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9.777 questões encontradas. Mostrando a página 201 de 489.
33E06609-F1 Durante um processo de aquecimento à pressão constante de 1 atm (1,01 x 105 Pa), o volume do gás aumenta de 3 para 4 litros. Considerando que o gás é ideal, o trabalho que ele realiza é33C9033B-F1 Química
Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.Universidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosOs alimentos industrializados estão dominando a mesa do brasileiro na hora das refeições porque economizam tempo, de fácil preparação e considerados ideais por pessoas que possuem uma rotina atribulada ou para quem não gosta de cozinhar. Porém, esse tipo de alimento atinge o metabolismo de maneira mais agressiva além de possuir grande quantidade de conservantes e quase nenhum nutriente.MONTEIRO, C.A e DE CASTRO,I .R.R. Cienc. Cult. vol.61 no.4 São Paulo, 2009. Adaptado.O glutamato monossódico é o sal sódico do ácido glutâmico, um aminoácido presente em proteínas de origem animal e vegetal. É muito utilizado na indústria alimentícia como realçador de sabor dos alimentos. Trabalhos já apontam que altos níveis de glutamato no sangue causam neurotoxicidade em roedores, no entanto, ainda não se tem certeza se isso também ocorre nos humanos.Na figura abaixo, tem-se a representação da estrutura química do glutamato monossódico.
A estrutura química do glutamato monossódico:I. Possui o grupo carboxilato, carboxila e amino em sua estrutura.II. Sua massa molecular é igual a 169,0 g.mol-1 e possui fórmula molecular igual a C5 H8 NNaO4.III. Possui uma amina terciária como função orgânica nitrogenada.IV. Possui dois carbonos primários e três carbonos secundários na sua estrutura.V. Não possui carbono com hibridação sp em sua estrutura.(Dados: C = 12; N = 14; O = 16, Na = 23).Em relação às afirmativas acima, estão corretas apenas o que consta na alternativa33B7A45F-F1 Biologia
MeioseUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA meiose é um evento celular dos organismos sexuados que tem como resultado a formação de células haplóides a partir de células diplóides. De acordo com esse evento, analise as afirmativas abaixo.I. Durante a prófase da meiose I ocorre o crossing over que é a permuta entre segmentos das cromátides irmãs do mesmo cromossomo.II. Ao fim da meiose ocorre uma redução, pela metade, do número cromossômico das células, o que é fundamental na manutenção do número constante de cromossomos da espécie.III. Na anáfase I e II ocorre, respectivamente, a separação das cromátides irmãs e dos cromossomos homólogos.IV. Na metáfase II, os pares de cromossomos homólogos duplicados posicionam-se na placa equatorial da célula.Estão corretas as afirmativas
3392AED1-F1 Matemática
Geometria PlanaUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA diagonal principal do prisma quadrangular reto mostrado na figura mede 3d√2. Portanto, a área total da superfície deste prisma é
3383B017-F1 Matemática
Análise de Tabelas e GráficosUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosObserve a figura abaixo e julgue se as afirmações são Verdadeiras (V) ou Falsas (F).

A sequência correta das afirmações é
3364B695-F1 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão é referente ao texto abaixo.Long trip with no moneyA man decided to test lessons, which he learned from the Dalai Lama, and he went on a pilgrimage. He and others went on a 322- kilometre journey from London to Glastonbury. The people had no money – they wanted to see if it was possible to live through kindness. It seems, that in 21st century Britain, it is. The man talked about their experience – he said that when you smile at people, take time to understand their story, then they will come forward and are naturally kind. One woman gave them rice and a man brought them all tea. And one time, a person even gave them the keys to his flat!Disponível em http://www.newsinlevels.com/products/long-trip-with-no-money-level-21/O que não acontece durante a peregrinação descrita no artigo é que
334424E2-F1 Português
Concordância verbal, Concordância nominalUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA frase que apresenta inadequação quanto à concordância é a alternativa3331DBC7-F1 Português
Colocação PronominalUniversidade do Vale do Paraíba · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia os versos, abaixo, e responda à questão.
Dê-me um cigarro
Diz a gramática
Do professor e do aluno
ANDRADE, O. Obras completas. Volumes 6-7. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 1972.
