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666A6697-C1 (URCA/2022.2) Sobre o Pré-Modernismo brasileiro, assinale a alternativa incorreta:
66681C57-C1 Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos(URCA/2022.2) Assinale a alternativa que não corresponde a um membro da Padaria Espiritual:
6665E910-C1 Literatura
Escolas LiteráriasURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos(URCA/2022.2) João Cabral de Melo Neto, Cecília Meirelles e Manoel de Barros são, respectivamente, autores de:
665D0FEB-C1 Português
Morfologia - PronomesURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosDe volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)(URCA/2022.2) No trecho "Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local.", a palavra QUE é pronome relativo com função de sujeito:
665B16B1-C1 Português
Análise sintáticaURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosDe volta pra casa: decolonização na paleontologia (CONT.)O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara. Devido a questões éticas e legais, a revista Cretaceous Research, onde a nova espécie havia sido descrita por pesquisadores estrangeiros, retirou o trabalho de publicação, depois de uma análise criteriosa. Contribuiu para essa atitude da revista a enorme pressão de paleontólogos brasileiros e do público em geral, a partir das redes sociais (#UbirajarabelongstoBrazil), e a ação firme da Sociedade Brasileira de Paleontologia.Esse fato, até então inédito, fez com que diversas revistas científicas passassem a se preocupar com os aspectos legais dos fósseis brasileiros antes de aprovarem publicações sobre eles. O mesmo ocorreu com pesquisadores do exterior, que passaram a se preocupar com sua própria reputação.Após o caso do Ubirajara, dois novos episódios de repatriação acabaram ocorrendo, ambos com material da bacia do Araripe. O primeiro foi o da aranha Cretapalpus vittari, descrita em homenagem à cantora Pablo Vittar. Os pesquisadores envolvidos na descrição, quando alertados, não apenas devolveram o fóssil, como também 35 outros exemplares que estavam em uma instituição nos Estados Unidos. O segundo episódio envolveu um crânio do pterossauro Tupandactylus imperator, cuja descrição foi apenas aceita por uma revista após a devolução do exemplar ao Brasil. Iniciativas como essas enchem de esperança os que estão no front da luta para que peças importantes sejam devolvidas ao país.Para certos pesquisadores, os fósseis devem ser considerados bens minerais e, dessa forma, poderiam ser minerados e comercializados. Há também alguns poucos que defendem que fósseis que estejam fora do país, mesmo que ’exportados’ ilegalmente, contribuem para a divulgação de sua região de origem, podendo gerar alguma vantagem econômica, como fomento do turismo local. Há ainda aqueles que defendem a inclusão obrigatória de pesquisadores brasileiros nos estudos de fósseis do Brasil depositados no exterior. Essa, no entanto, é uma ideia para lá de controversa, pois coloca as parcerias científicas como moeda de troca para ’regularizar’ fósseis. A meu ver, tais posições são equivocadas e caminham na contramão das iniciativas para a recuperação de material importante fora do país. Felizmente, não representam a maioria dos paleontólogos brasileiros.Apesar das grandes dificuldades pelas quais passa a ciência brasileira, fato é que, ao longo de décadas, o Brasil tem investido na formação de recursos humanos para a pesquisa paleontológica, com inúmeras bolsas de pós-graduação, recursos para projetos e abertura de vagas em centros de pesquisa, particularmente nas universidades federais. Claro que ainda há muito por fazer, sobretudo em termos de obtenção de investimentos expressivos para atividades de campo, como coleta e preparação de novos exemplares. Mas a realidade é que o país reúne diversas instituições com possibilidade não apenas de abrigar exemplares, como também - e sobretudo - de desenvolver pesquisa científica relevante.Diante desse cenário, a Sociedade Brasileira de Paleontologia deveria ser mais proativa, sobretudo esclarecendo a situação ilegal dos fósseis depositados fora do país e promovendo campanhas de conscientização junto à comunidade internacional.(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-napaleontologia/. Adaptado.)(URCA/2022.2) Na sentença "O que pode ser considerado o maior avanço dos últimos anos em relação à situação dos fósseis irregulares ocorreu após a descrição de um novo dinossauro procedente da bacia do Araripe, que havia recebido o nome de Ubirajara.", é correto constatar a existência de:
6654FBB3-C1 Português
AdvérbiosURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosDe volta pra casa: decolonização na paleontologiaA primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)(URCA/2022.2) Considerando-se a sentença "Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.", é incorreto afirmar que:
6653041F-C1 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosDe volta pra casa: decolonização na paleontologiaA primeira ilustração de um fóssil brasileiro foi publicada no livro Viagem pelo Brasil, dos naturalistas alemães Johann B. von Spix (1781-1826) e Carl F. P. von Martius (1794-1868). Ambos fizeram parte da comitiva da arquiduquesa austríaca Maria Leopoldina (1797-1826), quando ela veio para o país devido ao seu casamento com D. Pedro I. O material ilustrado em 1823 pode ser identificado como uma arcada de um mastodonte (parente distante extinto dos elefantes) do Pleistoceno (há aproximadamente 12 mil anos) e um peixe dos depósitos cretáceos (110 milhões de anos) da bacia do Araripe, no nordeste brasileiro.Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, que evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. Hoje, a comunidade de paleontólogos, apoiada por pesquisadores e pessoas de diversas partes do mundo, tem procurado despertar a atenção para que fósseis relevantes não deixem mais o país e as principais peças que já não estão mais aqui sejam trazidas de volta. Trata-se de uma espécie de decolonização da paleontologia, um movimento de repatriação de exemplares importantes que tenham sido retirados do Brasil à revelia, impedindo o enriquecimento da cultura e da pesquisa brasileiras.Não são poucos os exemplares brasileiros importantes que se encontram depositados no exterior. Dinossauros, pterossauros, insetos, peixes e plantas - a maior parte retirada de forma duvidosa do território nacional e, às vezes, com uma aparente conivência do órgão fiscalizador - foram descritos ao longo de décadas e enriquecem museus estrangeiros, principalmente na Europa e na América do Norte. Os depósitos brasileiros mais afetados são os encontrados na bacia do Araripe, curiosamente, de onde provém um daqueles dois primeiros fósseis brasileiros ilustrados. O motivo principal é a riqueza do material dessa região: numeroso, diversificado e, sobretudo, muito bem preservado, o que encanta pesquisadores e públicos em todo o mundo.No entanto, se, em determinado momento histórico, a saída de material paleontológico poderia encontrar alguma justificativa (mesmo que passível de questionamento), o mesmo não ocorre nos dias de hoje. A legislação vigente no Brasil regula o trabalho com fósseis no país e dispõe sobre sua proteção, com destaque para o Decreto-Lei n.º 4.146, publicado em 1942, durante o governo de Getúlio Vargas. De forma simplificada, como, pela Constituição Federal, os bens encontrados no subsolo pertencem à União, todos que queiram fazer extração de fósseis necessitam de uma autorização da Agência Nacional de Mineração, com exceção dos pesquisadores que estejam vinculados a uma instituição de pesquisa e ensino.(Texto de Alexander W. A. Kellner, disponível em https://cienciahoje.org.br/artigo/de-volta-pra-casa-decolonizacao-na-paleontologia/. Adaptado.)(URCA/2022.2) Na sentença "Mas o mundo mudou e, graças à ação de muitos pesquisadores, o Brasil passou a ter várias instituições para abrigar essas riquezas, QUE evidenciam a diversificação da vida no tempo profundo. ", que função sintática é exercida pelo pronome QUE:
3B5CB520-C0 Biologia
Qualidade de vida das populações humanasURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos(URCA/2022.2) Considerando os pressupostos estabelecidos pela Ecologia e a conservação da natureza, tem se tornado cada vez mais preocupante a extensa lista de ameaças ambientais. O desenvolvimento e a aplicação da ideia de sustentabilidade ambiental torna-se, nesse contexto, importante para a construção de uma visão comprometida e atuante da Ecologia. Neste sentido, considerando o histórico da evolução das ideias de conservação dos ambientes e dos recursos naturais, assinale a alternativa correta:
3B426A4D-C0 Biologia
Estudo dos tecidosURCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos(URCA/2022.2) Considerando a classificação do tecido conjuntivo como sendo propriamente dito e conjuntivos especiais, analise as afirmações a seguir e assinale a alternativa correta:I. Estes tecidos possuem origem mesodérmicas;II. O principal componente das fibras da matriz intercelular é a classe de proteínas conhecidas como colágeno;III. Ao contrário dos epitélios, os tecidos conjuntivos são vascularizados;IV. Os plasmócitos, presente nos tecidos frouxos, surgem pela diferenciação de células totipotentes da medula óssea vermelha;V. Fibroblastos, Adipócitos, Condroblastos e Osteoblastos são células dos tecidos conjuntivos que surgem pela diferenciação de células mesenquimatosas.
