Questões do ENEM: Instituto Federal de Educação Ciência e Tecnologia do Paraná (IF-PR)

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Resultados

355 questões encontradas. Mostrando a página 9 de 18.

  • 32A98B35-DD

    Química

    Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

        Recentemente, o projeto de Lei 6.299 agregou várias propostas que tramitavam no Congresso, dentre elas alterar o nome dos agrotóxicos para “defensivos agrícolas” e “produtos fitossanitários”. Um dos agrotóxicos mais utilizados no Brasil hoje é o Glifosato®, porém é proibido nos Estados Unidos e na maioria dos países da Europa.

    Imagem da questão de Química, da prova de 2018


    Sobre a estrutura química do Glifosato®, são feitas as afirmações abaixo:

    I) A estrutura da molécula apresenta um carbono quiral, portanto pode existir numa mistura de enantiômeros R e S.

    II) A molécula é um triéster de fosfato, que pode ser hidrolisada em pH neutro em presença de água.

    III) Pode-se observar as funções amina e ácido carboxílico, podendo classificar a molécula como um aminoácido não natural.

    IV) A molécula possui um átomo de Carbono com hibridização sp2, que pode participar da conjugação do carboxilato, quando este estiver desprotonado em meio básico.


    Estão corretas apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 32a98b35-dd
  • 32A65E65-DD

    Física

    Refração
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

        Lançado em 1973 pela banda de rock Pink Floyd, o álbum fonográfico “The Dark Side of the Moon” é um ícone no mundo da música por sua mundialmente famosa capa do disco de vinil. A ilustração abaixo apresenta uma arte que envolve um erro conceitual de Física. Desconsiderando erros conceituais no título do álbum e na figura, o fenômeno físico representado é a: 

    Imagem da questão de Física, da prova de 2018

    Escolha uma alternativa para a questão 32a65e65-dd
  • 32A2ACEE-DD

    Física

    Cinemática
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Se uma pessoa cai de uma altura elevada, pode sofrer graves lesões corporais, pois a aceleração da gravidade próxima de 10 m/s2 aumenta a velocidade de queda continuamente. Caindo em queda livre, num intervalo de apenas 2,0 s, uma pessoa chegará ao solo com uma velocidade, em km/h, igual a:
    Escolha uma alternativa para a questão 32a2acee-dd
  • 329FA58D-DD

    Física

    Eletricidade
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    Um chuveiro elétrico apresenta uma etiqueta com os seguintes dados nominais fornecidos pelo fabricante: P = 4400 W e V = 220 V. Utilizando essas informações, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 329fa58d-dd
  • 329CAA2D-DD

    Biologia

    Identidade dos seres vivos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    A temperatura do nosso corpo é normalmente mantida em torno de 36 ºC, enquanto a do ambiente é, em geral, inferior a este valor.

    Imagem da questão de Biologia, da prova de 2018


    Analise as sentenças abaixo, a partir da informação e das imagens acima.


    I) Se a temperatura ambiente for muito baixa, a transmissão de calor do corpo para o ambiente se faz com muita rapidez provocando a sensação de frio.

    II) Um bom agasalho para o inverno é aquele que impede que o frio passe através dele.

    III) Os agasalhos de lã atenuam a sensação de frio, porque são feitos de materiais isolantes térmicos, reduzindo assim a quantidade de calor, que é transmitida de nosso corpo para o exterior.

    IV) Em dias de frio, pássaros e gatos ficam com penas e pelos eriçados. Isso mantém, entre penas ou pelos, camadas de ar aquecido, que é um bom isolante térmico.


     Estão corretas apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 329caa2d-dd
  • 32992F81-DD

    Português

    Interpretação de Textos
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    O adiado avô.