Em “Dê-me um cigarro”, quanto à colocação do pronome oblíquo “me”, em obediência às normas gramaticais da Língua Portuguesa, ocorreu928808CE-EA Geografia
Geografia EconômicaInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosOs grandes conglomerados mundiais, também chamados de corporações transnacionais, podem ser definidos como empresas que possuem pelo menos 10% da participação nos negócios em filiais localizadas em território estrangeiro. Essas corporações empregam em torno de 54 milhões de pessoas pelo mundo, não sendo à toa que países inteiros e mesmo suas subdivisões políticas (províncias e estados) disputem entre si os investimentos diretos feitos por esses conglomerados. Entre essas corporações, evidenciamos as montadoras que fazem uma série de exigências para se instalarem nos países emergentes, entre eles o Brasil.Uma condição exigida por uma montadora de automóveis aos estados brasileiros que se candidatam a receber uma unidade industrial para a produção de veículos é que927E53A6-EA Atualidades
Guerras, Conflitos e Terrorismo na AtualidadeInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosDesde o início da guerra civil na Síria, em março de 2011, o conflito cresceu a ponto de se transformar em uma complexa situação em que todos parecem lutar entre si. Forças leais ao presidente Bashar Al-Assad, rebeldes, extremistas muçulmanos e potências estrangeiras são peças de um intrincado jogo. Nesse jogo, quem realmente sofre é a sociedade civil que vê suas casas, escolas e hospitais serem destruídos e seus familiares e amigos serem mortos.Para amenizar o sofrimento dos civis e de militantes de oposição que estão sitiados na cidade de Alepo, está sendo sugerida uma ação pela ONU que constaria da92678330-EA Atualidades
Guerras, Conflitos e Terrorismo na AtualidadeInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosUm dos conflitos que mais geram tensões e preocupações em todo o mundo é o que envolve judeus e muçulmanos no território de enclave entre Israel e Palestina. Ambos os lados reivindicam o seu próprio espaço de soberania, embora atualmente esse direito seja exercido plenamente apenas pelos israelenses. Com isso, guerras são travadas, grupos considerados terroristas erguem-se, vidas são perdidas e uma paz duradoura encontra-se cada vez mais distante.Disponível em:< http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/o-conflito-entre-israel-palestina.htm> Acesso em: 24 jul. 2016.O que foi a Intifada na região do conflito?9264196C-EA História
Guerra Fria e seus desdobramentosInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos.A Guerra do Vietnã foi um conflito armado que ocorreu na Ásia no contexto da Guerra Fria. As batalhas ocorreram nos territórios do Vietnã do Norte, Vietnã do Sul, Laos e Camboja. Esta guerra pode ser enquadrada no contexto histórico da Guerra Fria.Disponível em: <http://www.suapesquisa.com/historia/guerra_do_vietna.htm/> Acesso em: 24 de jul. 2016. (Adaptado)Qual foi o estopim para o começo da Guerra do Vietnã?9224C8F7-EA Português
Concordância verbal, Concordância nominalInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.Há concordância nominal INADEQUADA em:
92217548-EA Português
PontuaçãoInstituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosACHADO NÃO É ROUBADOFabrício CarpinejarNão ganhava mesada, nem ajuda de custo na infância. Eu me virava como dava. Recebia casa, comida e roupa lavada e não havia como miar, latir e __________________ mais nada aos pais, só agradecer.As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe, torcendo para que deixasse alguma nota na pressa da troca dos acessórios, ou catar moedas nas ruas e nos bueiros.A modalidade de caça a dinheiro perdido exigia disciplina e profissionalismo. Saía de casa pelas 13h e caminhava por duas horas, com a cabeça apontada ao meio-fio como pedra em estilingue. Varria a poeira com os pés e cortava o mato com canivete. Fui voluntário remoto do Departamento Municipal de Limpeza Urbana.Gastava o meu Kichute em vinte quadras, do bairro Petrópolis ao centro. Voltava quando atingia a entrada do viaduto da Conceição e reiniciava a minha arqueologia monetária no outro lado da rua. Levava um saquinho para colher as moedas. Cada tarde rendia o equivalente a três reais. Encontrar correntinhas, colares e __________________ salvava o dia. Poderia revender no mercado paralelo da escola. As meninas pagavam em jujubas, bolo inglês e guaraná.Já o bueiro me socializava. Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo. Mais forte do que eu, ajudava a levantar a pesada e lacrada tampa de metal. Eu ficava com a responsabilidade de descer_________ profundezas do lodo. Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca, apalpando às cegas o fundo com as mãos. Esquecia a nojeira imaginando as recompensas. Repartia os lucros com os colegas que me acompanhavam nas expedições ao submundo de Porto Alegre. Lembro que compramos uma bola de futebol com a arrecadação de duas semanas.Espantoso o número de itens perdidos. Assim como os professores paravam no meu colégio, acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições.Sofria para me manter estável, pois nunca pedia dinheiro a ninguém. Desde cedo, descobri que vadiar é também trabalhar duro.Disponível em: < http://carpinejar.blogspot.com.br/2016/06/achado-nao-e-roubado.html > Acesso em: 22 jun. 2016.
