Questões do ENEM: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP)

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937 questões encontradas. Mostrando a página 37 de 47.

  • 6E1E236B-1D

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UNICAMP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Do ponto de vista da norma culta, é correto afirmar que “coisarˮ é

    Escolha uma alternativa para a questão 6e1e236b-1d
  • 6E186308-1D

    Português

    Gêneros Textuais
    UNICAMP · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Na tira acima, o autor retoma um célebre lema retirado do Manifesto Comunista (1848), de Karl Marx e Friedrich Engels: “Operários do mundo, uni-vos!”.

    Considerando os sentidos produzidos pela tirinha, é correto afirmar que nela se lê

    Escolha uma alternativa para a questão 6e186308-1d
  • 69D9F4D6-19

    Português

    Coesão e coerência
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte trecho da obra Terra Sonâmbula, de Mia Couto, extraído do Sexto caderno de Kindzu, subintitulado O regresso a Matimati.

    Lembrei meu pai, sua palavra sempre azeda: agora, somos um povo de mendigos, nem temos onde cair vivos. Era como se ainda escutasse:

    - Mas você, meu filho, não se meta a mudar os destinos.

    Afinal, eu contrariava suas mandanças. Fossem os naparamas, fosse o filho de Farida: eu não estava a deixar o tempo quieto. Talvez, quem sabe, cumprisse o que sempre fora: sonhador de lembranças, inventor de verdades. Um sonâmbulo passeando entre o fogo. Um sonâmbulo como a terra em que nascera. Ou como aquelas fogueiras por entre as quais eu abria caminho no areal.

    (Mia Couto, Terra Sonâmbula. São Paulo: Companhia de Bolso, 2015, p. 104.)

    Na passagem citada, a personagem Kindzu recorda os ensinamentos de seu pai diante do estado desolador em que se encontrava sua terra, assolada pela guerra, e reflete sobre a coerência de suas ações em relação a tais ensinamentos. Levando em consideração o contexto da narrativa do romance de Mia Couto, é correto afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão 69d9f4d6-19
  • 69D435DF-19

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Morro da Babilônia


    À noite, do morro

    descem vozes que criam o terror

    (terror urbano, cinquenta por cento de cinema,

    e o resto que veio de Luanda ou se perdeu na língua

    Geral).


    Quando houve revolução, os soldados

    espalharam no morro,

    o quartel pegou fogo, eles não voltaram.

    Alguns, chumbados, morreram.

    O morro ficou mais encantado.


    Mas as vozes do morro

    não são propriamente lúgubres.

    Há mesmo um cavaquinho bem afinado

    que domina os ruídos da pedra e da folhagem

    e desce até nós, modesto e recreativo,

    como uma gentileza do morro.

    (Carlos Drummond de Andrade, Sentimento do mundo. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p.19.)


    No poema “Morro da Babilônia”, de Carlos Drummond de Andrade, 

    Escolha uma alternativa para a questão 69d435df-19
  • 69CF124A-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quanto ao conto Negrinha, de Monteiro Lobato, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 69cf124a-19
  • 69C15F84-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    (...) plantai batatas, ó geração de vapor e de pó de pedra, *macadamizai estradas, fazei caminhos de ferro, construí passarolas de Ícaro, para andar a qual mais depressa, estas horas contadas de uma vida toda material, maçuda e grossa como tendes feito esta que Deus nos deu tão diferente do que a que hoje vivemos. Andai, ganha-pães, andai: reduzi tudo a cifras, todas as considerações deste mundo a equações de interesse corporal, comprai, vendei, agiotai. – No fim de tudo isto, o que lucrou a espécie humana? Que há mais umas poucas dúzias de homens ricos. E eu pergunto aos economistas políticos, aos moralistas, se já calcularam o número de indivíduos que é forçoso condenar à miséria, ao trabalho desproporcionado, à desmoralização, à infâmia, à ignorância crapulosa, à desgraça invencível, à penúria absoluta, para produzir um rico?

    *Macadamizar: pavimentar.

