Questões do ENEM: nível muito fácil
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E38682A2-40 Pequena cidade de SC abrigava abatedouro clandestino com armas e quase uma tonelada de carneOs produtos eram transportados para mercados da regiãoA Polícia Civil prendeu um homem e apreendeu 860 quilos de carne em um abatedouro clandestino em Itaiópolis, no Planalto Norte de Santa Catarina na quinta-feira (10). A ação faz parte da operação “Abate Oculto”. As investigações revelaram que o gado era abatido clandestinamente em três abatedouros, onde se fazia a carnagem sem condições de higiene e controle dos órgãos sanitários municipais e estaduais. Depois, as carnes eram transportadas para mercados da região.Lucas Koehler. NSC Total. https://www.nsctotal.com.br/noticias/pequena-cidade-de-sc-abrigava-abatedouro-clandestinocom-armas-e-quase-uma-tonelada-de-carneA carne produzida em abatedouros clandestinos pode ser um sério problema para a saúde pública catarinense, pois a ingestão dessa carne possivelmente contaminada e servida mal-cozida, pode apresentar, em algum estágio:9EC23254-3F História
História do BrasilUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia a poesia abaixo, de autoria da escritora indígena, Eliane Potiguara.
Brasil
Que fao com a minha cara de índia?
E meus cabelos
E minhas rugas
E minha história
E meus segredos?
Que fao com a minha cara de índia?
E meus espíritos
E minha força
E meu tupã
E meus círculos?
(...)Que faço com a minha cara de índia?
E meu sangue
E minha consciência
E minha luta
E nossos filhos
Brasil, o que faço com a minha cara de índia?
Não sou violência
Ou estupro
Eu sou história
Eu sou cunhã
Barriga brasileira
(...) Ventre que gerou
O povo brasileiro
Hoje está só...
A barriga da mãe fecunda
E os cânticos que outrora cantavam
Hoje são gritos de guerra
Contra o massacre imundo.
Fonte: POTIGUARA, Eliane. Metade Cara, Metade Máscara. 3ª ed. Rio de Janeiro, Grumin Edições, 2018.
Sobre as indagações propostas pela poesia de Eliane Potiguara, marque a alternativa CORRETA:9EB925BB-3F História
História da América LatinaUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosObserve a tabela abaixo para responder a questão.

Disponível em: https://www.scielo.br/j/topoi/a/q4JLZ8GD6tXTdJR5CY7gzhz/?format=pdf&lang=pt. Acesso em 17 jun. 2024 (Adaptado)
Observe a tabela acima.
Esses dados podem ser explicados pelo conceito de “diáspora africana” pelo qual se entende o tráfico forçado de indivíduos das áreas de relações comerciais e alvos da expansão colonial dos europeus em diferentes regiões geográficas do continente africano enviados para o Novo Mundo.
Tomando como referência a tabela, assinale a alternativa CORRETA:
9EA1F92E-3F Biologia
Moléculas, células e tecidosUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosSabe-se que a exposição solar é importante para a saúde de um indivíduo. Porém, a exposição excessiva pode causar dano ao tecido, como o câncer. Embora o organismo humano possua um mecanismo natural de proteção, os protetores solares industrializados são recomendados no intuito de diminuir tais riscos. Qual substância está relacionada ao mecanismo de proteção natural do organismo humano?9E9C0C41-3F Biologia
Moléculas, células e tecidosUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosO nosso corpo e o de outros seres vivos são compostos por diversas substâncias químicas, formando o que chamamos de química da vida. Dentre essas moléculas, sabe-se que960C2BDC-3F História
História do BrasilUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto:
"A esquadra composta de oito naus, três fragatas, dois brigues, uma escuna de guerra, uma charrua de mantimentos e mais de vinte navios mercantes da marinha lusitana foi pequena para alojar 15 mil almas, embarcadas portando o que puderam carregar de seus bens materiais, tanto públicos quanto particulares, levados a bordo "sem despacho, nem revista" , tudo avaliado depois em cerca de 80 milhões de cruzados. Após os atropelos de um embarque organizado em algumas poucas horas, ganhava a esquadra a foz do Tejo (...) que mudaria a história de Portugal e do Brasil".
