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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 204 de 784.

  • 827B4BDE-FF

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Numa savana africana há vários seres vivos que compartilham o mesmo habitat. O capim, que é fotossintetizante, alimenta as zebras, os búfalos, as formigas, dentre outros. A zebra e o búfalo, por sua vez, servem de alimento para os leões e abutres. Os abutres, ao morrerem, serão devorados por bactérias e fungos. A partir destas informações, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 827b4bde-ff
  • 82681009-FF

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Os vírus vivem como parasita no interior das células de outros seres vivos, provocando numerosas doenças conhecidas por viroses. Para muitas doenças humanas causadas por vírus já existem vacinas, uma forma eficiente de prevenção. No entanto, o processo de desenvolvimento de vacinas é longo, havendo doenças para as quais ainda não há tal recurso preventivo. A transmissão destes patógenos pode ser pela saliva ou através de alimentos contaminados, como também sexualmente transmissíveis. São consideradas doenças virais sexualmente transmissíveis:
    Escolha uma alternativa para a questão 82681009-ff
  • 824C4A6A-FF

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um reservatório de água possui o formato de um paralelepípedo retângulo, com 2 m de altura e base com 5 m de comprimento e 1,5 m de largura. A quantidade de água, em litros, necessária para encher completamente esse reservatório é de:
    Escolha uma alternativa para a questão 824c4a6a-ff
  • 82492813-FF

    Matemática

    Probabilidade
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma pesquisa sobre preferência de frutas foi realizada com 200 pessoas, sendo que cada pessoa poderia somente escolher uma única fruta como resposta. A tabela a seguir mostra o resultado desta pesquisa.

    Fruta preferida Frequência absoluta
    Banana 48
    Maçã 42
    Uva 37
    Laranja 28
    Morango 23
    Outras 22
    Total 200

    Escolhendo-se, ao acaso, uma das pessoas pesquisadas, a probabilidade da sua fruta preferida ser laranja é de:
    Escolha uma alternativa para a questão 82492813-ff
  • 82457CFC-FF

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    No segundo trimestre de 2019 um laticínio vendeu 17.425 litros de leite, o que representa um aumento de 2,5% nas vendas em relação ao primeiro trimestre de 2019. Dessa forma, podemos afirmar que a quantidade de litros de leite vendidos por esse laticínio no primeiro trimestre de 2019 foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 82457cfc-ff
  • 823E3BD5-FF

    História

    História do Brasil
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A travessia do Atlântico durava mais de dois meses. Espremidos nos porões dos navios negreiros, milhares de homens, mulheres e crianças suportavam calor, sede, fome, sujeira, ataques de ratos e piolhos, e surtos de sarampo e escorbuto. Muitos não resistiam e acabavam jogados ao mar.

    (FLORENTINO, Manolo. 1997.)

    O tráfico de escravos foi uma prática prevalente por vários séculos no Brasil. Sobre essa prática, analise as afirmativas a seguir.

    I. O tráfico ultramarino de africanos, com o objetivo de escravizá-los, teve relação direta com a necessidade permanente de trabalhadores nos engenhos do Brasil.
    II. O Brasil foi o lugar onde houve um dos mais desenvolvidos comércios de escravos, perdendo em quantidade apenas para a Inglaterra e para a França.
    III. Os escravos eram conseguidos por traficantes que obtinham os prisioneiros comprando-os na África, caso fossem prisioneiros de guerra, ou por meio de emboscadas realizadas pelos próprios traficantes.
    IV. Os navios negreiros, ou tumbeiros eram, de uma maneira geral, subvencionados pelo Estado e raramente ligados à iniciativa de comerciantes particulares.
    V. No sistema colonial escravista, a existência do tráfico negreiro atendia a uma demanda por escravos das colônias e, por ser uma atividade altamente lucrativa, atendia aos interesses da metrópole e da colônia.

    Estão corretas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão 823e3bd5-ff
  • 8236F454-FF

    Geografia

    Clima
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Por que as chuvas torrenciais estão ocorrendo na Grande São Paulo?

    As fortes chuvas no início dessa semana, na grande São Paulo, causaram inúmeros prejuízos físicos e o óbito de 12 pessoas, quer seja por escorregamentos, soterramentos e afogamentos. Segundo a professora Débora Rodrigues Barbosa, docente do curso de Geografia da Estácio, as intempéries foram provocadas por uma interação de fatores meteorológicos. Um gradual aumento da temperatura da água oceânica (uma anomalia térmica) promoveu a baixa pressão atmosférica e um amplo processo de evaporação da superfície líquida do Atlântico. [...] Essa anomalia térmica está relacionada, na verdade, a uma ilha de calor, que provoca o aumento da temperatura no centro das cidades, sobretudo nas grandes metrópoles, como é o caso da Região Metropolitana de São Paulo, explica a professora Débora.

    (Disponível em: https://www.otaboanense.com.br/por-que-as-chuvastorrenciais-estao-ocorrendo-na-grande-sao-paulo. Acesso em: 14/09/2019.)

    Tendo em vista as causas e características da formação dessas “ilhas de calor”, analise as afirmativas a seguir.

    I. Uma característica que contribui para o aparecimento das “ilhas” seria o grande contraste térmico entre as áreas mais urbanizadas e os locais periféricos ou agrícolas.
    II. A redução drástica da temperatura e a elevação súbita da umidade relativa do ar é uma das causas mais frequentes dessas ilhas de calor urbano.
    III. A principal causa das ilhas de calor é a total incapacidade de absorção de água pelo solo nas cidades, uma vez que a área urbana é coberta por concreto e asfalto.
    IV. A ausência de árvores, responsáveis por regular a temperatura por meio do aumento da umidade do ar e diminuição da temperatura, é um agravante na formação destas ilhas térmicas.

    Estão corretas as afirmativas
    Escolha uma alternativa para a questão 8236f454-ff
  • 82283F97-FF

    Literatura

    Barroco
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considerando os estilos literários e as informações correspondentes, relacione adequadamente as colunas a seguir.

    I. Barroco.
    II. Realismo.
    III. Classicismo.
    IV. Romantismo.
    V. Modernismo.

    ( ) Predomina o determinismo: o indivíduo de nada vale, existem leis universais que regem a história, a sociedade e o homem.
    ( ) Tem como características, dentre outras, a defesa da pátria e da liberdade, o mal do século e o sentimentalismo.
    ( ) Termina junto com a 2ª Guerra; tem como características o ataque à arte tradicional, o desejo de renovar e nacionalizar a arte brasileira.

    A sequência está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão 82283f97-ff
  • 82205DEF-FF

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Capítulo XXXVIII: Que Susto, Meu Deus!

    Quando Pádua, vindo pelo interior, entrou na sala de visitas, Capitu, em pé, de costas para mim, inclinada sobre a costura, como a recolhê-la, perguntava em voz alta:
    — Mas, Bentinho, que é protonotário apostólico?
    — Ora, vivam! exclamou o pai.
    — Que susto, meu Deus!
    Agora é que o lance é o mesmo; mas se conto aqui, tais quais, ou dois lances de há quarenta anos, é para mostrar que Capitu não se dominava só em presença da mãe; o pai não lhe meteu mais medo. No meio de uma situação que me atava a língua, usava da palavra com a maior ingenuidade deste mundo. A minha persuasão é que o coração não lhe batia mais nem menos. Alegou susto, e deu à cara um ar meio enfiado; mas eu, que sabia tudo, vi que era mentira e fiquei com inveja. Foi logo falar ao pai, que apertou a minha mão, e quis saber por que a filha falava em protonotário apostólico. Capitu repetiu-lhe o que ouvira de mim, e opinou logo que o pai devia ir cumprimentar o padre em casa dele; ela iria à minha. E coligindo os petrechos da costura, enfiou pelo corredor, bradando infantilmente:
    — Mamãe, jantar, papai chegou!

    (Machado de Assis – Dom Casmurro.)

    O romance realista machadiano alcançou grande destaque na literatura, sendo Machado de Assis reconhecido como o autor que marcou o início do Realismo no Brasil, em 1881.

    De acordo com o trecho, é possível reconhecer em sua obra:
    Escolha uma alternativa para a questão 82205def-ff
  • 820F1650-FF

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    De acordo com o contexto, o elemento destacado em “Mas inócuo para prevenção de fato.” (2º§) tem o seu significado corretamente expresso em:
    Escolha uma alternativa para a questão 820f1650-ff
  • 8207C794-FF

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Quanto à linguagem empregada no texto, assinale a afirmativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 8207c794-ff
  • 82043543-FF

    Português

    Análise sintática
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Considerando o trecho destacado “Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo.”, (2º§) pode-se afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 82043543-ff
  • 81FFB4DE-FF

    Português

    Análise sintática
    Faculdades Integradas Aparício Carvalho · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O que é prevenção de suicídio, afinal?

       Dia mundial de prevenção de suicídio, 10 de setembro. De um tempo para cá todo ano voltamos ao tema. Mas ainda estamos encontrando o tom.
       Após uma vida inteira ignorando o assunto os meios de comunicação resolveram finalmente abordá-lo. Mas, presos aos modelos de campanhas de conscientização habituais focaram-se nos números, taxas de crescimento, histórias individuais, entrevistas com pessoas afetadas pela questão. Tudo muito importante para que a sociedade fique mais esclarecida sobre o panorama local, nacional e até mundial sobre o suicídio. Mas inócuo para prevenção de fato.
      O que é prevenção, afinal? A prevenção em saúde se dá em três níveis:
       Prevenção primária: estratégias para evitar o adoecimento, retirando fatores de risco.
      Prevenção secundária: detecção precoce de pessoas acometidas por um problema, se possível antes de ele se manifestar.
      Prevenção terciária: intervenções para evitar sequelas depois que o problema acontece.
       De trás para frente, quando se fala em suicídio, não é possível fazer prevenção terciária, a não ser tratar das feridas emocionais de quem ficou (na chamada pósvenção).
      E o que seria a prevenção secundária nesses casos? Evitar que pessoas já com intenções ou planos suicidas cometam o ato. Tal situação normalmente se dá quando existe um transtorno mental que agrava uma situação de crise – por estar doente ela não vê outra saída que não a morte. É preciso então dissuadi-las disso, mostrando que o ser humano consegue superar qualquer coisa se tiver ajuda suficiente e se suas emoções não estiverem adoecidas. Não adianta apresentar números, contar histórias tristes. Ninguém nessa situação vai pensar “Puxa, quanta gente já se matou, né? Melhor eu não fazer isso”. Ao contrário, tais dados podem até normalizar para elas esse comportamento. Faremos prevenção se ensinarmos todo mundo a detectar sintomas de depressão, a diferenciar uso e dependência de substâncias; se combatermos o preconceito com psiquiatria, psicologia, estimulando em quem precisa a busca de ajuda e apresentando caminhos para atendimento em crises (como o CVV – fone 188). Se a sociedade inteira compreender que essas são formas eficazes de se buscar saídas para situações aparentemente insolúveis e insuportáveis, poderemos prevenir alguns casos.
      Evidentemente o ideal é que a gente não chegue a ponto de considerar seriamente o suicídio. Como já vimos que isso normalmente ocorre quando crises parecem insuportáveis e insolúveis em função do adoecimento emocional, esse último deveria ser o alvo da prevenção primária. É ingênuo achar ser possível prevenir crises. Mas evitar o adoecimento é um alvo a ser perseguido com afinco. Atividade física regular, sono de qualidade, alimentação saudável, desenvolvimento de vínculos afetivos, criação de uma rede de suporte, tudo isso – de preferência ao mesmo tempo – oferece boa proteção ao adoecimento ou ao agravamento dos transtornos mentais. Falar disso – que aparentemente nada tem a ver com o suicídio – talvez seja uma das formas mais importantes de prevenir novos casos.
        Ah, e apesar de óbvio, vale a pena lembrar: não adianta voltarmos a esses temas apenas ano que vem, ok?
      Já percebeu como diante das mesmas situações – mesmo as dramáticas – tem gente que desmorona, outros sofrem por um tempo mas seguem em frente, e ainda há quem não se abale? Isso mostra que boa parte do problema diante de eventos negativos não está neles, mas em nós – como nossa história, nossos pensamentos, pressupostos e crenças interferem na forma com que lidamos com as adversidades. Em O poder da resiliência (Sextante, 2019) o psicólogo Rick Hanson se uniu ao consultor Forrest Hanson para mostrar, baseado em pesquisas científicas e exemplos práticos, como resiliência vai além da capacidade de absorver os golpes e ficar em pé (o que já é bastante). Ela também coopera para termos mais qualidade de vida e um bem-estar efetivo. Habilidades que vêm muito a calhar tanto para prevenção primária como para secundária e pósvenção.

    (Daniel Martins de Barros, 10/09/2019. Disponível em: https://emais.estadao.com.br/blogs/daniel-martins-de-barros/o-que-eprevencao-de-suicidio-afinal/.)
    Na organização das ideias do texto, pode-se afirmar que está correto o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 81ffb4de-ff
  • CF3F5BF5-FA

    Matemática

    Estatística
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Após a aplicação de uma prova de Matemática, em uma turma de Ensino Médio com 30 estudantes, o professor organizou os resultados, conforme a tabela a seguir.

    Número de estudantes Nota
    5 3,0
    10 6,0
    7 8,0
    8 9,5
    A nota mediana dessa prova de Matemática é
    Escolha uma alternativa para a questão cf3f5bf5-fa
  • CF290F51-FA

    Matemática

    Geometria Plana
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere dois círculos tangentes entre si, de centros A e B sobre a reta r, e tais que o raio de cada um tenha medida 10.

    Os segmentos Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UFRGS 2019, Geometria Plana são tangentes aos círculos e têm extremidades nos pontos de tangência e, D, E e F, como representado na figura a seguir. 

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UFRGS 2019, Geometria Plana

    A área da região sombreada é  
    Escolha uma alternativa para a questão cf290f51-fa
  • CF1021A6-FA

    Matemática

    Aritmética e Problemas
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    A concentração de alguns medicamentos no organismo está relacionada com a meia-vida, ou seja, o tempo necessário para que a quantidade inicial do medicamento no organismo seja reduzida pela metade.

    Considere que a meia-vida de determinado medicamento é de 6 horas. Sabendo que um paciente ingeriu 120 mg desse medicamento às 10 horas, assinale a alternativa que representa a melhor aproximação para a concentração desse medicamento, no organismo desse paciente, às 16 horas do dia seguinte.
    Escolha uma alternativa para a questão cf1021a6-fa
  • CEEBD2AD-FA

    Matemática

    Circunferências e Círculos
    UFRGS · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere dois círculos de centros A e C, raio 1 e tangentes entre si. O segmento Figura 1 de 2 da questão de Matemática, UFRGS 2019, Circunferências e Círculos é diagonal do quadrado ABCD. Os círculos de centros B e D são tangentes aos círculos de centros A e C, como mostra a figura abaixo.

    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, UFRGS 2019, Circunferências e Círculos

    O raio dos círculos de centros B e D é
    Escolha uma alternativa para a questão ceebd2ad-fa