    Mia Couto.
      Nossa irmã Glória pariu e foi motivo de contentamentos familiares. Todos festejaram, exceto o nosso velho, Zedmundo Constantino Constante, que recusou ir ao hospital ver a criança. No isolamento de seu quarto hospitalar, Glória chorou babas e aranhas. Todo o dia seus olhos patrulharam a porta do quarto. A presença de nosso pai seria a bênção, tão esperada quanto o seu próprio recém-nascido. - Ele há-de vir, há-de vir. Não veio. Foi preciso trazerem o miúdo a nossa casa para que o avô lhe passasse os olhos. Mas foi como um olhar para nada. Ali no berço não estava ninguém. Glória reincidiu no choro. (...). Suplicou a sua mãe Dona Amadalena. Ela que falasse com o pai para que este não mais a castigasse. Falasse era fraqueza de expressão: a mãe era muda, a sua voz esquecera de nascer. O menino disse as primeiras palavras e, logo, o nosso pai Zedmundo desvalorizou: - Bahh! Contrariava a alegria geral. À mana Glória já não restava sombra de glória. (...) O homem sempre acinzentava a nuvem. Mas Zedmundo, no capítulo das falas, tinha a sua razão: nós, pobres, devíamos alargar a garganta não para falar, mas para melhor engolir sapos. - E é o que repito: falar é fácil. Custa é aprender a calar. E repetia a infinita e inacabada lembrança, esse episódio que já conhecíamos de salteado. Mas escutamos, em nosso respeitoso dever. Que uma certa vez, o patrão português, perante os restantes operários, lhe intimou: - Você, fulano, o que é que pensa? Ainda lhe veio à cabeça responder: preto não pensa, patrão. Mas preferiu ficar calado. - Não fala? Tem que falar, meu cabrão. Curioso: um regime inteiro para não deixar nunca o povo falar e a ele o ameaçavam para que não ficasse calado. E aquilo lhe dava um tal sabor de poder que ele se amarrou no silêncio. E foram insultos. Foram pancadas. E foi prisão. Ele entre os muitos cativos por falarem de mais: o único que pagava por não abrir a boca. - Eu tão calado que parecia a vossa mãe, Dona Amadalena, com o devido respeito... Meu velho acabou a história e só minha mãe arfou a mostrar saturação. Dona Amadalena sempre falara suspiros. Porém, em tons tão precisos que aquilo se convertera em língua. Amadalena suspirava direito por silêncios tortos. (...) A mulher puxou-o para o quarto. Ali, no côncavo de suas intimidades, o velho Zedmundo se explicou. (...). Eu não sou avô, eu sou eu, Zedmundo Constante. Agora, ele queria gozar o merecido direito: ser velho. A gente morre ainda com tanta vida! - Você não entende, mulher, mas os netos foram inventados para, mais uma vez, nos roubarem a regalia de sermos nós. E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós. (...)
    Assinale a alternativa que melhor caracteriza o texto em relação aos gêneros literários.
    Escolha uma alternativa para a questão 32992f81-dd
  • 329610B4-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos
    O adiado avô.

    Mia Couto.
      Nossa irmã Glória pariu e foi motivo de contentamentos familiares. Todos festejaram, exceto o nosso velho, Zedmundo Constantino Constante, que recusou ir ao hospital ver a criança. No isolamento de seu quarto hospitalar, Glória chorou babas e aranhas. Todo o dia seus olhos patrulharam a porta do quarto. A presença de nosso pai seria a bênção, tão esperada quanto o seu próprio recém-nascido. - Ele há-de vir, há-de vir. Não veio. Foi preciso trazerem o miúdo a nossa casa para que o avô lhe passasse os olhos. Mas foi como um olhar para nada. Ali no berço não estava ninguém. Glória reincidiu no choro. (...). Suplicou a sua mãe Dona Amadalena. Ela que falasse com o pai para que este não mais a castigasse. Falasse era fraqueza de expressão: a mãe era muda, a sua voz esquecera de nascer. O menino disse as primeiras palavras e, logo, o nosso pai Zedmundo desvalorizou: - Bahh! Contrariava a alegria geral. À mana Glória já não restava sombra de glória. (...) O homem sempre acinzentava a nuvem. Mas Zedmundo, no capítulo das falas, tinha a sua razão: nós, pobres, devíamos alargar a garganta não para falar, mas para melhor engolir sapos. - E é o que repito: falar é fácil. Custa é aprender a calar. E repetia a infinita e inacabada lembrança, esse episódio que já conhecíamos de salteado. Mas escutamos, em nosso respeitoso dever. Que uma certa vez, o patrão português, perante os restantes operários, lhe intimou: - Você, fulano, o que é que pensa? Ainda lhe veio à cabeça responder: preto não pensa, patrão. Mas preferiu ficar calado. - Não fala? Tem que falar, meu cabrão. Curioso: um regime inteiro para não deixar nunca o povo falar e a ele o ameaçavam para que não ficasse calado. E aquilo lhe dava um tal sabor de poder que ele se amarrou no silêncio. E foram insultos. Foram pancadas. E foi prisão. Ele entre os muitos cativos por falarem de mais: o único que pagava por não abrir a boca. - Eu tão calado que parecia a vossa mãe, Dona Amadalena, com o devido respeito... Meu velho acabou a história e só minha mãe arfou a mostrar saturação. Dona Amadalena sempre falara suspiros. Porém, em tons tão precisos que aquilo se convertera em língua. Amadalena suspirava direito por silêncios tortos. (...) A mulher puxou-o para o quarto. Ali, no côncavo de suas intimidades, o velho Zedmundo se explicou. (...). Eu não sou avô, eu sou eu, Zedmundo Constante. Agora, ele queria gozar o merecido direito: ser velho. A gente morre ainda com tanta vida! - Você não entende, mulher, mas os netos foram inventados para, mais uma vez, nos roubarem a regalia de sermos nós. E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós. (...)
    Assinale a alternativa que explica corretamente a atitude do protagonista, de se “amarrar no silêncio” (negritado, no texto).
    Escolha uma alternativa para a questão 329610b4-dd
  • 329284CF-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O adiado avô.

    Mia Couto.
      Nossa irmã Glória pariu e foi motivo de contentamentos familiares. Todos festejaram, exceto o nosso velho, Zedmundo Constantino Constante, que recusou ir ao hospital ver a criança. No isolamento de seu quarto hospitalar, Glória chorou babas e aranhas. Todo o dia seus olhos patrulharam a porta do quarto. A presença de nosso pai seria a bênção, tão esperada quanto o seu próprio recém-nascido. - Ele há-de vir, há-de vir. Não veio. Foi preciso trazerem o miúdo a nossa casa para que o avô lhe passasse os olhos. Mas foi como um olhar para nada. Ali no berço não estava ninguém. Glória reincidiu no choro. (...). Suplicou a sua mãe Dona Amadalena. Ela que falasse com o pai para que este não mais a castigasse. Falasse era fraqueza de expressão: a mãe era muda, a sua voz esquecera de nascer. O menino disse as primeiras palavras e, logo, o nosso pai Zedmundo desvalorizou: - Bahh! Contrariava a alegria geral. À mana Glória já não restava sombra de glória. (...) O homem sempre acinzentava a nuvem. Mas Zedmundo, no capítulo das falas, tinha a sua razão: nós, pobres, devíamos alargar a garganta não para falar, mas para melhor engolir sapos. - E é o que repito: falar é fácil. Custa é aprender a calar. E repetia a infinita e inacabada lembrança, esse episódio que já conhecíamos de salteado. Mas escutamos, em nosso respeitoso dever. Que uma certa vez, o patrão português, perante os restantes operários, lhe intimou: - Você, fulano, o que é que pensa? Ainda lhe veio à cabeça responder: preto não pensa, patrão. Mas preferiu ficar calado. - Não fala? Tem que falar, meu cabrão. Curioso: um regime inteiro para não deixar nunca o povo falar e a ele o ameaçavam para que não ficasse calado. E aquilo lhe dava um tal sabor de poder que ele se amarrou no silêncio. E foram insultos. Foram pancadas. E foi prisão. Ele entre os muitos cativos por falarem de mais: o único que pagava por não abrir a boca. - Eu tão calado que parecia a vossa mãe, Dona Amadalena, com o devido respeito... Meu velho acabou a história e só minha mãe arfou a mostrar saturação. Dona Amadalena sempre falara suspiros. Porém, em tons tão precisos que aquilo se convertera em língua. Amadalena suspirava direito por silêncios tortos. (...) A mulher puxou-o para o quarto. Ali, no côncavo de suas intimidades, o velho Zedmundo se explicou. (...). Eu não sou avô, eu sou eu, Zedmundo Constante. Agora, ele queria gozar o merecido direito: ser velho. A gente morre ainda com tanta vida! - Você não entende, mulher, mas os netos foram inventados para, mais uma vez, nos roubarem a regalia de sermos nós. E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós. (...)
    A linguagem do texto é marcada por uma profusão de recursos literários, entre os quais, a intertextualidade. Assinale a alternativa que registra esse recurso.
    Escolha uma alternativa para a questão 329284cf-dd
  • 328F2B55-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O adiado avô.

    Mia Couto.
      Nossa irmã Glória pariu e foi motivo de contentamentos familiares. Todos festejaram, exceto o nosso velho, Zedmundo Constantino Constante, que recusou ir ao hospital ver a criança. No isolamento de seu quarto hospitalar, Glória chorou babas e aranhas. Todo o dia seus olhos patrulharam a porta do quarto. A presença de nosso pai seria a bênção, tão esperada quanto o seu próprio recém-nascido. - Ele há-de vir, há-de vir. Não veio. Foi preciso trazerem o miúdo a nossa casa para que o avô lhe passasse os olhos. Mas foi como um olhar para nada. Ali no berço não estava ninguém. Glória reincidiu no choro. (...). Suplicou a sua mãe Dona Amadalena. Ela que falasse com o pai para que este não mais a castigasse. Falasse era fraqueza de expressão: a mãe era muda, a sua voz esquecera de nascer. O menino disse as primeiras palavras e, logo, o nosso pai Zedmundo desvalorizou: - Bahh! Contrariava a alegria geral. À mana Glória já não restava sombra de glória. (...) O homem sempre acinzentava a nuvem. Mas Zedmundo, no capítulo das falas, tinha a sua razão: nós, pobres, devíamos alargar a garganta não para falar, mas para melhor engolir sapos. - E é o que repito: falar é fácil. Custa é aprender a calar. E repetia a infinita e inacabada lembrança, esse episódio que já conhecíamos de salteado. Mas escutamos, em nosso respeitoso dever. Que uma certa vez, o patrão português, perante os restantes operários, lhe intimou: - Você, fulano, o que é que pensa? Ainda lhe veio à cabeça responder: preto não pensa, patrão. Mas preferiu ficar calado. - Não fala? Tem que falar, meu cabrão. Curioso: um regime inteiro para não deixar nunca o povo falar e a ele o ameaçavam para que não ficasse calado. E aquilo lhe dava um tal sabor de poder que ele se amarrou no silêncio. E foram insultos. Foram pancadas. E foi prisão. Ele entre os muitos cativos por falarem de mais: o único que pagava por não abrir a boca. - Eu tão calado que parecia a vossa mãe, Dona Amadalena, com o devido respeito... Meu velho acabou a história e só minha mãe arfou a mostrar saturação. Dona Amadalena sempre falara suspiros. Porém, em tons tão precisos que aquilo se convertera em língua. Amadalena suspirava direito por silêncios tortos. (...) A mulher puxou-o para o quarto. Ali, no côncavo de suas intimidades, o velho Zedmundo se explicou. (...). Eu não sou avô, eu sou eu, Zedmundo Constante. Agora, ele queria gozar o merecido direito: ser velho. A gente morre ainda com tanta vida! - Você não entende, mulher, mas os netos foram inventados para, mais uma vez, nos roubarem a regalia de sermos nós. E ainda mais se explicou: primeiro, não fomos nós porque éramos filhos. Depois, adiámos o ser porque fomos pais. Agora, querem-nos substituir pelo sermos avós. (...)

    Mia Couto, autor moçambicano, é conhecido por abordar o passado colonial de sua terra natal, a opressão feminina, a família patriarcal e a luta do povo em busca de sua identidade. Metaforicamente, de modo implícito, ou explícito, essas marcas se evidenciam nesse texto, nas situações:

    I) silêncio de Amadalena.

    II) insistência de Zedmundo em ser ele mesmo.

    III) insistência de Glória na bênção do pai ao neto.

    IV) postura autoritária do patrão português.

    V) mágoa explícita do narrador.


    Estão corretos apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 328f2b55-dd
  • 328BAA10-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise a charge com atenção.


    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

        Nessa charge, os recursos não-verbais são suficientes para a compreensão da mensagem, que poderia ser assim registrada: 

    Escolha uma alternativa para a questão 328baa10-dd
  • 3288518A-DD

    Português

    Gêneros Textuais
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    Leia atentamente os textos a seguir.

    Texto 1
    Baralho cigano - A carta 30 “Os Lírios” rege o período.
    Uma semana que lágrimas poderão rolar de nossos olhos. Os lírios simbolizam tristeza, perdas e sofrimentos na vida amorosa e familiar. Tudo causado por situações que irão se revelar neste período. Mas, com calma, amor e inteligência, tudo irá se resolver para seu bem. Só que a carta avisa: haverá perdas necessárias, para que uma nova fase comece já. (www.terra.com.br)

    Texto 2
    Art. 5º Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade... (Constituição Federal, 1988, art. 5º).

    Texto 3
    A excelente coluna “Auxílio é para quem precisa?”, de Fernanda Mena (Opinião, 21/7), aborda de maneira oportuna e objetiva a imoralidade da concessão de auxílio-moradia de R$4,378 mensais para juízes. Abdias Ferreira Filho (São Paulo, SP)

    Texto 4
    Imagem da questão de Português, da prova de 2018

    Tomando por base esses textos, pode-se afirmar, a respeito de “gêneros textuais”, que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3288518a-dd
  • 32850BF7-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Os dois amigos se encontram, para um dia de pescaria. Um deles estranha a “bagagem” do outro:

    – Ô cumpade, pra mode quê tá levano esses dois embornal? Tudo é isca?

    – Não... É que tô levano uma pingazinha, cumpade.

    – Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!

    – Cumpade, é que pode aparecê uma cobra e picá a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole, que é pra mode num sinti a dô.

    – É... e na outra sacola, o que cê tá levano?

    – É a cobra, cumpade. Pode num tê lá...

    Considerando o texto, selecione, entre as alternativas, o dizer popular ao qual se pode relacionar algum fragmento dele, ou sua totalidade.
    Escolha uma alternativa para a questão 32850bf7-dd
  • 3281003E-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Os dois amigos se encontram, para um dia de pescaria. Um deles estranha a “bagagem” do outro:

    – Ô cumpade, pra mode quê tá levano esses dois embornal? Tudo é isca?

    – Não... É que tô levano uma pingazinha, cumpade.

    – Pinga, cumpade? Nóis num tinha acertado que num ia bebê mais?!

    – Cumpade, é que pode aparecê uma cobra e picá a gente. Aí nóis desinfeta com a pinga e toma uns gole, que é pra mode num sinti a dô.

    – É... e na outra sacola, o que cê tá levano?

    – É a cobra, cumpade. Pode num tê lá...

    Assinale a alternativa correta em relação ao texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 3281003e-dd
  • 327DEAF3-DD

    Português

    Denotação e Conotação
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
         Em texto publicado no New York Times, Neal Gabler, da Universidade do Sul da Califórnia, argumenta que vivemos em uma sociedade na qual ter informações tornou-se mais importante do que pensar: uma era pós-ideias(...). Seu ponto de partida é uma constatação desconcertante: vivemos em uma sociedade vazia de grandes ideias, leia-se, conceitos e teorias influentes, capazes de mudar nossa maneira de ver o mundo. (...) Não somos menos inteligentes do que nossos ancestrais. A razão para a esqualidez de nossas ideias, segundo o autor, é que vivemos em um mundo no qual ideias que não podem ser rapidamente transformadas em negócios, lucros, são relegadas às margens. Tal condição é acompanhada pelo declínio dos ideais iluministas – o primado da razão, da ciência e da lógica – e a ascensão da superstição, da fé e da ortodoxia. (...)

        O autor aponta que a principal causa da debilidade das nossas ideias é o excesso de informações. Hoje, graças à internet, temos acesso facilitado a qualquer informação, de qualquer fonte, em qualquer parte do planeta. Colocamos a informação acima do conhecimento. Temos acesso a tantas informações que não temos tempo para processá-las. (...) Saber, ou possuir informação, tornou-se mais importante do que conhecer; mais importante porque tem mais valor, porque nos mantêm à tona, conectados em nossas infinitas redes de pseudorrelações.

       As novas gerações estão adotando maciçamente as mídias sociais, fazendo delas sua forma primária de comunicação. Para Glaber, tais mídias fomentam hábitos mentais que são opostos àqueles necessários para gerar ideias. Elas substituem raciocínios lógicos e argumentos por fragmentos de comunicação e opiniões descompromissadas.

       O mesmo fenômeno atinge as gerações mais velhas. Nas empresas, muitos executivos passam parte considerável de seu tempo captando fragmentos de notícias sobre mercados, concorrentes e clientes. (...) Vivem a colher informações e distribuí-las, sem vontade ou tempo para analisá-las. Tornam-se máquinas de captação e reprodução. À noite, em casa, repetem o comportamento nas mídias sociais. Seguem a vida dos amigos e dos amigos dos amigos; comunicam-se por uma orgia de imagens e frases curtas, signos cheios de significado e vazios de sentido. (Carta Capital, 16/10/2011)

    O autor utiliza, reiteradamente, o sentido conotativo das palavras, em busca da melhor e mais expressiva construção do texto. Analise as assertivas (negritadas no texto e transcritas abaixo), em que esse recurso está presente.


    I) “Seu ponto de partida é uma constatação desconcertante...”

    II) “A razão para a esqualidez de nossas ideias...”

    III) “Tal condição é acompanhada pelo declínio dos ideais iluministas...”

    IV) “Saber, ou possuir informação (...) tem mais valor, porque nos mantêm à tona.”

    V) “... tais mídias fomentam hábitos mentais que são opostos àqueles necessários para gerar ideias.”

    VI) “... comunicam-se por uma orgia de imagens e frases curtas...”


    Estão corretas apenas:

    Escolha uma alternativa para a questão 327deaf3-dd
  • 327A7257-DD

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
         Em texto publicado no New York Times, Neal Gabler, da Universidade do Sul da Califórnia, argumenta que vivemos em uma sociedade na qual ter informações tornou-se mais importante do que pensar: uma era pós-ideias(...). Seu ponto de partida é uma constatação desconcertante: vivemos em uma sociedade vazia de grandes ideias, leia-se, conceitos e teorias influentes, capazes de mudar nossa maneira de ver o mundo. (...) Não somos menos inteligentes do que nossos ancestrais. A razão para a esqualidez de nossas ideias, segundo o autor, é que vivemos em um mundo no qual ideias que não podem ser rapidamente transformadas em negócios, lucros, são relegadas às margens. Tal condição é acompanhada pelo declínio dos ideais iluministas – o primado da razão, da ciência e da lógica – e a ascensão da superstição, da fé e da ortodoxia. (...)

        O autor aponta que a principal causa da debilidade das nossas ideias é o excesso de informações. Hoje, graças à internet, temos acesso facilitado a qualquer informação, de qualquer fonte, em qualquer parte do planeta. Colocamos a informação acima do conhecimento. Temos acesso a tantas informações que não temos tempo para processá-las. (...) Saber, ou possuir informação, tornou-se mais importante do que conhecer; mais importante porque tem mais valor, porque nos mantêm à tona, conectados em nossas infinitas redes de pseudorrelações.

       As novas gerações estão adotando maciçamente as mídias sociais, fazendo delas sua forma primária de comunicação. Para Glaber, tais mídias fomentam hábitos mentais que são opostos àqueles necessários para gerar ideias. Elas substituem raciocínios lógicos e argumentos por fragmentos de comunicação e opiniões descompromissadas.

       O mesmo fenômeno atinge as gerações mais velhas. Nas empresas, muitos executivos passam parte considerável de seu tempo captando fragmentos de notícias sobre mercados, concorrentes e clientes. (...) Vivem a colher informações e distribuí-las, sem vontade ou tempo para analisá-las. Tornam-se máquinas de captação e reprodução. À noite, em casa, repetem o comportamento nas mídias sociais. Seguem a vida dos amigos e dos amigos dos amigos; comunicam-se por uma orgia de imagens e frases curtas, signos cheios de significado e vazios de sentido. (Carta Capital, 16/10/2011)

    Analise as assertivas dadas a seguir.

    I) A sociedade atual não produz conhecimentos impactantes.

    II) No mundo em que vivemos, a ciência tem pouco valor; predominam as ideias infundadas, e os dogmatismos.

    III) Com tanta informação disponível, as novas gerações não precisam aprofundar seus conhecimentos: sabem de tudo um pouco.

    IV) Os ideais iluministas são muito marcantes e a sociedade atual não consegue ultrapassá-los.

    V) Na atualidade, as sociedades são regidas por interesses negociais que se traduzam em lucro.

    Assinale aquelas que estão de acordo com as ideias do texto.

    Escolha uma alternativa para a questão 327a7257-dd
  • 88469B9C-CB

    Química

    Estudo da matéria: substâncias, misturas, processos de separação.
    IF-PR · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tecnologia desenvolvida por pesquisadores da Universidade Cornell, nos EUA, como parte do projeto AguaClara, visa a construção de estações de tratamento de água que operam sem eletricidade, para servir comunidades rurais na América Latina, que não dispunham de água potável até então. O processo simplificado em 4 etapas é descrito a seguir:
    (adaptado de www.terra.com.br. 29/08/2017)

    1) Uso de um coagulante químico, substância que ioniza na água e passa a atuar por interação eletrostática para unir partículas na água, formando partículas maiores - e mais pesadas.
    2) A água é, então, enviada a um tanque de sedimentação em que as partículas se sedimentam no fundo.
    3) A água da parte superior vai para um filtro de areia de camadas múltiplas, que capturam partículas “fujonas”.
    4) Por fim, a água é purificada com cloro, antes de ir parar nos tanques de abastecimento da comunidade.

    A respeito desse processo, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 88469b9c-cb
  • 88427EE4-CB

    Química

    Teoria Atômica: átomos e sua estrutura - número atômico, número de massa, isótopos, massa atômica
    IF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Recentemente, a mídia tem relatado com temor a possibilidade de uma guerra nuclear, cujas armas são baseadas em radioatividade. As armas nucleares são basicamente de dois tipos: bomba atômica ou bomba de hidrogênio. Bombas atômicas podem ser produzidas a partir de urânio, que existe sob as formas 235 e 238, onde ambos possuem 92 elétrons.

    A fissão de uma bomba de U dá origem a dois novos elementos 56Ba142 e 36Kr91.

    Assinale a seguir a afirmação correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 88427ee4-cb
  • 883F05FF-CB

    Física

    Dinâmica
    IF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    O funcionário da prefeitura utiliza um cortador de grama para a manutenção do jardim da sua cidade. Durante o funcionamento, uma das lâminas de corte arremessou uma pedra no para-brisa de um carro estacionado. Analise cada uma das proposições.

    I) Durante o choque, a pedra transfere energia para o para-brisa do carro.
    II) Se uma segunda pedra com a mesma massa for lançada com o dobro da velocidade da primeira, ela também terá o dobro da energia cinética.
    III) Ao atingir o para-brisa do carro, a energia cinética da pedra é convertida integralmente em energia potencial elástica.
    IV) A energia cinética adquirida pela pedra depende de sua massa e de sua velocidade.

    Estão corretas apenas:
    Escolha uma alternativa para a questão 883f05ff-cb
  • 8838720D-CB

    Biologia

    Cadeias e teias alimentares
    IF-PR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    No ecossistema, o fluxo de energia e matéria através da cadeia alimentar começa pelos produtores, passa pelos consumidores e termina com os decompositores. Com relação a esse tema, podemos afirmar que:

    I) nos ecossistemas terrestres, as plantas são consideradas produtores.
    II) em alguns ecossistemas, as bactérias quimiossintetizantes podem ser os produtores.
    III) os animais herbívoros e alguns fungos são considerados decompositores.
    IV) os animais predadores são considerados consumidores.

    Estão corretas:
    Escolha uma alternativa para a questão 8838720d-cb