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Questões do ENEM: nível difícil

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Resultados

9.777 questões encontradas. Mostrando a página 307 de 489.

  • 4ABE4A0A-DC

    História

    História do Brasil
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia as informações:


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, História do Brasil

    (Fonte: Jânio Quadros condecora “Che” Guevara em Brasília, em. 19 de agosto de 1961. Imagem disponível em: http://museuvirtualcheguevara.blogspot.com.br/2012/ 09/che-e-condecorado-em-brasilia-brasil.html. Acesso em: 19 ago. 2013, às 10h00.)


        Jânio estivera em Cuba em março de 1960, expressando de forma cifrada uma vaga simpatia pelo regime de Fidel Castro. Como presidente, provocou a fúria dos conservadores ao condecorar o companheiro de Fidel, Che Guevara, com a Ordem do Cruzeiro do Sul. Não havia neste gesto qualquer intenção de demonstrar apoio ao comunismo. Ele simbolizava para o grande público a política externa independente que Jânio começara a pôr em prática.

    (Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 374.)



    O princípio fundamental da política externa independente, adotada pelo presidente Jânio Quadros, pode ser encontrado na seguinte alternativa:

    Escolha uma alternativa para a questão 4abe4a0a-dc
  • 4AB0E5DB-DC

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Analise atentamente as informações abaixo para responder a questão:


    Figura 1 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Guerra Fria e seus desdobramentos

    (Fonte: O primeiro McDonald’s da União Soviética. Praça Pushkin, Moscou, 31 de janeiro de 1990. Foto de Alexander Zemlianichenko. Disponível em: http://www.airingnews.com/ articles/60327/These-photographs-capture-the-terror-joy-and-weirdness-of-theUSSRs-final-days. Acesso em: 18 ago. 2013, às 10h20.)

    Figura 2 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Guerra Fria e seus desdobramentos

    (Fonte: Último leite em um Mercado estatal no centro de Moscou. Dezembro de 1990. Foto de Martin Cleaver. Disponível em: http://www.airingnews.com/articles/60327/ These-photographs-capture-the-terror-joy-and-weirdness-of-the-USSRs-final-days. Acesso em: 18 ago. 2013, às 10h20.)


        A perestroika é uma necessidade urgente que surgiu da profundidade dos processos de desenvolvimento em nossa sociedade socialista. Esta encontra-se pronta para ser mudada e há muito tempo que anseia por mudanças. Qualquer demora para implantar a perestroika poderia levar, num futuro próximo, a uma situação interna exacerbada que, em termos claros, constituiria um terreno fértil para uma grave crise social, econômica e política.

    (Fonte: GORBACHEV, Mikhail. Perestroika – novas ideias para o meu país e o mundo. SP: Best Seller, 1988, p. 15.)



    O início dos anos 1990 foi marcado pelo processo de desagregação do bloco socialista, comandado pela União Soviética durante os anos da Guerra Fria. A análise das imagens e do texto nos permite concluir que seu conteúdo aponta para a (o):


    Escolha uma alternativa para a questão 4ab0e5db-dc
  • 4AA39ECB-DC

    História

    História Geral
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia atentamente as informações abaixo:


    A conclamação feita por Urbano II, em 27 de novembro de 1095 em Clermont, encontrou eco formidável, e uma massa eclética e entusiasta [...] se pôs a caminho na primavera de 1096 sem esperar os barões, senhores e cavaleiros a quem o papa se dirigia prioritariamente. Foi essa resposta à conclamação do papa que conferiu, assim como suas palavras, características peculiares à cruzada: uma peregrinação armada com vistas à libertação do túmulo de Cristo, o que permaneceria no cerne da ideia de cruzada.

    (Fonte: DEMURGER, Alain. Os cavaleiros de Cristo. RJ: Zahar, 2002, p. 25-26.)


    O caráter religioso do movimento das cruzadas, caracterizado pela necessidade da reconquista de Jerusalém, dominada pelos muçulmanos, foi acompanhado por questões econômicas, políticas e sociais. Outras causas para o movimento podem ser encontradas na seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão 4aa39ecb-dc
  • 4A9AAB6A-DC

    Matemática

    Matrizes
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Considere as matrizes A = Figura 1 de 3 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Matrizes, B = Figura 2 de 3 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Matrizese C = Figura 3 de 3 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Matrizes.


