Questões do ENEM: Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)
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593 questões encontradas. Mostrando a página 13 de 30.
EE02F17A-DF A globalização faz parte do processo de expansão do capitalismo, que atinge as diversas esferas da sociedade, em escala planetária.Sobre a globalização, é correto afirmar que se trata de um processoEDFF2C37-DF Geografia
GeologiaUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosO Brasil é rico em recursos minerais, condição que está associada ao arcabouço geológico do país.Observe, no mapa a seguir, a área destacada.Brasil: Geologia e Ocorrência Mineral
Fonte: SIMIELLI, Maria Elena. Geoatlas. São Paulo: Ed. Ática, 2001, p. 83.A área em destaque corresponde a
EDF5F170-DF Geografia
ClimaUFRN · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosOs fenômenos climáticos têm sido discutidos em diversos fóruns da sociedade contemporânea. Um desses fenômenos se caracteriza pelo aquecimento, superior à média, das águas superficiais do Oceano Pacífico, nas proximidades da linha do Equador.O fenômeno referido éEDF13F8C-DF Atualidades
Economia Internacional na AtualidadeUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosA respeito do comércio global de alimentos no contexto atual, é correto afirmar:EDE90909-DF História
História GeralUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosA II Guerra foi um fato marcante para a sociedade mundial. Dentre os acontecimentos desse período, destacam-se a participação e a derrota do Japão, que lhe custaram a perda dos territórios conquistados, desde o século XIX, e a destruição da economia do país. Apesar de tal situação, entre 1945 (final da guerra) e a década de 1980, o Japão vivenciou uma reestruturação que o elevou à segunda posição entre as maiores economias do mundo.Dentre os fatores que favoreceram a reestruturação econômica desse país, destaca-seEDE4974D-DF Geografia
CartografiaUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAnualmente, acontece o Grande Prêmio de Fórmula 1, que se realiza em diferentes localidades do mundo. De acordo com o calendário 2009, a largada do Grande Prêmio da Austrália, realizado em Melbourne, ocorreu às 16 h do dia 29 de março.Observe o mapa dos Fusos Horários, a seguir.
Fonte: ANTUNES, Celso. Geografia e participação. São Paulo; Moderna, p. 50. [Adaptado]Considerando-se a diferença de fusos horários entre Melbourne e Brasília, a hora e a data da largada indicada acima, correspondiam na capital do Brasil, a
EDDFA23F-DF Geografia
Geografia FísicaUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAs formações vegetais se desenvolvem de acordo com o tipo de clima, o de solo e o de relevo em que se situam.Observe o mapa a seguir.
Considerando-se a relação entre vegetação e clima, as áreas 1 e 3,destacadas no mapa, correspondem, respectivamente, à
EDD49BDB-DF História
História do BrasilUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAs imagens abaixo fazem referência a duas das mais ativas agremiações políticas brasileiras da década de 1930.
Sobre as agremiações políticas às quais essas imagens estão vinculadas, é correto afirmar:
EDD17482-DF História
História do BrasilUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosA eclosão de movimentos sociais rurais ocorridos durante a República Velha decorreu, dentre outros fatores, do quadro de injustiça social e violência a que estavam submetidas as camadas populares.
A Guerra de Canudos foi representativa desse contexto, pois
EDCCF52F-DF História
Brasil Monárquico – Primeiro Reinado 1822- 1831UFRN · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosO fragmento textual abaixo remete a uma conjuntura da história brasileira no século XIX. “Quando se sabe que muitas das antigas queixas das províncias se voltavam contra a centralização monárquica, pode parecer estranho o surgimento de tantas revoltas nesse período. Afinal de contas, [se] procurava dar alguma autonomia às Assembléias Provinciais e organizar a distribuição de rendas entre o governo central e as províncias. Ocorre porém que, agindo nesse sentido, [...] acabaram incentivando as disputas entre elites regionais pelo controle das províncias cuja importância crescia. Além disso, o governo perdera a aura de legitimidade que bem ou mal tivera enquanto um imperador esteve no trono”.FAUSTO, Boris. História concisa do Brasil. São Paulo: EDUSP, Imprensa Oficial do Estado, 2002. p. 89.Nesse fragmento, o historiador Boris Fausto refere-se àsEDC87479-DF História
História do BrasilUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosSobre a chamada Inconfidência Mineira, a historiadora Cristina Leminski afirmou:“Sem a derrama, o movimento esvaziavase. Para a população em geral, se a derrama não fosse imposta, não fazia grande diferença se Minas era ou não independente. O movimento era fundamentalmente motivado por interesses, não por ideais [...]. A prisão dos homens mais eminentes de Vila Rica provocou [...] alvoroço na cidade [...] e o Visconde de Barbacena foi obrigado a admitir que a tentativa de manter sigilo sobre o processo seria inútil”.LEMINSKI, Cristina. Tiradentes e a conspiração de Minas Gerais. São Paulo: Scipione, 1994. p. 59-64.O movimento do século XVIII abordado nesse fragmento textual relaciona-se com aEDB7E799-DF Geografia
Geografia EconômicaUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosThomas Mun, pensador inglês do século XVII, analisando o conjunto de práticas e idéias econômicas adotadas pelos Estados Modernos, afirmou:
“O recurso comum [...] para aumentar nossa riqueza e tesouro é pelo comércio externo, no qual devemos observar algumas regras rígidas. A primeira é vender mais aos estrangeiros, anualmente, do que consumimos de seus artigos. A parte de nosso stock que não nos for devolvida em mercadorias deverá necessariamente ser paga em dinheiro [...].”
MUN, Thomas. In: FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de história. Lisboa: Plátano, 1976, v. 2. p. 223.
O conjunto das práticas e idéias econômicas a que o texto faz referência constitui o
EDB459BC-DF História
História GeralUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosAs imagens e o fragmento textual a seguir abordam elementos essenciais do feudalismo medieval.Figura 1 – Camponês arando a terra
Figura 2 – Relações de suserania e de vassalagem
“O feudalismo foi constituído pela articulação entre dois eixos de relações: as relações feudo-vassálicas e as relações servis de produção. As relações feudovassálicas estabeleciam-se entre membros da aristocracia militar e territorial e baseavam-se no feudo, na fidelidade e na reciprocidade. As relações servis de produção estabeleciam-se entre o senhor da terra e o trabalhador e estavam baseadas na desigualdade de condições e na exploração do trabalho.”PEDRO, Antonio; LIMA, Lizânias de Souza; CARVALHO, Yvone de. História do mundo ocidental: ensino médio. São Paulo: FTD, 2005. p. 97.A partir da análise das imagens e do fragmento textual, sobre a sociedade medieval na Europa Ocidental é correto afirmar:EDB0E98C-DF História
Antiguidade Oriental (Egípcios, Mesopotâmicos, Persas, Indianos e Chineses)UFRN · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosCom a formação do Estado, no Egito Antigo,“O faraó passou a concentrar todos os poderes em suas mãos, sendo cada vez mais considerado um deus vivo. Boa parte das terras passou a ser controlada por ele, a quem a população deveria pagar tributos e servir, por meio de trabalho compulsório. A personificação do Estado na figura do faraó e a sua identificação com um deus, permitenos, portanto, falar em uma monarquia teocrática no Egito Antigo.”VICENTINO, Cláudio; DORIGO, Gianpaolo. História para o ensino médio: história geral e do Brasil: volume único. São Paulo: Scipione, 2001. p. 40.Muitos Estados nacionais, no mundo contemporâneo ocidental, orientam-se pelo ideário laico e liberal-democrático, diferentemente do Estado organizado no antigo Egito, no qual predominavaEDAD5401-DF Português
Figuras de LinguagemUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosOs fragmentos textuais abaixo foram extraídos de crônicas de Luis Fernando Veríssimo (2001). Aquele em que o termo sublinhado constitui uma onomatopéia é:EDA97011-DF Português
Interpretação de TextosUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento a seguir, extraído da crônica “Vivendo e...”, de Luis Fernando Veríssimo. Na verdade, deve-se revisar aquela antiga frase. É vivendo e desaprendendo. Não falo daquelas coisas que deixamos de fazer porque não temos mais as condições físicas e a coragem de antigamente, como subir em bonde andando – mesmo porque não há mais bondes andando. Falo da sabedoria desperdiçada, das artes que nos abandonaram.VERÍSSIMO, Luis Fernando. Comédias para se ler na escola. Rio de Janeiro: Objetiva. 2001, p. 46.A alteração que o autor faz no ditado popular “Vivendo e aprendendo” evidencia certo sentimento deEDA5FDBD-DF Literatura
Escolas LiteráriasUFRN · 2009MédioEntre para guardar nos favoritosDona Lindoca, do conto “A policitemia de Dona Lindoca”, de Monteiro Lobato, e Dona Morgadinha, da crônica “O Marajá”, de Luis Fernando Veríssimo, são personagens que têm em comumEDA26FB2-DF Português
Interpretação de TextosUFRN · 2009FácilEntre para guardar nos favoritosO prefácio do livro Eles não usam black-tie reproduz um artigo escrito, em 1960, pelo jornalista Paulo Francis, sobre Gianfrancesco Guarnieri. Afirma Paulo Francis nesse artigo (p. 13): “Ele é um dramaturgo que transmite a urgência dessa tomada de posição, que a justapõe às acomodações de ordem individual, pedindo ao público que escolha entre as duas atitudes. E o faz carregando consigo a metrópole para o palco, indo ao centro do conflito. Marca o despertar da geração de hoje”.As duas atitudes a que se refere o trecho citado são a adesão à greve pelos trabalhadores e a traição de Tião, o qual prefere não participar do movimento. A opinião do jornalista sobre o dramaturgo se justifica pelo fato de a peça tratar daED9EF32A-DF Português
Interpretação de TextosUFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritosLeia o fragmento abaixo, extraído de um conto do livro Negrinha, de Monteiro Lobato:Sempre que [...] se anunciava no jornal, dando um número de telefone, aquele diálogo se repetia. Seduzidas pelos termos do anúncio, as donas de casa telefonavam-lhe para “tratar” – e vinha inevitavelmente a pergunta sobre a idade, com a também inevitável resposta dos 36 anos. Isso desde antes da Grande Guerra. Veio o 1914 – ela continuou nos 36. Veio a batalha do Marne; veio o armistício – ela firme nos 36. Tratado de Versalhes – 36. Começos de Hitler e Mussolini – 36. Convenção de Munique – 36...Essa personagem “sem ânimo de abandonar a casa dos 36 anos” éED9752C1-DF Português
Interpretação de TextosUFRN · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritosA questão têm como referência o seguinte trecho do primeiro capítulo de Vidas Secas (publicado em 1938), de Graciliano Ramos:Nesse capítulo do romance, intensifica-se o sofrimento dos “infelizes”, e Fabiano imagina, para aquela situação trágica, uma solução extrema, que está expressa no trecho: