Questões do ENEM: nível médio
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77B2188A-A5 Se o gráfico da função f : R → R, definida por f(x) = x2 + bx + c, intercepta o eixo dos y no ponto (0,4), então pode-se afirmar corretamente que757E50FE-A5 Matemática
ProblemasUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosPara n e k inteiros positivos com n > k, defina
e k satisfazem a relação
então tem-se 711BA2D9-A5 Matemática
Aritmética e ProblemasUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosUm número natural é primo quando possui exatamente dois divisores positivos. Dois números naturais ímpares são consecutivos quando a diferença entre o maior e o menor é igual a dois. Se x, y e z são os três números primos positivos ímpares consecutivos então a soma 1⁄x +1⁄y + 1⁄z + é igual a6A76DD78-A5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos


Considerando a perspectiva do entrevistado, atente para o que se diz abaixo:
I. Nenhuma arte, por si só, é capaz de mudar a sociedade.
II. Um artista não deve viver em recolhimento, sem dar atenção aos problemas que o cercam.
III. O artista não deve ser passivo, pois é, por natureza, um questionador.
Está correto o que se diz em66051B94-A5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos


Dentre as ideias a seguir, assinale a única que está expressa no texto.619D863A-A5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Reflita sobre o comercial do “Space Fox Trend”, calcado no provérbio “Pense duas vezes antes de agir”. Ele configura linguisticamente um détournement, caso específico de intertextualidade implícita, que altera ou adultera um texto-fonte, com algum propósito. Considere o que se diz sobre o détournement dessa propaganda e marque V para o que for verdadeiro e F para o que for falso.
( ) O détournement que gerou o comercial da Volkswagen foi produzido por meio do acréscimo e da substituição de palavras.
( ) A descoberta ou o conhecimento do texto- fonte, no caso do détournement, é indesejável.
( ) O détournement presente no comercial do “Space Fox Trend” é do tipo lúdico: brinca com as palavras como um jogo infantil. É próprio para divertir crianças.
( ) O détournement do comercial da Volkswagen desautoriza o texto-fonte. É utilizado com o propósito de orientar o interlocutor para a construção de um outro sentido.
( ) No caso da propaganda em questão, o détournement leva o interlocutor a acreditar que o carro apresentado é tão bom que não se precisa pensar duas vezes para comprá- lo. Ele é tão especial que contradiz uma afirmação considerada verdade universal.
Está correta, de cima para baixo, a sequência seguinte:58C75FA8-A5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Releia com atenção o verso 13 (linhas 19- 20), atentando para o contexto em que se encontra: O abacate esmagado, pisado, me sujando toda. Observe o que se diz sobre ele.
I. Na medida em que retrata uma cena da realidade, autoriza uma leitura referencial.
II. Autoriza uma leitura mais profunda: o abacate seria algo ruim que teria levado a menina a ser castigada e que teria deixado uma marca de dor.
III. Os dois versos seguintes (linhas 21-23) corroboram essa segunda leitura.
É correto o que se afirma em52262083-A5 Português
Interpretação de TextosUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Indique a opção em que se afirma algo verdadeiro sobre a expressão a criança indefesa (verso 18, linhas 27 e 28).4FB7BD00-A5 Português
Gêneros TextuaisUECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Assinale a opção que apresenta o eixo sobre o qual se constrói o poema.4ECA04D6-A4 Literatura
Escolas LiteráriasUNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosVaso grego
Esta, de áureos relevos, trabalhada
De divas mãos, brilhante copa, um dia,
Já de aos deuses servir como cansada,
Vinda do Olimpo, a um novo deus servia.
Era o poeta de Teos que a suspendia
Então e, ora repleta ora esvazada,
A taça amiga aos dedos seus tinia
Toda de roxas pétalas colmada.
Depois... Mas o lavor da taça admira,
Toca-a, e, do ouvido aproximando-a, às bordas
Finas hás de lhe ouvir, canora e doce,
Ignota voz, qual se da antiga lira
Fosse a encantada música das cordas,
Qual se essa a voz de Anacreonte fosse.Alberto de Oliveira. Poesias completas. In: Crítica. Marco Aurélio de Mello Reis. Rio de Janeiro: EDUERJ, 197, p.144.
Acerca do soneto Vaso grego, de Alberto de Oliveira, e do período histórico-literário a que ele remete, julgue os itens de 117 a 119 e assinale a opção correta no item 120, que é do tipo C.
A partir da leitura do soneto Vaso grego, assinale a opção correta a respeito do tratamento estético conferido aos mitos antigos pela poética parnasiana.19710126-A4 Português
Interpretação de TextosUNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Tendo como referência inicial os fragmentos de textos acima e a multiplicidade de aspectos que eles evocam, assinale a opção correta.D8314CE9-A4 Geografia
CartografiaUNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosQuando estou alegre, uso os meridianos da longitude e os paralelos da latitude para trançar uma rede e vou em busca das baleias do Oceano Atlântico.
Mark Twain. Life on the Mississipi. In: Dava Sobel. Longitude. Rio de Janeiro: Ediouro, 1996, p. 11.
Com base no trecho acima, de Mark Twain, e nos conhecimentos necessários à localização e ao deslocamento na superfície terrestre, assinale a opção correta.
C526E1EE-A4 Português
Interpretação de TextosUNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosNa Grécia Antiga, o poema épico era declamado com acompanhamento musical, a lira. A respeito da utilização de instrumentos musicais, julgue o item 37 e assinale a opção correta no item 38, que é do tipo C.
A lira está para a poesia da Grécia Antiga assim como917866E5-A4 História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)UNB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosNo início do século XX, estudiosos esforçaram-se em mostrar a continuidade, na Grécia Antiga, entre mito e filosofia, opondo-se a teses anteriores, que advogavam a descontinuidade entre ambos.
A continuidade entre mito e filosofia, no entanto, não foi entendida univocamente. Alguns estudiosos, como Cornford e Jaeger, consideraram que as perguntas acerca da origem do mundo e das coisas haviam sido respondidas pelos mitos e pela filosofia nascente, dado que os primeiros filósofos haviam suprimido os aspectos antropomórficos e fantásticos dos mitos.
Ainda no século XX, Vernant, mesmo aceitando certa continuidade entre mito e filosofia, criticou seus predecessores, ao rejeitar a ideia de que a filosofia apenas afirmava, de outra maneira, o mesmo que o mito. Assim, a discussão sobre a especificidade da filosofia em relação ao mito foi retomada.
Considerando o breve histórico acima, concernente à relação entre o mito e a filosofia nascente, assinale a opção que expressa, de forma mais adequada, essa relação na Grécia Antiga.6E8B5771-A1 Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
En “...su oficina no es la misma de ayer…”, la palabra destacada es un ejemplo de heterosemántico. Los heterosemánticos son palabras que tienen grafía y pronuncia iguales o semejantes al portugués, pero que difieren de este idioma en relación a su significado. Así, señala la opción que presenta un heterosemántico.6D26758D-A1 Espanhol
Artigos | ArtículosIF-TM · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
Lee el fragmento siguiente:
En la lengua española, una contracción es un fenómeno que consiste en unir dos palabras. Generalmente, estas palabras son un artículo determinado masculino y una preposición.”
Tras leer el fragmento, señala la proposición en que el término destacado indica una contracción:9C3DFE1A-80 Português
Análise sintáticaUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.Em relação ao Texto 4, leia e analise as proposições que seguem.
I. Se a expressão “E isso com os dentes serrilhando" (linha 13) for substituída por E isso entre dentes, mantém-se o sentido original da oração.
II. As expressões “m'imbora" (linha 3), “cambriuzano" (linha 4), “damanhã" (linha 5), “im jejum" (linha 5) e “descurpe" (linha 6) são vocábulos que caracterizam somente o linguajar africano – a fala dos escravos.
III. Da expressão “e disse com todas as suas forças e todos os seus erres" (linhas 12 e 13) infere- se que a autora quis ressaltar o sotaque alemão do Dr. Büchmann.
IV. A oração destacada no período “eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar" (linha 14) sintaticamente é classificada como uma oração subordinada substantiva subjetiva.
V. O sentido do verbo passar (linha 14) é equivalente a tornar-se, portanto pode ser classificado como verbo de ligação, na oração.
Assinale a alternativa correta.9AA89FFD-80 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO mulato Praxedes se encheu daquela safadeza toda e resolveu se levantar e, de mão na cintura, soltou seu verbo: – Sabe o que mais seu dotô? Eu vou mais é m’imbora. Deixa esse diabo morrê de uma vez. Então eu, um trabalhadô às direita, pai de família, cambriuzano de nascimento e de coração, fico dês das 6 damanhã im jejum pra sarvá uma merda dessas e ela ainda me chama de sifilítico? Sifilítico [...]. Me descurpe da má palavra, eu que não entendo nada de alemão, sou capaz de jurar que foi isso aí que o senhor disse dejahoje pra ela. Eu lhe peço, seu dotô, deixa esse diabo morrê de uma veiz. Ela não tá xingando só a mim não. Ela tá xingando é a minha raça inteira. É o brasileiro. E xingou a minha raça, xinga a minha mãe! Quinta coluna dos infernos! Ela que vá pros quinto. O Dr. Büchmann, vermelho como um pimentão, os dentes cerrados, a boca aberta, agarrou o mulato, deu um safanão, jogou-o na cama e disse com todas as suas forças e todos os seus erres: “Fai a merrrdaaa!” E isso com os dentes serrilhando. O Praxedes, de mulato que era, passou a meio desbotado e eu cheguei a pensar que o camarada fosse desmaiar. LAUS, Lausimar. O guarda-roupa alemão. Rio de Janeiro, Pallas S.A., 1975, p. 153.Considerando o Texto 4, a obra O guarda-roupa alemão e as variações linguísticas, assinale a alternativa incorreta.
9919502D-80 Português
Interpretação de TextosUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO espelho
[...]
Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho – anote-a – esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz – treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos de magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe... [...] ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. 50ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 122.Analise as proposições em relação à obra O guarda-roupa alemão, de Lausimar Laus, e assinale (V) para (verdadeira) ou F para (falsa).
( ) Para Ethel, seus genros e noras deveriam ser todos alemães, ela não admitia o casamento de seus(suas) filhos(as) com brasileiros(as).
( ) O romance apresenta um enredo constituído basicamente pelas lembranças de Homig, um solteirão, último da linhagem dos Ziegel; diante de “Kleid", Homig relembra a vida de seus antepassados.
( ) A obra é constituída por vários contos regionalistas permeados por uma única temática – a colonização alemã no sul de Santa Catarina.
( ) O romance evidencia um universo de personagens femininas, razão por que as mulheres são consideradas personagens planas na obra.
( ) Hilda, personagem da obra, era uma mulher que fugia aos padrões da época: era ousada, rebelde, montava cavalos, usava cabelos soltos. A leitura da obra leva o leitor a inferir que ela era assim por não ter sido batizada.
Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.97838D48-80 Português
AdvérbiosUDESC · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO espelho
[...]
Sendo talvez meu medo a revivescência de impressões atávicas? O espelho inspirava receio supersticioso aos primitivos, aqueles povos com a idéia de que o reflexo de uma pessoa fosse a alma. Via de regra, sabe-o o senhor, é a superstição fecundo ponto de partida para a pesquisa. A alma do espelho – anote-a – esplêndida metáfora. Outros, aliás, identificavam a alma com a sombra do corpo; e não lhe terá escapado a polarização: luz – treva. Não se costumava tapar os espelhos, ou voltá-los contra a parede, quando morria alguém da casa? Se, além de os utilizarem nos manejos de magia, imitativa ou simpática, videntes serviam-se deles, como da bola de cristal, vislumbrando em seu campo esboços de futuros fatos, não será porque, através dos espelhos, parece que o tempo muda de direção e de velocidade? Alongo-me, porém. Contava-lhe... [...] ROSA, Guimarães. Primeiras estórias. 50ª ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 2001, p. 122.Assinale a alternativa incorreta, levando em consideração o Texto 3.