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E4A1141E-0B Leia atentamente o seguinte excerto:“O mundo cada vez ‘menor’ ou globalizado – algo que implica o surgimento ou a expansão de problemas comuns da humanidade e leva de fato a uma perda relativa das soberanias nacionais – deve (re)construir um sistema internacional de regras para a coexistência democrática entre os povos. E, como em qualquer sistema jurídico, ele não será eletivo se não houver a possibilidade de sanções a alguém que estiver deliberadamente infringindo essas regras”.Vesentini, José W. Novas Geopolíticas, p. 74.Considera-se que a geopolítica da nova ordem mundial se diferencia do cenário bipolar configurado no âmbito da velha ordem em função daE477FCE3-0B Geografia
AmazôniaUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia com atenção o texto a seguir: “As mudanças climáticas antropogênicas estão associadas às atividades humanas com o aumento da emissão de gases de efeito estufa, de queimadas, com o desmatamento, a formação de ilhas urbanas de calor, etc. A Amazônia desempenha um papel importante no ciclo de carbono planetário, e pode ser considerada como uma região de grande risco do ponto de vista das influências das mudanças climáticas”.Nobre, C. A.; Sampaio, G.; Salazar, L. Mudanças climáticas e Amazônia. Ciência e Cultura. 2007.Considerando os aspectos que envolvem o bioma amazônico e as mudanças climáticas, atente para as seguintes afirmações:I. As variações das chuvas na Amazônia estão relacionadas à temperatura da superfície do mar no Atlântico tropical. Esta condição, entre outras, afeta a Zona de Convergência Intertropical – ZCIT.II. O bioma amazônico compreende uma área de aproximadamente 4,2 milhões de km², distribuída entre 9 estados brasileiros, compreendendo ecossistemas como florestas densas de terra firme, florestas estacionais, florestas de igapó, campos alagados, várzeas, savanas, refúgios montanhosos e formações pioneiras.III. O risco dos impactos das mudanças climáticas na Amazônia aumenta ainda mais quando se somam, ao aquecimento global, as alterações de vegetação resultantes das mudanças dos usos da terra, notadamente os desmatamentos das florestas tropicais e dos cerrados.Está correto o que se afirmar emC514D6A4-0B Química
Termoquímica: Energia Calorífica, Calor de reação, Entalpia, Equações e Lei de Hess.UECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosDADOS QUE PODEM SER USADOS NESTA PROVA
A lei que relaciona o produto da massa atômica com o calor específico é atribuída a
C4FD4638-0B Química
Interações Atômicas: Ligações Iônicas, Ligações Covalentes e Ligações Metálicas. Ligas Metálicas.UECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosDADOS QUE PODEM SER USADOS NESTA PROVA
Em dezembro de 1879, a maior ponte do mundo, a Tay Rail Bridge, feita de ferro fundido, colapsou durante vendavais violentos no inverno. Um trem que ia passando na ocasião precipitou-se no rio Tay matando todos os setenta e oito passageiros. O acidente fez despertar o interesse pela busca de um material mais resistente e as ligas passaram a substituir o ferro fundido nas grandes estruturas. As ligas são mais resistentes do que os metais puros, porqueC4D79D0A-0B Química
Teoria Atômica: Modelo atômico de Dalton, Thomson, Rutherford, Rutherford-BohrUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosDADOS QUE PODEM SER USADOS NESTA PROVA
Distribuição eletrônica é a disposição dos elétrons em um átomo, em seu estado fundamental, que representa o estado de mínima energia possível. O conhecimento da distribuição eletrônica de diferentes átomos é útil para entender a estrutura da tabela periódica dos elementos e também para descrever as ligações químicas que mantêm os átomos unidos. Com relação à distribuição eletrônica do átomo em seu estado fundamental, assinale a afirmação verdadeira.C48E4D43-0B Física
DinâmicaUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosUm pêndulo simples de comprimento L e massa m está preso a um suporte fixo e é posto para oscilar livremente em um local onde a aceleração da gravidade é constante e igual a g. Abandonando-se o pêndulo com o fio a partir de uma posição horizontal, a tração no fio quando a massa passar pelo ponto mais baixo da trajetória será igual a32C400F1-0B Matemática
Aritmética e ProblemasUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosSe a razão entre as medidas de dois dos ângulos formados pelas diagonais de um retângulo é igual a 1/2 , então, é correto afirmar que a razão entre o menor e o maior dos lados do retângulo é4970E61D-0B Português
Interpretação de TextosUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 3

PRATES, Lubi. Um corpo negro. 2.ed.
São Paulo: Nosostros Editorial, 2019. p.53.
No texto 3, a comparação da pele com espaços que se alargam em uma gradação de cômodo a continente deve-se à777D9FFC-0B Inglês
Análise sintática | Syntax ParsingUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosThe World Might Be Running Low on Americans
The world has been stricken by scarcity. Our post-pandemic pantry has run bare of gasoline, lumber, microchips, chicken wings, ketchup packets, cat food, used cars and Chickfil-A sauce. Like the Great Toilet Paper Scare of 2020, though, many of these shortages are the consequence of near-term, Covid-related disruptions. Soon enough there will again be a chicken wing in every pot and more than enough condiments to go with it.
But there is one recently announced potential shortage that should give Americans great reason for concern. It is a shortfall that the nation has rarely had to face, and nobody quite knows how things will work when we begin to run out.
I speak, of course, of all of us: The world may be running low on Americans — most crucially, tomorrow’s working-age, childbearing, idea-generating, community-building young Americans. Late last month, the Census Bureau released the first results from its 2020 count, and the numbers confirmed what demographers have been warning of for years: The United States is undergoing “demographic stagnation,” transitioning from a relatively fast-growing country of young people to a slow-growing, older nation.
Many Americans might consider slow growth a blessing. Your city could already be packed to the gills, the roads clogged with traffic and housing prices shooting through the roof. Why do we need more folks? And, anyway, aren’t we supposed to be conserving resources on a planet whose climate is changing? Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.
And there is no real reason we have to endure such a transition, not even an environmental one. Even if your own city is packed like tinned fish, the U.S. overall can accommodate millions more people. Most of the counties in the U.S. are losing working-age adults; if these declines persist, local economies will falter, tax bases will dry up, and local governments will struggle to maintain services. Growth is not just an option but a necessity — it’s not just that we can afford to have more people, it may be that we can’t afford not to.
But how does a country get more people? There are two ways: Make them, and invite them in. Increasing the first is relatively difficult — birthrates are declining across the world, and while family-friendly policies may be beneficial for many reasons, they seem to do little to get people to have more babies. On the second method, though, the United States enjoys a significant advantage — people around the globe have long been clamoring to live here, notwithstanding our government’s recent hostility to foreigners. This fact presents a relatively simple policy solution to a vexing long-term issue: America needs more people, and the world has people to send us. All we have to do is let more of them in.
For decades, the United States has enjoyed a significant economic advantage over other industrialized nations — our population was growing faster, which suggested a more youthful and more prosperous future. But in the last decade, American fertility has gone down. At the same time, there has been a slowdown in immigration.
The Census Bureau’s latest numbers show that these trends are catching up with us. As of April 1, it reports that there were 331,449,281 residents in the United States, an increase of just 7.4 percent since 2010 — the second-smallest decade-long growth rate ever recorded, only slightly ahead of the 7.3 percent growth during the Depression-struck 1930s.
The bureau projects that sometime next decade — that is, in the 2030s — Americans over 65 will outnumber Americans younger than 18 for the first time in our history. The nation will cross the 400-million population mark sometime in the late 2050s, but by then we’ll be quite long in the tooth — about half of Americans will be over 45, and one fifth will be older than 85.
The idea that more people will lead to greater prosperity may sound counterintuitive — wouldn’t more people just consume more of our scarce resources? Human history generally refutes this simple intuition. Because more people usually make for more workers, more companies, and most fundamentally, more new ideas for pushing humanity forward, economic studies suggest that population growth is often an important catalyst of economic growth.
A declining global population might be beneficial in some ways; fewer people would most likely mean less carbon emission, for example — though less than you might think, since leading climate models already assume slowing population growth over the coming century. And a declining population could be catastrophic in other ways. In a recent paper, Chad Jones, an economist at Stanford, argues that a global population decline could reduce the fundamental innovativeness of humankind. The theory is simple: Without enough people, the font of new ideas dries up, Jones argues; without new ideas, progress could be imperiled.
There are more direct ways that slow growth can hurt us. As a country’s population grows heavy with retiring older people and light with working younger people, you get a problem of too many eaters and too few cooks. Programs for seniors like Social Security and Medicare may suffer as they become dependent on ever-fewer working taxpayers for funding. Another problem is the lack of people to do all the work. For instance, experts predict a major shortage of health care workers, especially home care workers, who will be needed to help the aging nation.
In a recent report, Ali Noorani, the chief executive of the National Immigration Forum, an immigration-advocacy group, and a co-author, Danilo Zak, say that increasing legal immigration by slightly more than a third each year would keep America’s ratio of working young people to retired old people stable over the next four decades.
As an immigrant myself, I have to confess I find much of the demographic argument in favor of greater immigration quite a bit too anodyne. Immigrants bring a lot more to the United States than simply working-age bodies for toiling in pursuit of greater economic growth. I also believe that the United States’ founding idea of universal equality will never be fully realized until we recognize that people outside our borders are as worthy of our ideals as those here through an accident of birth.
