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Questões do ENEM: nível fácil

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Resultados

15.661 questões encontradas. Mostrando a página 521 de 784.

  • CE8C1B5A-29

    História

    História do Brasil
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.

          Prova da barbárie e, para alguns, da natureza não humana do ameríndio, a antropofagia condenava as tribos que a praticavam a sofrer pelas armas portuguesas a “guerra justa”.

          Nesse contexto, um dos autores renascentistas que escreveram sobre o Brasil, o calvinista francês Jean de Léry, morador do atual Rio de Janeiro na segunda metade da década de 1550 e quase vítima dos massacres do Dia de São Bartolomeu (24.08.1572), ponto alto das guerras de religião na França, compara a violência dos tupinambás com a dos católicos franceses que naquele dia fatídico trucidaram e, em alguns casos, devoraram seus compatriotas protestantes:

          “E o que vimos na França (durante o São Bartolomeu)? Sou francês e pesa-me dizê-lo. O fígado e o coração e outras partes do corpo de alguns indivíduos não foram comidos por furiosos assassinos de que se horrorizam os infernos? Não é preciso ir à América, nem mesmo sair de nosso país, para ver coisas tão monstruosas”.

                     (Luís Felipe Alencastro. “Canibalismo deu pretexto para escravizar”.

                                                              Folha de S.Paulo, 12.10.1991. Adaptado.)

    A partir do texto e de seus conhecimentos, é correto afirmar que
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  • CE8849C2-29

    História

    Expansão Comercial a Marítima: a busca de novos mundos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
    Entre os motivos do pioneirismo português nas navegações oceânicas dos séculos XV e XVI, podem-se citar
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  • CE7D0C73-29

    História

    História Geral
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Examine a iluminura extraída do manuscrito Al-Maqamat, de Abu Muhammed al-Kasim al-Hariri, 1237.

    Imagem da questão de História, UNESP 2016, História Geral

    A imagem pode ser associada à tradição dos conhecimentos desenvolvidos no mundo árabe-islâmico durante a Idade Média e revela

    Escolha uma alternativa para a questão ce7d0c73-29
  • CE462018-29

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a charge para responder à questão.

                      Imagem da questão de Inglês, UNESP 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Na charge, o médico
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  • CE38123C-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho inicial de um poema de Álvaro de Campos, heterônimo do escritor Fernando Pessoa (1888-1935), para responder à questão.

    Esta velha angústia,

    Esta angústia que trago há séculos em mim,

    Transbordou da vasilha,

    Em lágrimas, em grandes imaginações,

    Em sonhos em estilo de pesadelo sem terror,

    Em grandes emoções súbitas sem sentido nenhum.

    Transbordou.

    Mal sei como conduzir-me na vida

    Com este mal-estar a fazer-me pregas na alma!

    Se ao menos endoidecesse deveras!

    Mas não: é este estar entre,

    Este quase,

    Este poder ser que...,

    Isto.

    Um internado num manicômio é, ao menos, alguém,

    Eu sou um internado num manicômio sem manicômio.

    Estou doido a frio,

    Estou lúcido e louco,

    Estou alheio a tudo e igual a todos:

    Estou dormindo desperto com sonhos que são loucura

    Porque não são sonhos.

    Estou assim...

    Pobre velha casa da minha infância perdida!

    Quem te diria que eu me desacolhesse tanto!

    Que é do teu menino? Está maluco.

    Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano?

    Está maluco.

    Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.

                                                                                               (Obra poética, 1965.)

