História
História do BrasilIF-TM · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
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Os persas construíram o maior império da Antiguidade Oriental, que se estendeu do Rio Nilo ao Rio Indo. Para administrar esse vasto império, os soberanos persas criaram instituições originais, como a divisão do território em satrapias, governadas pelos sátrapas (altos funcionários, encarregados, por exemplo, da cobrança de tributos e da aplicação da justiça), e a nomeação de milhares de inspetores (“olhos e ouvidos do rei”) reais responsáveis pela fiscalização do desempenho dos sátrapas. Além disso, possuíam um sistema eficiente de correios, com inúmeros entrepostos ao longo das centenas de quilômetros de estradas que construíram em seu território.
Adaptado de MARQUES, Adhemar. Pelos caminhos da História: ensino médio. Curitiba: Positivo, 2006
Considerando as informações apresentadas e o contexto do Brasil atual, pode-se concluir que:


Observe o mapa a seguir que apresenta os principais centros mundiais de inovação tecnológica.


Analise as afirmativas a seguir e marque aquela que estiver correta.
Trem-bala japonês tem conforto de avião e velocidade de carro de F1: O trem-bala funciona praticamente de forma automática. Quando o maquinista precisa falar algo, basta tocar na tela.
Roberto Kovalick e Katsumi Suzuki, Tóquio (Bom Dia Brasil – 23/07/2010).
Você já deve ter ouvido falar que o Brasil quer o trem-bala para ligar o Rio de Janeiro a São Paulo. Quem pega o trem no Japão, na França, na Inglaterra já sentiu a diferença. Não se ouve nada. É uma supermáquina. A aparência e a velocidade deram origem ao apelido.
A eficiência e a pontualidade fizeram com que se transformasse em um símbolo do Japão, o primeiro país a ter um trem-bala. Cinco décadas atrás, os japoneses tinham um desafio semelhante ao do Brasil: organizar uma Olimpíada, a de 1964, e melhorar o tráfego entre as duas principais cidades, Tóquio e Osaka, que ficam a 400 quilômetros uma da outra, mais ou menos a mesma distância entre Rio de Janeiro e São Paulo.
Hoje, o Shinkansen, como o trem-bala é chamado, liga todas as principais cidades do país, transportando 336 milhões de passageiros por ano, o triplo da população do Japão. E, quando atrasa, a média é de 18 segundos. Ou seja, ninguém percebe.
O chefe da engenharia mostra como o trem consegue ser rápido e ao mesmo tempo confortável. Ele é todo lacrado, como um avião, e as portas são fechadas sob pressão.
GOOGLE TV: BOOM OR BUST
By: Tim Bajarin (10.18.2010)
The industry has been trying to bring IPTV to your TV since 1997. What makes Google and its partners think they'll be successful?
I have a question for you. Do you want to view the Internet on your TV? With all of the activity in IPTV these days, this is one of the key questions that is at the heart of whether IPTV eventually succeeds or fails. Since TVs were invented, we have been trained to sit in front of them and consume not interact with them. And only recently have we had to multitask with our TV. Even though we've had picture in picture for years, it took news scrolls at the bottom of our TV screens to train our brains. So, how will consumers integrate the new and even more complex IPTV features into their TV viewing experience?
One of the traits of consumers that has emboldened the IPTV crowd to push forward is the fact that many people sit on their couch and use their laptops or tablets while watching TV. They reason that if they multi-task in this fashion, they may be willing do it on the bigger screen. While I accept the fact that people may want Internet content, such as movies, TV shows, YouTube, etc. on their TV screens, it is quite a leap to assume that people also want to read their newspapers and magazines or view Web sites on a big-screen TV.
Source: http://www.pcmag.com/article2/0,2817,2370894,00.asp, accessed on November 4, 2010.
Such as in the text indicates:
Com base no texto I e II, analise as afirmativas a seguir:
I - Ao enfocar a variedade linguística de se expressar, Bagno enfatiza que o preconceito deve ser combatido, pois há práticas sociais e hábitos culturais diferenciados.
II - Pode-se verificar no texto II o emprego de dialeto, ou seja, uma variedade linguística regional.