MALERBA, Jurandir. A Corte no Exílio. Civilização e poder no Brasil às vésperas da Independência ( 1808 a 1821). São Paulo: Companhia das Letras, 2000, p.20.
Sobre o significado desse evento para o entendimento da História do Brasil, assinale a alternativa CORRETA:9606EE86-3F História
História GeralUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia os textos I e II, de autoria dos escritores africanos contemporâneos, Paulina Chiziane e Ngugi wa Thiong'o.TEXTO IDesperta! Lava os olhos no banho da liberdadeBusca as tuas pegadas nas frias cinzas da HistóriaRegressar às raízes é isto: percorrer caminhos sinuososAté descobrir o teu brilho no espelho do mundoAs campanhas coloniais colocaram-te uma venda nos olhosResiste. Não te deixes apagar e luta com oque te ofusca Reconhece-te. Estás presente em todas asmaravilhas do mundo.(...)Procura-teÀ tua música chamam folclore e à arte, artesanatoAo teu religioso, superstição e ao teu sagrado, diabólicoTira as mordaças com que te animalizam. Conhece-te.Fonte: CHIZIANE, Paulina. O canto dos escravizados. Belo Horizonte: Nandyala, 2018.TEXTO IIOs oprimidos e explorados da terra mantêm seu desafio: liberdade frente ao saque. Porém, a arma mais perigosa que é empunhada e brandida a cada pelo imperialismo contra esse desafio coletivo é a bomba cultural. O efeito de uma bomba cultural é aniquilar as crenças dos povos nos seus nomes, línguas e entorno natural, na sua tradição de luta, sua unidade e capacidades e, por fim, em si mesmos.Fonte: Descolonizar la mente. Barcelona: Editorial Debolsillo, 2010, pp.7-8. [e-book].Marque a alternativa CORRETA sobre a relação dos Textos I e II com o processo de dominação imperialista da África:99E68F9D-3C Biologia
Ecologia e ciências ambientaisUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos“Uma pesquisa realizada com indígenas do povo Yanomami, do subgrupo Ninam, de nove aldeias localizadas em Roraima, mostrou que todos os participantes estão contaminados por mercúrio. Os maiores níveis de exposição foram detectados em indígenas que vivem nas aldeias localizadas mais próximas aos garimpos ilegais de ouro. [...] Os pesquisadores destacam que indígenas com níveis mais elevados de mercúrio apresentaram déficits cognitivos e danos em nervos nas extremidades, como mãos, braços, pés e pernas, com mais frequência.”FONTE: https://portal.fiocruz.br/noticia/2024/04/yanomamis-de-novealdeias-assediadas-pelo-garimpo-estao-contaminados-por-mercurioAtividades de mineração que despejam mercúrio (uma substância não biodegradável) em corpos d’água podem contaminar comunidades biológicas inteiras através da cadeia alimentar. Sobre o processo conhecido como biomagnificação, sabe-se que99BD22D4-3C Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosCapitalismo com tração SanguíneaEmiliano Gullo foi trabalhar no Rappi por dez dias: ganhava 2300 pesos. Da ansiedade das primeiras ordens ao ódio a um emprego que paga mal e que mostra o pior do capitalismo: a exploração com cara boa. Entre GPS e algoritmos, uma crônica em primeira pessoa da aplicação mais selvagem da economia de plataformas.Por: Emiliano GulloEspero que você seja pego por um feroz.Esperançosamente. Esperançosamente. Esperançosamente.Repito o desejo silencioso como um mantra de suportar a chuva e a raiva enquanto vejo como o cliente da rua Boulogne Sur Mer retorna ao elevador com seu nhoque estilo bolonhesa. Volta rápido e seco. Dou um passo em direção à calçada e fico encharcado de novo. As gotas chocalham muito na minha jaqueta de borracha. Ainda não tenho o piloto laranja. Isso vai acontecer em poucos dias, quando eu cumprir os 15 pedidos entregues. Agora fecho a caixa-mochila de telgopor e o último suspiro quente que a massa deixou antes de