Questões do ENEM: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR)
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR)Remover este filtro
Resultados
355 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 18.
ABA1983C-B3 Tão comum em nosso cotidiano, as ondas eletromagnéticas estão presentes nas ondas de rádio, TV, microondas, raios-x e outras mais. Assinale a alternativa correta em relação à natureza dessas ondas.AB9EB61E-B3 Física
CalorimetriaIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosEm um dia ensolarado no verão de Salvador, um turista passeia na praia às 10h da manhã e observa que a areia está quente e a água do mar gelada. Ao repetir o passeio às 22h, ele percebe que a areia já está fria e a água do mar permanece agradavelmente morna. Podemos explicar este fenômeno da seguinte forma:AB9C0822-B3 Física
DinâmicaIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosAlavancas são barras geralmente utilizadas para ampliar a intensidade das forças. Para que possam operar, elas necessitam de um ponto de apoio denominado fulcro. As alavancas existentes no corpo humano são formadas pelos ossos, sendo os músculos responsáveis pelas forças potentes. Considerando que a massa abaixo representada possui 800 g e que a distância entre o cotovelo e a massa é de 30 cm, calcule em N.m, o torque (momento da força) em relação ao cotovelo, para que seja possível erguer a massa, movimentando apenas o antebraço. (Considere g=10 m/s2 )

AB98A8D6-B3 Física
ColisãoIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosEm muitas situações do cotidiano, podemos notar a presença de princípios físicos e classificá-los de acordo com estudos realizados na Mecânica. Quando pulamos de certa altura, ao atingirmos o solo não mantemos as pernas estendidas, mas as flexionamos durante a colisão a fim de aumentarmos o intervalo de tempo de contato com o solo e diminuirmos a intensidade da força de impacto. Essa reação do corpo humano é involuntária e instintiva para a preservação da integridade física. Assinale, dentre as alternativas, qual dos princípios apresentados explica nosso comportamento.AB95C671-B3 Física
CinemáticaIF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosOs aviões encurtam distâncias e aproximam as pessoas. Aeronaves tal como o BOEING 777 atingem velocidades próximas a 1000 km/h e gastam aproximadamente 10 h para se deslocarem entre Paris e Rio de Janeiro. Para este mesmo percurso, o supersônico Concorde gastava umas 5 h desenvolvendo uma velocidade pouco superior a 2000 km/h. Criado pela NASA na década de 1950, o avião do projeto X-15 para treinamento de astronautas, chegava a alcançar a fantástica velocidade de 7000 km/h. Considerando-se a proporcionalidade entre as velocidades dos diferentes aviões, se esta aeronave pudesse se deslocar entre Paris e Rio, gastaria um intervalo de tempo mais próximo de:AB7CE668-B3 Português
Coesão e coerênciaIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa que reescreve o texto, a seguir, melhorando-lhe a estruturação, sem mudar-lhe o sentido.Mesmo que o idoso nunca tenha treinado na vida, ele tem uma possibilidade muito alta de melhorar a sua própria força. Se fizer de duas a três vezes por semana um exercício físico que misture duas modalidades, resistência e aeróbico, como musculação, caminhadas ou corridas, será mais que suficiente para aprimorar todos os aspectos cardíacos e respiratórios (Viver Bem, nov. 2015).AB798421-B3 Português
Concordância verbal, Concordância nominalIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa que registra a mesma incorreção gramatical, contida no texto abaixo, segundo a norma padrão.
Escorpião: Os desafios podem lhe atrair, mas talvez não seja o dia de lhe fazerem bem (Gazeta do Povo, 13/09/2016).
AB75BC43-B3 Português
Concordância verbal, Concordância nominalIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosAssinale a alternativa em que ambas as propostas de concordância verbal estão de acordo com a norma padrão.
I) Para desespero dos investigadores, na lista encontrada, a maioria dos nomes não era/ eram verídicos, mas sim apelidos.
II) Mais de um político tentava/tentavam negar a evidente participação na negociata.
III) Uma das coisas que mais me impressiona/impressionam é a pureza encantatória das crianças.
IV) Ele era um dos que mais se sobressaía/sobressaíam na escola, mas acabou um profissional medíocre.
V) Nenhum de nós poderá/poderemos reclamar da administração depois de nomeado o novo chefe.
AB725AA6-B3 Português
Gêneros TextuaisIF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos(...)Em lugares distantes, onde não há hospitalnem escolahomens que não sabem ler e morrem de fomeaos 27 anosplantaram e colheram a canaque viraria açúcar.Em usinas escuras,homens de vida amargae duraproduziram este açúcarbranco e purocom que adoço meu café esta manhã em Ipanema.Leia atentamente os textos a seguir.
I) Sempre que se começa a ter amor a alguém, no ramerrão, o amor pega e cresce é porque, de certo jeito, a gente quer que isso seja, e vai, na ideia, querendo e ajudando, mas quando é destino dado, maior que o miúdo, a gente ama inteiriço fatal, carecendo de querer, e é um só facear com as surpresas. Amor desse, cresce primeiro; brota é depois (Guimarães Rosa)
II) Quem já passou
Por esta vida e não viveu
Pode ser mais, mas sabe menos do que eu
Porque a vida só se dá
Pra quem se deu
Pra quem amou, pra quem chorou
Pra quem sofreu, ai (Vinícius de Moraes de Toquinho).
III) Mas quem sente muito, cala;
Quem quer dizer quanto sente
Fica sem alma nem fala,
Fica só, inteiramente! (Fernando Pessoa).
IV) João Gostoso era carregador de feira livre e morava no morro da Babilônia num barracão sem número
Uma noite ele chegou no bar Vinte de Novembro
Bebeu
Cantou
Dançou
Depois se atirou na lagoa Rodrigo de Freitas e morreu afogado. (Manuel Bandeira).
V) Há sempre alguma loucura no amor. Mas há sempre um pouco de razão na loucura (Friedrich Nietzsche).
Da mesma forma que o texto de Ferreira Gullar, são textos poéticos:
AB6F0F85-B3 Português
Figuras de LinguagemIF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos(...)Em lugares distantes, onde não há hospitalnem escolahomens que não sabem ler e morrem de fomeaos 27 anosplantaram e colheram a canaque viraria açúcar.Em usinas escuras,homens de vida amargae duraproduziram este açúcarbranco e purocom que adoço meu café esta manhã em Ipanema.Na 2ª estrofe do poema de Ferreira Gullar, há figuras de linguagem que reforçam a carga poética do texto. Leia atentamente os textos a seguir.
I) O amor é o fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer (Legião Urbana).
II) Na outra margem do rio uma casa acendeu. Dois galos ensaiaram. O farol que estava na mão do homem apagou. A lancha apitou despedida. O Porto de manga está amanhecendo (Manoel de Barros).
III) Se fosse só para medir a dimensão de nossos homens públicos, nem teria sido necessário inventar o sistema métrico decimal (Millôr Fernandes).
IV) Como, se na desordem do armário embutido
Meu paletó enlaça o teu vestido
E o meu sapato inda pisa no teu (Chico Buarque).
Identifique, em quais textos, pelo menos um desses recursos está presente e assinale a alternativa correspondente.
AB6A7899-B3 Português
Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.IF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos(...)Em lugares distantes, onde não há hospitalnem escolahomens que não sabem ler e morrem de fomeaos 27 anosplantaram e colheram a canaque viraria açúcar.Em usinas escuras,homens de vida amargae duraproduziram este açúcarbranco e purocom que adoço meu café esta manhã em Ipanema.Os recursos expressivos e o enfoque do tema emprestam ao texto um caráter:AB662132-B3 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Entre as orações abaixo, assinaladas de (a) a (d) no texto, identifique a única em que a palavra “que” tem função diferente das demais:AB635103-B3 Português
Funções morfossintáticas da palavra QUEIF-PR · 2016MédioEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Assinale a alternativa em que a palavra “como” tem o mesmo valor que a da expressão “como o de Dionísio”, grifada no texto (1o parágrafo).AB603A66-B3 Português
Análise sintáticaIF-PR · 2016FácilEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Em relação aos elementos negritados no texto, é possível afirmar que:AB5AA39B-B3 Português
Interpretação de TextosIF-PR · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritosDeuses e Demônios.
A possessão constituía um fenômeno familiar no mundo grego. Gente de todas as camadas sociais consultava o oráculo de Apolo, em Delfos, onde a pitonisa, em transe, oferecia respostas – por vezes enigmáticas e ambíguas – às questões apresentadas. O domínio dos corpos pela divindade era habitual nos rituais sagrados, como o de Dionísio, (a)que deu origem ao teatro. Por sua vez, Platão chegou a afirmar (b)que muitos poetas criavam sob o domínio das Musas e de outras deidades, sem controle sobre as palavras proferidas.
Milênios depois, os principais estudiosos do psiquismo empreenderam o exame da possessão. Jung, por exemplo, abordou o fenômeno já na sua tese de doutoramento, focalizando o caso de uma adolescente (c)que dizia “receber” o espírito do avô já falecido. Mais tarde, o criador da psicologia analítica desenvolveria o conceito de arquétipos – representações inatas e específicas da humanidade (d)que são o correspondente psíquico dos instintos –, que se revelaria de enorme valor no estudo das mais diversas manifestações culturais. O culto a Dionísio, por exemplo, foi considerado um arquétipo da fertilidade humana. O pensador suíço também escreveu sobre o oráculo de Delfos, relacionando a obscuridade das respostas com as mensagens ambíguas do inconsciente.
O cenário da possessão esteve igualmente presente no desenvolvimento de outro conceito junguiano fundamental: os complexos, “ilhas de fantasia” psíquicas (e)que atuam sobre o eu e chegam a dominá-lo. Tornam-se nocivos quando ganham autonomia, sem se integrar à estrutura do psiquismo; Jung chegou a comparar o controle do eu pelos complexos autônomos com a noção medieval de possessão demoníaca (Mente, Cérebro e Filosofia, nº1, Duetto)
Da leitura do texto, pode-se inferir que:44F8DC47-FC História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)IF-PR · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritosRoma Antiga expandiu-se consideravelmente pelo Mediterrâneo, sobretudo no século II. Foi consequência dessa expansão:44F11F8A-FC História
Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)IF-PR · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritosEm 2016, a cidade do Rio de Janeiro sediará os Jogos Olímpicos. Será a primeira vez que essa competição esportiva será realizada em uma cidade sul americana. A partir de 776 a.C., a cada quatro anos, se realizavam os jogos, na cidade de Olímpia, na Grécia, onde existia um importante templo dedicado:44E5C9A5-FC Matemática
Geometria PlanaIF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosConsidere um terreno retangular de área igual a 72 m2 , cuja base é o dobro de sua altura. Assinale a alternativa que apresenta quantos metros de muro, um pedreiro precisa construir, para murar esse terreno.44D54EE7-FC Matemática
Geometria PlanaIF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosO valor de m, em centímetros, para que o perímetro do retângulo seja 28cm, é:

44B35DA8-FC Português
Acentuação Gráfica: acento diferencialIF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritosCanadense prodígio já ajudou a perfurar milpoços em 16 paísesRyan Hreljac não tem mais o ar infantil que ficou conhecido mundo afora, antes mesmo do fenômeno de viralização na internet. Em 1997, o menino canadense de 6 anos ficou incomodado ao descobrir que crianças na África não tinham acesso à água. Decidiu que precisava agir e juntou, durante quatro meses de serviços domésticos, os US$ 70 (equivalente hoje a R$ 280) que um professor havia dito que eram necessários para abrir um poço. Mas o dinheiro pagava apenas a bomba manual. Ryan não desistiu e começou, então, uma campanha emocionante que se espalhou por vários países. De lá para cá, mil poços abertos em 16 nações beneficiam 1 milhão de pessoas.Além das ações práticas para resolver problemas concretos e destacar a necessidade de preservação da água, Ryan – hoje recém-formado em Ciência Política Internacional e aos 24 anos – também se dedica a engajar pessoas. Já esteve em dezenas de conferências internacionais e deu palestras, pela internet, para centenas de escolas pelo mundo. (...) A Gazeta do Povo conversou com ele, via Skype, sobre o trabalho que vem desempenhando na Ryan’s Well Foundation. Confira a entrevista em que ele defende que nunca se é jovem demais para se engajar em uma causa.Você acredita que os jovens estão engajados nas questões ambientais?Na juventude, eu acho que há diversas coisas que nos desencorajam a respeito de se envolver. Mas nessa fase você tem habilidades de olhar para os problemas de uma maneira mais simples. Quando eu era criança, não entendia o tamanho e a complexidade do problema. Mas porque eu queria fazer a diferença, eu fui lá e fiz. E eu não acho que os adultos têm esse tipo de mentalidade, sabe? Esse jeito de olhar razões para fazer algo, ao invés de olhar razões para não fazer algo. Você nunca é jovem demais para se engajar.Como foi o seu primeiro contato com a perspectiva da falta de água?Quando estava na primeira série, meu professor falou que iríamos arrecadar fundos para países subdesenvolvidos. E o que o meu professor teve que explicar, porque nós tínhamos apenas 6 anos, era que nem todas as crianças tinham acesso à água limpa. Ele disse que essas crianças tinham que andar mais de cinco quilômetros para conseguir água limpa. Só que eu não sabia quanto era cinco quilômetros e ele disse “são 5 mil passos”. Então eu fiz o caminho da minha sala para o bebedouro e vi que davam 10 passos e então fui e voltei algumas vezes para saber o quão longe seria o percurso dessas crianças. Eu acho que uma coisa que aprendemos especialmente quando somos crianças é sobre dividir e ter a consciência de justiça.Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/mundo. Acesso em 22.09.2015Em relação ao texto, considere as seguintes afirmativas:
I) No quarto parágrafo, a expressão na juventude vem isolada por vírgula por se tratar de uma circunstância de tempo deslocada.
II) No quarto parágrafo, a conjunção E introduz uma ideia de proporção à oração anterior.
III) No quarto parágrafo, o verbo têm está no plural porque concorda com o sujeito plural os adultos.
Está(ão) correta(s):