Geografia
- Clima
- Prova de 2017
- IF-MT
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 0FC10A36-B4

Banco de questões
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A questão refere-se ao filme Faroeste Caboclo (2013), dirigido por René Sampaio.
Considere verdadeiras (V) ou falsas (F) as proposições que seguem. Na película,
( ) Pablo, o primo de João de Santo Cristo, é proprietário de uma carpintaria na periferia de Brasília, local que serve como ponto de venda de drogas.
( ) a emergência social, retratada nos espaços periféricos, mostra o não cumprimento dos direitos constitucionais que amparam o cidadão.
( ) a personagem Maria Lúcia figura como filha de um senador da República, que a expulsa de casa depois de flagrála na companhia de João de Santo Cristo.
Marque a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.



O rio Lombe brilhava na vegetação densa. Vinte vezes o tinham atravessado. Teoria, o professor, tinha escorregado numa pedra e esfolara profundamente o joelho. O Comandante disse a Teoria para voltar à Base, acompanhado de um guerrilheiro. O professor, fazendo uma careta, respondera:
- Somos dezesseis. Ficaremos quatorze.
Matemática simples que resolvera a questão: era difícil conseguir-se um efetivo suficiente. De mau grado, o Comandante deu ordem de avançar. Vinha por vezes juntar-se a Teoria, que caminhava em penúltima posição, para saber como se sentia. O professor escondia o sofrimento. E sorria sem ânimo.
À hora de acampar, alguns combatentes foram procurar lenha seca, enquanto o Comando se reunia. PanguAkitina, o enfermeiro, aplicou um penso no ferimento do professor. O joelho estava muito inchado e só com grande esforço ele podia avançar.
Aos grupos de quatro, prepararam o jantar: arroz com corned-beef. Terminaram a refeição às seis da tarde, quando já o sol desaparecera e a noite cobrira o Mayombe. As árvores enormes, das quais pendiam cipós grossos como cabos, dançavam em sombras com os movimentos das chamas. Só o fumo podia libertar-se do Mayombe e subir, por entre as folhas e as lianas, dispersando-se rapidamente no alto, como água precipitada por cascata estreita que se espalha num lago.
(PEPETELA. Mayombe. Rio de Janeiro: Leya, 2018, p. 13).
Com base no texto, considere verdadeiras (V) ou falsas (F) as proposições que seguem. O fragmento narra
( ) o primeiro comunicado escrito pelo Comando do exército angolano em terras portuguesas.
( ) a condição de encarceramento em que os soldados se encontravam em meio à floresta do Mayombe.
( ) a força imensurável da natureza diante da condição humana, característica que vai estar presente em toda a narrativa.
Marque a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.


Instrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para
divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
Examine as seguintes opiniões sobre a tecnologia digital:
I. A tecnologia digital encarece os custos de produção.
II. A tecnologia digital torna mais acessíveis os custos de produção.
III. É preferível continuar empregando a tecnologia analógica para a produção de vídeos.
IV. A edição digital tornou-se imprescindível.
Indique quais dessas opiniões são assumidas pela jornalista entrevistada:


Sobre Mayombe, de Pepetela, são feitas as seguintes afirmações. A narrativa
I- retrata o momento da luta pela implementação da colonização portuguesa em Angola.
II- está ambientada na cidade de Luanda, no começo dos anos 90 do século XX, quando se dá início ao processo de constituição do novo Estado democrático e independente.
III- mostra a luta pela superação das diferenças tribais que dificultavam o projeto de nação iniciado com as lutas de resistência.
Marque a alternativa correta.
Instrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para
divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)



Com base no texto, considere verdadeiras (V) ou falsas (F) as proposições que seguem. No trecho,
( ) o incêndio do armazém apresenta-se como mais uma das estratégias empreendidas pelo pai do narrador na construção de seu enriquecimento ilícito em Brasília.
( ) o narrador materializa seu delírio, depois de ter sido castigado brutalmente pelo pai.
( ) evidencia-se a destruição do armazém, o que o narrador mostra como se fosse o resultado de uma vida inteira de luta diária de seu pai.
Marque a alternativa que preenche corretamente os parênteses, de cima para baixo.
Nos últimos anos, a frota de veículos no Brasil tem crescido de forma acentuada. Observando o gráfico, é possível verificar a variação do número de veículos (carros, motocicletas e caminhões), no período de 2000 a 2 01 0 . Projeta-se que a taxa de crescimento relativo no período de 2000 a 2010 mantenha-se para década seguinte.

Qual será o número de veículos no ano de 2020?


Leia os TEXTOS 02 e 03, bem como as afirmações seguintes.
TEXTO 02
"Toda propaganda deve ser popular e estabelecer o seu nível espiritual de acordo com a capacidade de compreensão do mais ignorante dentre aqueles a quem ela pretende se dirigir. Assim a sua elevação espiritual deverá ser mantida tanto mais baixa quanto maior for a massa humana que ela deverá abranger". Adolf Hitler.
(Fonte:< HITLER, Adolf. Minha Luta. São Paulo: Centauro, 2005. Titulo original: Mein Kampf, p.135>)
TEXTO 03
"Claro que a propaganda tem um propósito, mas esse propósito deve ser hábil e engenhosamente oculto, de modo que a mensagem seja transmitida sem ser notada". Joseph Goebbels - Ministro da Propaganda da Alemanha Nazista.
(Fonte: KITCHEN, Martin. O Terceiro Reich. São Paulo: Madras, 2009. Título original: The Third Reich, p. 201).
I. É possível compreender que os TEXTOS 02 e 03 salientam a importância da propaganda como instrumento político do Partido Nazista.
II. O uso da propaganda com a finalidade política destacada pelos TEXTOS 02 e 03 não ocorre nos regimes democráticos, nos quais a imprensa atua de modo ético, livre e imparcial, como no caso brasileiro.
III. Os TEXTOS 02 e 03 apontam falta de coesão em relação à propaganda nazista, pois, enquanto para Hitler ela deveria ser populista e espírita, para Goebbels deveria ser erudita e ocultista.
IV. Ao contrário do que pretendia Hitler, tal tipo de propaganda nazista não teve aceitação popular, fato que conduziu seu governo à ditadura militar.
Considerando os TEXTOS 02 e 03 e seus conhecimentos acerca do assunto por eles abordado, é possível afirmar que:
Instrução: A questão toma por base uma matéria assinada por Danilo Albergaria na revista eletrônica COMCIÊNCIA:
Cinema e Telejornalismo: Convergência de Linguagens para Divulgar Ciência
Encampando um ponto de vista em que um vídeo de divulgação científica não deve apenas ensinar e informar, mas também entreter, motivar e gerar curiosidade, Iara Cardoso defendeu a convergência das linguagens telejornalística e cinematográfica para incrementar as produções de vídeo voltadas para a ciência: “A convergência é possível, é necessária, e cada vez mais acessível com as novas tecnologias digitais”, disse a jornalista em apresentação durante o Foro Iberoamericano de Comunicação e Divulgação Científica, que ocorreu na Unicamp entre os dias 23 e 25 de novembro.
A ideia de mesclar linguagens aparentemente distantes surgiu quando Cardoso começou a produzir o vídeo SitRaios, encomendado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para divulgar a ciência por trás de um software que localizava mais facilmente descargas elétricas atmosféricas nas linhas de energia e possibilitava um religamento mais rápido da eletricidade. “Seria maçante produzir esse vídeo da maneira tradicional. Então, introduzimos, num vídeo que usualmente estaria destinado a ser muito próximo do telejornalismo, a linguagem do cinema. Utilizamos conceitos como o de revelação e de aumento de expectativa – introduzimos uma narrativa, enfim”, afirma Cardoso. Além da roteirista e diretora, a equipe, enxuta, teve apenas mais um editor e um cinegrafista. “Esse tipo de convergência não demanda mais recursos do que uma produção tradicional”, defende.
As produções de cinema são tradicionalmente mais dispendiosas do que vídeos jornalísticos. Porém, contrariando o que o senso comum pensa sobre os custos dos vídeos que incorporam linguagens cinematográficas, Cardoso esclarece que os custos de produção tornaram-se mais acessíveis com o surgimento das novas tecnologias digitais. Ela aponta, por exemplo, que tornaram-se amplamente acessíveis as câmeras digitais, hoje largamente utilizadas tanto no cinema quanto na produção jornalística. “Os próprios cineastas estão, cada vez mais, filmando com o suporte digital”, afirma. Outra facilidade está na edição digital: “Mesmo quem ainda não aderiu ao suporte digital nas filmagens nunca deixa de utilizar a edição digital, que se tornou imprescindível. Perto da edição em computadores, os antigos métodos tornaram-se inviáveis”, avalia.
Enquanto o suporte tecnológico facilita a convergência e aproxima linguagens, o que é realmente fundamental, na visão da jornalista, são as ideias por trás do vídeo: são elas, as concepções, que vão formar um roteiro interessante, as bases do apelo dos vídeos de ciência para o grande público. Segundo a diretora, a incorporação da dramaticidade, do suspense – ferramentas usuais na narrativa ficcional – ajudam um vídeo a tornar mais atraente uma teoria ou explicação científica. Ao mesmo tempo, se feita com o devido preparo e seriedade, não compromete a qualidade da informação transmitida — pelo contrário, a potencializa.
(Danilo Albergaria. Cinema e telejornalismo: convergência de linguagens para
divulgar ciência. COMCIÊNCIA, www.comciencia.br, 26.11.2009.)
Sobre Cidade Livre, de João Almino, são feitas as seguintes afirmações. O livro
I- traz o funcionamento de uma rede de corrupção que se organizou à época da construção de Brasília.
II- apresenta uma narrativa estruturada por um narrador que não está incluído nos eventos narrados.
III- evidencia uma estética literária comum ao Realismo brasileiro do século XIX.
Marque a alternativa correta