    “Pobre velha casa da minha infância perdida! / Quem te diria que eu me desacolhesse tanto! / Que é do teu menino? Está maluco. / Que é de quem dormia sossegado sob o teu teto provinciano? / Está maluco. / Quem de quem fui? Está maluco. Hoje é quem eu sou.” (4ª estrofe)

    O tom predominante nesta estrofe é de

    Escolha uma alternativa para a questão ce38123c-29
  • CE1DB232-29

    Literatura

    Escolas Literárias
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Outro traço importante da poesia de Álvares de Azevedo é o gosto pelo prosaísmo e o humor, que formam a vertente para nós mais moderna do Romantismo. A sua obra é a mais variada e complexa no quadro da nossa poesia romântica; mas a imagem tradicional de poeta sofredor e desesperado atrapalhou a reconhecer a importância de sua veia humorística.

    (Antonio Candido. “Prefácio”. In: Álvares de Azevedo. Melhores poemas, 2003. Adaptado.)

    A veia humorística ressaltada pelo crítico Antonio Candido na poesia de Álvares de Azevedo está bem exemplificada em:

    Escolha uma alternativa para a questão ce1db232-29
  • CE1991FB-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a fábula “O morcego e as doninhas” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?) para responder à questão.

          Um morcego caiu no chão e foi capturado por uma doninha1 . Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.

          – Não posso soltá-lo – respondeu a doninha –, pois sou, por natureza, inimiga de todos os pássaros.

          – Não sou um pássaro – alegou o morcego. – Sou um rato.

          E assim ele conseguiu escapar.

          Mais tarde, ao cair de novo e ser capturado por outra doninha, ele suplicou a esta que não o devorasse. Como a doninha lhe disse que odiava todos os ratos, ele afirmou que não era um rato, mas um morcego. E de novo conseguiu escapar. Foi assim que, por duas vezes, lhe bastou mudar de nome para ter a vida salva.

    (Fábulas, 2013.)

    1 doninha: pequeno mamífero carnívoro, de corpo longo e esguio e de patas curtas (também conhecido como furão).

    “– Não sou um pássaro – alegou o morcego.” (3° parágrafo)

    Ao se transpor este trecho para o discurso indireto, o verbo “sou” assume a seguinte forma:

    Escolha uma alternativa para a questão ce1991fb-29
  • CE10001F-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a fábula “O morcego e as doninhas” do escritor grego Esopo (620 a.C.?-564 a.C.?) para responder à questão.

          Um morcego caiu no chão e foi capturado por uma doninha1 . Como seria morto, rogou à doninha que poupasse sua vida.

          – Não posso soltá-lo – respondeu a doninha –, pois sou, por natureza, inimiga de todos os pássaros.

          – Não sou um pássaro – alegou o morcego. – Sou um rato.

          E assim ele conseguiu escapar.

          Mais tarde, ao cair de novo e ser capturado por outra doninha, ele suplicou a esta que não o devorasse. Como a doninha lhe disse que odiava todos os ratos, ele afirmou que não era um rato, mas um morcego. E de novo conseguiu escapar. Foi assim que, por duas vezes, lhe bastou mudar de nome para ter a vida salva.

    (Fábulas, 2013.)

    1 doninha: pequeno mamífero carnívoro, de corpo longo e esguio e de patas curtas (também conhecido como furão).

    Depreende-se da leitura da fábula a seguinte moral:
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  • CE0B2F20-29

    Literatura

    Arcadismo
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os autores deste movimento pregavam a simplicidade, quer nos temas de suas composições, quer como sistema de vida: aplaudindo os que, na Antiguidade e na Renascença, fugiam ao burburinho citadino para se isolar nas vilas, pregavam a “áurea mediocridade”, a dourada mediania existencial, transcorrida sem sobressaltos, sem paixões ou desejos. Regressar à Natureza, fundir-se nela, contemplar-lhe a quietude permanente, buscar as verdades que lhe são imanentes – em suma, perseguir a naturalidade como filosofia de vida.

    (Massaud Moisés. Dicionário de termos literários, 2004. Adaptado.)