The sentence “Yet demographic stagnation could bring its own high costs, among them a steady reduction in dynamism, productivity and a slowdown in national and individual prosperity, even a diminishment of global power.” is correctly classified asE91DFD70-0A Sociologia
Mundo do trabalhoUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosO crescimento exponencial das tecnologias comunicacionais e informacionais embasadas na rede mundial de computadores implica consideráveis influências no desenvolvimento da economia global e, assim, das sociedades contemporâneas.Conforme o sociólogo espanhol, Manuel Castells, a economia mundial deixou para trás a Era Industrial e adentrou na Era da Informação. Para este cientista social, as pessoas, em muitos âmbitos de suas vidas e relações sociais cotidianas, estão atualmente inseridas no que ele chama de “Sociedade em Rede”.Avalie as seguintes afirmações sobre as características dessa “Sociedade em Rede”:I. As pessoas, empresas e Estados estão, cada vez mais, interconectados e suas ações não estão restritas por distâncias espaciais e fronteiras territoriais.II. Os parques industriais se fortaleceram nos países em desenvolvimento econômico regidos pelas novas tecnologias de informação e comunicação.III. As novas tecnologias de informação e comunicação possibilitaram a interação interpessoal e a taxação internacional das grandes corporações do capitalismo.IV. Não há um “centro” informacional, mas uma série intrincada de “nódulos” de informações que fazem a Rede tanto existir como operar com maior liberdade.Está correto o que se afirma somente em
E8E82B04-0A Sociologia
Política, poder e EstadoUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosOs três principais fundadores das Ciências Sociais, Karl Marx, Émile Durkheim e Max Weber trataram, cada qual seguindo princípios explicativos próprios, a relação entre Estado e Sociedade a partir do surgimento do mundo capitalista moderno e industrial-urbano. Os três foram testemunhas da emergência dessa modernidade para as sociedades contemporâneas e trataram de estudar e explicar sua lógica e consequências.Considerando as abordagens teóricas desses clássicos das Ciências Sociais sobre o tema acima apresentado, assinale a afirmação verdadeira.E8D8CF45-0A Filosofia
Conceitos FilosóficosUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosAristóteles afirma na Ética a Nicômaco que é possível, do ponto de vista moral, errar de muitas maneiras, mas só há uma maneira de acertar (EN, II, 6, 1106b 29-30). Erramos quando temos medo de tudo e não enfrentamos nada; erramos quando nos entregamos sem medida a todo tipo de prazer; erramos quando não restituímos o que é do outro por direito. Por outro lado, acertamos quando evitamos os excessos.No que diz respeito à Ética de Aristóteles, é correto afirmar queE898625F-0A Filosofia
Filosofia e a Grécia AntigaUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosAtente para o seguinte excerto do Tratado teológico-político de Baruch Espinosa: “Tudo o que até agora afirmei resulta da própria Escritura. E em parte alguma eu li que Deus apareceu a Cristo, ou que lhe falou, mas sim que ele foi revelado por Cristo aos apóstolos, que Cristo é o caminho da salvação e, finalmente, que a lei antiga foi anunciada por um anjo e não diretamente por Deus etc. Por conseguinte, enquanto Moisés falava com Deus face a face, tal como um homem fala habitualmente com um seu companheiro (isto é, mediante os seus corpos), Cristo comunicou-se com Deus de mente para mente”.Espinosa, B. Tratado teológico-político, capítulo I: Da profecia. Trad. bras. Diogo Pires Aurélio. São Paulo: Martins Fontes, 2003.Considerando os trechos “Moisés falava com Deus face a face” e “Cristo comunicou-se com Deus de mente para mente”, é correto concluir que3BACD06D-0A Espanhol
Flexão do Nome | Flexíon de las PalabrasUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosLa palabra cuya forma femenina se obtiene mediante el sufijo –INA es3BA93589-0A Espanhol
Significação Contextual de Palavras e Expressões | Significacción Contextual de Palabras y ExpresionesUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosEn español, si uno es manco, tiene problemas en3BA5DB89-0A Espanhol
Artigos | ArtículosUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosDe acuerdo con el uso de artículo, la frase correcta es:3B8966F8-0A Espanhol
Pronome Reflexivo | Pronombre Reflexivo, Complemento Directo e IndirectoUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
Las vacaciones de verano ya no son lo que eran
Apunta el verbo que cambia el sentido cuando está acompañado del pronombre reflexivo.
3B813B7D-0A Espanhol
Pronomes | PronombresUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
Las vacaciones de verano ya no son lo que eran
Según la posición del pronombre, la frase correcta es:
3B7004A7-0A Espanhol
Artigos | ArtículosUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosTexto 1
Las vacaciones de verano ya no son lo que eran
La partícula “lo” (línea 14) es un
B0F39745-0A Sociologia
Karl Marx e as Classes SociaisUECE · 2021DifícilEntre para guardar nos favoritosKarl Marx (1818-1883) é para a Sociologia um dos mais importantes teóricos e analistas da história e do funcionamento do modo social de produção capitalista. Independentemente do fato de que Marx tenha vinculado a explicação e compreensão do capitalismo a uma visão do futuro (o porvir de uma “sociedade comunista”) e a uma vontade de ação (a revolução socialista/proletária), é inegável sua importância, ainda atualmente, para o debate sobre as lógicas e as consequências sociais desse sistema socioeconômico.Na perspectiva teórica de Marx, que define o modo social de produção capitalista, apresentam-se como principais características