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Questões do ENEM: nível médio

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Resultados

27.392 questões encontradas. Mostrando a página 954 de 1370.

  • D0292BB0-ED

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o gráfico:


    Imagem da questão de Matemática, Faculdade Cásper Líbero 2013, Análise de Tabelas e Gráficos


    “Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que divulgou na última semana os dados sobre desemprego de janeiro a junho deste ano.”

    Fonte: Blog do Planalto em 29 de julho de 2013 A partir do gráfico, fica evidente que o período em que houve a mais acentuada diminuição na taxa de desemprego foi de

    Escolha uma alternativa para a questão d0292bb0-ed
  • D00EF093-ED

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre São Paulo S/A, de Luís Sérgio Person, é corretor afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d00ef093-ed
  • D006904D-ED

    Conhecimentos Gerais

    Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A propósito de Sob a névoa da guerra, de Errol Morris, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão d006904d-ed
  • CFEFC7C4-ED

    Conhecimentos Gerais

    Segurança Pública
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    Dorothy Stang foi morta a tiros no município de Anapu, no sudoeste paraense, em 12 de fevereiro de 2005. De acordo com o Ministério Público, ela foi assassinada porque defendia a implantação de assentamentos para trabalhadores rurais em terras públicas que eram disputadas por fazendeiros e madeireiros da região. A Justiça do Pará condenou, no fim desta noite de quinta-feira (19), o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o Bida, a 30 anos de prisão pela morte da missionária norte-americana, na qualidade de coautor e mandante do crime.

    Fonte: http://ultimosegundo.ig.com.br/brasil/pa/2013-09-20/mandante-do-assassinato-de-dorothy-stang-econdenado-a-30-anos-de-prisao.html Adaptado. Acessado em 21-09-2013


    O contexto que envolve o assassinato da missionária norte-americana reflete:



    Escolha uma alternativa para a questão cfefc7c4-ed
  • CFDCF2F1-ED

    Atualidades

    Migração, Refugiados e Demografia na Atualidade
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    O conflito na Síria continua causando sofrimento humano e destruição imensuráveis. Dados compilados pelo Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH) indicam que 100 mil pessoas foram mortas desde março de 2011, quando começou o levante contra o presidente Bashar al-Assad.A estimativa é que 6,8 milhões de pessoas necessitem de assistência humanitária urgente – incluindo 3,1 milhões de crianças. Desse total, 4,25 milhões são deslocados internos. Até 9 de setembro, já havia mais de 2 milhões de refugiados sírios nos países vizinhos e Norte da África.
    Fonte: http://www.onu.org.br/siria/ Acessado em 14-09-2013


    Os conflitos na Síria promovem debates internacionais e divergências a respeito do posicionamento mundial diante da crise. No entanto, para a ONU, esse tipo de situação
    Escolha uma alternativa para a questão cfdcf2f1-ed
  • CFD65C0A-ED

    Português

    Análise sintática
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    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Em “Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades”, a expressão “por mais que” tem valor de:
    Escolha uma alternativa para a questão cfd65c0a-ed
  • CFD24ED3-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Muitas regras, poucos direitos

    Há um princípio político que nos leva a acreditar que as lutas políticas caminham necessariamente para a institucionalização de direitos adquiridos. Assim, lutamos para ter direitos reconhecidos pelo ordenamento jurídico. Como resultado desse princípio, cada vez mais a vida social fica institucionalizada e regulada por cláusulas que visam dar voz ao direito dos grupos, até então, profundamente vulneráveis.
    Esse princípio funcionou para a ampliação de direitos em relação às minorias étnicas, religiosas e sexuais. Ou seja, nestes casos, eram demandas direcionadas ao Estado como ator capaz de garantir a universalização real das condições de liberdade exigidas por seus cidadãos. É inegável que tal processo foi e ainda é importante, mas ele poderia ser radicalizado. No entanto, tal radicalização não passa por um aprofundamento dos mecanismos de institucionalização. Ela passa, ao contrário, por uma profunda desinstitucionalização.
    Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo. Ou seja, tudo se passa como se estivéssemos diante de uma aplicação do velho mantra: quanto menos Estado melhor. Nesse sentido, desinstitucionalizar significaria deixar a sociedade livre para criar formas de vida, fechando os olhos para experiências de opressão e de vulnerabilidade. Dessa forma, liberais radicais defendem, por exemplo, o direito de uma mulher alugar seu útero, procedimento conhecido como “barriga de aluguel”. Eles afirmam que o Estado não deveria intervir no conteúdo do que sujeitos decidem colocar em relações de contrato, especialmente se ele passa pelo corpo próprio.
    Um contraargumento lembraria que a experiência concreta de alugar o útero é feita, normalmente, por mulheres em extrema pobreza e que praticamente ninguém passa por tal experiência se não estiver em grande vulnerabilidade econômica. Desinstitucionalizar tal “possibilidade de escolha” seria permitir e legitimar a pior de todas as espoliações econômicas.
    O argumento é válido. Por isso, poderíamos pensar uma versão de políticas de desinstitucionalização distinta de sua versão liberal. Ela passa pelo retraimento das legislações sobre costumes, família e autodeterminação, e pelo fortalecimento da sensibilidade jurídica contra processos de espoliação. Em outras ocasiões, sugeri dois exemplos. Um ligado à desinstitucionalização do casamento.
    Processo no interior do qual o Estado deixa de legislar sobre a forma do matrimônio, guardando-se para legislar única e exclusivamente sobre as relações econômicas entre casais ou outras formas de “agrupamentos afetivos”. Esta seria uma maneira de radicalizar o princípio de abertura do casamento a modelos não ligados à família heterossexual burguesa. Em vez de ampliar a lei para casos que ela não contemplava (como os homossexuais), deveríamos simplesmente eliminar a lei, conservando apenas os dispositivos ligados a problemas econômicos (pensão, obrigações financeiras) e guarda de filhos.
    Outro exemplo concerne às legislações sobre porte de signos religiosos, como burcas e véus. Em vez de entrar no guarda-roupa de seus cidadãos e decidir o que eles não devem vestir, o Estado deveria simplesmente garantir a liberdade de ninguém, a partir de certa idade, portar o que não quer (o que leva em conta até mesmo uniformes escolares impostos a adolescentes). Ou seja, no lugar de institucionalizar hábitos, como as vestimentas, por meio do discurso de que há roupas mais opressivas que outras, o Estado simplesmente sai, por exemplo, das discussões surreais sobre o significado de uma burca e contenta-se em garantir um quadro formal de liberdade.
    Esses processos de desinstitucionalização permitem às sociedades caminharem paulatinamente para um estado de indiferença em relação a questões culturais e de costumes. Pois questões culturais sempre serão espaços de afirmação da multiplicidade de identidades. Mas a política deve, no horizonte, se descolar dessa afirmação. Por mais que isso possa parecer contraintuitivo, a verdadeira política está sempre para além da afirmação das identidades. O que pode soar estranho para alguns, mas parece-me uma proposição necessária. (Vladimir Safatle, Carta Capital n. 768, ano XIX, 2/10/2013, p. 39).  
    Assinale a opção que apresenta corretamente o significado da palavra “insidiosa”, conforme ela é empregada na frase: “Quando alguém levanta tal ideia, alguns acabam por ver nela uma forma insidiosa de liberalismo.”:
    Escolha uma alternativa para a questão cfd24ed3-ed
  • CFC4A157-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A imagem a seguir, de autoria do pintor italiano Raphael, integra o período denominado de Alto Renascimento e possibilita identificar características estéticas desse período artístico, como
    Fonte: https://images.nga.gov/en/set/show_content_page.html?category=16&set=11 Acessado em 14-09-2013

    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2013, Interpretação de Textos


    Escolha uma alternativa para a questão cfc4a157-ed
  • CFC07C8A-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Há 30 anos, surgia o tabloide que iria influenciar o imaginário político-cultural das décadas de 1970 e 1980 — O Pasquim. Chegou às bancas em 26 de junho de 1969. A frase que constava do cabeçalho equivalia a uma declaração de princípios: ‘Aos amigos, tudo; aos inimigos, a Justiça.’ O Pasquim impôs-se pela imaginação incontrolável e pela quebra de formalidades. Com alvos claros: a ditadura, a classe média moralista, a grande imprensa, os coniventes de plantão“.
    Fonte: MORAES, Denis. Humor de combate. Henfil e os 30 anos do Pasquim. Adaptado.
    http://www.uff.br/ciberlegenda/ojs/index.php/revista/ article/view/244/136 Acessado em 25-09-2013


    A publicação de O Pasquim foi um marco editorial brasileiro, em uma época de progressiva redução da liberdade de expressão. Sobre o impacto provocado por sua publicação, conclui-se que O Pasquim
    Escolha uma alternativa para a questão cfc07c8a-ed
  • CFBD6261-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “O Brasil Império foi marcado por forte influência europeia, em boa parte causada pela vinda de ingleses, franceses e alemães. A publicidade produzida na época refletia, sobretudo, a presença francesa. Eram comuns os anúncios – e até mesmo jornais inteiros, como a Gazeta Francesa e o Le Messager – escritos em francês. Por outro lado, os anúncios do início do século XIX refletiam, de certo modo, a busca de sofisticação e requinte, inspirando-se em países como a França. No entanto, eram bem ‘pouco sofisticadas’ as mensagens veiculadas pelos anúncios de venda e compra de negros (...)”
    Fonte: Sequência Didática Anúncio Publicitário, de autoria de Artigo de Opinião. PEIXOTO BARBOSA, Jacqueline e outros. Material didático para o Projeto Ensino Médio em Rede – SEE/SP. Adaptado.


    O texto (a respeito da propaganda no Brasil do século XIX) permite compreender que a sociedade da época
    Escolha uma alternativa para a questão cfbd6261-ed
  • CFB8DA5E-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    “A recusa de grandes empresas globais do setor de petróleo e gás de participar do primeiro leilão do pré-sal segue uma lógica de mercado, na qual o modelo oferecido pelo governo brasileiro atende mais aos interesses de grandes petroleiras estatais. Pelo modelo de partilha adotado no País, todo campo do pré-sal deve ter a Petrobras como operadora. Além disso, a estatal fica com 30% de cada consórcio explorador.”
    Fonte: NEDER, Vinicius. Estadão. Publicado em 19-09-2013. http://br.noticias.yahoo.com/partilha-tupiniquim-afasta-grandes-pr%C3%A9-sal-diz-pires-190400492--finance.html Acessado 21-09-2013


    O modelo adotado pelo governo brasileiro para a exploração do pré-sal
    Escolha uma alternativa para a questão cfb8da5e-ed
  • CFB3D97F-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Mia Couto, escritor moçambicano, em entrevista ao Jornal Folha de SPaulo declarou: “O Brasil tem uma ideia muito mistificada da África. A gente imagina que, por ser negro, um brasileiro teria mais intimidade com a África, mas isso é uma bobagem. Essa visão reducionista e simplificada também é uma coisa que os próprios africanos adotaram. Muitos deles traduziram uma África que os próprios europeus criaram. Não houve a África do bom selvagem, em que todos viviam em harmonia até a chegada dos colonizadores. Houve uma mão de dentro até na escravatura, cumplicidades entre africanos e europeus”.
    Fonte: Folha Ilustrada. Publicado em 27-08-2013. Acessado em 21-09-2013


    Segundo as ideias de Mia Couto,
    Escolha uma alternativa para a questão cfb3d97f-ed
  • CFADC49E-ED

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    De um lado, ocorre que, hoje, cada vez mais intensamente, cresce o número de pessoas que, embora procurando trabalhar, não conseguem colocação e não contam com qualquer outra forma de sobrevivência. Assim, ainda que, objetivamente, haja condições para que disponham de mais tempo livre e possam preenchê-lo de forma mais independente, aumenta o número daqueles que, ao invés de tempo livre, vivem um tempo sem ocupação, sentem-se pressionados pela condição de nãotrabalho e, portanto, impedidos de crescerem enquanto indivíduos.”
    Fonte: Oliva-Augusto, Maria Helena. Tempo, indivíduo e vida social. Cienc. Cult. Out/dez 2002, vol 54, nº2, p.30-33.


    As ideias do texto se mostram coerentes com a
    Escolha uma alternativa para a questão cfadc49e-ed
  • CF9B5515-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    A Política da Boa Vizinhança foi uma estratégia norte-americana desenvolvida entre as duas grandes guerras mundiais. Essa política tinha por objetivo ampliar a influência dos EUA na América Latina, por meio de estratégias de imperialismo cultural. Considerando esse contexto e a análise da charge concluiu-se que


    Imagem da questão de Português, Faculdade Cásper Líbero 2013, Interpretação de Textos
    Fonte: http://www.cartoonmovement.com/ cartoon/351?fq=theme.culture_n_identity Acessado em 14-09-2013
    Escolha uma alternativa para a questão cf9b5515-ed
  • CF75A72D-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre as características do Romantismo, escola literária à qual pertence o romance Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão cf75a72d-ed
  • CF6A337A-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta uma informação incoerente com os fatos narrados em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis:
    Escolha uma alternativa para a questão cf6a337a-ed
  • 25B21773-E9

    Química

    Equilíbrio Químico
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

          O incêndio na boate Kiss, em Santa Maria (RS), ocorrido no início deste ano [2013], trouxe à tona uma série de questões sobre a segurança dos estabelecimentos e também sobre o atendimento a vítimas de grandes incêndios. Uma delas é por que foi preciso trazer dos Estados Unidos uma substância tão simples – uma vitamina B injetável – para atender os pacientes que, segundo exames, foram intoxicados com cianeto?


    Figura 1 de 2 da questão de Química, UFTM 2013, Equilíbrio Químico


        O gás cianídrico liberado na queima da espuma, utilizada para melhorar a acústica da casa noturna, intoxicou a maior parte das vítimas, segundo perícia.

        “É descaso e ignorância”, resume o toxicologista Anthony Wong, diretor do Ceatox (Centro de Assistência Toxicológica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo). Segundo ele, é inadmissível que o país não tenha a substância e que seu uso não seja difundido entre médicos e socorristas, como acontece em outras partes do mundo.

        A hidroxocobalamina, que faz parte do complexo B, é usada em altas concentrações como antídoto para o cianeto. O gás, o mesmo que já foi usado no extermínio de judeus nos campos de concentração nazistas, é subproduto da queima de diversos componentes usados na indústria, como o plástico, o acrílico e a espuma de poliuretano. Segundo os peritos que investigam o incêndio em Santa Maria, essa última foi usada no isolamento acústico da boate.

        Capaz de matar em poucos minutos, o cianeto bloqueia a cadeia respiratória das células, impedindo que o oxigênio chegue aos órgãos e tecidos. Quando usada logo após a exposição, a hidroxocobalamina salva vidas. “O efeito é tão rápido que parece até milagroso”, conta Wong. Mas isso não é algo que os médicos aprendem na escola: “São poucas as faculdades que oferecem curso de toxicologia e, nas que tem, a matéria é opcional”.


    (noticias.uol.com.br. Adaptado.)


    Informações adicionais:

    •  O gás cianídrico é o cianeto de hidrogênio (HCN) no estado gasoso.

    • A fórmula estrutural da hidroxocobalamina é:


    Figura 2 de 2 da questão de Química, UFTM 2013, Equilíbrio Químico


    • A massa molar da hidroxocobalamina é aproximadamente igual a 1,3 × 10³g/mol.

    O cianeto de hidrogênio em solução aquosa é um ácido muito fraco. O hidróxido de potássio é uma base muito forte. O produto iônico da água, Kw, a 25 ° C, é igual a 1 × 10–14. Logo, as soluções aquosas de cianeto de potássio, nessa temperatura, apresentam
    Escolha uma alternativa para a questão 25b21773-e9
  • 2580BB06-E9

    Matemática

    Álgebra Linear
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia a notícia.


    Imagem da questão de Matemática, UFTM 2013, Álgebra Linear

    (Veja, 13.02.2013.)


    Considerando as informações contidas na notícia, a distância aproximada da Terra à Lua, em metros, pode ser corretamente representada, em notação científica, por

    Escolha uma alternativa para a questão 2580bb06-e9
  • 257702E1-E9

    Português

    Interpretação de Textos
    UFTM · 2013MédioEntre para guardar nos favoritos
        Claudius tirou do bolso um papel amarelado e amarrotado: atirou-o na mesa. Johann leu:


    Não me odeies, mulher, se no passado
    Nódoa sombria desbotou-me a vida:
    No vício ardente requeimando os lábios
    E de tudo descri com fronte erguida.


    A máscara de Don Juan queimou-me o rosto
    Na fria palidez do libertino:
    Desbotou-me esse olhar – e os lábios frios
    Ousam de maldizer do meu destino.
    Sim! longas noites no fervor do jogo
    Esperdicei febril e macilento:
    E votei o porvir ao Deus do acaso
    E o amor profaneino esquecimento!


    Murchei no escárnio as coroas do poeta
    Na ironia da glória e dos amores:
    Aos vapores do vinho, à noite insano
    Debrucei-me do jogo nos fervores!


    A flor da mocidade profanei-a
    Entre as águas lodosas do passado
    No crânio a febre, a palidez nas faces
    Só cria no sepulcro sossegado!


    (Álvares de Azevedo. Noite na Taverna, 2001.)
    Os versos – Aos vapores do vinho, à noite insano / Debrucei-me do jogo nos fervores! – redigidos em ordem direta, assumem a seguinte estrutura:
    Escolha uma alternativa para a questão 257702e1-e9