desenvoltura e o êxito de Aurélia no baile confirmam a degradação moral da protagonista que contraiu casamento por interesses financeiros.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a3622a62-b1