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Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Santa Marcelina · 2014MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o infográfico para responder à questão.

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Leia o infográfico para responder à questão.

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Leia o texto para responder à questão.
Do fat people stay warmer than thin people?
Pack on some extra pounds for winter
By Daniel Engber
01.02.2014
At the yearly Rottnest Channel Swim in Western Australia, participants often smear their bodies with animal fat for insulation against the 70-degree water. But their own body fat also helps to keep them warm, like an extra layer of clothing beneath the skin. When scientists studied aspects of the event in 2006, they found that swimmers with a greater body mass index (BMI) appear to be at much lower risk of getting hypothermia.
The same effect has been demonstrated in hospitals where patients who’ve suffered cardiac arrest are treated with “therapeutic hypothermia” to stave off brain injury and inflammation. Studies have shown that it takes longer to induce hypothermia in obese patients than in their leaner counterparts. The extra fat seems to insulate the body’s core.
Under certain conditions, though, overweight people might feel colder than people of average weight. That’s because the brain combines two signals — the temperature inside the body and the temperature on the surface of the skin — to determine when it’s time to constrict blood vessels (which limits heat loss through the skin) and trigger shivering (which generates heat). And since subcutaneous fat traps heat, an obese person’s core will tend to remain warm while his or her skin cools down. According to Catherine O’Brien, a research physiologist with the U.S. Army Research Institute of Environmental Medicine, it’s possible that the lower skin temperature would give fatter people the sense of being colder overall.
But O’Brien points out that many other factors beyond subcutaneous fat help determine the rate at which we chill. Smaller people, who have more surface area compared to the total volume of their bodies, lose heat more quickly. (It’s often said that women feel colder than men; average body size may play a part.) A more muscular physique may also offer some protection against hypothermia, partly because muscle tissue generates lots of heat. “We have a joke around here that the person who’s best-suited for cold is fit and fat,” says O’Brien.
(www.popsci.com)
Em relação ao primeiro parágrafo, é correto afirmar queConsidere a charge de Caco Galhardo para responder à questão.

(Folha de S.Paulo, 26.01.2014.)

NOSSO TEMPO
Carlos Drummond de Andrade, Poesia completa.
Sem aspas na língua
De início, o que me incomodava era o peso desproporcional que as aspas dão à palavra. Se
escrevo mouse pad, por exemplo, suscito em seu pensamento apenas o quadradinho discreto que vive
ao lado do teclado, objeto não mais notável na economia do cotidiano do que as dobradiças da
janela ou o porta-escova de dentes. Já "mouse pad" parece grafado em neon, brilha diante de seus
olhos como o luminoso de uma lanchonete americana. Desequilibra.
Tá legal, eu aceito o argumento: não se pode exigir do leitor que saiba outra língua além do
português. Se encasqueto em ornar meu texto com "dramblys" ou "haveloos" - termos em lituano e
holandês para elefante e mulambento, respectivamente -, as aspas surgem para acalmar quem me lê,
como se dissessem: "Queridão, os termos discriminados são coisa doutras terras e doutra gente, nada
que você devesse conhecer".
Pois é essa discriminação o que, agora sei, mais me incomoda. Vejo por trás das aspas uma
pontinha de xenofobia, como se para circular entre nós a palavra estrangeira precisasse andar com o
passaporte aberto, mostrando o carimbo na entrada e na saída.
Ora, por quê? Será que "blackberries" rolando livremente por nossa terra poderiam frutificar e,
como ervas daninhas, roubar os nutrientes da graviola, da mangaba e do cajá? "Samplers", sem as
barrinhas duplas de proteção, acabariam poluindo o português com "beats" exógenos, condenando-o
a uma versão "remix"? Caso recebêssemos "blowjobs" sem o supracitado preservativo gráfico, doenças
venéreas se espalhariam por nosso exposto vernáculo?
Bobagem, pessoal. Livremos as nossas frases desses arames farpados, desses cacos de vidro. A
língua é viva: quanto mais línguas tocar, mais sabores irá provar e experiências poderá acumular.
Antônio Prata, Folha de S. Paulo, 22/05/2013. Adaptado
Uma prova consta de 6 testes de múltipla escolha, com 3 alternativas cada um e apenas uma correta.
Se um aluno “chutar” as respostas de cada teste, isto é, escolher como correta uma alternativa ao acaso em cada teste, a probabilidade de que acerte ao menos um teste é:
Existem valores de x que verificam simultaneamente as relações
sen x – cos x = m e sen x + cos x = m.
Para quantos valores de m esta eventualidade sucede?