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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 887 de 1370.

  • 6DB1875E-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o infográfico para responder à questão.


    Imagem da questão de Inglês, Faculdade Santa Marcelina 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (www.medicalnewstoday.com. Adaptado.)

    De acordo com o infográfico, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6db1875e-d9
  • 6DA879C1-D9

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto para responder à questão.


    Do fat people stay warmer than thin people?

    Pack on some extra pounds for winter

    By Daniel Engber

    01.02.2014

        At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.

        The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.

        Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.

        But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.

    (www.popsci.com)

    Em relação ao primeiro parágrafo, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 6da879c1-d9
  • 6D9EF15C-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia um trecho do conto Uma vela para Dario, do escritor curitibano Dalton Trevisan, para responder à questão.


        Dario vinha apressado, guarda-chuva no braço esquerdo e, assim que dobrou a esquina, diminuiu o passo até parar, encostando-se à parede de uma casa. Por ela escorregando, sentou-se na calçada, ainda úmida de chuva, e descansou na pedra o cachimbo.
        Dois ou três passantes rodearam-no e indagaram se não se sentia bem. Dario abriu a boca, moveu os lábios, não se ouviu resposta. O senhor gordo, de branco, sugeriu que devia sofrer de ataque.
        Ele reclinou-se mais um pouco, estendido agora na calçada, e o cachimbo tinha apagado. O rapaz de bigode pediu aos outros que se afastassem e o deixassem respirar. Abriu-lhe o paletó, o colarinho, a gravata e a cinta. Quando lhe retiraram os sapatos, Dario roncou feio e bolhas de espuma surgiram no canto da boca.
        Cada pessoa que chegava erguia-se na ponta dos pés, embora não o pudesse ver. O senhor gordo repetia que Dario sentara-se na calçada, soprando ainda a fumaça do cachimbo e encostando o guarda-chuva na parede. Mas não se via guarda-chuva ou cachimbo ao seu lado.
        A velhinha de cabeça grisalha gritou que ele estava morrendo. Um grupo o arrastou para o táxi da esquina. Já no carro a metade do corpo, protestou o motorista: quem pagaria a corrida? Concordaram chamar a ambulância. Dario conduzido de volta e recostado à parede – não tinha os sapatos nem o alfinete de pérola na gravata.
        Alguém informou da farmácia na outra rua. Não carregaram Dario além da esquina; a farmácia no fim do quarteirão e, além do mais, muito pesado. Foi largado na porta de uma peixaria.
        Ocupado o café próximo pelas pessoas que vieram apreciar o incidente e, agora, comendo e bebendo, gozavam as delícias da noite. Dario ficou torto como o deixaram, no degrau da peixaria, sem o relógio de pulso.
        Um terceiro sugeriu que lhe examinassem os papéis, retirados – com vários objetos – de seus bolsos e alinhados sobre a camisa branca. Ficaram sabendo do nome, idade, sinal de nascença. O endereço na carteira era de outra cidade.
        Registrou-se correria de mais de duzentos curiosos que, a essa hora, ocupavam toda a rua e as calçadas: era a polícia. O carro negro investiu a multidão. Várias pessoas tropeçaram no corpo de Dario. O guarda aproximou-se do cadáver e não pôde identificá-lo – os bolsos vazios.

    (Herberto Sales (org.). Antologia escolar de contos brasileiros, s/d. Adaptado.)
    Afirma-se sobre a obra de Dalton Trevisan que seus personagens vivenciam situações banais, porém carregadas de significação, pois o autor insere em seus contos a crítica ao processo de desumanização do ser humano.

    É correto concluir que o trecho do conto
    Escolha uma alternativa para a questão 6d9ef15c-d9
  • 6D90EC92-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considere a charge de Caco Galhardo para responder à questão.


    Imagem da questão de Português, Faculdade Santa Marcelina 2014, Interpretação de Textos

    (Folha de S.Paulo, 26.01.2014.)