    (Almeida Garrett, Viagens na minha terra. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012, p.77.)

    Formou Deus o homem, e o pôs num paraíso de delícias; tornou a formá-lo a sociedade, e o pôs num inferno de tolices.

    (Almeida Garrett, Viagens na minha terra. São Paulo: Ateliê Editorial, 2012, p.190.)

    Vários discursos organizam a estrutura narrativa do romance Viagens na minha terra, de Almeida Garrett. Isso permite afirmar que a visão de mundo dessa narrativa

    Escolha uma alternativa para a questão 69c15f84-19
  • 69BAF321-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    (...) pediu-me desculpa da alegria, dizendo que era alegria de pobre que não via, desde muitos anos, uma nota de cinco mil réis.

    – Pois está em suas mãos ver outras muitas, disse eu.

    – Sim? acudiu ele, dando um bote pra mim.

    – Trabalhando, concluí eu. Fez um gesto de desdém; calou-se alguns instantes, depois disse-me positivamente que não queria trabalhar.

    (Machado de Assis, Memórias póstumas de Brás Cubas. São Paulo: Ateliê Editorial, 2001, p.158.)

    O trecho citado diz respeito ao encontro entre Brás Cubas e Quincas Borba, no capítulo 49, e, mais precisamente, apanha o momento em que Brás dá uma esmola ao amigo. Considerando o conjunto do romance, é correto afirmar que essa passagem

    Escolha uma alternativa para a questão 69baf321-19
  • 69AE3C31-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    No conto “Amor”, de Clarice Lispector, a percepção da personagem Ana, em relação ao seu mundo, é alterada de forma significativa pelo seguinte acontecimento:
    Escolha uma alternativa para a questão 69ae3c31-19
  • 69A879C6-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Cem anos depois


    Vamos passear na floresta

    Enquanto D. Pedro não vem.

    D. Pedro é um rei filósofo,

    Que não faz mal a ninguém.


    Vamos sair a cavalo,

    Pacíficos, desarmados:

    A ordem acima de tudo.

    Como convém a um soldado.


    Vamos fazer a República,

    Sem barulho, sem litígio,

    Sem nenhuma guilhotina,

    Sem qualquer barrete frígio.


    Vamos, com farda de gala,

    Proclamar os tempos novos,

    Mas cautelosos, furtivos,

    Para não acordar o povo.

    (José Paulo Paes, O melhor poeta da minha rua, em Fernando Paixão (sel. e org.), Para gostar de ler. São Paulo: Ática, 2008, p.43.)


    O tom irônico do poema em relação à história do Brasil põe em evidência 

    Escolha uma alternativa para a questão 69a879c6-19
  • 69A18B28-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema “Mar Português”, de Fernando Pessoa.

    MAR PORTUGUÊS

    Ó mar salgado, quanto do teu sal

    São lágrimas de Portugal!

    Por te cruzarmos, quantas mães choraram,

    Quantos filhos em vão rezaram!

    Quantas noivas ficaram por casar

    Para que fosses nosso, ó mar!


    Valeu a pena? Tudo vale a pena

    Se a alma não é pequena.

    Quem quer passar além do Bojador

    Tem que passar além da dor.

    Deus ao mar o perigo e o abismo deu,

    Mas nele é que espelhou o céu.

    (Disponível em http://www.jornaldepoesia.jor.br/fpesso03.html.)


    No poema, a apóstrofe, uma figura de linguagem, indica que o enunciador 

    Escolha uma alternativa para a questão 69a18b28-19
  • 699CF726-19

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    É possível fazer educação de qualidade sem escola

    É possível fazer educação embaixo de um pé de manga? Não só é, como já acontece em 20 cidades brasileiras e em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

    Decepcionado com o processo de “ensinagem”, o antropólogo Tião Rocha pediu demissão do cargo de professor da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e criou em 1984 o CPCD (Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento).

    Curvelo, no Sertão mineiro, foi o laboratório da “escola” que abandonou mesa, cadeira, lousa e giz, fez das ruas a sala de aula e envolveu crianças e familiares na pedagogia da roda. “A roda é um lugar da ação e da reflexão, do ouvir e do aprender com o outro. Todos são educadores, porque estão preocupados com a aprendizagem. É uma construção coletiva”, explica.

    O educador diz que a roda constrói consensos. “Porque todo processo eletivo é um processo de exclusão, e tudo que exclui não é educativo. Uma escola que seleciona não educa, porque excluiu alguns. A melhor pedagogia é aquela que leva todos os meninos a aprenderem. E todos podem aprender, só que cada um no seu ritmo, não podemos uniformizar.”

    Nesses 30 anos, o educador foi engrossando seu dicionário de terminologias educacionais, todas calcadas no saber popular: surgiu a pedagogia do abraço, a pedagogia do brinquedo, a pedagogia do sabão e até oficinas de cafuné. Esta última foi provocada depois que um garoto perguntou: “Tião, como faço para conquistar uma moleca?” Foi a deixa para ele colocar questões de sexualidade na roda.

    Para resolver a falência da educação, Tião inventou uma UTI educacional, em que “mães cuidadoras” fazem “biscoito escrevido” e “folia do livro” (biblioteca em forma de festa) para ajudar na alfabetização. E ainda colocou em uso termos como “empodimento”, após várias vezes ser questionado pelas comunidades: “Pode [fazer tal coisa], Tião?” Seguida da resposta certeira: “Pode, pode tudo”.

    Aos 66 anos, Tião diz estar convicto de que a escola do futuro não existirá e que ela será substituída por espaços de aprendizagem com todas as ferramentas possíveis e necessárias para os estudantes aprenderem.

    Educação se faz com bons educadores, e o modelo escolar arcaico aprisiona e há décadas dá sinais de falência. Não precisamos de sala, precisamos de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem o menino a aprender.”

    Sem pressa, seguindo a Carta da Terra e citando Ariano Suassuna para dizer que “terceira idade é para fruta: verde, madura e podre”, Tião diz se sentir “privilegiado” de viver o que já viveu e acreditar na utopia de não haver mais nenhuma criança analfabeta no Brasil. “Isso não é uma política de governo, nem de terceiro setor, é uma questão ética”, pontua.

    (Qsocial, 09/12/2014. Disponível em http://www.cpcd.org.br/ portfolio/e_possivel_fazer_educacao_de_qualidade_100_escola/.)

    Em relação ao trecho “E ainda colocou em uso termos como ‘empodimento’, após várias vezes ser questionado pelas comunidades: ‘Pode [fazer tal coisa], Tião?’ Seguida da resposta certeira: ‘Pode, pode tudo’”, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 699cf726-19
  • 6998F73D-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    É possível fazer educação de qualidade sem escola

    É possível fazer educação embaixo de um pé de manga? Não só é, como já acontece em 20 cidades brasileiras e em Angola, Guiné-Bissau e Moçambique.

    Decepcionado com o processo de “ensinagem”, o antropólogo Tião Rocha pediu demissão do cargo de professor da UFOP (Universidade Federal de Ouro Preto) e criou em 1984 o CPCD (Centro Popular de Cultura e Desenvolvimento).

    Curvelo, no Sertão mineiro, foi o laboratório da “escola” que abandonou mesa, cadeira, lousa e giz, fez das ruas a sala de aula e envolveu crianças e familiares na pedagogia da roda. “A roda é um lugar da ação e da reflexão, do ouvir e do aprender com o outro. Todos são educadores, porque estão preocupados com a aprendizagem. É uma construção coletiva”, explica.

    O educador diz que a roda constrói consensos. “Porque todo processo eletivo é um processo de exclusão, e tudo que exclui não é educativo. Uma escola que seleciona não educa, porque excluiu alguns. A melhor pedagogia é aquela que leva todos os meninos a aprenderem. E todos podem aprender, só que cada um no seu ritmo, não podemos uniformizar.”

    Nesses 30 anos, o educador foi engrossando seu dicionário de terminologias educacionais, todas calcadas no saber popular: surgiu a pedagogia do abraço, a pedagogia do brinquedo, a pedagogia do sabão e até oficinas de cafuné. Esta última foi provocada depois que um garoto perguntou: “Tião, como faço para conquistar uma moleca?” Foi a deixa para ele colocar questões de sexualidade na roda.

    Para resolver a falência da educação, Tião inventou uma UTI educacional, em que “mães cuidadoras” fazem “biscoito escrevido” e “folia do livro” (biblioteca em forma de festa) para ajudar na alfabetização. E ainda colocou em uso termos como “empodimento”, após várias vezes ser questionado pelas comunidades: “Pode [fazer tal coisa], Tião?” Seguida da resposta certeira: “Pode, pode tudo”.

    Aos 66 anos, Tião diz estar convicto de que a escola do futuro não existirá e que ela será substituída por espaços de aprendizagem com todas as ferramentas possíveis e necessárias para os estudantes aprenderem.

    Educação se faz com bons educadores, e o modelo escolar arcaico aprisiona e há décadas dá sinais de falência. Não precisamos de sala, precisamos de gente. Não precisamos de prédio, precisamos de espaços de aprendizado. Não precisamos de livros, precisamos ter todos os instrumentos possíveis que levem o menino a aprender.”

    Sem pressa, seguindo a Carta da Terra e citando Ariano Suassuna para dizer que “terceira idade é para fruta: verde, madura e podre”, Tião diz se sentir “privilegiado” de viver o que já viveu e acreditar na utopia de não haver mais nenhuma criança analfabeta no Brasil. “Isso não é uma política de governo, nem de terceiro setor, é uma questão ética”, pontua.

    (Qsocial, 09/12/2014. Disponível em http://www.cpcd.org.br/ portfolio/e_possivel_fazer_educacao_de_qualidade_100_escola/.)

    A partir da identificação de várias expressões nominais ao longo do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 6998f73d-19
  • 69947DA3-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2015

    A publicidade acima foi divulgada no site da agência FAMIGLIA no dia 24 de janeiro de 2007, véspera do aniversário de São Paulo, no período em que foi proposta a campanha “Cidade Limpa”. Na base da foto, em letras bem pequenas, está escrito: Tomara, mas tomara mesmo, que nos próximos aniversários o paulistano comemore uma cidade nova de verdade.

    Considerando os sentidos produzidos por esse anúncio, é correto afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão 69947da3-19
  • 69904BC7-19

    Português

    Interpretação de Textos
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia com atenção o texto abaixo.

    Nunca conheci quem tivesse sido tão feliz como nas redes sociais

    (...) Eu tenho inveja de mim no Instagram.

    (…) Eu queria ser feliz como eu sou no Instagram.

    Eu queria ter certeza, como eu tenho no Facebook, sobre as minhas posições políticas.

    E no Twitter, bem, no Twitter eu não sou tão feliz nem certa e é por isso que de longe essa ganha como rede social de mi corazón.

    E quanto mais eu me sinto angustiada (quem nunca?), mais eu entro no Instagram e vejo a foto das pessoas superfelizes. E mais angustiada eu fico. Por mais que eu saiba que aquela felicidade é de mentira.

    Outro dia uma editora de moda que faz muito sucesso no Instagram escreveu em uma legenda: "até que estou bem depois de tomar um stillnox e um rivotril." (!!!!! Gente!) Mas ufa, ela assumiu. Até então, seus seguidores talvez pudessem achar que ela era uma super-heroína que nunca tinha levado porrada (nem conhecido quem tivesse tomado). Ela viaja de um lado para o outro, acorda cedo, mas tem uma decoração linda na mesa, viaja de país em país. Trabalha loucamente. Mas ela sempre está disposta e apaixonada pelo que faz.

    Escuta! Quanta mentira! Nenhuma de nós está apaixonada o tempo todo pelo que faz. Eu, hoje, escrevi esse texto com muito esforço. Eu, hoje, estou achando que eu escrevo mal e que perdi o jeito para a coisa. Quem nunca?

    Quem nunca muitas vezes?

    Quem estamos querendo enganar? A gente. Mas tem vezes, como agora, em que não dá. Eu queria muito voltar no tempo quando as redes sociais não existiam só para lembrar como era… Às vezes eu acho que, com todas as vantagens da vida em rede…, talvez a gente se sentisse melhor. Sério. "Estou farto de semideuses. Onde é que há gente nesse mundo?", grita o Fernando Pessoa lá do túmulo.

    (Adaptado de Nina Lemos, disponível em http://revistatpm. uol.com.br/blogs/berlimmandaavisar/2015/07/13/nunca-conheci-quem-tivesse-sido-tao-feliz-como-nas-redes-sociais.html.)

    Considerando os recursos linguísticos e discursivos presentes na configuração do texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 69904bc7-19
  • 697A5F9D-19

    Geografia

    Clima
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    A figura a seguir exibe a imagem de um ciclone.

    Imagem da questão de Geografia, da prova de 2015

    É correto afirmar que o ciclone em questão

    Escolha uma alternativa para a questão 697a5f9d-19
  • 6962DB2E-19

    História

    História da América Latina
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    O processo contemporâneo de metropolização do espaço e a grande metamorfose que vem ocorrendo em algumas metrópoles têm significado mudanças territoriais expressivas. Há intensificação e multiplicidade de fluxos de pessoas, mercadorias e informações, bem como crescimento do número de cidades conurbadas, onde não se distingue muito bem, na continuidade da imensa área construída, o limite municipal de cada uma delas. Tanto em São Paulo, por exemplo, como na Cidade do México, em Buenos Aires ou em Santiago, vamos encontrar a manifestação desse momento mais avançado da urbanização.

    (Adaptado de Sandra Lencioni, A metamorfose de São Paulo: o anúncio de um novo mundo de aglomerações difusas. Revista Paranaense de Desenvolvimento, Curitiba, n.120, p. 133-148, jan./jun., 2011.)

    Tendo em vista a metrópole contemporânea, é correto afirmar que se trata de uma

    Escolha uma alternativa para a questão 6962db2e-19
  • 695CD5D5-19

    História

    Descolonização Afro-asiática : novos Estados, nova arena internacional
    UNICAMP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    País da África Austral que se tornou independente em 1975 após séculos de colonialismo europeu. No período posterior à independência, a terra passou a ser propriedade do Estado, com predomínio de uso pela população camponesa e com forte participação das mulheres na produção agrícola familiar. De 1976-1992 vivenciou intensos conflitos produzidos pela guerra civil envolvendo dois dos principais grupos armados do país.

    O texto acima faz referência ao seguinte país:

    Escolha uma alternativa para a questão 695cd5d5-19
  • 69579937-19

    História

    Demandas políticas e sociais no mundo atual
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imigrantes cruzam a Macedônia para chegar ao Norte da Europa.

    Imagem da questão de História, da prova de 2015

    Indique a afirmação correta a respeito dos grandes fluxos migratórios atuais no contexto da globalização.

    Escolha uma alternativa para a questão 69579937-19
  • 69530AF9-19

    História

    Brasil Monárquico – Segundo Reinado 1831- 1889
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    A aquarela do artista João Teófilo, aqui reproduzida, dialoga com a pintura de Pedro Américo, “Tiradentes esquartejado” (1893).

    Sobre a obra de João Teófilo, publicada na capa de uma revista em 2015, é possível afirmar que:

    Imagem da questão de História, da prova de 2015

    Escolha uma alternativa para a questão 69530af9-19
  • 694D52CD-19

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    UNICAMP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Desde a queda do império comunista na Europa, nos anos 1989-1991, assiste-se a uma nova forma de messianismo político que consiste em impor o regime democrático e os direitos humanos pela força.

    (Adaptado de Tzvetan Todorov, Os inimigos íntimos da democracia. São Paulo: Companhia das Letras, 2012, p. 55.)

    O quadro descrito pelo texto pode ser analisado

    Escolha uma alternativa para a questão 694d52cd-19