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15.661 questões encontradas. Mostrando a página 585 de 784.
C6EC42CE-96 Nas pilhas, através de um fio externo, os elétrons fluem de um eletrodo em que ocorre oxidação para aquele em que ocorre redução. Se colocarmos nesse fio externo um aparelho denominado voltímetro, conseguiremos medir a força eletromotriz da pilha. Considerando uma pilha formada pelos eletrodos de Al e de Cu, cujos potenciais de redução são E0 (Al3+/Al0 ) = – 1,68 V e E0 (Cu2+/Cu0 ) = + 0,34 V, pode-se afirmar que o potencial da célula é:C6DD1A4E-96 Química
Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosA função orgânica é um conjunto de compostos que possuem propriedades químicas semelhantes. Dentro de cada função, a nomenclatura dos compostos segue regras aceitas internacionalmente pela IUPAC.
Em conformidade com essas exigências, o nome oficial para o H3C-CH2-C(CH3)2-CH(CH3)-COOH é:C6A3113C-96 História
Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacionalCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
https://www.google.com.br/search?q=angola&es. Extraído em 01 de maio de 2014.
Ex-colônia portuguesa, Angola é um país de múltiplos contrastes. Sobre essa nação africana, pode-se fazer a seguinte afirmação:C68EB65D-96 Geografia
Conceitos DemográficosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosLeia o texto a seguir.
No contexto populacional de um país, quando a taxa de natalidade continua a diminuir no final da transição demográfica, enquanto a taxa de mortalidade se estabiliza, acentua-se o envelhecimento das populações num ritmo mais ou menos rápido. Essa situação é denominada inverno demográfico.
O agravamento dessa situação, com a redução progressiva da mortalidade, provoca a seguinte consequência demográfica:
C6891894-96 Geografia
Geografia PolíticaCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosLeia a charge a seguir.

Fonte: O Globo, 01 abr.2014.
Em março de 2014, o mapa do espaço geográfico pós-soviético sofreu uma alteração devido à seguinte mudança geopolítica:C684364C-96 Física
Circuitos Elétricos e Leis de KirchhoffCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosNo circuito ilustrado na figura abaixo, a bateria tem força eletromotriz de 12V e sua resistência interna é desprezível. O voltímetro (V) tem resistência praticamente infinita e os amperímetros A1 , A2 e A têm resistências praticamente nulas. As leituras feitas nos amperímetros A1 e A2 são, respectivamente, i1=2A e i2 = 4A. Nessa situação, os valores registrados no voltímetro (V) e no amperímetro (A) são, respectivamente

C66C541F-96 Biologia
Identidade dos seres vivosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosO anel de Malphigi consiste na extração completa, em forma de anel, de parte da casca do tronco de uma árvore. Esse procedimento leva a árvore à morte, porque