    Interpretando-se a charge, é correto afirmar que o homem com o celular comporta-se
    Escolha uma alternativa para a questão 6d90ec92-d9
  • 2E5D908B-D8

    História

    História Geral
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A respeito da situação da França, durante a Segunda Guerra Mundial, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2e5d908b-d8
  • 2E59601D-D8

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Durante muito tempo, o fim da escravidão no Brasil foi visto como uma concessão generosa da princesa Izabel, em 1888. Atualmente, os historiadores reconhecem o papel das lutas dos escravos pela liberdade, bem como dos diversos movimentos abolicionistas brasileiros. Foram líderes abolicionistas negros:
    Escolha uma alternativa para a questão 2e59601d-d8
  • 2E562B3D-D8

    História

    Construção do Estado Liberal: Independência das Treze Colônias (EUA)
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Em 1776, foi declarada a emancipação política dos Estados Unidos. Comparando o processo de independência estadunidense com outros casos na América, podemos afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 2e562b3d-d8
  • 2E2CFB96-D8

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, FGV 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    In paragraph 5, the article most likely mentions time and space in order to
    Escolha uma alternativa para a questão 2e2cfb96-d8
  • 2E0FD729-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    NOSSO TEMPO


    (...)
                                     V
    Escuta a hora formidável do almoço
    na cidade. Os escritórios, num passe, esvaziam-se. 
    As bocas sugam um rio de carne, legumes e tortas vitaminosas. 
    Salta depressa do mar a bandeja de peixes argênteos! 
    Os subterrâneos da fome choram caldo de sopa, 
    olhos líquidos de cão através do vidro devoram teu osso. 
    Come, braço mecânico, alimenta-te, mão de papel, é tempo de comida, 
    mais tarde será o de amor. 
    Lentamente os escritórios se recuperam, e os negócios, forma indecisa, evoluem. 


    O esplêndido negócio insinua-se no tráfego. 
    Multidões que o cruzam não veem. É sem cor e sem cheiro. 
    Está dissimulado no bonde, por trás da brisa do sul, 
    vem na areia, no telefone, na batalha de aviões, 
    toma conta de tua alma e dela extrai uma porcentagem. 
    (...) 

                                                     Carlos Drummond de Andrade, Poesia completa.

    A representação de um processo generalizado de alienação social só NÃO é realizada, no poema, pela figuração
    Escolha uma alternativa para a questão 2e0fd729-d8
  • 2E082838-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Esse livro representa a fase intensa, mas breve, de uma esperança que nasceu sob a resistência do mundo livre à fúria nazifacista, mas que logo se retraiu com o advento da guerra fria.
    As indicações presentes na afirmação acima permitem concluir que o livro nela mencionado é 
    Escolha uma alternativa para a questão 2e082838-d8
  • 2E04F3FC-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        Depois de uma parte de concerto, que foi como descanso reparador, seguiu-se a oferta do busto. Teve a palavra o Professor Venâncio.
    (...)
    O orador acumulou paciente todos os epítetos de engrandecimento, desde o raro metal da sinceridade até o cobre dúctil, cantante das adulações. Fundiu a mistura numa fogueira de calorosas ênfases, e sobre a massa bateu como um ciclope, longamente, até acentuar a imagem monumental do diretor.
        Aristarco depois do primeiro receio esquecia-se na delícia de uma metamorfose. Venâncio era o seu escultor.
        A estátua não era mais uma aspiração: batiam-na ali. Ele sentia metalizar-se a carne à medida que o Venâncio falava. Compreendia inversamente o prazer de transmutação da matéria bruta que a alma artística penetra e anima: congelava-lhe os membros uma frialdade de ferro; à epiderme, nas mãos, na face, via, adivinhava reflexos desconhecidos de polimento. Consolidavam-se as dobras das roupas em modelagem resistente e fixa. Sentia-se estranhamente maciço por dentro, como se houvera bebido gesso. Parava-lhe o sangue nas artérias comprimidas. Perdia a sensação da roupa; empedernia-se, mineralizava-se todo. Não era um ser humano: era um corpo inorgânico, rochedo inerte, bloco metálico, escória de fundição, forma de bronze, vivendo a vida exterior das esculturas, sem consciência, sem individualidade, morto sobre a cadeira, oh, glória! Mas feito estátua.
        “Coroemo-lo!” bradou de súbito Venâncio.

                                                   Raul Pompeia, O Ateneu
    Por perceber na mineralização (da personagem) um processo de reificação (coisificação) do ser, recusa-se expressamente a converter-se em mineral a personagem
    Escolha uma alternativa para a questão 2e04f3fc-d8
  • 2E011CE0-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        Depois de uma parte de concerto, que foi como descanso reparador, seguiu-se a oferta do busto. Teve a palavra o Professor Venâncio.
    (...)
    O orador acumulou paciente todos os epítetos de engrandecimento, desde o raro metal da sinceridade até o cobre dúctil, cantante das adulações. Fundiu a mistura numa fogueira de calorosas ênfases, e sobre a massa bateu como um ciclope, longamente, até acentuar a imagem monumental do diretor.
        Aristarco depois do primeiro receio esquecia-se na delícia de uma metamorfose. Venâncio era o seu escultor.
        A estátua não era mais uma aspiração: batiam-na ali. Ele sentia metalizar-se a carne à medida que o Venâncio falava. Compreendia inversamente o prazer de transmutação da matéria bruta que a alma artística penetra e anima: congelava-lhe os membros uma frialdade de ferro; à epiderme, nas mãos, na face, via, adivinhava reflexos desconhecidos de polimento. Consolidavam-se as dobras das roupas em modelagem resistente e fixa. Sentia-se estranhamente maciço por dentro, como se houvera bebido gesso. Parava-lhe o sangue nas artérias comprimidas. Perdia a sensação da roupa; empedernia-se, mineralizava-se todo. Não era um ser humano: era um corpo inorgânico, rochedo inerte, bloco metálico, escória de fundição, forma de bronze, vivendo a vida exterior das esculturas, sem consciência, sem individualidade, morto sobre a cadeira, oh, glória! Mas feito estátua.
        “Coroemo-lo!” bradou de súbito Venâncio.

                                                   Raul Pompeia, O Ateneu
    No excerto, diz o narrador que Aristarco “mineralizava-se todo”, via-se mudado, de ser vivo, em elemento mineral. Processos de mineralização são também centrais na caracterização da principal personagem feminina do romance
    Escolha uma alternativa para a questão 2e011ce0-d8
  • 2DFA0C2C-D8

    Português

    Interpretação de Textos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
        Depois de uma parte de concerto, que foi como descanso reparador, seguiu-se a oferta do busto. Teve a palavra o Professor Venâncio.
    (...)
    O orador acumulou paciente todos os epítetos de engrandecimento, desde o raro metal da sinceridade até o cobre dúctil, cantante das adulações. Fundiu a mistura numa fogueira de calorosas ênfases, e sobre a massa bateu como um ciclope, longamente, até acentuar a imagem monumental do diretor.
        Aristarco depois do primeiro receio esquecia-se na delícia de uma metamorfose. Venâncio era o seu escultor.
        A estátua não era mais uma aspiração: batiam-na ali. Ele sentia metalizar-se a carne à medida que o Venâncio falava. Compreendia inversamente o prazer de transmutação da matéria bruta que a alma artística penetra e anima: congelava-lhe os membros uma frialdade de ferro; à epiderme, nas mãos, na face, via, adivinhava reflexos desconhecidos de polimento. Consolidavam-se as dobras das roupas em modelagem resistente e fixa. Sentia-se estranhamente maciço por dentro, como se houvera bebido gesso. Parava-lhe o sangue nas artérias comprimidas. Perdia a sensação da roupa; empedernia-se, mineralizava-se todo. Não era um ser humano: era um corpo inorgânico, rochedo inerte, bloco metálico, escória de fundição, forma de bronze, vivendo a vida exterior das esculturas, sem consciência, sem individualidade, morto sobre a cadeira, oh, glória! Mas feito estátua.
        “Coroemo-lo!” bradou de súbito Venâncio.