sair escapa. Quente e pontual.Em algumas semanas, o Rappi vai me pagar 50 pesos por essa remessa. O cliente não me deixou um centavo na ponta.No Rappi não há tempo para fúria. Ou sim: na bicicleta. [...]Antes da chuva, diante das ordens e das pedaladas frenéticas, as promessas de um emprego livre, sem patrões ou horários, de ganhos imediatos, me levam a um escritório em Villa Crespo, na Rua Castillo, 1200. É a primeira inaugurada pela empresa colombiana Rappi na Argentina, que chegou em março e está crescendo mais rápido que a inflação. [...] No final de agosto, já havia 9 mil rappitenderos na Argentina. Ou melhor, 9 mil trabalhadores não reconhecidos.Hoje já são mais de 12 mil sem assistência social, sem ART, nem férias, nem seguro, nem benefícios de qualquer natureza. [...] O diretor-presidente local da Rappi, Matías Casoy, diz que os rappintenderos não são trabalhadores formais, mas “microempreendedores porque têm seu tempo”. [...]Para treinar como rappitendero existem três horários, três dias por semana. Entre 40 e 50 pessoas estão amontoadas em cada fila; quase todos homens com menos de 40 anos de idade.[...] Há duas filas aqui. Uma para nós, os novos. Outra para ativos. [...]Sem caixa, não há trabalho. [...]As conversas na porta de Castillo giram em torno do labirinto burocrático. O segundo passo é a monotaxa. O Rappi dá 15 dias para que eles apresentem. Durante esse tempo, você pode trabalhar e acumular dinheiro para pedidos. Mas se o trabalhador não conseguir, a empresa bloqueia o usuário e não pode recolher seus ganhos. [...] Eu também vou ter que voltar várias vezes para resolver problemas cotidianos como um trabalhador para esta empresa. Faltam mochilas, pagamentos que não chegam, pedidos que não saem, usuários bloqueados ou recursos não ativados. [...]Agora estamos na clandestinidade. Somos cerca de 40 meninos e 1 menina. Não há cadeiras livres. Alguns de nós sentaram-se no chão. A palestra é ministrada por Viviana. Começa a operação de sedução. Viviana projeta um powerpoint. Ela promete que não pedalaremos mais do que 3 quilômetros, explica o comportamento do bom rappitendero, nos mostra os possíveis ganhos e, acima de tudo, vai nos empolgar com os principais benefícios. Trabalhar sem patrões, o número de horas que queremos e, como se não bastasse, temos os “benefícios de ser monotributista”. [...]Viviana diz para não nos preocuparmos com a caixa. Se quisermos, podemos alugá-la. Senão, faze-mos pedidos menores. [...]A única oportunidade em que o véu da falsa liberdade será transparente será quando Viviana falar da “taxa de aceitabilidade”. Assim que o pedido aparecer no aplicativo SoyRappi, são 30 segundos para decidir se aceita ou não a corrida. Quanto menos pedidos forem aceitos, menor será a taxa de aceitabilidade. E, quanto menor a taxa, menos pedidos aparecerão. [...] Também temos que aproveitar os horários de pico. De 12h às 16h e de 19h/20h às 24h/1h. Os ganhos para cada entrega variam de 40 a 60 pesos, dependendo - sempre em teoria - do número de quilômetros. [...]No Rappi há uma diferença entre dois grupos não antagônicos. Os venezuelanos, que representam mais de 90% da tropa da Rappitenda e costumam dedicar o dia inteiro a essa atividade. E os argentinos, uma clara minoria que costuma usar o aplicativo porque não se sustenta com seu trabalho formal. A etapa final é a ativação do usuário. Eu sou Id 9133. [...]Viajei 9 quilômetros. Fiz 125 pesos, que vou recolher quando o Rappi acertar os ganhos e fizer a transferência para a minha conta. [...]Eu, enquanto isso, continuo circulando sem um destino fixo. Tento horários diferentes, dias diferentes. É sexta-feira à noite. Estou indo pela ciclovia Billinghurst. Estou com o celular na mão. [...]Eu tenho que pegar algumas empanadas venezuelanas em El Salvador em 4400 e levá-los para Recoleta. O aplicativo me orienta através de uma série de etapas para que todos saibam onde estou e o que estou fazendo. Aviso primeiro que estou a caminho. Para o restaurante quando eu chegar. Ao cliente quando já tenho os produtos. Por fim, aviso que dei tudo. Estou pronto para mais. [...]Sou controlado por satélites, sou designado e não atribuído tarefas de um telefone, sou suspenso ou disparado de um tablet, mas pedalo uma bicicleta para o trabalho. Os novos modos de exploração parecem evoluir de forma bastante singular. O século 21 nas mãos das empresas, trabalhadores ancorados no século 19. O capital viaja no tempo. Pode ser o último filme de “De Volta para o Futuro”. O mais sinistro. O capitalismo moderno se move com tração de sangue. Economia de plataforma, dizem economistas e sociólogos. A uberização da economia, dizem outros. [...]Como cheguei depois de 35 minutos no último pedido, o Rappi vai premiar a entrega. O telefone toca novamente. “Temos uma ordem perfeita para você.” Tenho sorte hoje. [...]Mudança de dias. Trabalho ao meio-dia. Trabalho noturno. Trabalho dia e noite. Com e sem chuva. Não importa se há uma tempestade ou um sol brilhante. [...]O Rappi se alimenta, por um lado, de duas fragilidades muito específicas e complementares: a necessidade do imigrante e o desespero dos desempregados. De outro, a fetichização do imediatismo.[...]Fonte:https://www.revistaanfibia.com/capitalismo-traccion-sangre/. Acesso em: 05 jul. 2024. Texto adaptado para fins didáticos.GLOSSÁRIO:Monotributista: Uma forma de pagar impostos simplificada e de baixo custo utilizada por trabalhadores independentes da Argentina.Peso: Moeda argentina, como o Real no BrasilTelgopor: Material térmico semelhante a isopor.Com a afirmação “O século 21 nas mãos das empresas, trabalhadores ancorados no século 19”, parágrafo 17 , o autorEC950AC3-3B Português
Interpretação de TextosUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosA seguir, são apresentados quatro relatos retirados da dissertação de Mestrado intitulada “A reconfiguração da experiência de ser doméstica através da página ‘Eu, empregada doméstica’”, de Enise de Castro Silva, textos III, IV e V. Leia-os, para resolver a questão.
TEXTO III
[...] Filhos sem educação que faziam de mim gato e sapato a filha dessa minha patroa tinha minha idade 14 anos a época e ela até me batia mas isso eu não deixava revidava então era uma brigaiada mas como eles não podiam perder a escravinha não me mandavam embora só ameaçavam!
TEXTO IV
Sem falar em outro doutorzinho que expõe sua empregada ao ridículo lá no meu trabalho ele sai mostrando a foto do perfil dela do whatsap para seus outros colegas e debochando. Olha só essa foto que cara de pobre que pose de vagabunda só podia ser doméstica mesmo!
TEXTO V
[...] a D. da casa é uma dondoca mesquinha que vive pra gastar o dinheiro do marido e ser servida. Um dia na hora do jantar usei um pouco de pimenta do reino dela para colocar no meu prato. A mulher fez um escândalo disse que aquilo era muito caro que aquelas pimentas era dela e da família dela. Não era pra eu usar na comida da empregada. Onde já se viu? Uma pimenta de 17 reais (só porque vinha naqueles moedores) a empregadinha colocar no prato. No dia seguinte comprei as pimentas com moedor mais caras do supermercado levei pra casa dela. Usava em todas as comidas da casa colocava na mesa a minha pimenta oferecia para os convidados dela usava a rodo. Eu sentia o constrangimento e a raiva dela mas ela não podia fazer nada eu estava sendo legal. Uns 3 anos depois vocês não sabem o que eu encontro vencida bem escondidinha. AS PIMENTAS. Era tão caras e ela deixou apodrecer.
Trechos retirados de SILVA, Enise de Castro. A reconfiguração da experiência de ser doméstica através da página “Eu, empregada doméstica”. Dissertação (Mestrado) – Universidade Federal de Minas Gerais, Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas, 2019, p. 71-88. Textos adaptados para fins didáticos.
O Texto VI a seguir é um trecho do livro “Da fala para a escrita – atividades de retextualização”, escrito pelo linguista brasileiro Luiz Antônio Marcuschi acerca da relação entre gêneros de textos orais e escritos. Leia-o com atenção para responder a questão.TEXTO VIDa fala para a escrita – atividades de retextualizaçãoLuiz Antônio MarcuschiA hipótese que defendemos supõe que: as diferenças entre fala e escrita se dão dentro do continuum tipológico das práticas sociais de produção dos gêneros textuais e não na relação dicotômica [oposta] de dois polos opostos. [...] Na realidade, temos uma série de textos produzidos em condições naturais e espontâneas nos mais diversos domínios discursivos das duas modalidades da língua – oral e escrita. Com isto, descobrimos que, comparando uma carta pessoal em estilo descontraído (texto escrito) com uma narrativa oral espontânea (texto oral), haverá menos diferenças do que entre a narrativa oral e um texto acadêmico escrito. Por outro lado, uma conferência universitária preparada com cuidado terá maior semelhança com textos escritos do que com uma conversação espontânea. Os textos se entrecruzam sob muitos aspectos e por vezes constituem domínios mistos, mesclando aspectos da oralidade em textos escritos e da escrita em textos orais. [...] Com isso, toda vez que emprego a palavra língua não me refiro a um sistema de regras determinado, abstrato, regular e homogêneo, nem a relações linguísticas imanentes. Ao contrário, minha concepção de língua pressupõe um fenômeno heterogêneo (com múltiplas formas de manifestação), variável (dinâmico, suscetível a mudanças), histórico e social (fruto de práticas sociais e históricas), indeterminado sob o ponto de vista semântico e sintático (submetido às condições de produção) e que se manifesta em situações de uso concretas como texto e discurso. [...]Fonte: MARCUSCHI, Luiz Antônio. Da fala para a escrita – atividades de retextualização. São Paulo: Cortez, 2010. p. 37-38. Texto adaptado para fins didáticosMarcuschi, autor do texto VI, defende uma hipótese sobre a linguagem. Sabendo disso, pode-se afirmar que os textos III, IV, V - escritos por empregadas domésticas na página de rede social “Eu, empregada”:13339B8A-3A História
História GeralUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosNa Rússia de 1927, a escritora, jornalista e revolucionária russa, Aleksandra Mikháilovna Kollontai, publicava na Revista das Mulheres o artigo “As combatentes no dia do grande Outubro”. O Texto abaixo apresenta fragmentos do referido artigo.
AS COMBATENTES NO DIA DO GRANDE OUTUBRO
Para a Grande Revolução de Outubro, quem foram elas? Indivíduos? Não, uma massa, dezenas, centenas de milhares de heroínas anônimas que caminharam lado a lado com operários e camponeses em nome da bandeira vermelha, com o lema dos sovietes, através das ruínas do odioso passado religioso e tsarista em direção a um novo futuro...
Se olharmos para o passado, veremos essas massas de heroínas anônimas nos dias de Outubro em cidades famélicas, em vilas destituídas e espoliadas pela guerra. (...) Para onde quer que se olhe, por toda parte há mulheres: nos comícios, reuniões, manifestações...
(...) Algum dia os historiadores escreverão sobre o que fizeram essas heroínas anônimas, mortas no front, executadas pelos brancos. (...) E quantas “anônimas”?
Fonte: SCHNEIDER, Graziela. A Revolução das Mulheres: emancipação feminina na Rússia Soviética. São Paulo: Boitempo Editorial, 2017, pp. 265-270
Sobre o valor histórico do artigo, é CORRETO afirmar que se trata de:
1326D74E-3A Geografia
PopulaçãoUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosLeia o excerto e analise o gráfico a seguir:
Índia supera China e se torna o país mais populoso
Estimativas foram divulgadas em relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU)
Com a virada do mês de abril para maio de 2023, a Índia se tornou o país mais populoso do mundo, alcançando um total estimado de 1.428.600.000 pessoas (1,4286 bilhão), segundo o “Relatório sobre a situação da população mundial”, do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), publicado em 19 de abril. Com isso, a população indiana ultrapassou a da China (1.425.700.000 de pessoas), que mantinha a primeira posição desde o início da publicação do estudo, em 1950.
Fonte: Adaptado de https://encurtador.com.br/RReid Acesso em 04 de jul. de 2024.

Fonte: Adaptado de https://encurtador.com.br/WWBW1 Acesso em 12 de ago. de 2024.
Considerando os últimos 40 anos e, levando em conta as dinâmicas populacionais de Índia e China, um fator determinante que contribuiu para a troca de posição entre os dois países na condição de nação mais populosa do mundo foi:
12DEB6C8-3A Física
Física Térmica - TermologiaUniversidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosTermômetros infravermelhos utilizados em hospitais são dispositivos utilizados para medir temperatura de pessoas sem contato direto com elas. Seu funcionamento se baseia no princípio físico de que qualquer material com temperatura da ordem de 36°C emite radiação infravermelha, cuja intensidade total da radiação emitida (Irad (T)) aumenta com a te
mperatura do objeto, conforme a equação:
Irad(T) = ϵσT4 .
σ = 5, 7 Wm−2K−4 é um valor constante chamado de constante de Stefan-Boltzman e
é um parâmetro
adimensional que pode assumir valores entre 0 e 1,
dependendo das características do material, chamada
de emissividade. Para a pele humana, por exemplo,
ϵ ´e da ordem de 0,98. Para o plástico claro,
é igual
a 0,94.Alguns termômetros de infravermelho possuem uma mira laser para sinalizar o local onde a temperatura será realizada.
0ADB06C2-32 Literatura
Escolas LiteráriasUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosA Jandaia cantou no alto da palmeira o nome de IracemaLábios de mel, riso mais doce que o jatiLinda demais, cunhã-porã, itereí¹Vou cantar Juremê, Juremê, JuremêVou contar Juremá, JuremáUma história de amor, meu amorÉ o carnaval da Beija-FlorA Jandaia cantou no alto da palmeira o nome de IracemaLábios de mel, riso mais doce que o jatiLinda demais, cunhã-porã, itereíVou cantar Juremê, Juremê, JuremêVou contar Juremá, JuremáUma história de amor, meu amorÉ o carnaval da Beija-Flor¹ moça bonita, gentilCLAUDEMIR; MAURIÇÃO; BARCELLOS, Ronaldo et. al. Iracema, a virgem dos lábios de mel. In: LIESA: Sambas de enredo 2017. Universal Music, 2017. 1 CD. Faixa 5. [Intérprete Neguinho da Beija-Flor].O fragmento acima consiste em parte do samba-enredo Iracema, a virgem dos lábios de mel apresentado, em 2017, pela escola de samba Beija-Flor de Nilópolis. A letra retoma Iracema de José de Alencar, uma das obras-chave do primeiro Romantismo brasileiro. Assinale a alternativa que indica a relação correta existente entre o samba-enredo, o contexto e a obra literária romântica.0AD840EA-32 Literatura
Teoria LiteráriaUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosAs personagens são importantes operadores de leitura de um texto literário, pois elas colocam o enredo de uma história em movimento. Em relação às personagens femininas presentes em diferentes obras literárias, é correto afirmar que em0AC2717C-32 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosO consumo moderno é, acima de tudo, um artefato histórico, na medida em que suas características atuais são o resultado de vários séculos de profunda mudança social, econômica e cultural no Ocidente.McCRACKEN, Grant. Cultura e consumo: novas abordagens ao caráter simbólico dos bens e das atividades de consumo. Rio de Janeiro: MAUAD, 2003. p. 21.A expressão negritada tem, no contexto em que aparece, o significado de0ABF5C3E-32 Português
Interpretação de TextosUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosCom a idade estimada entre 86 e 90 anos, Aruká Jamu, o último falante da língua do povo Juma, morreu de Covid-19 em 17 de fevereiro de 2021 em um hospital de Porto Velho, capital de Rondônia. Sua etnia, que contava com cerca de 15 mil pessoas no século XVIII, foi devastada por doenças e conflitos com seringueiros, madeireiros e garimpeiros. Em 1964, restavam só seis indivíduos Juma e, em 1999, apenas Aruká. Sua primeira mulher morrera em 1996. As quatro filhas, incluindo uma de outro casamento, casaram-se com homens da etnia Uru-euwau-wau. Em 2016, como noticiado no jornal New York Times, Aruká Juma contou ao repórter fotográfico Gabriel Uchida: “Éramos muitos antes que os seringueiros viessem matar todos os Juma”.DA EDIÇÃO. Morte de um homem e extinção de uma etnia. Pesquisa FAPESP, São Paulo, FAPESP, Ano 22, n. 322, Abr. 2021. p. 17.Com base na leitura do trecho, e considerando que se trata de uma notícia, é INCORRETO afirmar que as datas destacadas em negrito0A9E7BF6-32 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosAt the University of Tokyo, researchers have bioengineered a robotic finger that is covered in human skin, which is water-repellent and self-healing. Using human skin cells, scientists have successfully created a robotic finger that replicates the real look and feel of human skin. This bioengineered skin was found to be water repellent and self-repairing when harmed with minor abrasions and wounds. The skin's ability to repair itself when injured replicates living organisms' skin. In the recently published journal, the scientists explained that the bioengineered skin was created by first using a mixture of collagen and human dermal fibroblasts. The robotic finger is then submerged into the skin solution to give the body part the realistic look of skin. Shoji Takeuchi, a tissue engineer and lead author of this study, expressed his belief that "living skin is the ultimate solution to give robots the look and touch of living creatures since it is exactly the same material that covers animal bodies." Takeuchi and his colleagues believe that their biohybrid invention could help to create realistic-looking robots that work within the medical care and service industry. The humanlike appearance of these robots is an important piece in ensuring that robots appear approachable. Although the first version of the skin is much weaker than our natural skin and is not able to survive without nutrient baths and waste removal, Professor Takeuchi and his team are hopeful about their research. They plan to address their current issues as well as add in more complex features like sensory neurons, hair, nails, and sweat glands.Disponível em: https://www.discovery.com/. Acesso em: 18 Fev. 2024.Considering this text on robots and bioengineering, it is INCORRECT to state that0A7D7069-32 Sociologia
As cidades e os espaços urbanosUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosConsidere a charge abaixo.
Disponível em: https://blogdoaftm.com.br/charge-aumento-da-populacao-de-rua/. Acesso em: 25 nov. 2023.Assinale a alternativa que constitui o problema social urbano representado na charge acima.0A758076-32 Geografia
PopulaçãoUFU-MG · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritosA análise permanente da estrutura etária da população é fundamental para o planejamento das condições necessárias ao bem-estar coletivo e também aos interesses individuais. A esse respeito, analise o gráfico abaixo sobre a proporção etária da população residente no Brasil no período entre 1980 e 2022.
Adaptado de Censo Demográfico 2022 do IBGE; População por idade e sexo – Resultados do universo.Assinale a alternativa que contempla uma análise correta dos dados acima.