Questões do ENEM: Faculdade Cásper Líbero

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462 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 24.

  • 3C5DE591-ED

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Assinale a opção que identifica corretamente o argumento central do texto:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5de591-ed
  • 3C5A05C6-ED

    Português

    Gêneros Textuais
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir e responda à questão.


    Jeitinho e jeitão: uma tentativa de interpretação do caráter brasileiro


    Nascido inicialmente das contradições entre uma ordem liberal formal e uma realidade escravista, o jeitinho transformou-se em código geral de sociabilidade.
    Recordo um caso pessoal, passado há muito tempo. Eu trabalhava com Celso Furtado (rigorosamente antijeitinho), que recebia um diretor do Banco Interamericano de Desenvolvimento, por sinal um conterrâneo seu. Este, vendo-me por perto, e julgando que eu não era parte da conversa, pediu-me água. Pediu a primeira, a segunda e a terceira vez. Fui obrigado a dizer-lhe que não confundisse gentileza com servilismo, e que da próxima vez ele mesmo se servisse. Não ocorria àquele senhor que alguém que não fosse da sua grei pudesse tomar parte de uma conversa com altos representantes da banca interamericana. A origem do jeitinho, assim como a da cordialidade teorizada por Sérgio Buarque, se explica pela incompletude das relações mercantis capitalistas. Parece sempre que as pessoas estão “sobrando”. Elas são como que resquícios de relações não mercantis, não cabem no universo da civilidade. E às pessoas que sobram pode ser pedida qualquer coisa, já que é obrigação do dominado servir ao dominante.
    Qualquer reunião brasileira está cheia de batidinhas nas costas na hora do cumprimento, impondo logo de saída uma intimidade que é intimatória e intimidatória. Um dos cumprimentos mais característicos de Luiz Inácio Lula da Silva, por exemplo, é bater com as costas da mão na barriga dos interlocutores. Mesmo em encontros formais, o primeiro gesto de Lula ao se aproximar de qualquer pessoa é tocar-lhe a barriga.
    A matriz desses gestos encontra-se evidentemente no longo período escravagista. Nele, o corpo dos negros era propriedade, podia ser tocado e usado. O surpreendente é que esses gestos e costumes tenham persistido ao longo de 100 anos de vigência de um capitalismo pleno. O escravismo e a escravidão não explicam inteiramente a “longa duração” da informalidade generalizada e dos hábitos que a acompanham. Os Estados Unidos tiveram um sistema escravista que chegou até a organizar fazendas de criação de negros. A ruptura com o escravismo custou à nação norte-americana uma guerra civil que deixou marcas até hoje. Mas o jeitinho não foi o expediente que usaram para superar os problemas colocados pelo capitalismo que avança.
    Aqui, o jeitinho das classes dominantes se impôs na abolição da escravatura. Primeiro veio a Lei do Ventre Livre: garotos e garotas negros eram libertados em meio à escravidão. Mas como inexistia a perspectiva de terem terra, emprego ou salário, a libertação não lhes servia para quase nada. 
    Depois veio a Lei dos Sexagenários. Aos 60 anos, os negros que ainda estivessem vivos eram libertados. Ora, já se sabia que a vida média de um escravo não alcançava os 40 anos. Como mostrou Luiz Felipe de Alencastro em O Tratado dos Viventes, depois de décadas de labuta no eito, o consumo do trabalho pelo capital não era uma metáfora: o negro era um molambo de gente, e não um homem livre, mesmo quando libertado pela Lei dos Sexagenários.
    O que parecia cautela e previsão era, na verdade, o jeitinho (e o jeitão) em movimento. Gradualmente, até a chamada Lei Áurea, a escravidão persistiu. Isso criou uma superpopulação trabalhadora que o sistema produtivo não tinha como incorporar. Com a industrialização, tão sonhada pelos modernos, o problema se agravou. Tendo que copiar uma industrialização de matriz exógena, que tende sempre à economia do trabalho, os excedentes populacionais cresceram exponencialmente.
    Assim, o chamado trabalho informal tornou-se estrutural no capitalismo brasileiro. É ele que regula a taxa de salários, e não as normas trabalhistas fundadas por Vargas. A partir daí todas as burlas são permitidas e estimuladas. A pergunta que um candidato a emprego mais ouve é: com carteira ou sem carteira? O funcionário com carteira resulta em descontos para a Previdência. Ou, se o salário for um pouquinho melhor, até para o Imposto de Renda. A resposta do candidato ao emprego é óbvia: sem carteira.
    Quando o trabalhador ou trabalhadora que têm consciência dos seus direitos recusam o emprego sem carteira, às vezes, escutam “malandro, não quer trabalhar”.
    Em qualquer setor, em qualquer atividade, o jeitinho se impõe. O executivo de terno italiano de grife, o apresentador da televisão e a atriz de um musical não são assalariados. São pessoas jurídicas, PJs, unicamente para que empresas paguem menos impostos. Advogados, dentistas e prestadores de serviços oferecem seus préstimos com ou sem recibo, e esse último é mais barato. Bancários, telefonistas, vendedores e outras tantas categorias viram sua profissão periclitar: eles são agora atendentes de call centers, terceirizados por grandes empresas. O jeitinho é a regra não escrita, sem exigência legal, mas seguida ao pé da letra nas relações micro e macrossociais. Está tão estabelecido, é tão natural que estranhá-lo (hoje menos do que ontem, reconheça-se) pode ser entendido como pedantismo, arrogância ou ignorância: “Nego metido a besta”, é a sentença. A não resolução da questão do trabalho, o seu estatuto social, é no fundo a matriz do jeitinho. Simpático, ele é uma das maiores marcas do moderno atraso brasileiro. (Francisco de Oliveira, revista piauí n. 73, outubro 2012, excerto). 
    Quanto ao texto, trata-se de:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c5a05c6-ed
  • 3C567313-ED

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Os institutos de pesquisa Datafolha e Ibope “tornaram-se alvo de críticas desde domingo em razão de resultados eleitorais que destoaram de pesquisas concluídas na véspera da votação, sobretudo em São Paulo e Curitiba. Na capital paulista, o levantamento que o Datafolha concluíra no sábado dava empate técnico entre os três candidatos. Já o resultado das urnas mostrou José Serra (PSDB) com 31% dos votos válidos (excluídos brancos e nulos), três acima do verificado um dia antes pelo Datafolha, que tinha margem de erro de dois pontos percentuais. Fernando Haddad (PT) ficou em segundo, com 29%, cinco a mais do apontado na pesquisa. Celso Russomanno (PRB), com 22% (cinco a menos)”. (Folha UOL) Os gráficos abaixo mostram os dados divulgados pelos institutos no decorrer das eleições para prefeito de São Paulo, em 2012.

    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2012

    Com relação aos gráficos, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c567313-ed
  • 3C535881-ED

    Matemática

    Análise de Tabelas e Gráficos
    Faculdade Cásper Líbero · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    O trecho abaixo é parte da conversa do jornalista Milton Jung com o comentarista Ethevaldo Siqueira, que foi ao ar no “Jornal da CBN” em novembro de 2012. “A tecnologia das câmeras digitais está matando a empresa. É o caso mais irônico que eu conheço, pois foi a Kodak que inventou a câmera digital. Em 1975, o engenheiro Steve Sasson, da Kodak, inventou a primeira câmera fotográfica digital. Mas a empresa, que era líder mundial em fotografia analógica desde o século 19, não decidiu migrar logo para a nova tecnologia. Foi protelando, tentando proteger seu mercado de filmes e câmeras analógicas, até que os japoneses da Sony também inventaram suas câmeras digitais e passaram a investir maciçamente nesse novo paradigma tecnológico. Encurtando a história, a Kodak, embora tenha faturado US$ 6 bilhões de dólares, registrou um prejuízo de mais de US$ 760 milhões”.


    O gráfico ao lado mostra o faturamento total da Kodak em 2007, separado por setores. Comparando as informações do texto com o gráfico de setores, podemos concluir que:


    Imagem da questão de Matemática, da prova de 2012
    Escolha uma alternativa para a questão 3c535881-ed
  • 3C4F6B0F-ED

    Atualidades

    América Latina na Atualidade
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fato que desencadeou a aprovação, em julho deste ano, da entrada oficial da Venezuela no Mercosul – Mercado Comum do Sul – como membro pleno foi:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4f6b0f-ed
  • 3C4C70D6-ED

    História

    América Latina na segunda metade do século XX: revoluções, transformações e permanências
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de História, da prova de 2012


    A foto reproduzida ao lado, feita pelo fotógrafo cubano Alberto Korda, em 1960, retrata em primeiro plano o líder revolucionário Ernesto “Che” Guevara. Pode-se dizer que tal imagem:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c4c70d6-ed
  • 3C490C86-ED

    Geografia

    Geografia Econômica
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Em Sob a névoa da guerra, de Errol Morris, o ex-secretário de Defesa dos Estados Unidos, Robert S. McNamara, é retratado como:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c490c86-ed
  • 3C453B3B-ED

    História

    História do Brasil
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “O governo de Juscelino Kubitschek ficou associado à instalação da indústria automobilística no País. Isso não quer dizer que antes dele não tivessem existido montadoras e fábricas de autopeças no Brasil. Suas proporções eram, porém, limitadas. A empresa nacional mais importante era a Fábrica Nacional de Motores (FNM), instalada em 1942 como sociedade de economia mista em que o Estado tinha o controle acionário. A FNM foi criada com o objetivo não alcançado de fabricar motores de avião. A partir de 1946 começou a produzir tratores e, em 1952, caminhões, com um índice de nacionalização de 35% do peso do veículo”. (Boris Fausto. História do Brasil. São Paulo: Edusp, 1995). É correto afirmar que a política industrial do governo de Juscelino Kubitschek, com base na indústria automobilística, efetivou-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c453b3b-ed
  • 3C419E57-ED

    Conhecimentos Gerais

    Movimentos Sociais, Discriminação e Desigualdade: Raça, classe e gênero
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    A abolição do trabalho escravo no Brasil, oficializada com a promulgação da Lei Áurea, em 13 de maio de 1888, significou:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c419e57-ed
  • 3C27501E-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção cujo conteúdo é incoerente com o romance Leite derramado, de Chico Buarque:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c27501e-ed
  • 3C237730-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o naturalismo brasileiro, escola literária a que se filia O cortiço, de Aluísio Azevedo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c237730-ed
  • 3C1FF48E-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre O cortiço, de Aluísio Azevedo, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c1ff48e-ed
  • 3C1A4FEC-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c1a4fec-ed
  • 3C15B92A-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c15b92a-ed
  • 3C109962-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que apresenta corretamente a análise crítica do romance Til, de José de Alencar:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c109962-ed
  • 3C0C56D5-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Til, de José de Alencar, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c0c56d5-ed
  • 3C08E4C8-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a opção que caracteriza corretamente Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade:
    Escolha uma alternativa para a questão 3c08e4c8-ed
  • 3C0479C9-ED

    Literatura

    Escolas Literárias
    Faculdade Cásper Líbero · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Sobre Lembrança do mundo antigo, apresentado a seguir, que integra Sentimento do mundo, de Carlos Drummond de Andrade, é correto afirmar que o poema:


    Clara passeava no jardim com as crianças.
    O céu era verde sobre o gramado,
    a água era dourada sob as pontes,
    outros elementos eram azuis, róseos, alaranjados,
    o guarda-civil sorria, passavam bicicletas,
    a menina pisou a relva para pegar um pássaro,
    o mundo inteiro, a Alemanha, a China, tudo era tranquilo em redor de Clara.
    As crianças olhavam para o céu: não era proibido.
    A boca, o nariz, os olhos estavam abertos.Não havia perigo.
    Os perigos que Clara temia eram a gripe, o calor, os insetos.
    Clara tinha medo de perder o bonde das 11 horas,
    esperava cartas que custavam a chegar,
    nem sempre podia usar vestido novo. Mas passeava no jardim, pela manhã!!!
    Havia jardins, havia manhãs naquele tempo!!!
    Escolha uma alternativa para a questão 3c0479c9-ed
  • 29DDB838-EC

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Cásper Líbero · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    No texto “Um pingo de chuva”, que integra o livro Os da minha rua, Ondjaki relata a despedida dos professores cubanos que voltavam a seu país de origem. “O camarada professor Ángel explicou-nos, com palavras um bocadinho difíceis, que a missão deles em Angola tinha terminado e que se iam embora muito em breve”. Assinale a opção que enuncia fatores relacionados à presença desses professores em Angola, na década de 1980.
    Escolha uma alternativa para a questão 29ddb838-ec
  • 29D9F480-EC

    Português

    Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
    Faculdade Cásper Líbero · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre o excerto de Os da minha rua, de Ondjaki, apresentado a seguir, é correto afirmar que:


    “Uma pessoa quando é criança parece que tem a boca preparada para sabores bem diferentes sem serem muito picantes de arder na língua. São misturas que inventam uma poesia mastigada tipo segredos de fim da tarde. Era assim, antigamente, na casa da minha avó. No tempo da Madalena Kamussekele”. 
    Escolha uma alternativa para a questão 29d9f480-ec