C6665A4C-96 Biologia
IST´s e Métodos contraceptivosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosAs doenças venéreas, também conhecidas como Doenças Sexualmente Transmissíveis (DST), são infecções transmitidas através de relações sexuais e uma das principais formas de evitá-las é o uso de preservativos. Essas doenças devem ser tratadas de forma rápida e correta, pois seu desenvolvimento no corpo humano pode causar sérios problemas, tais como, infertilidade, doenças neonatais, câncer anogenital, comprometimento do aparelho reprodutor e até mesmo a morte.
As DST causadas, respectivamente, por protozoário, bactéria e vírus são:C648F45F-96 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)
Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?
A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.
Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.
É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?
O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)
O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.
Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.
Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.
Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.
Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.
(PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
Numere a segunda coluna de acordo com a primeira, observando a relação expressa pela preposição “de" e, a seguir, assinale a alternativa que contempla a numeração correta.
(1) As gravatas de Mário Quintana
(2) As gravatas de Pierre Cardin
(3) Os copos de vinho
(4) Os copos de vidro
(5) A casa de campo
(6) A chegada de Paris
( ) Procedência
( ) Tipo
( ) Posse
( ) Autoria
( ) Conteúdo
( ) MatériaC64319A8-96 Português
Interpretação de TextosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
As gravatas de Mário Quintana (não basta saber uma língua para entendê-la)
Como é que uma pessoa se comunica com a outra? Como fazemos para transmitir ideias?
A resposta parece bastante óbvia: transmitimos ideias usando a língua. Assim, se vou passando na rua e vejo um avestruz (digamos que seja uma rua muito peculiar, onde o tráfego de avestruzes é intenso), digo ao meu amigo: Olha, lá vai um avestruz. Com isso, transmito determinada informação ao meu amigo; em outras palavras, passo para a mente de outra pessoa uma ideia que estava originalmente em minha mente.
Para isso, evidentemente, é preciso que as duas pessoas em questão conheçam a mesma língua, que ambas chamem aquele animal desajeitado de avestruz; que ambas saibam utilizar os verbos olhar e ir, e assim por diante. Uma vez isso arranjado, as duas pessoas se entenderão. Para que as pessoas se entendam, é necessário – e suficiente – que falem a mesma língua.
É isso mesmo? Veremos que não. Na verdade, para que se dê a compreensão, mesmo em nível bastante elementar, é necessário que as pessoas tenham muito mais em comum que simplesmente uma língua. Precisam ter em comum um grande número de informações, precisam pertencer a meios culturais semelhantes, precisam mesmo ter, até certo ponto, crenças comuns. Sem isso, a língua simplesmente deixa de funcionar enquanto instrumento de comunicação. Na verdade, a comunicação linguística é um processo bastante precário; depende de tantos fatores que falham com muita frequência, para desânimo de muitos que ficam gemendo Por que é que ele não me entendeu?
O problema é que o que a língua exprime é apenas uma parte do que se quer transmitir. Geralmente, se pensa no processo de comunicação como uma rua de mão única: a informação passa do falante para o ouvinte (ou do autor para o leitor). Se fosse assim, a estrutura linguística teria de ser suficiente para veicular a mensagem, porque, afinal de contas, a única coisa que o emissor realmente produz é um conjunto de sons (ou de riscos no papel), organizados de acordo com as regras da língua. Mesmo isso, como vimos, depende de alguma coisa por parte do receptor, a saber, o conhecimento das palavras e das regras da língua; mas poderia ser só isso, e as coisas seriam muito mais simples – e, também, talvez os seres humanos se entendessem melhor. (...)
O significado de uma frase não é simples função de seus elementos constitutivos, mas depende ainda da informação extralinguística. Ou ainda (e aqui me oponho às crenças de boa parte de meus colegas linguistas), uma frase fora de contexto não tem, a rigor, significado.
Vamos ver o exemplo: seja o sintagma as gravatas de Mário Quintana. Que significa isso? E, em especial, que tipo de relação exprime a preposição de? Evidentemente, de exprime “posse", e o sintagma equivale a as gravatas pertencem a Mário Quintana. Pode parecer, então, que computamos o significado do sintagma simplesmente juntando o significado das palavras: as gravatas + de + Mário Quintana.
Mas ainda aqui isso é só a primeira impressão. Digamos que o sintagma fosse as gravatas de Pierre Cardin; agora, para alguém que sabe quem é Pierre Cardin, a relação expressa pela preposição de já não precisa ser de posse. Na verdade, é mais provável que se entenda como “autoria", isto é, as gravatas criadas por Pierre Cardin.
Ora, a preposição é a mesma nos dois casos. De onde vem essa diferença de significado? Simplesmente do que sabemos sobre Mário Quintana (um poeta) e sobre Pierre Cardin (um estilista de moda). Se dissermos os poemas de Mário Quintana, a preposição já não exprimirá posse, mas autoria – porque, já que Mário Quintana é um poeta, é plausível que se fale dos poemas de sua autoria; além do mais, em geral, não se pensa em poemas como tendo possuidor.
Se a situação é essa, não faz sentido perguntar se o significado da preposição de é de posse ou autoria. Será posse ou autoria segundo o que soubermos dos diversos objetos ou pessoas mencionadas: se se trata de um objeto possuível, como uma gravata, ou não possuível, como um poema; e se se trata de um poeta ou de um costureiro.
(PERINI, Mário A. Sofrendo a gramática. São Paulo: Ática, 2000, páginas 57-60.)
Do ponto de vista da estrutura textual, é correto afirmar que o texto “As gravatas de Mário Quintana" é predominantemente1B76531A-96 Matemática
Geometria PlanaCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosOs ângulos de um triângulo estão em PA e o menor ângulo mede 15° . A medida do maior ângulo é1B6B8965-96 História
História do BrasilCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
https://www.google.com.br/search?q=ditadura+militar+no+brasil.Acesso em: 09 out. 2014.
Segundo o historiador Carlos Fico, “a abordagem propriamente histórica da ditadura militar é recente. Poderíamos dizer que se trata de uma espécie de movimento de incorporação, pelos historiadores, de temáticas outrora teorizadas quase exclusivamente por cientistas políticos e sociólogos e narradas pelos próprios partícipes" (FICO, Carlos. “Versões e controvérsias sobre 1964 e a ditadura militar". http://www.scielo.br/pdf/rbh/v24n47/ a03v2447.pdf). Acesso em: 09 out. 2014.
Apesar das distintas interpretações, os historiadores e demais cientistas sociais são unânimes em afirmar que a ditatura militar1B664730-96 História
História GeralCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
http://www.dw.de/1947- %C3%A9-anunciado-o-plano-marshall/a-568633.Acesso em: 07 out. 2014.
Em 1947, foi colocado em ação o chamado plano Marshall, nome do então secretário de estado do governo norte-americano George Marshall. Assinale a alternativa que melhor explica o objetivo desse plano norte-americano.
1B617520-96 História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831CEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
https://www.google.com.br/search?q=imagem+capoeira. Acesso em: 06 out. 2014.
Assinale a alternativa que melhor identifica a capoeira no Rio de Janeiro do século XIX.
1B5C3155-96 História
História GeralCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
http://www.google.com.br/search?q=bakunin. Acesso em: 06 out. 2014.
Considerado um dos maiores intelectuais do anarquismo, o pensador russo Bakunin, nascido em 1814, defendia que a luta contra o capitalismo era indissociável da luta contra o Estado capitalista.
Sobre o anarquismo, é correta a seguinte afirmação:
1B4C16D3-96 Geografia
AmazôniaCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosAnalise a imagem.