Quanto à pontuação do texto, são feitas as seguintes afirmações:I. O emprego da vírgula em “Recebia casa, comida e roupa lavada e... “ apresenta a mesma justificativa do que o usado em “Convidava com frequência o Liquinho, vulgo Ricardo”.II. Os travessões empregados em ”Tirava toda a roupa – a mãe não perdoaria o petróleo do esgoto – e pulava de cueca” poderiam ser substituídos por parênteses sem acarretar prejuízo semântico.III. O uso dos dois-pontos em ” As minhas fontes de renda eram praticamente duas: procurar dinheiro nas bolsas vazias da mãe...” se justifica pelo mesmo motivo empregado em “acreditava na greve dos objetos: moedas e anéis rolavam e cédulas voavam dos bolsos para protestar por melhores condições”.Está(ão) INCORRETA(S) apenas a(s) afirmativa(s)FA25DCE1-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosFirst read the review below and then answer question.
REVIEW: ‘MULTITUDINOUS HEART,’ NEWLY TRANSLATED POETRY BY CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE
Books of The Times
By Dwight Garner JULY 2, 2015
Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) is widely considered the greatest poet in the history of Brazil, a country where poets are taken seriously. One of his poems, “Canção Amiga” (“Friendly Song”), was once printed on the 50 cruzados bill.
Mr. Drummond’s bald, equine, bespectacled visage appears on T-shirts and book bags in Brazil. Since 2002 there has been a statue of him on the Copacabana in Rio de Janeiro, his adopted hometown. This statue faces away from, not toward, the ocean. This was a witty decision (he was an inward poet) that annoys the unintelligentsia, who want him spun around.
Now we have “Multitudinous Heart,” an expanded, reshuffled and welcome selection of Mr. Drummond’s verse. In new translations by Richard Zenith, we meet a sophisticated and cerebral poet who, true to this book’s title, speaks in many registers. He is by turns melancholy and ironic, sentimental and self-deprecating, remote and boyish.
His wealthy father owned ranches in the mountainous state of Minas Gerais, and the poet was the fifth of six children to reach adulthood. He was used to hubbub. Large family meals are recalled, and there is a constant sense of a raucous daily grind: “Weddings, mortgages,/the cousins with TB,/ the crazy aunt.”
Yet the poems more often contain a measured sense of solitude. Mr. Drummond studied to become a pharmacist but worked most of his life as a civil servant in the Ministry of Education.
He was said to be anything but gregarious; he was never a “smiling public man,” in Yeats’s locution. He was animated on the inside. One of his favorite words was “twisted.” He thought we humans were mostly impertinent and odd.
He felt wizened before his time. In a 1945 poem, he speaks of “the old man in me./He began to harass me in childhood.” In a 1951 poem, “The Table,” he writes:
A bunch of louts in our fifties,
balding, used up, burned out,
yet in our chests we preserve
intact that boyish candor,
that scampering into the woods,
that craving for things forbidden.
