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Questões do ENEM: nível difícil

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Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 121 de 489.

  • A7F5A9BB-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the article “The Olympic Games”, to answer question.


    The Olympic Games

    The ancient Olympic Games were originally a festival, or celebration of and for Zeus; later, events such as a footrace, a javelin contest, and wrestling matches were added. The Olympic Games were a series of athletic competitions among representatives of city-states and one of the Panhellenic Games of ancient Greece. They were held in honor of Zeus, and the Greeks gave them a mythological origin. The first Olympics is traditionally dated to 776 BC. They continued to be celebrated when Greece came under Roman rule, until the emperor Theodosius I suppressed them in AD 393 as part of the campaign to impose Christianity as the State religion of Rome. The games were held every four years, or olympiad, which became a unit of time in historical chronologies.

    During the celebration of the games, an Olympic Truce was enacted so that athletes could travel from their cities to the games in safety. The prizes for the victors were olive leaf wreaths or crowns. The games became a political tool used by city-states to assert dominance over their rivals. Politicians would announce political alliances at the games, and in times of war, priests would offer sacrifices to the gods for victory. The games were also used to help spread Hellenistic culture throughout the Mediterranean. The Olympics also featured religious celebrations. The statue of Zeus at Olympia was counted as one of the seven wonders of the ancient world. Sculptors and poets would congregate each olympiad to display their works of art to would-be patrons.

    The ancient Olympics had fewer events than the modern games, and only freeborn Greek men were allowed to participate, although there were victorious women chariot owners. As long as they met the entrance criteria, athletes from any Greek citystate and kingdom were allowed to participate, although the Hellanodikai, the officials in charge, allowed king Alexander I of Macedon to participate in the games only after he had proven his Greek ancestry. The games were always held at Olympia rather than moving between different locations as is the practice with the modern Olympic Games. Victors at the Olympics were honored, and their feats chronicled for future generations.


    Available at:<https://en.wikipedia.org/wiki/Ancient_Olympic_Games> . Access on: 23 mar. 2018.


    The previous text does not contain information to answer the following question:
    Escolha uma alternativa para a questão a7f5a9bb-b6
  • A7F264F4-B6

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Read the following text to answer question.


    The nature of intelligence


    For many years, scientists (1) ___________ define the nature of human intelligence. However, they (2) ___________unable to agree on whether there is one kind of intelligence, or several kinds. In the early 20th century, psychologist Charles Spearman came up with the concept of 'g' or 'general intelligence'. He (3) ___________ subjects a variety of different tests and (4) ___________ that the people who performed well in the tests used one part of the brain, which he called 'g', for all the tests. More recently, research (5)___________ that this idea may well be true, as one part of the brain (the lateral prefrontal cortex) shows increased blood flow during testing. However, some scientists believe that intelligence is a matter of how much people (6) ___________rather than some ability they are born with. They believe that environment also matters.


    VINCE, M. Macmillan English grammar in context. Macmillan, London. 2008. p. 22. Adapted.


    Check the alternative that shows the sequence of words that CORRECTLY fill in the spaces (1-6).

    Escolha uma alternativa para a questão a7f264f4-b6
  • A7EF5CBE-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Read texts I and II to answer question.

    TEXT I

    Sonnet 18
    William Shakespeare

    Figura 1 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available at: <http://www.shakespeare-online.com/sonnets/18detail.html>. Acess on: 23 mar. 2018.

    Notes:
    Thee: you
    Thou art: You are
    temperate: constant
    Bud: a small part of a plant that develops into a flower
    the eye of heaven: the sun
    dimm’d: become less bright
    fair: beauty
    nature’s changing course: the passing of time
    thou ow'st: you possess 


    TEXT II
    Lego House
    Ed Sheeran

    Figura 2 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (lines 13 to 23):

    Figura 3 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (Repeat)

    Figura 4 de 4 da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Chorus (Repeat)

    Available at: <https://vagalume.com.br> . Acess on: 23 mar. 2018. Adapted.

    All of the statements are according to the texts I and II, EXCEPT FOR the alternative:
    Escolha uma alternativa para a questão a7ef5cbe-b6
  • A7E809BB-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema e as afirmativas a seguir.

    O filho do século


    Nunca mais andarei de bicicleta

    Nem conversarei no portão

    Com meninas de cabelos cacheados

    Adeus valsa "Danúbio Azul"

    Adeus tardes preguiçosas

    Adeus cheiros do mundo sambas

    Adeus puro amor

    Atirei ao fogo a medalhinha da Virgem

    Não tenho forças para gritar um grande grito

    Cairei no chão do século vinte

    Aguardem-me lá fora

    As multidões famintas justiceiras

    Sujeitos com gases venenosos

    É a hora das barricadas

    É a hora da fuzilamento, da raiva maior

    Os vivos pedem vingança

    Os mortos minerais vegetais pedem vingança

    É a hora do protesto geral

    É a hora dos vôos destruidores

    É a hora das barricadas, dos fuzilamentos

    Fomes desejos ânsias sonhos perdidos, M

    Misérias de todos os países uni-vos

    Fogem a galope os anjos-aviões

    Carregando o cálice da esperança

    Tempo espaço firmes porque me abandonastes.


    MENDES, Murilo. O Visionário. In: Poesia completa e prosa. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1994, p. 239-240.


    I. Pode-se dizer que o poema apresenta dois momentos distintos: o primeiro se refere à época anterior à chegada do novo século e o segundo, ao século XX.

    II. Todas as situações mencionadas no poema evocam um mundo em que a vida é simples e prazerosa, parecendo ser proveniente da inocência e da ingenuidade.

    III. O novo século é caracterizado ao longo do poema pela dor, pelo sofrimento, pela violência e pela morte e desmonta-se em cenas de desesperança.

    IV. No verso “Atirei ao fogo a medalhinha da Virgem” representa-se a descrença espiritual ou o abandono da religião, já que a fé de nada adianta, considerando a realidade que se impõe.


    Marque a alternativa CORRETA:

    Escolha uma alternativa para a questão a7e809bb-b6
  • A7E4E846-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o excerto a seguir.


    O grande e o pequeno

        Todo o caso de amor tem sempre um grande e um pequeno. Essa não é uma ideia original, apenas uma adaptação da frase: “a chaque deux amoureux il y a toujours celui que aime et celui que se laisse aimer”. O pequeno ama, o grande se deixa amar, o grande fala, o pequeno escuta, o grande discorda, o pequeno concorda, o pequeno se preocupa, o grande divaga, o grande se atrasa, o pequeno se antecipa, o pequeno teme, o grande ameaça, o grande pede, ou nem precisa pedir, e o pequeno já está fazendo.

        Às vezes o grande é um homem, às vezes é uma mulher. O grande pode ser o mais bonito e pode não ser. O pequeno pode ser o mais sensível, mas nem sempre é assim. Muitas vezes o grande é o mais esperto mas o pequeno também pode ser espertíssimo. Depende do caso. Ninguém descobriu até hoje nenhuma regra que permita determinar quem é o grande e quem é o pequeno de um casal. É necessária uma observação um pouco mais atenta. Numa festa, por exemplo, não é difícil identificar qual é qual. Geralmente o pequeno está torcendo para que a festa seja boa, principalmente se foi ele que sugeriu o programa. O grande se comportará de maneira mais blasé até se deixar embriagar pela música, pela bebida ou pelo ambiente, quando então ficará muito, mas muito mais entusiasmado do que o pequeno. O grande não se preocupa em conhecer pessoas, as pessoas é que sempre se aproximam dele, pelo menos na concepção do pequeno, mas mesmo que o pequeno atraia qualquer atenção, o fato vai passar desapercebido pelo grande. O pequeno evita o silêncio porque tem certeza de que a culpa é dele. Por isso tem sempre guardados na cabeça assuntos vários que possam ser úteis em diversas ocasiões. Mas se preocupa sempre em encaixá-los no momento mais apropriado, com cuidado, claro, para não perder a espontaneidade.

       A  calça nova do pequeno dificilmente lhe cai tão bem quanto a do grande, assim como o cabelo do grande sempre está melhor do que o pequeno, ainda que o resto do mundo pense exatamente o contrário. Mesmo que o pequeno dance bem, o grande sempre dançará melhor. O grande não é bom de decorar letras de músicas mas o pequeno sabe muitas decoradas, principalmente as mais românticas. O pequeno geralmente se comove com a lua calado enquanto o grande aponta, olha só que lua. No final da festa é sempre o pequeno que quer ir embora, a não ser que a festa seja ruim, neste caso o grande quis e eles já foram há muito tempo. Na saída, o pequeno sempre tem uma promessa nervosa e oculta para o resto da noite enquanto o grande se despede dos amigos displicentemente. Em casa, o pequeno faz tudo pra agradar, é macho, é gueixa, é incansável, e, se tocar o coração do grande, ainda deve comemorar com mais uma dose antes de cair no sono. No dia seguinte o pequeno estará inevitavelmente preocupado: será que eu fiz tudo certo? Será que eu devia ter dito aquilo? Por que será que toda vez sou eu que beijo primeiro? E provavelmente vai procurar o grande urgentemente apesar de ter se prometido que jamais faria isso.

        Não precisa nem ser um caso de amor. Mesmo entre dois irmãos, dois amigos, dois o que seja, sempre haverá um que quer mais e outro que quer menos, o generoso e o pedinte, o fascinante e o fascinado. O grande e o pequeno podem ser de qualquer espécie, inclusive bichos, com exceção dos gatos que são todos grandes.


    FALCÃO, Adriana. O doido da garrafa. São Paulo: Planeta, 2003, p. 11-13.


    Em relação ao excerto, marque a alternativa CORRETA. 

    Escolha uma alternativa para a questão a7e4e846-b6
  • A7D74BA1-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia atentamente o poema que se segue.


    BUSCANDO A CRISTO


    A vós correndo vou, braços sagrados,

    Nessa cruz sacrossanta descobertos

    Que, para receber-me, estais abertos,

    E, por não castigar-me, estais cravados.


    A vós, divinos olhos, eclipsados

    De tanto sangue e lágrimas abertos,

    Pois, para perdoar-me, estais despertos,

    E, por não condenar-me, estais fechados.


    A vós, pregados pés, por não deixar-me,

    A vós, sangue vertido, para ungir-me,

    A vós, cabeça baixa, p'ra chamar-me.


    A vós, lado patente, quero unir-me,

    A vós, cravos preciosos, quero atar-me,

    Para ficar unido, atado e firme.


    MATOS, Gregório de. In: WISNIK, José Miguel (org.). Gregório de Matos: poemas escolhidos. São Paulo: Círculo do Livro/Cultrix, s.d., p. 282.


    Marque a alternativa CORRETA que melhor expressa o desejo do eu lírico no último terceto.

    Escolha uma alternativa para a questão a7d74ba1-b6
  • A7C4408B-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente o texto apresentados a seguir.

    TEXTO 1
    Saudosa Maloca

    Se o senhor não tá lembrado
    Dá licença de contá
    Que acá onde agora está
    Esse adifício arto
    Era uma casa véia
    Um palacete assobradado

    Foi aqui seu moço
    Que eu, Mato Grosso e o Joca
    Construímos nossa maloca
    Mas um dia, nós nem pode se alembrá
    Veio os homis c'as ferramentas
    O dono mandô derrubá

    Peguemos todas nossas coisas
    E fumos pro meio da rua
    Apreciá a demolição
    Que tristeza que nós sentia
    Cada táuba que caía
    Doía no coração

    Mato Grosso quis gritá
    Mas em cima eu falei:
    Os homis tá cá razão
    Nós arranja outro lugar
    Só se conformemo quando o Joca falou:
    "Deus dá o frio conforme o cobertor"

    E hoje nós pega páia nas gramas do jardim
    E prá esquecê, nós cantemos assim:
    Saudosa maloca, maloca querida
    Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossa vida
    Saudosa maloca, maloca querida
    Dim-dim donde nós passemos os dias feliz de nossas vidas.

    BARBOSA, Adoniran. Saudosa maloca. Disponível em: <http://m.letras.mus.br/adoniranbarbosa> . Acesso em: 17 abr. 2018.


    Analise as seguintes proposições a respeito do texto I.
    I. A canção trata do processo de urbanização dos grandes centros urbanos que transforma as casas em edifícios.
    II. A canção trata de três homens expulsos da casa abandonada que haviam invadido porque em seu lugar será construído um edifício.
    III. A canção tematiza a moradia, mas pelo lado daqueles que não a possuem.

    Marque a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão a7c4408b-b6
  • 0F7B6B4D-B5

    Geografia

    Pirâmide etária
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Observe a FIGURA 07.

    FIGURA 07

    Imagem da questão de Geografia, IFN-MG 2018, Pirâmide etária
    (Disponível em:<www.revistaplaneta.com.br.>Acesso em: 10/09/2018.)


    Assinale a alternativa que apresenta corretamente uma causa e uma consequência do envelhecimento da população brasileira.
    Escolha uma alternativa para a questão 0f7b6b4d-b5
  • 0F6C3A15-B5

    Atualidades

    Questões Sociais
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o TEXTO 01.

    TEXTO 01

    Há um desabastecimento de alimentos, morte de animais, uma crise sem precedentes em todas as esferas do sistema agroalimentar. Isso é culpa dos caminhoneiros que pararam? (...)Do ponto de vista da produção de alimentos e do abastecimento o que a greve dos caminhoneiros fez?Interrompeu o fluxo de circulação de insumos-produtos, como a produção foi amplamente segmentada e fatiada ao longo do território nacional cada parcela de insumo-produto precisa viajar centenas ou milhares de quilômetros para chegar ao ponto de consumo (produtivo ou final), a interrupção desta circulação colapsa todo o sistema, interrompeu-se o transporte de ração, medicamentos, produtos químicos, combustíveis e produtos acabados, cada segmento entra em colapso, resultando nas manchetes que estamos vendo, pintos sendo mortos, porcos comendo porcos, leite sendo jogado fora(…)
    (Disponível em: <http://midianinja.org/mpa/greve-dos-caminhoneiros-e-povo-sem-alimento.>Aceso em: 30/09/ 2018)

    O TEXTO 01, publicado em 30/05/218, durante a greve dos caminhoneiros que ocorreu em maio do ano corrente, foi iniciado com uma pergunta. Analisando o TEXTO 01 e utilizando seus conhecimentos sobre o assunto, assinale a alternativa que responde corretamente a essa pergunta.
    Escolha uma alternativa para a questão 0f6c3a15-b5
  • ED1FA3CF-B5

    Física

    Cargas Elétricas e Eletrização
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Um estudante analisou o experimento ilustrado na FIGURA 10.

    FIGURA 10

    Imagem da questão de Física, IFN-MG 2018, Cargas Elétricas e Eletrização

    Sobre esse experimento, em que um elétron, inicialmente com velocidade de valor vo, penetra em uma região material e submete-se a um campo magnético B, o estudante escreveu: “A direção de B é perpendicular ao plano da FIGURA 10, o seu sentido é para ________ desse plano e sua velocidade no ponto P é _________ vo”. O texto do estudante estará correto se as lacunas nele presentes forem preenchidas, respectivamente, com os termos:
    Escolha uma alternativa para a questão ed1fa3cf-b5
  • 7D2FCEFC-B5

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Um “coach” ministrou uma palestra para 42 empresários. No fim da sua apresentação, ele irá sortear 2 brindes: um livro e uma coletânea de CDs. Quantos resultados distintos podem ocorrer nestes sorteios?
    Escolha uma alternativa para a questão 7d2fcefc-b5
  • 7300FEF2-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    No trecho do TEXTO 01 ―At the same time, younger Americans (especially those ages 18 to 24) stand out for embracing a variety of platforms and using them frequently‖(linhas 4 e 5), o termo em destaque faz referência a:
    Escolha uma alternativa para a questão 7300fef2-b5
  • 72F8F2F0-B5

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 01 

    Imagem da questão de Inglês, IFN-MG 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    O TEXTO 01 tem um caráter informativo, portanto, a principal ideia em seu contexto é:
    Escolha uma alternativa para a questão 72f8f2f0-b5
  • 72B23605-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Leia o trecho do TEXTO 01:
    ''Conhecendo melhor os interesses empresariais da mídia brasileira, é fundamental questionar: qual é a participação dos grupos com negócios imobiliários na produção do atual modelo de urbanização corporativa e mercantilização do espaço urbano? Que informações são dadas sobre a reforma agrária, o uso de agrotóxicos e a agricultura familiar, já que foram identificados tantos vínculos com o agronegócio? Que soluções para a educação pública são apresentadas nas pautas de veículos com investimentos na educação privada? Que política econômica os grupos com negócios no mercado financeiro defendem?'' (Linhas 108 a 113)

    Considerando as indagações que fecham o TEXTO 01, só NÃO podemos inferir que:
    Escolha uma alternativa para a questão 72b23605-b5
  • 729A679A-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IFN-MG 2018, Interpretação de Textos

    De acordo com o TEXTO 01, o MOM-Brasil, ao dar visibilidade sobre quem controla a mídia brasileira, NÃO destacou que:
    Escolha uma alternativa para a questão 729a679a-b5
  • 6C8FD0AC-B5

    História

    História do Brasil
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Os textos abaixo tratam da relação entre índios e brancos em momentos distintos. O Documento 1 traz a memória contemporânea de um dos netos de mulheres indígenas que foram "pegas no laço", prática recorrente desde o período colonial até o início do século XX. O Documento 2 enfoca o conflito entre índios e colonizadores no sertão mineiro, no século XVIII. Leia atentamente:


    Documento 1: "Meu pai disse que meu avô contou que minha avó era muito linda e que olhou bem nos seus olhos antes de correr. Meu avô ficou enfeitiçado por ela. Imediatamente ele tirou o laço do lombo do cavalo em que estava montado e a laçou. Ela, no começo, esperneou, gritou, chamou pelos outros ‘índios’, mas ninguém voltou, e meu avô a levou para casa e com ela teve nove filhos. Meu avô contou para meu pai que vovó era baixinha, tinha cabelos longos bem pretinhos e olhos puxadinhos. Ela ficava horas sentada na frente de casa penteando os cabelos e com os olhos perdidos no horizonte. Meu avô dizia que ela ficou a vida inteira aguardando que sua ‘tribo’ viesse resgatá-la. Nunca ninguém apareceu."

    (Texto adaptado. Disponível em:<https://bit.ly/2OQmemL> . Acesso em: 31 jul. 2018.)



    Documento 2: "O ápice da violência que colocou soldados e posseiros contra os índios no sertão mineiro aconteceu não no início da corrida do ouro, como se poderia imaginar, mas durante a segunda metade do século XVIII, na região oriental da capitania. Durante os séculos XVI e XVII, diversos grupos indígenas haviam se retirado para o interior, fugindo da colonização da costa. No século XVIII, a explosão da mineração provocou uma linha consolidada de construção de vilas e lugarejos coloniais a oeste desses grupos [...]. O resultado foi a criação de uma zona de refúgio nas florestas a leste da capitania. [...] A apropriação brusca da terra dos nativos do sertão do leste relativiza a alegação dos posseiros e dos oficiais da colônia de que os portugueses entraram na floresta virgem como mensageiros da civilização, forçados a usar a violência em autodefesa quando atacados pelos incorrigíveis ‘selvagens’."

    (RESENDE, Maria Leônia Chaves de; LANGFUR, Hal. Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei. Tempo, Niterói, v. 12, n. 23, p. 5-22, 2007, p. 8.)



    Sobre este assunto, assinale a alternativa CORRETA:  

    Escolha uma alternativa para a questão 6c8fd0ac-b5
  • 6C59AF03-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1:

    Chiquinho Azevedo

    (Gilberto Gil)


    Chiquinho Azevedo

    Garoto de Ipanema

    Já salvou um menino

    Na Praia, no Recife

    Nesse dia Momó também estava com a gente


    Levou-se o menino

    Pra uma clínica em frente

    E o médico não quis

    Vir atender a gente

    Nessa hora nosso sangue ficou bem quente


    Menino morrendo

    Era aquela agonia

    E o doutor só queria

    Mediante dinheiro

    Nessa hora vi quanto o mundo está doente


    Discutiu-se muito

    Ameaçou-se briga

    Doze litros de água

    Tiraram da barriga

    Do menino que sobreviveu finalmente


    Muita gente me pergunta

    Se essa estória aconteceu

    Aconteceu minha gente

    Quem está contando sou eu

    Aconteceu e acontece

    Todo dia por aí

    Aconteceu e acontece

    Que esse mundo é mesmo assim


    (GIL, Gilberto. Quanta. CD Warner Music, 1997. Faixa 6.) 


    TEXTO 2

    A experiência da cidade

    (Fernando Sabino)

    A coisa que mais o impressionou no Rio foram os bondes. Não pode ver um bonde, fica maravilhado: nunca pensou que existisse algo de tão fantástico.

    Se ele quiser andar de fasto, ele pode?

    Andar de fasto, na sua linguagem de menino do interior de Minas, é andar para trás. Tem outras expressões esquisitas: sungar é levantar; pra riba é pra cima; pramode é para, por causa, etc. Mas eu também sou mineiro:

    Pramode o bonde andar de fasto tem que sungar os bancos e tocar para riba. Ele fica olhando. Olha tudo com atenção. Tem oito anos mas bem podia ter cinco ou seis, de tal maneira é pequenino. Bem que a cozinheira dizia: Tenho um filho que é deste tamaninho.

    E levava a mão à altura do joelho. Chama-se Valdecir. Ninguém acerta com seu nome, nem ele próprio: Vardici, diz, mostrando os dentes. No dia em que chegou fiquei sabendo que nunca tivera ao menos notícia da existência de uma cidade, além do arraial onde nascera. Nunca vira luz elétrica ou água corrente, ainda mais telefone ou elevador. Abria a torneira e ficava olhando. Quando tinha água era capaz de inundar o edifício. Quando não tinha, divertia-se tocando a campainha da porta da rua – e para alcançá-la precisava arrastar uma cadeira. As da sala de estar têm a marca de seus pés até hoje. A cozinheira atendia ao chamado, dava-lhe um safanão, arrastava-o para a cozinha. Ele ficava olhando: nunca vira um fogão a gás.

    [...]

    Arranjei-lhe um lugar num colégio interno, a pedido da mãe. Ele concordou em ir, desde que fosse de bonde. E lá se foi, certa manhã, na beirada do banco, descobrindo maravilhas em cada esquina.

    [...]

    Não sei por quê, saiu do colégio; acabou indo morar com os tios em Santa Teresa, numa casa de cômodos. Um dia, abro o jornal e leio a notícia: um homem matara o vizinho do quarto, que tentara violentar um menino. Foi arrolado como testemunha! Voltou para minha casa e já trazia nos olhos a perplexidade dos escandalizados pela vida.

    Agora regressa à sua terra. Vai crescer, tornar-se homem como os que aqui conheceu, ou apenas envelhecer e morrer apoiado no cabo de uma enxada, como seus ancestrais. Leva da cidade a notícia de meia dúzia de coisas fantásticas – bonde, televisão, elevador, telefone – cuja lembrança irá talvez se apagando com o tempo. Esquecerá depressa este homem que aqui viu, cercado de mecanismos, moderno e civilizado, que o abrigou alguns dias e a quem devolveu a infância. Apenas não esquecerá tão cedo seu primeiro conhecimento do homem, animal feroz.

    (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 71-74.)

    Analisando comparativamente os desfechos do Texto 1 e do Texto 2, pode-se concluir que a visão que eles apresentam sobre o ser humano é:
    Escolha uma alternativa para a questão 6c59af03-b5
  • 6C55F4A6-B5

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 1:

    Chiquinho Azevedo

    (Gilberto Gil)


    Chiquinho Azevedo

    Garoto de Ipanema

    Já salvou um menino

    Na Praia, no Recife

    Nesse dia Momó também estava com a gente


    Levou-se o menino

    Pra uma clínica em frente

    E o médico não quis

    Vir atender a gente

    Nessa hora nosso sangue ficou bem quente


    Menino morrendo

    Era aquela agonia

    E o doutor só queria

    Mediante dinheiro

    Nessa hora vi quanto o mundo está doente


    Discutiu-se muito

    Ameaçou-se briga

    Doze litros de água

    Tiraram da barriga

    Do menino que sobreviveu finalmente


    Muita gente me pergunta

    Se essa estória aconteceu

    Aconteceu minha gente

    Quem está contando sou eu

    Aconteceu e acontece

    Todo dia por aí

    Aconteceu e acontece

    Que esse mundo é mesmo assim


    (GIL, Gilberto. Quanta. CD Warner Music, 1997. Faixa 6.) 


    TEXTO 2

    A experiência da cidade

    (Fernando Sabino)

    A coisa que mais o impressionou no Rio foram os bondes. Não pode ver um bonde, fica maravilhado: nunca pensou que existisse algo de tão fantástico.

    Se ele quiser andar de fasto, ele pode?

    Andar de fasto, na sua linguagem de menino do interior de Minas, é andar para trás. Tem outras expressões esquisitas: sungar é levantar; pra riba é pra cima; pramode é para, por causa, etc. Mas eu também sou mineiro:

    Pramode o bonde andar de fasto tem que sungar os bancos e tocar para riba. Ele fica olhando. Olha tudo com atenção. Tem oito anos mas bem podia ter cinco ou seis, de tal maneira é pequenino. Bem que a cozinheira dizia: Tenho um filho que é deste tamaninho.

    E levava a mão à altura do joelho. Chama-se Valdecir. Ninguém acerta com seu nome, nem ele próprio: Vardici, diz, mostrando os dentes. No dia em que chegou fiquei sabendo que nunca tivera ao menos notícia da existência de uma cidade, além do arraial onde nascera. Nunca vira luz elétrica ou água corrente, ainda mais telefone ou elevador. Abria a torneira e ficava olhando. Quando tinha água era capaz de inundar o edifício. Quando não tinha, divertia-se tocando a campainha da porta da rua – e para alcançá-la precisava arrastar uma cadeira. As da sala de estar têm a marca de seus pés até hoje. A cozinheira atendia ao chamado, dava-lhe um safanão, arrastava-o para a cozinha. Ele ficava olhando: nunca vira um fogão a gás.

    [...]

    Arranjei-lhe um lugar num colégio interno, a pedido da mãe. Ele concordou em ir, desde que fosse de bonde. E lá se foi, certa manhã, na beirada do banco, descobrindo maravilhas em cada esquina.

    [...]

    Não sei por quê, saiu do colégio; acabou indo morar com os tios em Santa Teresa, numa casa de cômodos. Um dia, abro o jornal e leio a notícia: um homem matara o vizinho do quarto, que tentara violentar um menino. Foi arrolado como testemunha! Voltou para minha casa e já trazia nos olhos a perplexidade dos escandalizados pela vida.

    Agora regressa à sua terra. Vai crescer, tornar-se homem como os que aqui conheceu, ou apenas envelhecer e morrer apoiado no cabo de uma enxada, como seus ancestrais. Leva da cidade a notícia de meia dúzia de coisas fantásticas – bonde, televisão, elevador, telefone – cuja lembrança irá talvez se apagando com o tempo. Esquecerá depressa este homem que aqui viu, cercado de mecanismos, moderno e civilizado, que o abrigou alguns dias e a quem devolveu a infância. Apenas não esquecerá tão cedo seu primeiro conhecimento do homem, animal feroz.

    (SABINO, Fernando. A companheira de viagem. Rio de Janeiro: Record, 1984. p. 71-74.)

    De acordo com o Texto 2, os elementos que melhor evidenciam “a experiência da cidade”, mencionada no título, são
    Escolha uma alternativa para a questão 6c55f4a6-b5
  • 8C0450A6-B5

    Química

    Soluções e Substâncias Inorgânicas
    Universidade Federal de Juiz de Fora - MG · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Química, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2018, Soluções e Substâncias Inorgânicas

    Uma das consequências da chuva ácida é a acidificação de solos. Porém, alguns tipos de solos conseguem neutralizar parcialmente os efeitos da chuva por conterem naturalmente carbonato de cálcio (calcário) e óxido de cálcio (cal). Os solos que não têm a presença do calcário são mais suscetíveis à acidificação e necessitam que se faça a adição de cal. No solo, a cal reage com a água, formando uma base que auxiliará na neutralização dos íons H+ . Assinale a alternativa que mostra a equação química balanceada que representa a reação entre a cal e a água:
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