III - O uso da linguagem coloquial pode ocorrer em qualquer situação social, independente do meio em que o falante esteja inserido.
IV - O foco do texto I registra-se no texto II, quando o falante se expressa através da gíria: ‘uai, sô’.
Estão corretas apenas as afirmativas:
TEXTO 1
O que é escrita?
Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).
Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.
Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).
Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.
Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.
Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.
(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)
Observe o seguinte fragmento: “Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos”. Nesse fragmento, o pronome sublinhado:
1) é adequado a um texto de nível formal.
2) funciona como um elemento de coesão.
3) retoma toda a afirmação anterior.
4) poderia também estar no plural.
Estão corretas:
TEXTO 1
O que é escrita?
Se houve um tempo em que era comum a existência de comunidades ágrafas, se houve um tempo em que a escrita era de difícil acesso ou uma atividade destinada a poucos privilegiados, na atualidade, a escrita faz parte da nossa vida cotidiana, seja porque somos constantemente solicitados a produzir textos escritos (bilhete, e-mail, listas de compras etc.), seja porque somos solicitados a ler textos escritos em diversas situações do dia a dia (placas, letreiros, anúncios, embalagens, e-mail, etc., etc.).
Alguém afirmou que “hoje a escrita não é mais domínio exclusivo dos escrivães e dos eruditos. [...] A prática da escrita, de fato, se generalizou: além dos trabalhos escolares ou eruditos, é utilizada para o trabalho, a comunicação, a gestão da vida pessoal e doméstica”.
Que a escrita é onipresente em nossa vida já o sabemos. Mas, afinal, “o que é escrita?” Responder a essa questão é uma tarefa difícil porque a atividade de escrita envolve aspectos de natureza variada (linguística, cognitiva, pragmática, sócio-histórica e cultural).
Como é de nosso conhecimento, há muitos estudos sobre a escrita, sob diversas perspectivas, que nos propiciam diferentes modos de responder a questão em foco. Basta pensarmos, por exemplo, nas investigações existentes, segundo as quais a escrita ao longo do tempo foi e vem-se constituindo como um produto sócio-histórico-cultural, em diferentes suportes (livros, jornais, revistas) e demandando diferentes modos de leitura. Basta pensarmos no modo pelo qual ocorre o processo de aquisição da escrita. Basta pensarmos no modo pelo qual a escrita é concebida como uma atividade cuja realização demanda a ativação de conhecimento e o uso de várias estratégias no curso mesmo da produção do texto.
Apesar da complexidade que envolve a questão não é raro, quer em sala de aula, quer em outras situações do dia a dia, nos depararmos com definições de escrita, tais como: “escrita é inspiração”; “escrita é uma atividade para alguns poucos privilegiados (aqueles que nascem com esse dom e se transformam em escritores renomados)”; “escrita é expressão do pensamento” no papel ou em outro suporte; “escrita é domínio de regras da língua”; “escrita é trabalho” que requer a utilização de diversas estratégias da parte do produtor.
Essa pluralidade de resposta nos faz pensar que o modo pelo qual concebemos a escrita não se encontra dissociado do modo pelo qual entendemos a linguagem, o texto e o sujeito que escreve. Em outras palavras, subjaz uma concepção de linguagem, de texto e de sujeito escritor ao modo pelo qual entendemos, praticamos e ensinamos a escrita, ainda que não tenhamos consciência disso.
(Ingedore Villaça Koch. Vanda Maria Elias. Ler e escrever:estratégias de produção textual. São Paulo: Editora Contexto,2009. p. 31-32. Adaptado.)
O prefixo que compõe a palavra ‘ágrafa’ é o mesmo que aparece na palavra:A fotografia a seguir mostra uma rede de drenagem em determinada região brasileira.

Observe-a. Esse tipo de hidrografia, pelas características observadas, é tipica do seguinte tipo de relevo:
A paisagem exibida a seguir foi fotografada numa determinada área do Estado do Piauí. Examine-a.

Pelos aspectos observados é correto concluir que se
trata de um(a):
Observe o mapa a seguir.
A parte escura do mapa corresponde do ponto de vista
geográfico à (ao):