Questões do ENEM: Parnasianismo

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Resultados

61 questões encontradas. Mostrando a página 2 de 4.

  • 8D3EDDBD-D8

    Literatura

    Escolas Literárias
    INSPER · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia trecho do poema de Olavo Bilac.

    Língua Portuguesa

    Última flor do Lácio, inculta e bela,
    És, a um tempo, esplendor e sepultura:
    Ouro nativo, que na ganga impura
    A bruta mina entre os cascalhos vela...

    Amote assim, desconhecida e obscura,
    Tuba de alto clangor, lira singela,
    Que tens o trom e o silvo da procela
    E o arrolo da saudade e da ternura!

    Amo o teu viço agreste e o teu aroma
    De virgens selvas e de oceano largo!
    Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

    Em que da voz materna ouvi: “meu filho!”
    E em que Camões chorou, no exílio amargo,
    O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

    (Olavo Bilac, Poesias)

    No poema, o eu lírico
    Escolha uma alternativa para a questão 8d3eddbd-d8
  • B85F2AA8-10

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-MT · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto II e III: base para a questão.


                       VASO GREGO

                            (Texto 2)

    Esta de áureos relevos, trabalhada

    De divas mãos, brilhante copa, um dia,

    Já de ais deuses servir como cansada,

    Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.


    Era o poeta de Teos que a suspendia

    Então, e, ora repleta ora esvasada,

    A taça amiga aos dedos seus tinia,

    Toda de roxas pétalas colmada.


    Depois...Mas o lavor da taça admira,

    Toca-a, e de ouvido aproximando-a, às bordas

    Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,


    Ignota voz, qual se da antiga lira

    Fosse a encantada música das cordas,

    Qual se fosse a voz de Anacreonte fosse.

    (Alberto de Oliveira) 


                CÁRCERE DAS ALMAS

                            (Texto3)

    Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,

    Soluçando nas trevas, entre as grades

    Do calabouço olhando imensidades,

    Mares, estrelas, tardes, natureza.


    Tudo se veste de uma igual grandeza

    Quando a alma entre grilhões as liberdades

    Sonha e sonhando, as imortalidades

    Rasga no etéreo Espaço da Pureza.


    Ó almas presas, mudas e fechadas

    Nas prisões colossais e abandonadas,

    Da Dor no calabouço atroz, funéreo!


    Nesses silêncios solitários, graves,

    Que chaveiro do Céu possui as chaves

    Para abrir-vos as portas do Mistério?! 

    (Cruz e Souza)

    Ao lermos o texto 3, percebemos diferenças e pontos de contato em relação ao texto 2, tanto na forma quanto no conteúdo. Isso se explicita, pois:


    I - Em ambos se mantém uma estrutura poética formal em consonância com os modelos clássicos da literatura: versos decassílabos, rimas regulares, valorização de um estilo rebuscado sob os aspectos linguísticos.

    II - Os pontos que diferem estão inseridos na temática.

    III - No texto 2, a temática é calcada na observação pura e simples de um objeto de arte, o que provoca o distanciamento do eu-lírico para questões mais profundas da existência humana; no texto 3, tal fato não ocorre, pois nele o eu-lírico desnuda e se aprofunda em um dos grandes temas da humanidade: a vida e a morte.


    A partir das assertivas acima, julgue-as e marque a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão b85f2aa8-10
  • B85BC100-10

    Literatura

    Escolas Literárias
    IF-MT · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto II e III: base para a questão.


                       VASO GREGO

                            (Texto 2)

    Esta de áureos relevos, trabalhada

    De divas mãos, brilhante copa, um dia,

    Já de ais deuses servir como cansada,

    Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.


    Era o poeta de Teos que a suspendia

    Então, e, ora repleta ora esvasada,

    A taça amiga aos dedos seus tinia,

    Toda de roxas pétalas colmada.


    Depois...Mas o lavor da taça admira,

    Toca-a, e de ouvido aproximando-a, às bordas

    Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,


    Ignota voz, qual se da antiga lira

    Fosse a encantada música das cordas,

    Qual se fosse a voz de Anacreonte fosse.

    (Alberto de Oliveira) 


                CÁRCERE DAS ALMAS

                            (Texto3)

    Ah! Toda a alma num cárcere anda presa,

    Soluçando nas trevas, entre as grades

    Do calabouço olhando imensidades,

    Mares, estrelas, tardes, natureza.


    Tudo se veste de uma igual grandeza

    Quando a alma entre grilhões as liberdades

    Sonha e sonhando, as imortalidades

    Rasga no etéreo Espaço da Pureza.


    Ó almas presas, mudas e fechadas

    Nas prisões colossais e abandonadas,

    Da Dor no calabouço atroz, funéreo!


    Nesses silêncios solitários, graves,

    Que chaveiro do Céu possui as chaves

    Para abrir-vos as portas do Mistério?! 

    (Cruz e Souza)

    Ao examinarmos a história da arte e da literatura, veremos que ela se constrói em ciclos, ou seja, o novo, muitas vezes, não passa de algo mais velho, só que revestido de uma linguagem diferente. O Parnasianismo no Brasil, surgido na década de 80 do século XIX, ilustra bem esse processo. De acordo com o texto 3, pode-se destacar algumas características de forma e conteúdo que justificam a inserção dele naquela estética literária, com exceção de:
    Escolha uma alternativa para a questão b85bc100-10
  • 10F1FDCB-CC

    Literatura

    Arcadismo
    IF-RR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Identifique a única alternativa em que a relação escola literária – características - autor está incorreta:
    Escolha uma alternativa para a questão 10f1fdcb-cc
  • 26B1156F-CB

    Literatura

    Arcadismo
    UFRGS · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    No bloco superior abaixo, estão listados os movimentos literários brasileiros; no inferior, características desses movimentos.


    Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.


    1 - Arcadismo

    2 - Parnasianismo

    3 - Simbolismo


    ( ) Representa um afastamento dos problemas sociais brasileiros, seguindo uma estética rígida.

    ( ) Surge na periferia intelectual brasileira: Minas Gerais, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.

    ( ) Recupera o padrão estético clássico, fazendo ressurgir a epopeia.

    ( ) Busca transfigurar a condição humana, dando-lhe horizontes transcendentais.


    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 26b1156f-cb
  • 32455205-58

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Esse movimento descobriu algo que ainda não havia sido conhecido ou enfatizado antes: a “poesia pura”, a poesia que surge do espírito irracional, não conceitual da linguagem, oposto a toda interpretação lógica. Assim, a poesia nada mais é do que a expressão daquelas relações e correspondências, que a linguagem, abandonada a si mesma, cria entre o concreto e o abstrato, o material e o ideal, e entre as diferentes esferas dos sentidos.

    Sendo a vida misteriosa e inexplicável, como pensavam os adeptos desse movimento, era natural que fosse representada de maneira imprecisa, vaga, nebulosa, ilógica e ininteligível.

    (Afrânio Coutinho. Introdução à literatura no Brasil, 1976. Adaptado.)


    O comentário do crítico Afrânio Coutinho refere-se ao movimento literário denominado

    Escolha uma alternativa para a questão 32455205-58
  • 213A8D0E-E3

    Literatura

    Arcadismo
    Faculdade Pernambucana de Saúde · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 3

    O problema da norma culta 


    O problema da norma culta – de que tanto se fala hoje no discurso da escola e da mídia – não se resolve pela insistência em corrigir pontualmente os erros de português. 
    A norma culta, na função moderna que lhe atribui a sociedade urbanizada, massificada e alfabetizada, está diretamente correlacionada com a escolarização, com o letramento, com a superação do analfabetismo funcional. 

    Nosso problema linguístico não é a regência desse ou daquele verbo; não é esta ou aquela concordância verbal; não são as regras de colocação dos pronomes oblíquos. 

    Nosso problema linguístico são 5 milhões de jovens entre 15 e 17 anos que estão fora da escola. Nosso problema são os elevados índices de evasão escolar. Nosso problema é termos ainda algo em torno de 12% de analfabetos na população adulta. Nosso problema é o tamanho do analfabetismo funcional, isto é, a quantidade daqueles que, embora frequentem ou tenham frequentado a escola, não conseguem ler e entender um texto medianamente complexo. 

    Os estudos sugerem que apenas 25% da população adulta brasileira, perto de 30 milhões de pessoas, conseguem ler e entender um texto medianamente complexo.


    FARACO, Carlos Alberto. Norma culta brasileira.
    São Paulo: Parábola, 2008.p. 71-72. 
    As obras artísticas são marcadas por seu tempo histórico e mostram, assim, os valores humanos, estéticos e estilísticos da arte de cada época. Tais características, entretanto, dificilmente serão inteiramente novas ou originais, ou por causa da interação (entre tempos e entre artistas) ou por reação ao novo, quando o artista revisita o passado para se opor ao presente. Acerca das relações entre estilos de época e entre autores e suas obras na literatura brasileira, analise as afirmativas a seguir.

    1) O Romantismo de Castro Alves, distante dos ideais libertários, retoma a retórica jesuítica, de feição barroca, dos sermões de Pe. Antônio Vieira.
    2) O Parnasianismo pretendeu combater os temas próprios do Romantismo, calcado em referências clássicas e buscando a perfeição formal.
    3) Os valores defendidos pelo Arcadismo foram retomados na linguagem fluida, mística e subjetiva do Simbolismo de Cruz e Sousa.
    4) O modernista Graciliano Ramos buscou no Romantismo de José de Alencar as temáticas voltadas para o homem em sua relação com o meio.
    5) Com “Macunaíma”, o modernista Mário de Andrade contrapõe-se ao herói indígena de Alencar, um modo de posicionar-se criticamente frente ao nacionalismo ufanista do Romantismo.

    Estão corretas, apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 213a8d0e-e3
  • 4B0DB274-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3. 


    Texto 1

    O Último Poema
    Manuel Bandeira


    Assim eu quereria o meu último poema. 
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos 
    intencionais 
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
     A pureza da chama em que se consomem os diamantes 
    mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


    Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016. 


    Texto 2

    AMAR E SER AMADO 
    Castro Alves


    Amar e ser amado! Com que anelo 
    Com quanto ardor este adorado sonho 
    Acalentei em meu delírio ardente 
    Por essas doces noites de desvelo! 
    Ser amado por ti, o teu alento 
    A bafejar-me a abrasadora frente!
     Em teus olhos mirar meu pensamento, 
    Sentir em mim tu’alma, ter só vida 
    P’ra tão puro e celeste sentimento 
    Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
     Juntos, juntos perderem-se no oceano, 
    Beijar teus lábios em delírio insano 
    Nossas almas unidas, nosso alento, 
    Confundido também, amante, amado 
    Como um anjo feliz... que pensamento!?


    Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.


    Texto 3

    Livre 
     Cruz e Sousa 

    Livre!Ser livre da matéria escrava, 
    arrancar os grilhões que nos flagelam
    e livre penetrar nos Dons que selam a 
    alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava 
    dos corações daninhos que regelam, 
    quando os nossos sentidos se rebelam 
    contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro, 
    mais junto à Natureza e mais seguro 
    do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza, 
    para gozar, na universal Grandeza, 
    Fecundas e arcangélicas preguiças.


    Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016. 

    Sobre o(s) texto(s) é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 4b0db274-e3
  • 4B096417-E3

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Católica de Pelotas · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão considere os textos 1, 2 e 3. 


    Texto 1

    O Último Poema
    Manuel Bandeira


    Assim eu quereria o meu último poema. 
    Que fosse terno dizendo as coisas mais simples e menos 
    intencionais 
    Que fosse ardente como um soluço sem lágrimas 
    Que tivesse a beleza das flores quase sem perfume
     A pureza da chama em que se consomem os diamantes 
    mais límpidos
    A paixão dos suicidas que se matam sem explicação.


    Disponível em:. <http://www.releituras.com/>Acesso em: 07 nov. 2016. 


    Texto 2

    AMAR E SER AMADO 
    Castro Alves


    Amar e ser amado! Com que anelo 
    Com quanto ardor este adorado sonho 
    Acalentei em meu delírio ardente 
    Por essas doces noites de desvelo! 
    Ser amado por ti, o teu alento 
    A bafejar-me a abrasadora frente!
     Em teus olhos mirar meu pensamento, 
    Sentir em mim tu’alma, ter só vida 
    P’ra tão puro e celeste sentimento 
    Ver nossas vidas quais dois mansos rios,
     Juntos, juntos perderem-se no oceano, 
    Beijar teus lábios em delírio insano 
    Nossas almas unidas, nosso alento, 
    Confundido também, amante, amado 
    Como um anjo feliz... que pensamento!?


    Disponível em: .<https://www.pensador.com/frases/NTU2MTQw//> Acesso em: 07 nov. 2016.


    Texto 3

    Livre 
     Cruz e Sousa 

    Livre!Ser livre da matéria escrava, 
    arrancar os grilhões que nos flagelam
    e livre penetrar nos Dons que selam a 
    alma e lhe emprestam toda a etérea lava.

    Livre da humana, da terrestre bava 
    dos corações daninhos que regelam, 
    quando os nossos sentidos se rebelam 
    contra a Infâmia bifronte que deprava.

    Livre! bem livre para andar mais puro, 
    mais junto à Natureza e mais seguro 
    do seu Amor, de todas as justiças.

    Livre! para sentir a Natureza, 
    para gozar, na universal Grandeza, 
    Fecundas e arcangélicas preguiças.


    Disponível em:<https://poesiaspoemaseversos.com.br/cruz-e-sousa-poemas>. Acesso em: 07 nov. 2016. 

    Os textos de Manuel Bandeira, Castro Alves e Cruz e Sousa são, respectivamente, de quais períodos literários?
    Escolha uma alternativa para a questão 4b096417-e3
  • 452EB78D-DF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Geleia Geral, composta por Gilberto Gil e Torquato Neto, é uma canção bastante representativa da valorização do hibridismo proposta pelo movimento tropicalista nas artes nacionais. Nesse sentido, há na canção uma quantidade significativa de referências a elementos culturais eruditos e populares das mais variadas origens: literatura, música, cinema, carnaval, festividades religiosas, etc.

    Nestas duas colunas, há três versos da canção e três obras a que esses versos fazem referência.


    1- Minha terra é onde o sol é mais limpo

    2- Pindorama, país do futuro

    3- Salve o lindo pendão dos seus olhos


    ( ) Manifesto Antropófago, Oswald de Andrade

    ( ) Canção do Exílio, Gonçalves Dias

    ( ) Hino à Bandeira, Olavo Bilac


    A sequência correta de preenchimento dos parêntesis, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 452eb78d-df
  • 984F79C1-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Analise o fragmento de um poema, transcrito abaixo.


    Quero que a estrofe cristalina
    dobrada ao jeito,
    do ourives, saia da oficina
    sem um defeito:

    E horas sem conta passo, mudo,
    o olhar atento,
    A trabalhar, longe de tudo,
    o pensamento.

    Porque o escrever – tanta perícia,
    tanta requer,
    que ofício tal... nem há notícia
    de outra qualquer.


    (Olavo Bilac. Poesias. São Paulo: Martin Claret, 2002.)


    O poema acima se insere na produção poética do Parnasianismo. Esse período teve, como uma de suas concepções nucleares, o culto da ‘arte pela arte’, ou ‘a arte com fim em si mesma’. Tal concepção da poesia parnasiana se revela no poema acima:

    Escolha uma alternativa para a questão 984f79c1-d5
  • 02BB7949-D5

    Literatura

    Escolas Literárias
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A poesia de Jorge de Lima conheceu várias fases: parnasiana, regionalista, religiosa, social, onírica e hermética. Na sua primeira fase, ele chegou a ser considerado “Príncipe dos Poetas de Alagoas”. É dessa fase o seu livro XIV Alexandrinos (1914) e também um dos seus poemas mais conhecidos. Assinale qual:
    Escolha uma alternativa para a questão 02bb7949-d5
  • 126E4B81-B6

    Literatura

    Arcadismo
    IF-RR · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Identifique a alternativa em que a escola literária não corresponde às suas características:
    Escolha uma alternativa para a questão 126e4b81-b6
  • 34BC6CD4-B4

    Literatura

    Arcadismo
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Tocantins · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe as imagens a seguir: 

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    FONTE:https://noticias.uol.com.br/album/album-dodia/2016/03/15/imagens-do-dia---15-de-marco-de-2016.htm.


    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    FONTE:http://www.efecade.com.br/1813-navios-negreiros/



    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2017

    FONTE: https://www.pinterest.com/pin/202099102004736152/



    A literatura é, também, imagem em palavras. Sentimentos, eventos, situações humanas podem ser iguais, no seu impacto, tanto em palavras quanto em imagens.

    As imagens acima representam o espírito, sentido e características de movimentos literários, respectivamente, como: 

    Escolha uma alternativa para a questão 34bc6cd4-b4
  • EE0237F1-AF

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNIOESTE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Tendo em vista os tercetos abaixo e os poemas de onde foram extraídos, O Incêndio de Roma e Sinfonias do Ocaso, bem como seus respectivos autores, Olavo Bilac e Cruz e Sousa, assinale a alternativa INCORRETA.


    “Nero, com o manto grego ondeado ao ombro, assoma
    Entre os libertos, e ébrio, engrinaldada a fronte,
    Lira em punho, celebra a destruição de Roma”.