Disponível em: http://marcosbau.files.wordpress.com/2010/11/ hierarquia-urbana.jpg. Acesso em: 17 out. 2014.
A cidade do Sudeste cuja centralidade atinge a maior área da região amazônica é a seguinte capital:
1B41AF29-96 Geografia
ClimaCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosObserve a imagem.

Disponível em: http://www.luciomarcastilho.com.br/wp-content/ uploads/2011/12/PARQUE-ESTADUAL-BOSQUE-DASARAUCARIAS-PR.jpg. Acesso em: 17 out. 2014.
Na imagem, destaca-se a presença de uma espécie arbórea predominante no clima brasileiro do tipo
1B1C1BE1-96 Biologia
ArtrópodesCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosQual dos animais abaixo é celomado, possui exoesqueleto quitinoso e quatro pares de patas?1B112458-96 Biologia
Moléculas, células e tecidosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritosA cromatina presente no núcleo das células eucarióticas é formada por DNA associado a proteínas básicas denominadas:1B0C1B68-96 Biologia
Identidade dos seres vivosCEDERJ · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos“Conforme o próprio ministro da saúde ressaltou em nota, a entrada do vírus no país ainda é pouco provável. A transmissão fora dos países africanos afetados se dá apenas por contato de seres humanos com fluidos de pessoas infectadas. Nos países de origem do vírus, a transmissão pode ser feita por animais silvestres ou animais domesticados para consumo.”
O fragmento acima, publicado em 14 de agosto de 2014 no site de notícias de Biomanguinhos (FIOCRUZ), faz referência à doença denominada: