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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- Ciências da NaturezaDurante uma partida de futebol americano, dois jogadores colidem frontalmente. Após a colisão, os dois caem juntos no solo. Antes da colisão, o jogador A, com 110 kg, estava a uma velocidade de módulo 6 m/s, e o jogador B, com 90 kg, estava a uma velocidade de módulo 9 m/s. Despreze o atrito dos jogadores com o solo. Calcule o módulo da velocidade dos jogadores logo após a colisão e assinale qual deles tomba para trás.
- Ciências Humanas
Filosofia
Uma característica da pólis é o cunho de plena publicidade dada às manifestações mais importantes da vida social. Pode-se mesmo dizer que a pólis existe apenas na medida em que se distinguiu um domínio público, nos dois sentidos diferentes, mas solidários do termo: um setor de interesse comum opondo-se aos assuntos privados; práticas abertas, estabelecidas em pleno dia, opondo-se a processos secretos. A cultura grega constitui-se dando a um círculo sempre mais amplo — finalmente ao demos todo — o acesso ao mundo espiritual, reservado no início a uma aristocracia de caráter guerreiro e sacerdotal.VERNANT, J.-P. As origens do pensamento grego. Rio de Janeiro: Difel, 2002 (adaptado).O advento da pólis, com as mudanças descritas no texto, é produto de um conjunto de transformações no mundo grego antigo que resultou na - Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: B501FEE4-E6
Radicais Livres
Precursores da Internet se transformam em militantes anti-digital
Quando a internet comercial ainda engatinhava, um grupo de pensadores - cientistas, filósofos, sociólogos, profissionais liberais - se dedicou a imaginar e construir o ciberespaço, a então nova fronteira da humanidade. Ele tomaria forma com a hiperconectividade dos indivíduos em rede, que poderiam, se quisessem, adotar múltiplas identidades naquele ambiente artificial. Só que hoje, pouco mais de 30 anos depois, os protagonistas desse círculo estão fazendo um apelo desesperado para que a sociedade se desconecte, sob pena de extinguir o que nos resta de humano.
O cenário retratado pelos digerati é quase devastador. A alcunha vem de literati, "homens letrados" em latim, termo adaptado, com uma certa verve, para a era digital. E a narrativa comum é a virada da internet ao avesso: de um imenso território de liberdade e experimentação criativa, ela teria se transformado num loteamento de espaços fechados, simbolizados pela onipresença das redes sociais. Um espaço em que usuários têm dados espionados, ações monitoradas e vontades manipuladas. Mais: esses agrupamentos que se vendem como locais de convivência abertos e gratuitos, portanto próximos do que imaginaram originalmente os digerati, hoje cobram caro. Quase todos os frequentadores são obrigados a ver o que é anunciado ali.
Cientista, compositor e escritor, Jaron Lanier, de 58 anos, foi o criador do conceito de realidade virtual. Fundador da primeira empresa a comercializar essa solução em escala industrial, o novaiorquino é um dos principais articuladores desse movimento. Lanier tem levado seus dreadlocks longuíssimos aos quatro cantos do mundo em uma campanha de alerta contra o que chama de "os impérios de modificação de comportamento", como classificou em sua palestra no TED Talks, em maio. Ele não tem Twitter, Red d it ou Facebook e acaba de lançar o chamado às armas "Ten arguments for deleting your social media accounts right now" ("Dez argumentos para deletar agora sua conta nas redes sociais", em tradução livre).
O mecanismo dos likes
Lanier alega que nas redes sociais o cidadão perde seu livre-arbítrio e se submete ao mecanismo viciante dos likes: "Eles alimentam esses sentimentos, e você fica preso num loop", diz. A discussão é tão procedente que o criador da World Wide Web, o físico inglês Tim Berners-Lee, 63, afirmou, na edição deste mês da revista Vanity Fair, que está "devastado" com os rumos de sua invenção. Ele decidiu desenvolver um antídoto: trabalha no momento em uma plataforma para redescentralizar a internet, para devolver aos usuários o poder e a autonomia sobre os dados que desejam acessar. "Quem quer assegurar que a internet sirva de fato à humanidade está hoje preocupado com o que vê no mundo digital" - diz.
Especialista em estudos de ciência e tecnologia, Sherry Turkle, 70, vai além. E recomenda o desligamento de celulares e redes sociais. Professora do Massachusetts Institute of Technology, ela acompanhou a mudança de comportamento dos usuários online e estudou desde as múltiplas personas que habitavam os mundos artificiais até a egotrip e a alienação que comprometem o convívio na sociedade real. Turkle é autora do primeiro livro sobre a formação da identidade no ambiente virtual, ''Life on the screen" ("Vida na tela" em tradução livre, de 1995). Em abril, ela publicou um artigo analisando como o crescente repúdio ao Facebook não nos impedirá de seguir ativos na rede social. O motivo? "Ele nos permite ter uma versão melhor de nós mesmos".
Cientista da computação, escritor e ativista do Software Livre, o americano Richard Stallman, 65, discorda da proposta de desconexão total. Com uma forte ressalva. O uso que ele faz é bem peculiar. Stallman não tem celular, não entra em redes sociais e aboliu aplicativos e programas que utilizam software proprietário. Argumenta que eles são desenhados pelas corporações justamente para manipular e controlar dados dos usuários. "As empresas que desenvolvem esses programas têm controle total sobre o que as pessoas fazem. Se quiserem, elas podem espionar usuários, restringilos ou manipulá-los. Estamos indefesos, impotentes perante a vontade das corporações" - afirma.
Todas as mensagens que Stallman envia de seu correio eletrônico chegam com uma declaração de defesa da Constituição dos EUA, num recado a "eventuais agentes federais americanos que estejam lendo". Ele fez a reportagem assumir por escrito que leria 13 artigos sobre software livre e se negou a conversar por Skype ou WhatsApp.
O cientista conta ainda que disse "não, obrigado" ao aprender que todo smartphone, sem exceção, permite às redes telefônicas seguir seus movimentos. E que, segundo ele, quase todo aparelho pode ser convertido num dispositivo de escuta. "Não foi difícil dizer não, já que a alternativa era entregar minha liberdade" - argumenta.
Procurados por O Globo, Facebook e Twitter não se pronunciaram. O Google informou em nota que anunciou em maio novos recursos com o objetivo de ajudar os usuários a recorrer à tecnologia "de forma mais criteriosa, para desconectar quando necessário e criar hábitos saudáveis em suas famílias".
Sérgio Branco, diretor e fundador do Instituto de Tecnologia e Sociedade do Rio de Janeiro, voltado para a promoção de práticas de regulação na área, concorda que as pessoas ainda não se conscientizaram do perigo, especialmente, porque, ele diz, "vive-se a ilusão de que tudo é gratuito". "Jamais será um ato puramente inocente fornecer dados em troca de conteúdo, porque não temos controle sobre o que as empresas farão com eles" - alerta o advogado.
Como exemplo, ele cita um caso revelado pelo documentário As vítimas do Facebook, lançado pelos diretores canadenses Geoff D'Eon e Jay Dahl em 2011. Uma mulher diagnosticada com depressão severa recebeu como indicação médica sair de férias. Levou a mãe a um cruzeiro no Caribe e postou fotos no Facebook. Seu plano de saúde, que monitorava os dados, viu a foto e cancelou o serviço. A alegação? Quem está em depressão profunda não viaja para o Caribe de férias e muito menos celebra a alegria no universo digital.
Redes sociais: outras formas de compartilhar
Se o ciberespaço hoje aparenta ser um lugar ameaçador, a solução para voltarmos a habitar um local seguro e livre pode ser resumida em uma única palavra: conscientização. Stallman, em seu libelo em favor das liberdades individuais, duvida que as empresas desistam de seus lucros para racionalizar o que estão fazendo. Ele aponta uma saída simples e objetiva: "Depende de nós. Precisamos nos recusar a usar programas e plataformas abusivas. A maneira de acabar com o poder das empresas sobre os usuários é insistir em que eles usem software livre. Assim, eles próprios controlariam os programas e poderíam alterá-los. Quando seus amigos disserem que não querem mais usar Facebook, WhatsApp, Skype ou qualquer outro sistema de comunicação viciante, por favor, faça um esforço e coopere. Não descarte a amizade, encontre outras formas de dividir com eles informações sobre eventos sociais" - diz Stallman.
Já Jaron Lanier sugere "voltar o relógio" e reinventar a participação nas redes sociais. Não mais aceitar um ambiente de oferta de conteúdo aparentemente gratuito, mas ajudar a financiar espaços de concentração de conhecimento, em que especialistas de fato possam emitir suas opiniões. "Essa mudança eliminaria as notícias falsas e, no caso de aconselhamento médico, por exemplo, pagar-seia por pareceres de um verdadeiro profissional. Sonho com isso, e acho sim que a transformação é possível" - defende ele.
Tristan Harris, 33, ex-designer de Ética do Google, para onde trabalhou até 2016, se tornou uma espécie de mascote para o time dos radicais livres, ao fundar o Centro de Tecnologia Humana. Ele aposta em quatro soluções: as empresas precisam redesenhar suas interfaces para minimizar nosso tempo de tela; os governos têm de pressionar as empresas de tecnologia para adotarem modelos de negócios humanitários; consumidores se defrontam com a tarefa de assumir o controle de suas vidas digitais através de uma conscientização; e os funcionários das empresas de tecnologia devem se capacitar para construir soluções que melhorem a sociedade.
E como isso se dará no Brasil, que vive a realidade de uma cultura digital especialmente disseminada? Segundo o último levantamento da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), o país conta com uma base instalada de 235,5 milhões de aparelhos celulares (densidade de 112,6 aparelhos para cada 100 habitantes) e 116 milhões de usuários de Internet.
Contatos perdidos
Para a professora da UFRJ e teórica da comunicação Raquel Paiva, a conscientização só podería ocorrer se (ou quando) o usuário brasileiro perceber que está se relacionando mais com máquinas do que com pessoas. "Somos um povo gregário, que necessita de vinculação, precisa do olhar do outro para se ver. O que temo é que as pessoas demorem muito a perceber que não cuidaram do seu entorno, que perderam a sociabilidade e deterioraram o seu convívio e sua capacidade de comunicação" - diz.
Ao descobrir que as informações pessoais dos usuários do Facebook eram vazadas para terceiros, Paiva fechou, de bate-pronto, a conta que tinha na rede social. "Acabei sendo eu a punida, pois perdi o acesso à maioria dos serviços que utilizava no cotidiano, como a compra de produtos orgânicos e roupas alternativas. Também me vi privada do contato com alguns colegas acadêmicos, uma vez que eles passaram a "existir" apenas no âmbito do Facebook" - conta a professora.
O documentarista canadense Geoff D'Eon, diretor de As vítimas do Facebook, diz simpatizar com a crítica dura dos digerati, mas faz ponderação pertinente: "A desconexão em massa, na prática, não vai acontecer. E não iremos resolver problemas sérios, como a explosão de notícias falsas, cyber-bullying, revenge porn, perda de privacidade e vazamento indiscriminado de informação, apenas com a elite intelectual se retirando das redes sociais. O restante da população seguirá, e as corporações vão continuar ganhando dinheiro. É muito tarde para um caminho de volta. Talvez a saída seja pensar melhor no que postar, ser mais consciente e cauteloso em relação ao que e com quem dividimos nossa vida online".
Rosane Serro, O Globo, 7/7/2018.
Em "Lanier alega que nas redes sociais o cidadão perde seu livre-arbítrío" o sentido da expressão em negrito está relacionado à área da: - Ciências da Natureza
Biologia
- Moléculas, células e tecidos
- Prova de 2025
- Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: B5027352-F9
Os estômatos estão presentes em todas as plantas vasculares. Em algumas delas, como na espécie ornamental Nerium oleander (“espirradeira”), os estômatos estão restritos à face inferior das folhas, onde se localizam no interior de depressões da epiderme, denominadas ‘criptas’.Esta característica, encontrada principalmente em plantas de ambientes - A migração tem sido objeto de um intenso debate político nos últimos anos. Ao analisar o impacto econômico da migração nos países anfitriões, é constatado que, de modo geral, a migração aumenta o crescimento econômico e a produtividade nesses países. Nas economias avançadas, os imigrantes aumentam a produção e a produtividade tanto no curto como no médio prazo. Um aumento de 1 ponto percentual no fluxo imigratório em relação ao total do emprego aumenta a produção em quase 1%.ENGLER, P. et al. A migração para economias avançadas pode acelerar o crescimento. Disponível em: www.imf.org. Acesso em: 10 nov. 2021 (adaptado).Conforme o texto, os imigrantes contribuem em qual aspecto nos países mencionados?
- Linguagens
Português
- Coesão e coerência
- Prova de 2013
- FMP
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B503D848-E5
A expressão essa esquiva em “Atribuímos essa esquiva ao cansaço” (Texto I, l 31-32) pode ser apropriadamente substituída, mantendo-se o sentido, por: - Ciências Humanas
Sociologia
- Cidadania e movimentos sociais
- Prova de 2023
- ENEM
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: B5058426-4C
O legado dos movimentos sociais dos anos 1970-80Na mudança de regime político, que culminou com a Carta Constitucional de 1988, os movimentos sociais foram, sem dúvida, os grandes atores. Se tomarmos a Constituição de 1988 como o coroamento desse processo, no qual os movimentos sociais ocuparam a cena pública, vamos perceber que os valores democráticos nela inscritos são inéditos como experiência de sociedade, e não seria exagero dizer que a sociedade brasileira de antes de 1964 não se reconheceria na Carta de 1988, o que equivale a dizer que o processo vivido nesses anos recentes logrou estabelecer os fundamentos de uma nova sociedade marcada, especialmente, pelo reconhecimento dos direitos de cidadania que a sociedade passou a atribuir-se através dos seus movimentos.SILVEIRA, R. J. Revista Mediações, n. 1, jan.-jun. 2000 (adaptado).Com base no texto, a ação dos atores sociais mencionados produziu o seguinte resultado: - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B505EA6E-E6
Sobre Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é correto afirmar que o romance: - Ciências da Natureza
Biologia
- Ecologia e ciências ambientais
- Prova de 2025
- Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: B5074934-F9
Os figos não são frutos verdadeiros – cada figo é uma estrutura em forma de saco fechado, revestido de flores por dentro, chamado sicônio. A polinização das flores de Ficus é realizada exclusivamente pelas fêmeas de vespas da família Agaonidae; por sua vez, o ciclo de reprodução dessas vespas só ocorre no interior dos figos. As fêmeas, fecundadas e carregadas de pólen, adentram o sicônio através de uma pequena abertura, polinizam as flores femininas e depositam seus ovos em algumas delas, nas quais a prole de vespas se desenvolverá.Curiosamente, é comum que essa associação figo-vespa polinizadora seja explorada por um outro tipo de vespas, que também usam as flores femininas do figo para desenvolver sua progênie. No entanto, essas vespas “não-polinizadoras” não realizam a polinização, uma vez que depositam seus ovos nas flores pelo lado externo, através da parede do figo.(Fonte: https://doi.org/10.1590/S0073-47212007000300006. Adaptado.)As relações entre Ficus e vespas polinizadoras e entre vespas polinizadoras e não polinizadoras são, respectivamente, do tipo - Política
- Prova de 2023
- ENEM
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: B507B908-4C
A Primavera Árabe parecia mudar a realidade. Em janeiro de 2011, enquanto Ben Ali renunciava ao poder na Tunísia, ativistas por democracia no Egito começaram a convocar protestos por reformas no país — como na Tunísia, aproveitando o potencial da comunicação via internet e redes sociais. Ruas e praças, especialmente na capital, Cairo, foram rapidamente tomadas pela população pedindo melhoras econômicas e reformas políticas. A praça Tahrir (em português, Libertação), no Cairo, tornou-se o centro do movimento por democracia.O que foi e como terminou a Primavera Árabe? Disponível em:www.bbc.com. Acesso em: 6 out. 2021 (adaptado).A reivindicação da revolução popular apresentada no texto exigiu o(a)
- Linguagens
Português
- Flexão verbal de tempo (presente, pretérito, futuro)
- Prova de 2010
- UFG
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B508C558-58
Leia o texto “A televisão pifou” para responder às questões de 14 a 20. A história foi produzida com base nas imagens a seguir.

O tempo verbal auxilia a composição da narrativa. No texto, a ancoragem dos fatos é promovida pelo predomínio de verbos no - Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B509D2C2-E6
Uma das marcas distintivas das Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é: - Linguagens
Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2019
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B509DC5E-FF
La frase que mejor resume el tema del texto:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Principais doenças endêmicas no Brasil
- Prova de 2025
- Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: B509E6A2-F9
Um estudo realizado em um município do Paraná, avaliou a incidência de ovos, cistos e/ou larvas de parasitos em caixas de areia de seis praças públicas. Das 240 amostras de areia analisadas, 132 delas resultaram como positivas, ou seja, essas amostras estavam contaminadas.O gráfico a seguir mostra a porcentagem de parasitos encontrados nas amostras positivas.
Fonte: https://ojs.brazilianjournals.com.br/ojs/index.php/BRJD/article/view/25161Com relação aos parasitas mostrados no gráfico, analise as afirmativas a seguir e assinale (V) para a verdadeira e (F) para a falsa.( ) Cerca de 11% dos parasitas encontrados são protozoários, o percentual restante corresponde a vermes que apresentam corpo cilíndrico e alongado, chamados nematódeos.( ) As verminoses causadas por Taenia sp. e Ascaris sp. são consideradas doenças negligenciadas, pois constituem epidemias que atingem populações de baixa renda.( ) Aproximadamente 16% dos parasitas encontrados infecta as pessoas principalmente através da penetração de larvas na pele. Assim, uma medida profilática seria o uso de calçados.As afirmativas são, na ordem apresentada, respectivamente, - Ciências Humanas
Sociologia
- Cultura e identidade nacional
- Prova de 2023
- ENEM
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: B509FC6B-4C
Há uma década, Alter (PA) e Santarém (PA) resgatam o idioma de nheengatu — a língua mais falada no Brasil e proibida em 1758 pela Coroa portuguesa — por meio do ensino em 47 escolas. Uma delas é a Escola Indígena Antônio de Sousa Pedroso, mais conhecida como Escola Borari. A região é hoje repleta de mestres nativos de nheengatu. Nhe’eng significa “língua”, e “boa” é a tradução de katu. Daí o nheengatu ou nhengatu (ou língua geral), criado no século 16 pelos jesuítas a partir do tupi e criminalizado no século 18 por um decreto do Marquês de Pombal.LEMOS, S. Indígena ensina língua proibida pelos portugueses na paradisíaca Alter (PA). Disponível em: https://tab.uol.com.br. Acesso em: 11 nov. 2021 (adaptado).O ensino da língua mencionada no texto tem como objetivo a
- Ciências da Natureza
Física
- Ondas e Propriedades Ondulatórias
- Prova de 2015
- Faculdade Pernambucana de Saúde
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: B50A039F-E3
O eletroencefalograma (EEG) registra a atividade elétrica gerada pelo cérebro. De acordo com a sua frequência, as ondas elétricas cerebrais podem ser classificadas em cinco tipos. Se o gráfico a seguir representasse uma onda cerebral, ela seria classificada como uma onda do tipo:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Origem e evolução da vida
- Prova de 2025
- Faculdade Evangélica Mackenzie do Paraná
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B50C5BE7-F9
Observe a filogenia hipotética representada a seguir.
Sabendo que as letras representam espécies e os números, características morfológicas, é correto afirmar que - Ciências da Natureza
Física
- Calor Latente
- Prova de 2015
- Faculdade Pernambucana de Saúde
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: B50E0A6C-E3
Um médico deseja determinar o calor latente de fusão de certo medicamento constituído por uma substância pura. Para isso, ele utiliza uma amostra de 15 g do medicamento, inicialmente a uma temperatura abaixo da sua temperatura de fusão. Ele fornece calor à amostra a uma taxa de 30 cal/min e obtém o gráfico a seguir, em que o patamar representa o processo de fusão do medicamento. Ele conclui que o calor latente de fusão do medicamento é igual a:
- Linguagens
Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2019
- UNICENTRO
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: B50E4F94-FF
De acuerdo con el primer párrafo del texto, en el futuro,
- Linguagens
Literatura
- Escolas Literárias
- Prova de 2018
- Faculdade Cásper Líbero
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: B50E6FB8-E6
A relação entre Brás Cubas, Vírgília e Lobo Neves em Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, é vivida em chave de: