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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 307 de 784.

  • 926DEA3E-02

    Química

    Energias Químicas no Cotidiano
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Considere o texto a seguir:

    “Assim como o etanol, o biodiesel tem significativas vantagens ambientais. Estudos do National Biodiesel Board (associação que representa a indústria de biodiesel nos Estados Unidos) demonstraram que a queima de biodiesel pode gerar em média 48% menos monóxido de carbono (relativamente ao ciclo global do CO2); 47% menos material particulado (que chega aos pulmões) e 67% menos hidrocarbonetos. Como esses percentuais variam de acordo com a quantidade de biodiesel adicionado ao diesel de petróleo, essas reduções ocorrem de modo proporcional. O biodiesel é adicionado ao diesel de petróleo em proporções regulamentadas por legislações específicas, recebendo a denominação de BX, em que X representa a porcentagem volumétrica de biodiesel adicionada ao petrodiesel.
    Existem inúmeras matérias-primas que podem ser usadas para a produção de biodiesel, como de plantas oleaginosas (milho, girassol, algodão, soja, pinhão-manso, baru, entre outras) e gorduras e óleos residuais de frituras. Entretanto, a matéria-prima mais utilizada na produção de biodiesel brasileiro atualmente ainda é o óleo de soja, com 69,30%, conforme o Boletim Mensal do Biodiesel da ANP de janeiro de 2017.
    (...)
    O método para a produção industrial de biodiesel mais utilizado na escala global é a transesterificação, reação entre um trialcilglicerol e um álcool de cadeia curta, sob ação de um catalisador, que resulta em uma mistura de ésteres, que constitui o biodiesel. A reação resulta também, como coproduto, no glicerol ou a glicerina, que, em altas concentrações no biodiesel, pode provocar problemas de armazenamento, formação de depósitos, entupimento de bicos injetores do motor e emissões de aldeídos.”

    Fonte: Adaptado de Oliveira et al, Revista Química Nova, Vol. 41, No. 2, 121-128, 2018

    Uma reação de transesterificação de um triacilglicerol para produção de biodiesel, citada no texto, é mostrada a seguir:

    Imagem da questão de Química, Centro Universitário de Volta Redonda 2018, Energias Químicas no Cotidiano
    Com base no texto e na reação apresentada, o produto gerado na obtenção de biodiesel que deve ser removido para evitar problemas nos motores tem fórmula:
    Escolha uma alternativa para a questão 926dea3e-02
  • 92470EA3-02

    Conhecimentos Gerais

    Guerras, Conflitos e Terrorismo
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A Copa do Mundo 2018 será disputada na Rússia, país de maior extensão territorial do mundo, mas também de rica, interessante e controversa história. Em duas ocasiões, como Império Russo e como União Soviética, dois poderosos exércitos, até então vistos como invencíveis, foram derrotados em seu território, alterando o curso das guerras (que propositalmente omitimos os nomes), e determinando o resultado final desses conflitos.

    Assinale o par de exércitos que amargaram o fracasso nas geladas terras russas:
    Escolha uma alternativa para a questão 92470ea3-02
  • 92445157-02

    Atualidades

    Atualidades do ano de 2018
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leio o excerto de reportagem abaixo e faça o que se pede:

    RIO — O secretário de Segurança do Rio, general Richard Nunes, afirmou, em entrevista à Rádio CBN, na manhã desta sexta-feira, que nenhuma hipótese sobre o assassinato da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes está fechada. O general discordou do ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, que afirmara que o caso Marielle está "quase elucidado". O crime ocorreu em 14 de março. Nenhum suspeito foi identificado. Jungmann confirmara, nesta quinta-feira, que o vereador, o PM e o ex-PM, apontados por uma testemunha do caso Marielle, estão entre os investigados pelo assassinato da vereadora. [...]
    Uma testemunha - que trabalhou para o grupo paramilitar da Zona Oeste - procurou a Polícia Federal para contar detalhes que envolvem Orlando de Curicica e o vereador Marcello Siciliano na morte de Marielle. Delegados da Polícia Federal levaram o delator à Polícia Civil, para quem ele prestou três depoimentos: dois no Círculo Militar e um na Delegacia de Homicídios. Ele afirmou que procurou a PF porque estava correndo risco de vida.
    [...]

    https://oglobo.globo.com/rio/secretario-de-seguranca-diz-que-esta-reorientando-estrategia-deinvestigacao-do-assassinato-de-marielle-22674091#ixzz5FEbd10Py, acessado em 11/05/2018.

    Os assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL-RJ) e de seu motorista Anderson Gomes chocaram o país. A parlamentar tinha atuação em um somatório de pautas, como: defesa dos Direitos Humanos; de condições dignas para os moradores de favelas; das mulheres, negras e população LGBT contra as opressões de gênero e o racismo. É possível mensurar o rol de reações negativas, com sua atividade parlamentar entre os setores mais conservadores da sociedade, mas também em uma atividade criminosa que vem dominando regiões da cidade do Rio de Janeiro e Baixada Fluminense e, conforme os estudiosos de Segurança Pública, hoje é o principal problema dessa temática. A afirmativa refere-se a:
    Escolha uma alternativa para a questão 92445157-02
  • 92417C5B-02

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Observe a capa do jornal “Gazeta de Notícias”, de 14/05/1889.


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Centro Universitário de Volta Redonda 2018, Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero


    Como podemos perceber, trata-se de uma das mais importantes leis promulgadas no país, a chamada “Lei Áurea”, que, neste ano, completou 130 anos. Segundo diversas organizações do Movimento Negro, apesar de tanto tempo ter se passado, a abolição da escravidão no Brasil ainda “não estaria completa”. Dentre as alternativas abaixo, qual está de acordo com a crítica formulada por esses movimentos?

    Escolha uma alternativa para a questão 92417c5b-02
  • 923E6B5D-02

    Geografia

    Geografia Econômica
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho abaixo e faça o que se pede:

     

    “Art. 3º Constituem objetivos fundamentais da República Federativa do Brasil:

        I - construir uma sociedade livre, justa e solidária;

        II - garantir o desenvolvimento nacional;

        III - erradicar a pobreza e a marginalização e reduzir as desigualdades sociais e regionais;

        IV - promover o bem de todos, sem preconceitos de origem, raça, sexo, cor, idade e quaisquer outras formas de discriminação.

     

     Art. 4º A República Federativa do Brasil rege-se nas suas relações internacionais pelos seguintes princípios:

        I - independência nacional;

        II - prevalência dos direitos humanos;

        III - autodeterminação dos povos;

        IV - não-intervenção;

        V - igualdade entre os Estados;

        VI - defesa da paz;

        VII - solução pacífica dos conflitos;

        VIII - repúdio ao terrorismo e ao racismo;

        IX - cooperação entre os povos para o progresso da humanidade;

        X - concessão de asilo político.

     

    Parágrafo único. A República Federativa do Brasil buscará a integração econômica, política, social e cultural dos povos da América Latina, visando à formação de uma comunidade latino-americana de nações.” ...

     

    Constituição da República Federativa do Brasil (Constituição de 1988).

     

    A lei máxima do país, promulgada no dia 05 de outubro de 1988, representou o maior avanço já obtido pela sociedade brasileira na garantia dos direitos civis, políticos e sociais. Os duros embates ideológicos durante os trabalhos constituintes, se não produziram a Constituição ideal, no mínimo tem o mérito de organizar a sociedade em bases que levassem à superação das sombrias décadas de ditadura. Mas, enquanto o Brasil reorganizava sua vida democrática, e implantava direitos sociais há muito esperados, no contexto econômico internacional uma corrente de pensamento preconizava a tese da “redução do Estado” e ou “Estado Mínimo”, o que veio a dificultar a efetividade da implantação de vários dos avanços da nova Carta Constitucional.


    Estamos nos referindo a(o):

    Escolha uma alternativa para a questão 923e6b5d-02
  • 922868B8-02

    Português

    Gêneros Textuais
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Na constituição do gênero do TEXTO, há a predominância do tipo textual:
    Escolha uma alternativa para a questão 922868b8-02
  • 92207C29-02

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro Universitário de Volta Redonda · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A indiferença com a violência nas favelas do Rio de Janeiro

    O silêncio de autoridades e instituições revela o fatalismo de uma política de segurança pública falida

    Marcelo Baumann Burgo

     

    A rotina de tiroteios em diversas favelas do Rio de Janeiro tem por cenário um labirinto de casas recheadas de seres humanos, acuados e humilhados. O quadro ultrapassa as raias do absurdo, e nem os escritores do realismo mágico seriam capazes de imaginá-lo.

    O que mais surpreende, contudo, é o silêncio condescendente das autoridades e instituições cujo papel deveria ser o de, antes de qualquer outra coisa, zelar pelas garantias mínimas do direito à vida e integridade física dos cidadãos.

                Mas ao que tudo indica, para os moradores das favelas cariocas, nem mesmo esse aspecto elementar do pacto hobbesiano tem sido preservado, o que sugere que, para eles, a lei é a da barbárie. Na favela da Rocinha, por exemplo, desde setembro de 2017, a cada três dias pelo menos uma pessoa – incluindo policiais - morreu nesses confrontos.

    O primeiro e mais ensurdecedor silêncio é o do governador e das autoridades da segurança pública estaduais e federais. No máximo, se manifestam quando algum policial é morto no “campo de batalha”, para lamentar sua perda e reafirmar o “espírito de combate da tropa”.

    Diante desse silêncio deliberado, ficam no ar várias perguntas: como explicar o sentido de uma política de segurança que tem como efeito real a tortura diária da população das favelas, que se vê obrigada a conviver com um fogo cruzado intenso e aleatório? Quem realmente responde por ela, e pelas mortes e sofrimento que ela provoca? Onde se pretende chegar com isso? Quais as suas razões “técnicas”, se é que não é uma ofensa às vítimas formular essa pergunta? SILÊNCIO...

    Sob esse primeiro vácuo de respostas, há um segundo nível de silêncio, o das instituições que deveriam questionar as autoridades estaduais e federais. Cadê os poderes legislativos, que não criam um grupo suprapartidário de parlamentares para interpelar o governo? Neste caso, não vale alegar que estamos aguardando as próximas eleições para “fazer o debate”, pois o sofrimento é hoje, e a morte espreita diariamente a vida dessa população.

    E o Ministério Público, que não organiza uma força-tarefa para, tempestivamente, proteger a ordem jurídica escandalosamente violada, com a agressão de todo tipo aos direitos fundamentais dos cidadãos? SILÊNCIO...

    Sob essa segunda e espessa camada de silêncios, subsiste uma terceira igualmente decisiva, a da grande imprensa. Não que ela não faça a crônica diária dos tiroteios, mas em geral as faz descrevendo os fatos com aparente neutralidade, como se eles simplesmente fizessem parte da rotina, não dando sinais, portanto, de que reflete sobre o que significa informar, em uma mesma matéria, que três ou quatro pessoas morreram ou se feriram, e que a operação teve como saldo a apreensão de “um fuzil”, “dez trouxinhas de maconha”, e “alguns papelotes de cocaína”...

    Cadê os editoriais cobrando respostas das autoridades? Cadê o trabalho que, em outras áreas da vida pública, por exemplo na questão da corrupção, a grande imprensa faz com tanto zelo para mobilizar a opinião pública? No caso da rotina de tiroteios nas favelas o que parece resultar do trabalho da grande imprensa é o oposto da mobilização, ou seja, um efeito de resignação diante da violência ordinária.

    Restaria, ainda, a sociedade civil organizada. Cadê a OAB, CNBB, ABI, as universidades, associações de bairro, e tantas outras que se irmanaram na luta contra a ditadura? Para ser justo com elas, até esboçaram alguma reação, mas sem força para fazer diferença. Com isso, tudo se passa como se esse bangue-bangue diário e estúpido dissesse respeito apenas aos moradores das favelas. Será que devemos esperar que somente eles se mobilizem?

    Como se vê, para além de quaisquer outras razões de ordem econômica e social, o que se passa com a (in)segurança nos territórios populares do Rio de Janeiro deve ser creditado, antes de mais nada, aos silêncios e omissões de diferentes autoridades e instituições. Tal postura não deixa de revelar o quadro de fatalismo e perplexidade a que chegamos e não por acaso! Pois não há mesmo muito a se fazer com o modelo atual de segurança pública.

    Em face de uma trama social que se torna cada vez mais complexa, a verdade é que não há como insistir com respostas casuísticas, provisórias e crescentemente brutais, que sintomaticamente já não podem prescindir do apoio recorrente das Forças Armadas.

    Mas se é assim, que ao menos se reconheça, com honestidade, a necessidade de enfrentarmos um amplo debate sobre a reforma estrutural das instituições de segurança pública, a começar pelas polícias civil e militar. A cada dia, sua incompatibilidade com o projeto de democracia se mostra mais explícita.

    O sofrimento de quem convive diariamente sob a tortura da loteria dos tiroteios nos territórios populares não terá como ser reparado, mas ainda não é tarde demais para mobilizarmos energia para esse debate.

    No caso do Rio de Janeiro, o mínimo aceitável seria exigir que as autoridades, de um lado, contribuíssem para precipitar esta discussão e, de outro, interrompessem imediatamente a escalada do descalabro que elas vêm chancelando, movidas sabe-se lá por que tipo de cálculo.

     

    Adaptado a partir de: https://www.cartacapital.com.br/sociedade/a-indiferenca-com-a-violencia-nasfavelas-do-rio-de-janeiro /. Acesso em 10 de maio de 2018.

    Pode-se afirmar que o principal objetivo do TEXTO é:
    Escolha uma alternativa para a questão 92207c29-02
  • B054E5F1-02

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema “Os estatutos do homem”, de Thiago de Mello, para responder à questão.


    Artigo 12

    Decreta-se que nada será obrigado nem proibido.

    Tudo será permitido,

    sobretudo brincar com os rinocerontes

    e caminhar pelas tardes

    com uma imensa begônia na lapela.

    (Estatutos do homem, 1986.)

    No poema, expressam uma regra geral e um exemplo dessa regra, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão b054e5f1-02
  • B04C05B4-02

    Português

    Coesão e coerência
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.


    Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.

     No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.

    Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.

    Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.

    E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.

    Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…   


     

    (O quinze, 2009.)

    “E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.” (5º parágrafo)

    Os pronomes sublinhados retomam o sentido de:
    Escolha uma alternativa para a questão b04c05b4-02
  • B0492E3F-02

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.


    Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.

     No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.

    Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.

    Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.

    E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.

    Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…   


     

    (O quinze, 2009.)

    No trecho selecionado, a palavra “armado” (1º parágrafo)
    Escolha uma alternativa para a questão b0492e3f-02
  • B04586A9-02

    Português

    Interpretação de Textos
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Considere o trecho do romance O quinze, de Rachel de Queiroz, para responder à questão.


    Armado com um cartãozinho do bispo e um bilhete particular de Conceição à senhora que administrava o serviço, Chico Bento conseguiu obter o ambicionado lugar no açude do Tauape.

     No bilhete, a moça fazia o possível para comover a destinatária; e a senhora, apesar de já se ter habituado a esses pedidos que falavam sempre numa mesma pobreza extrema e em criancinhas famintas, achou jeito de desentulhar uma pá, e ela mesma guiou o vaqueiro aturdido, com seu ferro na mão, e o entregou ao feitor.

    Duramente Chico Bento trabalhou todo o dia no serviço da barragem.

    Só de longe em longe parava para tomar um fôlego, sentindo o pobre peito cansado e os músculos vadios.

    E o almoço, ao meio-dia, onde, junto do pirão, um naco de carne cheiroso emergia, mal o soergueu e o animou.

    Já era tão antiga, tão bem instalada a sua fome, para fugir assim, diante do primeiro prato de feijão, da primeira lasca de carne!…   


     

    (O quinze, 2009.)

    No romance O quinze, Chico Bento é
    Escolha uma alternativa para a questão b04586a9-02
  • B0359B1C-02

    Geografia

    Hierarquia urbana
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Além do desenvolvimento econômico levado às cidades que ficam depois da Ponte Rio Negro, os municípios do lado sul da Região Metropolitana de Manaus caminham para a tendência de “cidades-dormitórios”. O que se tornou comum em grandes centros urbanos próximos a São Paulo, Brasília e Rio de Janeiro pode ser uma realidade para Iranduba, Manacapuru e Novo Airão nas próximas décadas.

    (http://d24am.com, 01.12.2012.)

    A tendência identificada no desenvolvimento urbano da Região Metropolitana de Manaus faz referência
    Escolha uma alternativa para a questão b0359b1c-02
  • B02EFD4F-02

    Geografia

    Agropecuária
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    No campo brasileiro, o processo de desenvolvimento capitalista está igualmente marcado pela industrialização da agricultura, ou seja, o desenvolvimento da agricultura tipicamente capitalista abriu aos proprietários de terras e aos capitalistas a possibilidade histórica da apropriação da renda capitalista da terra.

    (Ariovaldo U. de Oliveira. “Agricultura brasileira”. In: Jurandyr L. S. Ross et al. Geografia do Brasil, 2005. Adaptado.)

    Uma das principais consequências do processo descrito no excerto foi
    Escolha uma alternativa para a questão b02efd4f-02
  • B02C14AA-02

    Geografia

    Geografia Econômica
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A cidade de Bangalore, na Índia, é conhecida como “Vale do Silício Indiano” em referência ao Vale do Silício norte-americano. Para tanto, a cidade indiana apresenta, com destaque,
    Escolha uma alternativa para a questão b02c14aa-02
  • B0286B40-02

    Geografia

    Integração Regional
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    A criação das superintendências Sudene, Sudam, Sudesul e Sudeco, na década de 1960, buscava contribuir para
    Escolha uma alternativa para a questão b0286b40-02
  • B01BDA89-02

    Geografia

    Clima
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Meses de seca em um ano


    Imagem da questão de Geografia, UEA 2018, Clima


    Considerando a classificação dos climas no Brasil, o mapa reforça que

    Escolha uma alternativa para a questão b01bda89-02
  • B019077A-02

    Geografia

    Geologia
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O basalto é uma rocha magmática vulcânica, cujo processo de decomposição está relacionado
    Escolha uma alternativa para a questão b019077a-02
  • B00FC5F7-02

    Filosofia

    Filosofia e a Grécia Antiga
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    Se a tragédia havia absorvido e assimilado todas as formas de arte antecedentes, o mesmo se pode dizer do diálogo platônico. Mistura de todos os estilos e de todas as formas precedentes, o diálogo oscila entre a narrativa, o lirismo e o drama, entre a prosa e a poesia. Platão conseguiu realmente legar à posteridade o modelo de uma obra de arte nova, o do “romance”. Neste gênero literário, a poesia existe gradualmente subordinada à filosofia e durante muitos séculos, mais tarde, a mesma filosofia esteve subordinada à teologia.

    (Friedrich Wilhelm Nietzsche. A origem da tragédia, 2004. Adaptado.)

    Pode-se exemplificar o argumento sobre a submissão da filosofia à teologia, com
    Escolha uma alternativa para a questão b00fc5f7-02
  • B00CB01A-02

    Conhecimentos Gerais

    Economia
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Analise a letra da música “Ouro de tolo”, de Raul Seixas, composta em 1973.


    Eu devia estar contente porque eu tenho um emprego

    Sou o dito cidadão respeitável e ganho quatro mil cruzeiros por mês


    […]


    Eu devia estar feliz porque consegui comprar um Corcel 73

    Eu devia estar alegre e satisfeito por morar em Ipanema

    […]


    Eu devia estar sorrindo e orgulhoso por ter finalmente vencido na vida

    Mas eu acho isso uma grande piada e um tanto quanto perigosa


    […]

    Eu é que não me sento no trono de um apartamento

    Com a boca escancarada, cheia de dentes, esperando a morte chegar


    Porque longe das cercas embandeiradas que separam quintais

    No cume calmo do meu olho que vê

    Assenta a sombra sonora de um disco voador

    (https://m.letras.mus.br)


    Comparando-se a letra da música com o momento histórico do país na época de sua composição, pode-se afirmar que ela

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  • B009D2BA-02

    História

    História Geral
    UEA · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O comunismo chinês operava através do sentimento, generalizado entre as massas chinesas, de que os estrangeiros não representavam nada de bom nem para os indivíduos chineses, nem para a China como um todo. Como a China fora atacada e explorada por todo Estado estrangeiro ao alcance desde meados do século XIX, essa suposição não era implausível. Há pouca dúvida de que a resistência à conquista japonesa da China foi o que transformou os comunistas chineses de uma derrotada força de agitadores sociais, o que eram em meados da década de 1930, nos líderes e representantes de todo o povo chinês.

    (Eric J. Hobsbawm. Era dos extremos: o breve século XX, 1998. Adaptado.)

    O texto sustenta que a Revolução Chinesa

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