    “Ah! por estes sinfônicos ocasos
    A terra exala aromas de áureos vasos,
    Incensos de turíbulos divinos”.
    Escolha uma alternativa para a questão ee0237f1-af
  • 9DF259A8-B5

    Literatura

    Barroco
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    A respeito das personagens encontradas na obra Capitães da areia, marque a alternativa CORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 9df259a8-b5
  • E989D184-B3

    Literatura

    Barroco
    IF-MT · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Literatura, da prova de 2016

    A QUESTÃO REFERE-SE AO TEXTO I.

    Manifestou na literatura das últimas três décadas do século XIX e caracterizou-se pela tentativa de alcançar a objetividade da linguagem, opondo-se ao sentimentalismo dos românticos. O traço principal desse movimento era a busca de modelos teóricos científicos que ajudassem a descrever e explicar o comportamento dos personagens e o funcionamento da sociedade, especialmente de seus aspectos mais grotescos e doentios.

    O texto refere-se ao movimento literário denominado:
    Escolha uma alternativa para a questão e989d184-b3
  • C0FE4D1E-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o Parnasianismo brasileiro, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0fe4d1e-b0
  • C0F08FC4-B0

    Literatura

    Escolas Literárias
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A um Poeta

    Longe do estéril turbilhão da rua,
    Beneditino, escreve! No aconchego
    Do claustro, na paciência e no sossego,
    Trabalha, e teima, e lima, e sofre, e sua!

    Mas que na forma se disfarce o emprego
    Do esforço; e a trama viva se construa
    De tal modo, que a imagem fique nua,
    Rica mas sóbria, como um templo grego.

    Não se mostre na fábrica o suplício
    Do mestre. E, natural, o efeito agrade,
    Sem lembrar os andaimes do edifício:

    Porque a Beleza, gêmea da Verdade,
    Arte pura, inimiga do artifício,
    É a força e a graça na simplicidade.

    (BILAC, O. Poesias. 15.ed. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1931. p.339.)


    Com base nesse poema e nos conhecimentos sobre o Parnasianismo, considere as afirmativas a seguir.


    I. O eu lírico defende que o sofrimento do poeta na feitura do poema fique explícito para o leitor atento.

    II. O último verso ironiza a escola parnasiana por conta de seus excessos formais e exageros metalinguísticos.

    III. O poema retoma certos valores preconizados pela tradição clássica, como a forma soneto, por exemplo.

    IV. O poema é uma espécie de receita de como se fazer poesia, o que fica sugerido já em seu título.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão c0f08fc4-b0
  • 58E00B1A-AF

    Literatura

    Arcadismo
    UNIOESTE · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Instrução: para responder a questão, leia o texto abaixo.

    De ficção e realidade: diálogo possível

    – Literatura é fuga do real, cara! Veja o Brasil que temos: propina, tráfico de influência, delações, politicalha, trapaças...  
    – Quem disse que a Literatura não tem os pés fincados na realidade? Para o momento brasileiro, valem os versos: “Começa o mundo enfim pela ignorância,/ e tem qualquer dos bens por natureza”.
    – Que bens? A rifa das licitações? O propinoduto?  
    – É isso mesmo, cara! Diferente do fantasma romântico, parece que o dinheiro virou uma “febre que nunca descansa,/ O delírio que te há de matar!...”. 
     – O que nós temos é uma safra de corruptos e corrompidos.
    – Verdade! Sujeito assim safado mereceria “ser das gentes o espectro execrado”. O tal “Ouro branco! Ouro preto! Ouro podre” corrompeu muito político. “De cada ribeirão trepidante e de cada recosto/ de montanha, o metal rolou na cascalhada/ Para o fausto d’El-Rei”. Que vergonha!
    – É! Mas, certamente, esse não é o “Ouro nativo que na ganga impura/ A bruta mina entre os cascalhos vela...”.
    – Sei lá! O que mais nos reserva a Lava-Jato?
    – Veja só, cara! Ouvindo os noticiários, tenho a impressão que o assalto do vampiro tem mais equidade: “
    – Cê vem com a gente. É uma loja. Nós roubamos e dividimos o dinheiro. Em partes iguais”
    – Então, ainda há o que cantar neste país?
    – Claro! Vai o legado das Olimpíadas e das Paralimpíadas: “Entre o laboratório de erros/ e o labirinto de surpresas,/ canta o conhecimento do limite,/ a madura experiência a brotar da rota esperança”.  
    Assinale a alternativa INCORRETA, considerando os poemas originais de onde os versos foram extraídos.
    Escolha uma alternativa para a questão 58e00b1a-af