                                                   Raul Pompeia, O Ateneu
    Considerada no contexto de O Ateneu, a cena em que Aristarco se vê, simbolicamente, convertido em estátua de metal representa o resultado ou a consumação das motivações principais da personagem, a saber, a
    Escolha uma alternativa para a questão 2dfa0c2c-d8
  • 2DF261FF-D8

    Português

    Adjetivos
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    A exaltação do indivíduo como representante dos mais elevados valores humanos que esta sociedade produziu, combinada ao achatamento subjetivo sofrido pelos sujeitos sob os apelos monolíticos da sociedade de consumo, produz este estranho fenômeno em que as pessoas, despojadas ou empobrecidas em sua subjetividade, dedicam-se a cultuar a imagem de outras, destacadas pelos meios de comunicação como representantes de dimensões de humanidade que o homem comum já não reconhece em si mesmo. Consome-se a imagem espetacularizada de atores, cantores, esportistas e alguns (raros) políticos, em busca do que se perdeu exatamente como efeito da espetacularização da imagem: a dimensão, humana e singular, do que pode vir a ser uma pessoa, a partir do singelo ponto de vista de sua história de vida.

                    Eugênio Bucci e Maria R. Kehl, Videologias: ensaios sobre televisão. São Paulo: Boitempo, 2004.
    Depreende-se da leitura do texto que
    Escolha uma alternativa para a questão 2df261ff-d8
  • 2DDBEB1F-D8

    Português

    Denotação e Conotação
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sem aspas na língua


        De início, o que me incomodava era o peso desproporcional que as aspas dão à palavra. Se escrevo mouse pad, por exemplo, suscito em seu pensamento apenas o quadradinho discreto que vive ao lado do teclado, objeto não mais notável na economia do cotidiano do que as dobradiças da janela ou o porta-escova de dentes. Já "mouse pad" parece grafado em neon, brilha diante de seus olhos como o luminoso de uma lanchonete americana. Desequilibra.
        Tá legal, eu aceito o argumento: não se pode exigir do leitor que saiba outra língua além do português. Se encasqueto em ornar meu texto com "dramblys" ou "haveloos" - termos em lituano e holandês para elefante e mulambento, respectivamente -, as aspas surgem para acalmar quem me lê, como se dissessem: "Queridão, os termos discriminados são coisa doutras terras e doutra gente, nada que você devesse conhecer".
        Pois é essa discriminação o que, agora sei, mais me incomoda. Vejo por trás das aspas uma pontinha de xenofobia, como se para circular entre nós a palavra estrangeira precisasse andar com o passaporte aberto, mostrando o carimbo na entrada e na saída.
        Ora, por quê? Será que "blackberries" rolando livremente por nossa terra poderiam frutificar e, como ervas daninhas, roubar os nutrientes da graviola, da mangaba e do cajá? "Samplers", sem as barrinhas duplas de proteção, acabariam poluindo o português com "beats" exógenos, condenando-o a uma versão "remix"? Caso recebêssemos "blowjobs" sem o supracitado preservativo gráfico, doenças venéreas se espalhariam por nosso exposto vernáculo?
        Bobagem, pessoal. Livremos as nossas frases desses arames farpados, desses cacos de vidro. A língua é viva: quanto mais línguas tocar, mais sabores irá provar e experiências poderá acumular.


                                Antônio Prata, Folha de S. Paulo, 22/05/2013. Adaptado

    O título do texto resulta de um trocadilho com a frase feita de origem popular “não ter papas na língua”. Comparados título e frase feita, pode-se afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 2ddbeb1f-d8
  • 2DD7BF8A-D8

    Matemática

    Probabilidade
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Uma prova consta de 6 testes de múltipla escolha, com 3 alternativas cada um e apenas uma correta.

    Se um aluno “chutar” as respostas de cada teste, isto é, escolher como correta uma alternativa ao acaso em cada teste, a probabilidade de que acerte ao menos um teste é:

    Escolha uma alternativa para a questão 2dd7bf8a-d8
  • 2DC5BC51-D8

    Matemática

    Matrizes
    FGV · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O sistema de equações nas incógnitas x, y e z dado pela equação matricial

    Imagem da questão de Matemática, FGV 2014, Matrizes
    Escolha uma alternativa para a questão 2dc5bc51-d8