    Sabendo-se que A . B = C, afirma-se:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a9aab6a-dc
  • 4A97764D-DC

    Matemática

    Análise Combinatória em Matemática
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Uma urna contém 10 bolas verdes, 15 bolas azuis e 13 bolas brancas. Qual a menor quantidade de bolas a ser retirada para se obter, com certeza, três bolas de cores diferentes?
    Escolha uma alternativa para a questão 4a97764d-dc
  • 4A90A71E-DC

    Matemática

    Geometria Plana
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Na figura a seguir, M, N, O e P são os pontos médios das arestas do quadrado ABCD e os pontos M, N e D são centros dos três arcos de circunferência. Se AP = 4 cm, a área da região mais escura, em cm2, é igual a:


    Escolha uma alternativa para a questão 4a90a71e-dc
  • 4A672AC3-DC

    Matemática

    Problemas
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Oito times disputam as quatro vagas para a etapa seguinte de um campeonato de futebol. Sabe-se que todos os times enfrentam-se uma única vez e que, em caso de vitória, cada time ganha dois pontos; no caso de empate, ganha um ponto e, na derrota, não ganha ponto. Para garantir a passagem para a próxima etapa, um time precisa somar, pelo menos,
    Escolha uma alternativa para a questão 4a672ac3-dc
  • 4A5ED734-DC

    Matemática

    Problemas
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Carlos vendeu um imóvel da família e repartiu todo o dinheiro recebido igualmente entre seus filhos e sobrinhos. Se não tivesse incluído seus três sobrinhos na divisão, cada filho teria recebido R$ 5.000,00 a mais. Por outro lado, se tivesse incluído sua neta no rateio, cada filho e sobrinho teria recebido R$ 1.000,00 a menos. Carlos vendeu o imóvel por:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a5ed734-dc
  • 4A5AF128-DC

    Matemática

    Produtos Notáveis e Fatoração
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    A equação abaixo, se resolvida em Figura 1 de 2 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Produtos Notáveis e Fatoração, admite S como conjunto solução.


    Figura 2 de 2 da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2013, Produtos Notáveis e Fatoração


    Sobre S, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a5af128-dc
  • 4A374B57-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    “O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo”. O controle exercido pela prefeitura neste trecho encontra correspondência no papel exercido no texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a374b57-dc
  • 4A2FF7C8-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Texto para a questão.


        No grande dia Primeiro de Maio, não eram bem seis horas e já o 35 pulara da cama, afobado. Estava bem disposto, até alegre, ele bem afirmara aos companheiros da Estação da Luz que queria celebrar e havia de celebrar.

        Os outros carregadores mais idosos meio que tinham caçoado do bobo, viesse trabalhar que era melhor, trabalho deles não tinha feriado. Mas o 35 retrucava com altivez que não carregava mala de ninguém, havia de celebrar o dia deles. E agora tinha o grande dia pela frente.

    [...]

        Abriu o jornal. Havia logo um artigo muito bonito, bem pequeno, falando na nobreza do trabalho, nos operários que eram também os “operários da nação”, é isso mesmo. O 35 se orgulhou todo comovido. Se pedissem pra ele matar, ele matava roubava, trabalhava grátis, tomado dum sublime desejo de fraternidade, todos os seres juntos, todos bons... Depois vinham as notícias. Se esperavam “grandes motins” em Paris, deu uma raiva tal no 35. E ele ficou todo fremente, quase sem respirar, desejando “motins” (devia ser turumbamba) na sua desmesurada força física, ah, as ruças de algum... polícia? polícia. Pelo menos os safados dos polícias.

        Pois estava escrito em cima do jornal: em São Paulo a Polícia proibira comícios na rua e passeatas, embora se falasse vagamente em motins de tarde no Largo da Sé. Mas a polícia já tomara todas as providências, até metralhadoras, estavam em cima do jornal, nos arranha-céus, escondidas, o 35 sentiu um frio. O sol brilhante queimava, banco na sombra? Mas não tinha, que a Prefeitura, pra evitar safadez dos namorados, punha os bancos só bem no sol. E ainda por cima era aquela imensidade de guardas e polícias vigiando que nem bem a gente punha a mão no pescocinho dela, trilo. Mas a Polícia permitiria a grande reunião proletária, com discurso do ilustre Secretário do Trabalho, no magnífico pátio interno do Palácio das Indústrias, lugar fechado! A sensação foi claramente péssima. Não era medo, mas por que que a gente havia de ficar encurralado assim! é! E pra eles depois poderem cair em cima da gente, (palavrão)! Não vou! não sou besta! Quer dizer: vou sim! desaforo! (palavrão), socos, uma visão tumultuaria, rolando no chão, se machucava mas não fazia mal, saíam todos enfurecidos do Palácio das Indústrias, pegavam fogo no Palácio das Indústrias, não! a indústria é a gente, “operários da nação” pegavam fogo na igreja de São Bento mais próxima que era tão linda por “drento”, mas pra que pegar fogo em nada!

    (Mário de Andrade. “Primeiro de Maio” in Contos novos)

    Mais do que descrever uma ação, o trecho do conto parece focalizar os sentimentos conflituosos do personagem 35 diante das comemorações do Dia do Trabalho. Esse sentimento conflituoso é despertado pelo fato de que a classe trabalhadora:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a2ff7c8-dc
  • 4A1F98B8-DC

    Português

    Interpretação de Textos
    Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Um olhar estrangeiro
    Vanessa Jurgenfeld


        Há anos, o americano James Green se dedica ao ensino de história do Brasil na Universidade Brown, nos Estados Unidos. Em junho, ele desembarcou no Rio de Janeiro para o que seria apenas mais um simpósio internacional, mas foi surpreendido pela magnitude das manifestações de rua que tornariam junho um mês histórico. Green não teve dúvidas: com as atividades da conferência suspensas um pouco mais cedo, decidiu ouvir de perto as vozes das ruas.
        Assim como Green, outros brasilianistas passaram pelo país nos últimos dias. O historiador Bryan McCann, da Universidade Georgetown, e o economista Werner Baer, da Universidade de Illinois. Aproveitando as férias de verão nos Estados Unidos e o recesso das aulas, visitaram o Brasil para tocar pesquisas sobre assuntos como favelas no Rio e infraestrutura. Depararam-se, porém, com as manifestações, e agora tentam interpretar suas causas e possíveis consequências.
        Green faz ressalvas a comparações internacionais. Para ele, os pesquisadores têm grande dificuldade para analisar os fatos de fora porque, muitas vezes, não entendem as complexidades internas dos países. “Achei inadequadas as análises que imediatamente fizeram analogias com o Oriente Médio. A única coisa em comum é que se usou o mesmo meio [o Facebook] para a mobilização.” Segundo ele, as ansiedades e as preocupações dos manifestantes são totalmente diferentes. “Não dá para comparar o regime autoritário que estava no Egito antes da “Primavera Árabe” com o Brasil, que antes das manifestações tinha um governo com 70% de aprovação.”
        Diferentemente de Green, McCann e Baer acreditam que a onda global recente de protestos indica que o Brasil pode não ser um caso único. Para McCann, comparações com os episódios na Turquia e mesmo com o movimento Occupy Wall Street, que ocorreu nos Estados Unidos em 2011, são pertinentes. “Certamente, as características brasileiras são um pouco diferentes. Mas as manifestações deixam claro que a mídia social e a comunicação instantânea ajudam a espalhar um modo de agir, ajudam a levantar pessoas.” Numa comparação com a Turquia, McCann diz que, embora o Brasil seja “muito mais democrático”, o perfil dos manifestantes é similar. “É uma faixa parecida da população - os jovens -, e o que se poderia chamar de nova classe média. São manifestações de consumidores e de cidadãos que estão exigindo um nível melhor de serviços do governo e de transparência.” Assim como no Occupy Wall Street, McCann identifica nas manifestações no Brasil uma insatisfação com a distribuição de renda e o entendimento de que o crescimento econômico em si não é bom para todo mundo. No Brasil, apesar de a desigualdade cair nos últimos 20 anos, o fato é que alguns enriquecem muito mais rapidamente e de forma mais expressiva do que a maioria, que continua com problemas cotidianos de saúde e transporte público, e não vai comprar mais a ideia de que tudo está ótimo porque tem as Olimpíadas e a Copa do Mundo.” Para o historiador Bryan McCann, as mobilizações acabaram com a utopia de que o Brasil tinha resolvido todos os seus problemas. Baer concorda que as manifestações no Brasil não devem ser vistas de maneira isolada. Mas diz que aqui parece existir insatisfação com questões específicas, como o reaparecimento da inflação e os atrasos em obras de infraestrutura. “É uma mistura de fatos que deixou a população insatisfeita. Não tenho uma teoria nova, são as mesmas especulações que todo mundo está fazendo. Combinando essas insatisfações em geral com o acesso à rede social, resulta esse tipo de acontecimento.” Mas o que o deixou um pouco surpreso é que, embora haja uma taxa de crescimento baixa da economia brasileira, o desemprego - que vem sendo objeto de manifestações em diversos países desenvolvidos - não aumentou. “Então, é muito difícil saber exatamente o que acontece. Acho que ninguém tem uma teoria certa. Nenhuma pessoa honesta pode dizer exatamente: “eu sei a causa de tudo isso””.
        Os brasilianistas observam diferenças nas atitudes dos governos dos diferentes países frente às manifestações. “De certa maneira, o governo brasileiro está reagindo”, diz Baer. “Parece que a presidente Dilma Rousseff sabe que alguma coisa precisa ser feita para atender às reivindicações. McCann concorda que o governo brasileiro procura responder aos protestos, diferentemente do que faz o primeiro-ministro turco, Recep Tayyip Erdogan, “que está tapando os ouvidos”. A presidenta Dilma, segundo ele, está acenando para o movimento popular. “Se vai dar em alguma coisa, não sei. A reforma política é necessária e isso está claro há uns dez anos. Green argumenta que, para se compreender o encadeamento de protestos no Brasil, é preciso pensar na relação com “as promessas de uma social-democracia justa e ampla que não estão sendo cumpridas por um governo que diz que tudo está melhorando”. A energia política liberada nas ruas, em diferentes manifestações de insatisfação, precisaria, num processo de desdobramento natural, ser combinada com um vigor correspondente na realização das mudanças reclamadas. Os protestos poderão incentivar uma disputa mais acirrada na próxima eleição presidencial. “Acho que a percepção é de que vai haver mais competição política e que a reeleição de Dilma não está garantida. Agora há realmente um debate, o que também é algo positivo”, diz McCann.
    (Adaptado de Valor Econômico, 19/07/2013, pp. 11-13.)
    Apesar de voltado para a área das finanças, o texto acima foi publicado em um veículo destinado à vulgarização das informações sobre o mercado. Assim, é pertinente o uso de linguagem que se aproxime à oralidade. É possível encontrar esse tipo de estrutura em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4a1f98b8-dc
  • D299417E-DC

    História

    América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Com a morte do presidente venezuelano Hugo Chávez (1954-2013), muito se discutiu sobre o futuro do socialismo bolivariano. Tal expressão, utilizada pelo então presidente para designar sua visão de socialismo, diferenciava-se do socialismo tradicional. A respeito do governo de Chávez e das diretrizes políticas por ele adotadas, considere as afirmativas abaixo:

    I. Hugo Chávez defendia o que chamava de Revolução Bolivariana, que seria responsável por promover o que denominava de socialismo do século XXI. Tal socialismo seria caracterizado por sua postura contra o neoliberalismo, contra a globalização e contra a postura internacional dos Estados Unidos, com quem teve fortes desavenças.

    II. O Socialismo Bolivariano se declara defensor das causas democráticas e socialistas. Também se declara progressista e atesta, para isso, a adoção – em consecutivos mandatos –, de uma política social em que houve diminuição nos índices de pobreza da nação venezuelana.

    III. A renda advinda da extração petrolífera venezuelana permitiu, durante o governo Chávez, dinamizar e modernizar os demais setores industriais, asim como sua agricultura, transformando a economia desse país em modelo de autossuficiência.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão d299417e-dc
  • D28C52E1-DC

    História

    Construção do Estado Liberal: Independência das Treze Colônias (EUA)
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A respeito do processo de independência das 13 Colônias, julgue os itens a seguir.

    I. Inseriu-se no contexto de crise do Antigo Sistema Colonial, combatendo tentativas de imposição do “Pacto Colonial”, por parte de sua metrópole.

    II. Inaugurou a época das lutas pelas independências na América, sendo seguida, quase que ao mesmo tempo, pela independência brasileira.

    III. Baseou-se nos princípios liberais do Iluminismo, adotando o federalismo, a tripartição dos poderes e o sufrágio universal para alfabetizados.

    IV. Resultou na promulgação de uma Constituição, em 1787, que, apesar de práticas liberais, manteve a escravidão e o poder político nas mãos de certos grupos.

    V. Teve na religião católica seu substrato ideológico, por isso, o puritanismo rapidamente espalhou-se pelo país e o “Destino Manifesto” originou a sua expansão territorial.

    Estão corretas
    Escolha uma alternativa para a questão d28c52e1-dc
  • D2788696-DC

    Biologia

    Ecologia e ciências ambientais
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Milhares de peixes apareceram mortos entre 3ª e 4ª feira (12/3/13 e 13/3/13) na lagoa Rodrigo de Freitas, um dos pontos turísticos da cidade do Rio de Janeiro. Segundo as autoridades, isso ocorreu devido ao acúmulo de matéria orgânica levada pela água da chuva da última semana.

    Provavelmente, a mortandade dos peixes ocorreu porque essa matéria orgânica
    Escolha uma alternativa para a questão d2788696-dc
  • D2508A1A-DC

    Química

    Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A geometria molecular descreve a maneira pela qual os núcleos atômicos que constituem uma molécula estão posicionados uns em relação aos outros. Assim, numere a coluna B, que contém certas substâncias químicas, associando-as com a coluna A, de acordo com o tipo de geometria molecular que cada substância apresenta.

    Coluna A
    1. Angular
    2. Piramidal
    3. Tetraédrica
    4. Trigonal Plana

    Coluna B
    ( ) SO2
    ( ) CH2O
    ( ) PF3
    ( ) SiH4

    Dados: H (Z=1); C (Z=6); O (Z=8); F (Z=9); Si (Z=14); P (Z=15) e S (Z=16).

    A sequência correta dos números da coluna B, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão d2508a1a-dc
  • D2446963-DC

    História

    História do Brasil
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos

    TSE MODIFICA NÚMERO DE DEPUTADOS FEDERAIS DE 13 ESTADOS
    Redistribuição se baseou em dados populacionais do IBGE; oito Estados perderão cadeiras na Câmara e cinco ganharão cargos.
    Jornal O Estado de São Paulo, em 09/04/2013.
        A partir da próxima legislatura, em 2014, oito Estados perderão cadeiras na Câmara e cinco ganharão cargos. Os Estados que perderão um deputado são Alagoas, Espírito Santo, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Já os Estados da Paraíba e do Piauí perderão duas cadeiras. Ganharão um posto os Estados do Amazonas e Santa Catarina. Ceará e Minas Gerais ganharão duas cadeiras e o Pará, quatro.
        A redistribuição será feita com base em dados fornecidos pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre a população a partir do Censo de 2010.
        [...]O TSE tomou a decisão ao julgar um pedido da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas. Em maio de 2012, o tribunal realizou uma audiência pública para ouvir deputados e especialistas. Na ocasião, deputados amazonenses afirmaram que o Estado deveria ter mais do que oito parlamentares na Câmara. Eles observaram que o Estado tem uma população maior do que Alagoas e Piauí, que tinham 9 e 10 deputados.
    Considere as afirmativas:

    I. A Constituição do Brasil prevê a distribuição proporcional entre a população e o número de parlamentares para cada Unidade Federativa, tanto na Câmara dos Deputados quanto no Senado.
    II. A alteração informada na reportagem é consequência da dinâmica populacional brasileira. Assim, diferenças nos índices de crescimento vegetativo e nos movimentos migratórios entre diferentes estados provocaram a necessidade de adequação representativa.
    III. As regiões Norte e Nordeste possuem maior número de Unidades Federativas e, portanto, maior número de cadeiras no Senado, 48, em um total de 81.
    IV. Os estados que ganharam cadeiras na alteração feita pelo TSE apresentam importantes áreas de atividades econômicas apenas dos setores secundário e terciário, o que tem sido um atrativo para migrações internas de outros Estados.

    Assinale a alternativa que apresenta apenas as afirmativas corretas.
    Escolha uma alternativa para a questão d2446963-dc
  • D23586EC-DC

    Geografia

    Geografia Econômica
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em relação à Teoria Keynesiana (escola Keynesiana ou Keynesianismo), assinale a alternativa INCORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão d23586ec-dc
  • D2107C9D-DC

    Matemática

    Sistemas Lineares
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O valor de y na única solução do sistema linear

    x sen θ + z = 0
    x sen (-θ) + y cos (-θ) + z = 0
    x sen (-θ) + y cos θ - z = sen θ

    em que sen (2θ) ≠ 0 , é
    Escolha uma alternativa para a questão d2107c9d-dc
  • D2075F7D-DC

    Matemática

    Probabilidade
    Universidade Presbiteriana Mackenzie · 2013DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Tablets serão distribuídos por sorteio em uma feira de utilidades domésticas. Para participar do sorteio, uma pessoa deve possuir um cartão brinde em que estará inscrito um número de 1 a 9. O sorteio se dará da seguinte forma: de uma caixa contendo nove bolas do mesmo tamanho, numeradas de 1 a 9, será sorteado, ao acaso, um conjunto de 5 bolas. Ganharão um tablet todos os participantes que tiverem inscritos, em seus cartões, números maiores do que o maior número inscrito nas bolas que não estão no conjunto sorteado. Se você possui um cartão brinde com o número 7, a probabilidade de você receber um tablet é
    Escolha uma alternativa para a questão d2075f7d-dc