    O comentário do crítico Massaud Moisés refere-se ao seguinte movimento literário:

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  • CE022515-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    Ao afirmar que “o tempo não tem restituição alguma” (3° parágrafo), o autor enfatiza, em relação ao tempo, seu caráter
    Escolha uma alternativa para a questão ce022515-29
  • CDFD4FA6-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    Em “o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda.” (2° parágrafo), o verbo destacado pode ser substituído sem prejuízo de sentido para o texto por:
    Escolha uma alternativa para a questão cdfd4fa6-29
  • CDE6DC77-29

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder à questão, leia o excerto do “Sermão da primeira dominga do Advento” de Antônio Vieira (1608- 1697), pregado na Capela Real em Lisboa no ano de 1650.

          Sabei cristãos, sabei príncipes, sabei ministros, que se vos há de pedir estreita conta do que fizestes; mas muito mais estreita do que deixastes de fazer. Pelo que fizeram, se hão de condenar muitos, pelo que não fizeram, todos. [...]

          Desçamos a exemplos mais públicos. Por uma omissão perde-se uma maré, por uma maré perde-se uma viagem, por uma viagem perde-se uma armada, por uma armada perde-se um Estado: dai conta a Deus de uma Índia, dai conta a Deus de um Brasil, por uma omissão. Por uma omissão perde-se um aviso, por um aviso perde-se uma ocasião, por uma ocasião perde-se um negócio, por um negócio perde-se um reino: dai conta a Deus de tantas casas, dai conta a Deus de tantas vidas, dai conta a Deus de tantas fazendas1 , dai conta a Deus de tantas honras, por uma omissão. Oh que arriscada salvação! Oh que arriscado ofício é o dos príncipes e o dos ministros! Está o príncipe, está o ministro divertido, sem fazer má obra, sem dizer má palavra, sem ter mau nem bom pensamento: e talvez naquela mesma hora, por culpa de uma omissão, está cometendo maiores danos, maiores estragos, maiores destruições, que todos os malfeitores do mundo em muitos anos. O salteador na charneca com um tiro mata um homem; o príncipe e o ministro com uma omissão matam de um golpe uma monarquia. A omissão é o pecado que com mais facilidade se comete e com mais dificuldade se conhece; e o que facilmente se comete e dificultosamente se conhece, raramente se emenda. A omissão é um pecado que se faz não fazendo. [...]

          Mas por que se perdem tantos? Os menos maus perdem-se pelo que fazem, que estes são os menos maus; os piores perdem-se pelo que deixam de fazer, que estes são os piores: por omissões, por negligências, por descuidos, por desatenções, por divertimentos, por vagares, por dilações, por eternidades. Eis aqui um pecado de que não fazem escrúpulo os ministros, e um pecado por que se perdem muitos. Mas percam-se eles embora, já que assim o querem: o mal é que se perdem a si e perdem a todos; mas de todos hão de dar conta a Deus. Uma das cousas de que se devem acusar e fazer grande escrúpulo os ministros, é dos pecados do tempo. Porque fizeram o mês que vem o que se havia de fazer o passado; porque fizeram amanhã o que se havia de fazer hoje; porque fizeram depois o que se havia de fazer agora; porque fizeram logo o que se havia de fazer já. Tão delicadas como isto hão de ser as consciências dos que governam, em matérias de momentos. O ministro que não faz grande escrúpulo de momentos não anda em bom estado: a fazenda pode-se restituir; a fama, ainda que mal, também se restitui; o tempo não tem restituição alguma.

                                                                                  (Essencial, 2013. Adaptado.)

    1 fazenda: conjunto de bens, de haveres.

    O alvo principal da crítica contida no excerto é
    Escolha uma alternativa para a questão cde6dc77-29
  • F7360450-21

    Geografia

    Crescimento
    PUC - RJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Mancha urbana conurbada à cidade de São Paulo

    Imagem da questão de Geografia, PUC - RJ 2016, Crescimento

    A impressionante dimensão espacial das megacidades (regiões urbanas com concentração demográfica a partir de 10 milhões de habitantes, segundo definição da ONU) traz problemas e oportunidades para os seus gestores. Dentre esses problemas e oportunidades, destacam-se, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão f7360450-21
  • F72D670A-21

    Geografia

    Geografia Econômica
    PUC - RJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, PUC - RJ 2016, Geografia Econômica

                                                 ANTT, 2011

    Observando-se SOMENTE a matriz de transporte dos países apresentados que compõem os BRICS, identifica-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão f72d670a-21
  • F71CBFBA-21

    Geografia

    Energia
    PUC - RJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    O biodiesel é um combustível feito a partir de plantas (óleos vegetais) ou de animais (gordura animal) com a finalidade de substituir o óleo diesel em automóveis pesados como caminhões. Esses óleos (vegetais ou animais) são misturados com etanol, proveniente da cana de açúcar, ou metanol, que pode ser obtido a partir da biomassa de madeiras. Ou seja, é um combustível orgânico e renovável.

    Dentre as benesses ambientais da produção e uso do biodiesel para a Terra, destaca-se a:                                                                         

    Escolha uma alternativa para a questão f71cbfba-21
  • 5B008036-07

    Sociologia

    Mundo do trabalho
    UNICENTRO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.

    As mudanças que ocorreram no modo de produção capitalista, a partir do final do século XX e início do XXI, trouxeram acelerado aumento da produtividade do trabalho industrial e também dos serviços, em especial dos que recolhem, processam, transmitem e arquivam informações. Apresentando maior flexibilidade do parque produtivo, as empresas, até então com produção verticalmente integrada, deixam de executar atividades complementares para comprá-las no mercado concorrencial ao menor preço. Do ponto de vista do desemprego e da exclusão social, observam-se muitas atividades que passam a ser exercidas por pequenos empresários, trabalhadores autônomos, cooperativas de produção etc., transformando empregos formais em ocupações.

    (Adaptado de: SINGER, P. Globalização e Desemprego. Diagnóstico e Alternativas. São Paulo: Contexto, 2000.)

    Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o processo que transforma postos de trabalho de empregos formais em ocupações, deixando de oferecer as garantias e os direitos habituais.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b008036-07
  • 5ADEA1FD-07

    Sociologia

    Auguste Comte e o positivismo
    UNICENTRO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    A sociologia não é obra de um único filósofo ou cientista, mas o resultado da elaboração de um conjunto de pensadores que se empenharam em compreender as novas situações de existência inauguradas pelas transformações ocorridas nos séculos XVII, XVIII e XIX. Enquanto conhecimento científico, voltado para a explicação da evolução da natureza humana e progresso da sociedade, a sociologia aparece com Auguste Comte, em um contexto histórico que coincide com os derradeiros momentos da desagregação da sociedade feudal e da consolidação da civilização capitalista.

    (Adaptado de: MARTINS, C. R. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982. p.10-16.)
    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a sociologia de Auguste Comte, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5adea1fd-07
  • 5ADB2D73-07

    Sociologia

    Auguste Comte e o positivismo
    UNICENTRO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.

    A sociologia não é obra de um único filósofo ou cientista, mas o resultado da elaboração de um conjunto de pensadores que se empenharam em compreender as novas situações de existência inauguradas pelas transformações ocorridas nos séculos XVII, XVIII e XIX. Enquanto conhecimento científico, voltado para a explicação da evolução da natureza humana e progresso da sociedade, a sociologia aparece com Auguste Comte, em um contexto histórico que coincide com os derradeiros momentos da desagregação da sociedade feudal e da consolidação da civilização capitalista.

    (Adaptado de: MARTINS, C. R. O que é sociologia. São Paulo: Brasiliense, 1982. p.10-16.)
    Com base no texto, assinale a alternativa que apresenta, corretamente, o método científico que, orientando-se pela dúvida metódica e construtiva, livre de ideias preconcebidas e noções apriorísticas, influenciou o positivismo de Comte.
    Escolha uma alternativa para a questão 5adb2d73-07