3B3E3313-C0 Química
Isomeria: Isomeria Plana: Cadeia, Posição, Compensação, Função e Tautomeria.URCA · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritos(URCA/2022.2) Quantos estereoisômeros são possíveis para o seguinte composto?
FB490C4D-B0 Biologia
Biologia como ciênciaUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosUm time de cientistas anunciou a descoberta de dois planetas, com características similares à Terra, embora sejam bem maiores. Um deles pode apresentar condições propícias ao desenvolvimento de formas de vida. Ambos orbitam a estrela anã LP890-9, a cem anos-luz da Terra. Os corpos celestes foram localizados pela Nasa e pela Universidade de Liège, na Bélgica, por meio dos telescópios Search for habitable Planets EClipsing ULtra-cOOl Stars (SPECULLOS), instalados no Chile e no arquipélago de Tenerife, na Espanha. A liderança da missão coube à astrofísica Laetitia Delrez, da Universidade de Liège.O primeiro planeta encontrado não revelou muitas surpresas. O segundo, no entanto, intrigou os cientistas. O LP 890-9c ou SPECULOOS-2c, com uma órbita de 8,5 dias ao redor da estrela anã, se encontra numa zona potencialmente habitável. Sua órbita permite que ele receba uma quantidade de radiação solar parecida com a da Terra. Além disso, pode haver água em sua superfície.
https://exame.com/ciencia/cientistas-encontram-super-terra-e-ela-pode-ser-habitada/Há 4 bilhões de anos, aproximadamente, a vida na Terra surgiu, a partir de um conjunto de fatores que a transformou física e quimicamente. Várias são as teorias científicas que procuram explicar a origem dos primeiros seres vivos. As teorias aceitas, hoje, são conhecidas como TeoriaFB330C51-B0 Física
Estática - Momento da Força/Equilíbrio e AlavancasUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosAs escadas do tipo Multifuncional cuja estrutura é de alumínio, compacta, de fácil manuseio, com capacidade de até 120Kg, podem ser utilizadas para tarefas domésticas. Atendendo às normas técnicas da ABNT, possuem características com especificações. Observe uma escada, conforme figura abaixo.
http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/80 (adaptado)
Onde:• C = Comprimento da escada de acordo com o número de degraus;• H = altura de alcance da escada (Considerando uma pessoa de estatura 1,70m), e;• P = peso unitário da escada.Analise o quadro a seguir, considerando C, H e P.
Considere que o comprimento (C) da escada atingirá a altura de alcance (H), tendo o peso (P). Essas grandezas estão relacionadas. O peso (P), em quilogramas, é igual a
FB203AEF-B0 Conhecimentos Gerais
Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gêneroUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosEm 2016, uma pesquisa do Datafolha encomendada pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública mostrou que mais de um terço dos brasileiros acredita que “mulheres que se dão ao respeito não são estupradas”.No mesmo estudo, 30% disseram que “mulher que usa roupas provocativas não pode reclamar se for estuprada”. Uma exposição de roupas de vítimas de estupro na Bélgica, porém, contradiz essa lógica. Exibida em Bruxelas, a mostra traz trajes que mulheres e meninas usavam no dia em que sofreram a violência sexual e reúne calças e blusas discretas, pijamas e até camisetas largas. A exposição demonstra o fato de que a violência do estupro independe da vestimenta, da idade, do corpo, das atitudes da vítima, assim a falsa ideia de que as mulheres incitam de alguma forma essa violência, na verdade, esconde uma estrutura e uma cultura socialmente enraizadas, que invertem o processo da violência, culpabilizando a vítima e vitimizando o agressor.
https://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/exposicao-apresenta-os-trajes-de-mulheres-estupradas-roupas-discretas/Pode-se afirmar que a culpabilização da vítima é parte do processo, sociologicamente, conhecido como
FB1106DF-B0 Sociologia
Cidadania e movimentos sociaisUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosO ateísmo tem sido uma marca da modernidade com o processo de secularização do homem que abandona a dimensão da fé em um Deus para se devotar à existência do mundo. No entanto, a charge reflete o ateísmo religioso, como um fenômeno religioso contemporâneo.
https://fernandonogueiracosta.wordpress.com/2016/11/13/intolerancia-contra-os-nao-religiosos-ateistas-ou-agnosticos/Esse ateísmo pode ser definido como ato de
FAF63A35-B0 Geografia
Conceitos DemográficosUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto IO Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) iniciou na última segunda-feira (1º) a coleta do censo demográfico de 2022. Serão recenseadas todas as pessoas residentes no território nacional e no Distrito Federal, ao longo dos próximos três meses. Os recenseadores do IBGE visitarão 89 milhões de endereços, sendo 75 milhões de domicílios. A estimativa é de que sejam contadas cerca de 215 milhões de pessoas. O Censo brasileiro é uma das maiores operações censitárias do mundo. No auge da operação, em torno de 183 mil recenseadores irão de porta em porta em todos os 5.570 municípios do país.Texto IIConstitui a principal fonte de referência para o conhecimento das condições de vida da população em todos os municípios do País e em seus recortes territoriais internos, tendo como unidade de coleta a pessoa residente, na data de referência, em domicílio do Território Nacional.https://www.gov.br/observatorio/pt-br/assuntos/noticias/coleta-do-censo-demografico-2022-do-ibge-junto-aos-ministerios https://www.ibge.gov.br/estatisticas/sociais/populacao/22827-censo-2020-censo4.html?=&t=o-que-eQual das opções apresenta realização específica do censo demográfico brasileiro, em 2022?FAD18770-B0 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão a seguir embasam-se na obra de Viriato Corrêa. Escrita na década de 1930, essa obra literária contém as memórias de infância do menino Cazuza, vivida no interior do Maranhão no final do século XIX.Nessa poesia popular nordestina trazida por Viriato Corrêa, em "Cazuza", observa-se o intuito dos repentistas de sobrepujarem um ao outro— José Firmino acredite,Não gosto de me gabar,Mas quando pego a viola,Quando começo a cantar,Saem da cova os defuntos,Os peixes saem do mar,Os anjos descem do céu,E tudo vem me escutar.O José Firmino quase não deixou que ocompanheiro acabasse o último verso, e cantoude viola estendida no peito:— Eu não tenho inveja disso,Sou valente, valentão,Canguçu é meu cavalo,Cascavel meu cinturão,Eu engulo brasa viva,Pego corisco com a mão,Um empurrão do meu dedoBota dez morros no chão.O outro acelerou os dedos nas cordas da viola e respondeu:— Se eu for contar minhas artesNão acabo nunca mais;Para apagar os incêndiosUso breu e aguarrás,Eu ponho luneta em pulga,E gravata em Satanás,Eu faço gelo com brasa,Coisa que você não faz,Faço o carro andar na frente,Faço o boi andar atrás.E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também.Eram ambos fortes no desafio. Não haveriavencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.CORRÊA, Viriato. Cazuza. 37ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1992
Considere o trecho a seguir.“E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também. Eram ambos fortes no desafio. Não haveria vencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.”Em variadas passagens do romance "Cazuza", o arranjo sintático confere fluidez à leitura e facilita a compreensão do texto pelo público infantojuvenil. Com vistas a esse fim, o escritor, na estruturação dos períodos que formam o trecho acima, optou pelaFACE51A7-B0 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão a seguir embasam-se na obra de Viriato Corrêa. Escrita na década de 1930, essa obra literária contém as memórias de infância do menino Cazuza, vivida no interior do Maranhão no final do século XIX.Nessa poesia popular nordestina trazida por Viriato Corrêa, em "Cazuza", observa-se o intuito dos repentistas de sobrepujarem um ao outro— José Firmino acredite,Não gosto de me gabar,Mas quando pego a viola,Quando começo a cantar,Saem da cova os defuntos,Os peixes saem do mar,Os anjos descem do céu,E tudo vem me escutar.O José Firmino quase não deixou que ocompanheiro acabasse o último verso, e cantoude viola estendida no peito:— Eu não tenho inveja disso,Sou valente, valentão,Canguçu é meu cavalo,Cascavel meu cinturão,Eu engulo brasa viva,Pego corisco com a mão,Um empurrão do meu dedoBota dez morros no chão.O outro acelerou os dedos nas cordas da viola e respondeu:— Se eu for contar minhas artesNão acabo nunca mais;Para apagar os incêndiosUso breu e aguarrás,Eu ponho luneta em pulga,E gravata em Satanás,Eu faço gelo com brasa,Coisa que você não faz,Faço o carro andar na frente,Faço o boi andar atrás.E ergueu-se. José Firmino ergueu-se também.Eram ambos fortes no desafio. Não haveriavencido nem vencedor. Não valia a pena teimar.CORRÊA, Viriato. Cazuza. 37ª ed. São Paulo: Editora Nacional, 1992
Entre as estratégias contundentes utilizadas nas gabolices, destacam-se construções paradoxais, a exemplo do par de versos:FACB33F2-B0 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão toma como base o conto "Um Espinho de Marfim".
Leia o final do conto "Um Espinho de Marfim"."E nesse último dia aproximou a cabeça do seu peito, com suave força, com força de amor empurrando, cravando o espinho de marfim no coração, enfim florido.Quando o rei veio em cobrança da promessa, foi isso que o sol morrente lhe entregou, a rosa de sangue e um feixe de lírios."O leitor pode fazer uma interpretação simbólica do dilema vivido pela princesa que decide porFAC212C2-B0 Português
Interpretação de TextosUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosO conto a seguir serve de base para responder à questão.
Entre as folhas do Verde O
O príncipe acordou contente. Era dia de caçada. Os cachorros latiam no pátio do castelo. Vestiu o colete de couro, calçou as botas. Os cavalos batiam os cascos debaixo da janela. Apanhou as luvas e desceu.
Lá embaixo parecia uma festa. Os arreios e os pelos dos animais brilhavam ao Sol. Brilhavam os dentes abertos em risadas, as armas, as trompas que deram o sinal de partida.
Na floresta também ouviram a trompa e o alarido. Todos souberam que eles vinham. E cada um se escondeu como pode.
Só a moça não se escondeu. Acordou com o som da tropa, e estava debruçada no regato quando os caçadores chegaram.
Foi assim que o príncipe a viu. Metade mulher, metade corça, bebendo no regato. A mulher tão linda. A corça tão ágil. A mulher ele queria amar, a corça ele queria matar. Se chegasse perto será que ela fugia? Mexeu num galho, ela levantou a cabeça ouvindo. Então o príncipe botou a flecha no arco, retesou a corda, atirou bem na pata direita. E quando a corça-mulher dobrou os joelhos tentando arrancar a flecha, ele correu e a segurou, chamando homens e cães.
Levaram a corça para o castelo. Veio o médico, trataram do ferimento. Puseram a corça num quarto de porta trancada. Todos os dias o príncipe ia visitá-la. Só ele tinha a chave. E cada vez se apaixonava mais. Mas a corça-mulher só falava a língua da floresta e o príncipe só sabia ouvir a língua do palácio. Então, ficavam horas se olhando calados, com tanta coisa para dizer.
Ele queria dizer que a amava tanto, que queria casar com ela e tê-la para sempre no castelo, que a cobriria de roupas e joias, que chamaria o melhor feiticeiro do reino para fazê-la virar toda mulher.
Ela queria dizer que o amava tanto, que queria se casar com ele e levá-lo para a floresta, que lhe ensinaria a gostar dos pássaros e das flores e que pediria à Rainha das Corças para dar-lhe quatro patas ágeis e um belo pelo castanho.
Mas o príncipe tinha a chave da porta. E ela não tinha o segredo da palavra.
Todos os dias se encontravam. Agora se seguravam as mãos. E no dia em que a primeira lágrima rolou nos olhos dela, o príncipe pensou ter entendido e mandou chamar o feiticeiro.
Quando a corça acordou, já não era mais corça. Duas pernas só, e compridas, um corpo branco. Tentou levantar, não conseguiu. O príncipe lhe deu a mão. Vieram as costureiras e a cobriram de roupas. Vieram os joalheiros e a cobriram de joias. Vieram os mestres de dança para ensinar-lhe a andar. Só não tinha a palavra. E o desejo de ser mulher.
Sete dias ela levou para aprender sete passos. E na manhã do oitavo dia, quando acordou e viu a porta aberta, juntou sete passos e mais sete, atravessou o corredor, desceu a escada, cruzou o pátio e correu para a floresta à procura de sua Rainha.
O Sol ainda brilhava quando a corça saiu da floresta, só corça, não mais mulher. E se pôs a pastar sob as janelas do palácio.
COLASANTI, Marina. Uma ideia toda azul. São Paulo: Global, 2005
Esse conto nos ajuda a explicar a polaridade entre os gêneros que apontam dicotomias biológicas e psicológicas, ilustrando as diferenças entre macho-fêmea, homem-mulher, visto na vida cotidiana como bem-mal, certo-errado, temática central dos contos de fadas. Pode-se depreender, mais de que uma mera dicotomia, que o tema central do conto revelaFAB32006-B0 Literatura
Teoria LiteráriaUniversidade Estadual do Maranhão · 2022DifícilEntre para guardar nos favoritosClarice Lispector nasceu em uma aldeia na Ucrânia (Antiga União Soviética). Ao chegar ao Brasil, desembarcou em Manaus, quando tinha dois meses de idade, depois se mudou para Recife. Viveu fora do Brasil, fez leituras de grandes brasileiros e de estrangeiros, trazendo inovações, produzindo um estilo que a tornou uma das grandes escritoras de Língua Portuguesa. Leia um fragmento de um dos capítulos de seu primeiro livro.ALEGRIAS DE JOANAA liberdade que às vezes sentia. Não vinha de reflexões nítidas, mas de um estado como feito de percepções por demais orgânicas para serem formuladas em pensamentos. Às vezes, no fundo da sensação tremulava uma ideia que lhe dava leve consciência de sua espécie e de sua cor.O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade. O próprio pensamento adquiria uma qualidade de eternidade. Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também. A impressão de que se conseguisse manter-se na sensação por mais uns instantes teria uma revelação — facilmente, como enxergar o resto do mundo apenas inclinando-se da terra para o espaço. Eternidade não era só o tempo, mas algo como a certeza enraizadamente profunda de não poder contê-lo no corpo por causa da morte; a impossibilidade de ultrapassar a eternidade era eternidade; e também era eterno um sentimento em pureza absoluta, quase abstrato. Sobretudo dava ideia de eternidade a impossibilidade de saber quantos seres humanos se sucederiam após seu corpo, que um dia estaria distante do presente com a velocidade de um bólido. Definia eternidade e as explicações nasciam fatais como as pancadas do coração. Delas não mudaria um termo sequer, de tal modo eram sua verdade. Porém mal brotavam, tornavam-se vazias logicamente.Definir a eternidade como uma quantidade maior que o tempo e maior mesmo do que o tempo que a mente humana pode suportar em ideia também não permitiria, ainda assim, alcançar sua duração. Sua qualidade era exatamente não ter quantidade, não ser mensurável e divisível porque tudo o que se podia medir e dividir tinha um princípio e um fim. Eternidade não era a quantidade infinitamente grande que se desgastava, mas eternidade era a sucessão.LISPECTOR, Clarice. Perto do Coração Selvagem: Rio de Janeiro: Rocco, 2019.Analise os seguintes trechos para responder à questão.“O estado para onde deslizava quando murmurava: eternidade.” / ”Aprofundava-se magicamente e alargava-se, sem propriamente um conteúdo e uma forma, mas sem dimensões também.”Os trechos podem exemplificar a afirmação de críticos consagrados sobre uma das surpreendentes marcas estilísticas de Clarice Lispector. Essa característica se traduz como