Mr. Drummond is worth encountering on the page. You probably need this volume and the earlier one, alas, to glimpse him in full. In a satirical 1945 poem titled “In Search of Poetry,” he offered this advice for the apprentice poet:
Don’t dramatize, don’t invoke,
don’t inquire. Don’t waste time lying.
Don’t get cross.
Your ivory yacht, your diamond shoe,
your mazurkas and superstitions, your family skeletons
all vanish in the curve of time, they’re worthless.
Ha. The good news about “Multitudinous Heart” is that it proves Mr. Drummond didn’t believe a word of that hooey.
Source: http://www.nytimes.com/2015/07/03/books/review-multitudinous-heart-newly-translated- -poetry-by-carlos-drummond-de-andrade.html Access October 15, 2016. Adapted.
The book “Multitudinous Heart’, according to the review, :FA1F0104-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosRead the following interview to answer question.
ISSIE LAPOWSKY SCIENCE 05.24.16 6:50 AM
10 YEARS AFTER AN INCONVENIENT TRUTH,
AL GORE MAY ACTUALLY BE WINNING
AL GORE SNEEZES a hefty achoo. “Excuse me,” the former vice president says, dabbing a tissue at his nose before offering up an explanation. “Spring.”
Outside Gore’s New York City office, spring has certainly sprung—early too. This March was the hottest one ever, beating the prior record set in March 2015. The same goes for February and January of this year, and, oh, the eight consecutive months before. Gore knows these statistics by heart. The fact that you might know them too is likely because of him. These kinds of numbers— and the scary story they tell about the future of Earth—have been Gore’s chief motivation since he failed to win the presidency in 2000. Gore emerged from that weird, disputed election armed with what is now possibly the most famous slide¬show in human history. He has traveled the world delivering that deck to hundreds of people at a time, showing in irrefutable detail just how mind-bogglingly badly we have treated our planet and what we might be able to do about it.
Ten years ago, the slide¬show became An Inconvenient Truth, the documentary that spread those ideas to millions. Gore says he still tinkers with the slide¬show every day, because, well, the numbers keep changing. Not always for the better. Yet this year Gore and his fellow activists have a rare reason to celebrate. In April, 175 world leaders gathered at the United Nations to sign the Paris Agreement, a global pact that aims to keep global temperatures from rising more than 2 degrees Celsius above preindustrial levels. Now, a decade after his movie sounded the alarm about climate change and 16 years after he ran for president, it looks like Al Gore might finally be … winning?
WIRED: Why did you want to make An Inconvenient Truth?
GORE: I have to admit to you that initially I did not want to do a documentary.
What? Why not?
It’s a dumb reason. I didn’t think a slide¬show could translate into a movie. (…) Participant Media and Davis Guggenheim had to convince me it was a good idea, and I’m so glad they found ways to reveal to me the depths of my ignorance about moviemaking. It’s a message that has to be heard. Sorry to risk sounding grandiose, but the future of human civilization is at stake.
The Paris Agreement must feel like a big point of progress.
It really does. Sometimes in sports you can sense a palpable shift in the momentum of the contest. A team will be behind on the scoreboard, but the shift in momentum is so obvious and dramatic that you just have the feeling they’re going to win. That’s where we are in solving the climate crisis. We’re still behind on the scoreboard, but the momentum has shifted. We are winning.
When renewable electricity becomes cheaper than electricity that comes from burning coal or gas, then that changes everything. The marketplace makes it the default option, and you get what you saw in the world in 2015—90 percent of the new electricity generated in the world last year was from renewables. That is an astonishing change. The Paris Agreement exceeded the upper range of my expectations. Does it go far enough? No, of course not. Can it be improved? Yes, it’s designed to be constantly improved, and that’s what I’m focused on now.
You’ve been at this a long time. Was it lonely fighting for this stuff in government in the 1980s and 1990s?
It was certainly a different time and a different environment. But I don’t ever remember feeling lonely, because I was always focused on reaching more and more people. Building a global grassroots movement is really the only way to solve this, because so many political systems have been captured by legacy industries. And that influence over policymaking has to be counterbalanced by a grassroots awareness.
It’s sometimes tough for people to get climate change because they’re not seeing its effects every day—or at least they don’t realize they are. What have you seen that has stuck with you?
In March, I went to Tacloban in the Philippines and talked with survivors there who endured the ravages of Super Typhoon Haiyan. When you see how their lives were utterly transformed and feel the painful losses they suffered, it certainly will stick with you. I conducted a training in Miami last fall during one of the highest high tides and saw fish from the ocean swimming in the streets in Miami Beach and Fort Lauderdale on a sunny day.
You talk a lot about “winning” the fight against climate change. How do you define a win?
Winning means avoiding catastrophic consequences that could utterly disrupt the future of human civilization. It means bending the curves downward so that the global warming pollution stops accumulating in the atmosphere and begins to reduce in volume. It means creating tens of millions of new jobs to retrofit buildings, to transform energy systems and install advanced batteries, to transform agriculture and forestry, and to make the solutions to the climate crisis the central organizing principle of our civilization.
Source: https://www.wired.com/2016/05/wired-al-gore-climate-change/ Access October 16, 2016. Adapted.
Building a global grassroots movement was:FA1B7805-E7 Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosRead the following interview to answer question.
ISSIE LAPOWSKY SCIENCE 05.24.16 6:50 AM
10 YEARS AFTER AN INCONVENIENT TRUTH,
AL GORE MAY ACTUALLY BE WINNING
AL GORE SNEEZES a hefty achoo. “Excuse me,” the former vice president says, dabbing a tissue at his nose before offering up an explanation. “Spring.”
Outside Gore’s New York City office, spring has certainly sprung—early too. This March was the hottest one ever, beating the prior record set in March 2015. The same goes for February and January of this year, and, oh, the eight consecutive months before. Gore knows these statistics by heart. The fact that you might know them too is likely because of him. These kinds of numbers— and the scary story they tell about the future of Earth—have been Gore’s chief motivation since he failed to win the presidency in 2000. Gore emerged from that weird, disputed election armed with what is now possibly the most famous slide¬show in human history. He has traveled the world delivering that deck to hundreds of people at a time, showing in irrefutable detail just how mind-bogglingly badly we have treated our planet and what we might be able to do about it.
Ten years ago, the slide¬show became An Inconvenient Truth, the documentary that spread those ideas to millions. Gore says he still tinkers with the slide¬show every day, because, well, the numbers keep changing. Not always for the better. Yet this year Gore and his fellow activists have a rare reason to celebrate. In April, 175 world leaders gathered at the United Nations to sign the Paris Agreement, a global pact that aims to keep global temperatures from rising more than 2 degrees Celsius above preindustrial levels. Now, a decade after his movie sounded the alarm about climate change and 16 years after he ran for president, it looks like Al Gore might finally be … winning?
WIRED: Why did you want to make An Inconvenient Truth?
GORE: I have to admit to you that initially I did not want to do a documentary.
What? Why not?
It’s a dumb reason. I didn’t think a slide¬show could translate into a movie. (…) Participant Media and Davis Guggenheim had to convince me it was a good idea, and I’m so glad they found ways to reveal to me the depths of my ignorance about moviemaking. It’s a message that has to be heard. Sorry to risk sounding grandiose, but the future of human civilization is at stake.
The Paris Agreement must feel like a big point of progress.
It really does. Sometimes in sports you can sense a palpable shift in the momentum of the contest. A team will be behind on the scoreboard, but the shift in momentum is so obvious and dramatic that you just have the feeling they’re going to win. That’s where we are in solving the climate crisis. We’re still behind on the scoreboard, but the momentum has shifted. We are winning.
When renewable electricity becomes cheaper than electricity that comes from burning coal or gas, then that changes everything. The marketplace makes it the default option, and you get what you saw in the world in 2015—90 percent of the new electricity generated in the world last year was from renewables. That is an astonishing change. The Paris Agreement exceeded the upper range of my expectations. Does it go far enough? No, of course not. Can it be improved? Yes, it’s designed to be constantly improved, and that’s what I’m focused on now.
You’ve been at this a long time. Was it lonely fighting for this stuff in government in the 1980s and 1990s?
It was certainly a different time and a different environment. But I don’t ever remember feeling lonely, because I was always focused on reaching more and more people. Building a global grassroots movement is really the only way to solve this, because so many political systems have been captured by legacy industries. And that influence over policymaking has to be counterbalanced by a grassroots awareness.
It’s sometimes tough for people to get climate change because they’re not seeing its effects every day—or at least they don’t realize they are. What have you seen that has stuck with you?
In March, I went to Tacloban in the Philippines and talked with survivors there who endured the ravages of Super Typhoon Haiyan. When you see how their lives were utterly transformed and feel the painful losses they suffered, it certainly will stick with you. I conducted a training in Miami last fall during one of the highest high tides and saw fish from the ocean swimming in the streets in Miami Beach and Fort Lauderdale on a sunny day.
You talk a lot about “winning” the fight against climate change. How do you define a win?
Winning means avoiding catastrophic consequences that could utterly disrupt the future of human civilization. It means bending the curves downward so that the global warming pollution stops accumulating in the atmosphere and begins to reduce in volume. It means creating tens of millions of new jobs to retrofit buildings, to transform energy systems and install advanced batteries, to transform agriculture and forestry, and to make the solutions to the climate crisis the central organizing principle of our civilization.
Source: https://www.wired.com/2016/05/wired-al-gore-climate-change/ Access October 16, 2016. Adapted.
‘I did not want to make a documentary’, said Al Gore, referring to:FA09EBC4-E7 Conhecimentos Gerais
PolíticaFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA Lei Áurea trouxe implícita a igualdade jurídica do negro liberto, coisa que não ficou muito clara na Constituição de 1891, que condicionou a cidadania ao ter propriedade e ao ser alfabetizado, não ser mendigo, não ser mulher... No dia 13 de maio de 1888, não libertamos ninguém, pois quem não é igual não pode ser livre. Continuamos todos escravos da escravidão que não acaba, da moral retorcida que nos legou, da consciência cindida que nos faz crer que somos uma coisa, sendo outra. A igualdade do 13 de Maio era, portanto, uma igualdade relativa.Fonte: MARTINS, José de Souza http://www.estadao.com.br/noticias/geral,eu-nao-meu-senhor,1128202 Publicado: 08/02/2014 | Acesso: 11/10/2016 | Adaptado.O autor do texto, um sociólogo brasileiro, explicita a fragilidade da Lei Áurea. Historicamente, a situação descrita por ele, no texto, se justifica pela:F9E4AD05-E7 Atualidades
PolíticaFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosO presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, foi o escolhido para receber o Prêmio Nobel da Paz de 2016 por seus esforços no processo de paz com a guerrilha FARC (Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia). O Comitê Norueguês do Nobel destacou que Santos demonstrou a “fortaleza” necessária para levar adiante o processo com a guerrilha após mais de meio século de guerra civil.Fonte: http://brasil.elpais.com/brasil/2016/10/07/internacional/1475837870_926134.html | Publicado: 07/10-/016 | Acesso: 09/10/2016Sobre o processo, coordenado pelo presidente Juan Manuel Santos, é correto afirmar:F9E0552E-E7 Atualidades
Migração, Refugiados e Demografia na AtualidadeFaculdade Cásper Líbero · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosA Europa enfrenta atualmente uma grave crise de refugiados e migrantes. Desde o início de 2015, mais de 300 mil pessoas tentaram chegar ao continente por meio de travessias perigosas no Mediterrâneo. Segundo cálculo da Organização das Nações Unidas (ONU) divulgado em julho, cerca de 62% dos que tentam chegar à Europa são considerados refugiados, ou seja, têm chances de receber asilo por fugir de perseguição, conflito ou guerra. Os demais são classificados como migrantes, o que significa que viajam em busca de melhores condições e não correm risco de vida em seu país de origem.Fonte: http://www1.folha.uol.com.br/asmais/2015/09/1676793-saiba-quais-sao-os-conflitos-que-alimentam-a-crise-de-refugiados-na-europa.shtml | Publicado: 09/10/2016 | Acesso: 09/10/2016 | AdaptadoDiversos conflitos, na atualidade, alimentam o quadro social e político descrito no texto. Partindo da diferenciação, abordada no texto, entre refugiado e migrante, pode-se afirmar que: