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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.271 de 2.904

  • Linguagens

    Português

    Instrução: A questão está relacionada ao texto abaixo.

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UFRGS 2024, Sintaxe

    Figura 2 de 2 da questão de Português, UFRGS 2024, Sintaxe

    Se as palavras diversidade (l. 72) e espaço (l. 77) estivessem no plural, quantas outras palavras na frase deveriam ser alteradas para fins de concordância?
    Escolha uma alternativa para a questão ca07c14d-5a
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os experimentos clássicos sobre o transporte de açúcares nas plantas foram iniciados no século XVII por Malpighi, utilizando o descascamento do caule em forma de anel, conhecido como anel de Malpighi. Considere o esquema da figura abaixo como o de uma planta dicotiledônea em que o caule foi descascado no ponto indicado pela seta preenchida. As setas tracejadas indicam o fluxo de açúcares entre as partes da planta.

    Imagem da questão de Biologia, Universidade Federal do Ceará 2018, Fotossíntese

    Assim, assinale a afirmativa INCORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão ca08cea5-83
  • Ciências Humanas

    História

    O texto a seguir apresenta um fragmento da entrevista, à Folha de S.Paulo (16 de março 2010), da ex-ministra da economia brasileira Zélia Cardoso de Melo.

         FOLHA - Vinte anos depois [...], a senhora acredita que havia condições políticas e institucionais para fazer um outro plano econômico [...]?
         ZÉLIA CARDOSO DE MELO - Naquele momento, acho que não. Vamos lembrar a situação da época: inflação de 82% ao mês e subindo, um déficit fiscal previsto de 9,5% do PIB, precariedade do financiamento da dívida pública e dificuldade em controlar a monetização, vista em outros planos. Situação da dívida externa. Esse conjunto de fatores mais as informações que tínhamos nos fazia crer que estávamos à beira da hiperinflação e que medidas drásticas eram necessárias.

    Fonte: Folha de S.Paulo, 16 de março 2010.


    Assinale a alternatica que apresenta, respectivamente, o “nome do plano” a que se refere o texto e qual sua medida mais polêmica. 
    Escolha uma alternativa para a questão ca08dced-b1
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Entendendo-se a intertextualidade como a superposição de um texto literário a outro, tal procedimento está bem exemplificado
    Escolha uma alternativa para a questão ca0a02af-75
  • Linguagens

    Português

    Instrução: Para responder a questão, leia os excertos abaixo, retirados, respectivamente, da canção “Mulheres de Atenas”, de Chico Buarque, e da peça Lisístrata, de Aristófanes, considerando, também, a leitura integral da peça de teatro.


    Mirem-se no exemplo

    Daquelas mulheres de Atenas

    Sofrem pros seus maridos

    Poder e força de Atenas


    Quando eles embarcam soldados

    Elas tecem longos bordados

    Mil quarentenas

    E quando eles voltam, sedentos

    Querem arrancar, violentos

    Carícias plenas, obscenas


    LISÍSTRATA – Aí está nossa dificuldade. Mas nosso dever é esse. Se resistirmos eles não resistirão. E teremos a paz.


    LAMPITO – Dizem que isso aconteceu a Menelau. Quando viu os seios de Helena percebeu que tinha que escolher entre duas espadas. Largou a guerra e empunhou a da paz.


    CLEONICE – Uma última hipótese. Se nos pegarem à força? LISÍSTRATA – Segurem-se nas portas,  garrem-se nas camas, encolham o corpo em posição fetal.


    CLEONICE – E se nos baterem?


    LISÍSTRATA – Cedam então, mas não se mexam, não colaborem, sejam cadáveres frios diante da potência e da prepotência até a pospotência. Eles têm pouco prazer quando sentem que não correspondemos. Sobretudo se nossas mãos permanecerem inertes, eles logo se cansarão a brincadeira. No amor as mãos são preciosas.



    A partir da leitura dos excertos, considere as seguintes afirmações.


    I - No excerto da canção, a mulher é tida como propriedade, existindo, sobretudo, à satisfação dos desejos do homem, cuja realização sexual é percebida somente a partir do lado masculino, que pouco se empenha em satisfazer os desejos e os impulsos femininos.


    II - No fragmento da peça teatral, a mulher problematiza o fato de não se submeter aos caprichos sexuais do marido e sofre com a violência física do homem sobre ela, prática socialmente comum à época em que ocorre a proposição da greve de sexo.


    III- Nos dois trechos, embora escritos em épocas bastante distintas e com contextos históricos igualmente próprios, a submissão feminina é latente, principalmente no caso de Lisístrata, porque as decisões políticas e sociais estavam a cargo dos homens. 



    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão ca0a6eee-5a
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Os recursos naturais da Terra são geralmente classificados em renováveis e não renováveis. Dentre os renováveis, destacam-se
    Escolha uma alternativa para a questão ca0bcbb6-b8
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Um estudante coletou uma amostra de solo da horta do seu quintal. Ao analisar o material em microscópio ótico, ele observou vários animais alongados, sem pernas, com tamanho variando entre 0,3 e 1 mm. Eles possuíam sistema digestivo completo, eram cilíndricos e afilados nas extremidades, exibiam simetria bilateral e não apresentavam segmentação corporal. Em suas anotações, o estudante concluiu que se tratavam de anelídeos oligoquetas. Com base nessas informações, assinale a alternativa CORRETA:
    Escolha uma alternativa para a questão ca0c223d-83
  • Ciências Humanas

    História

    Leia a seguir partes do livro Filosofia da História Universal, do filósofo alemão George Friedrich Hegel (1770-1831).  

    Texto A
         ''A África propriamente dita é a parte característica deste continente. Começamos pela consideração deste continente, porque em seguida podemos deixá-lo de lado, por assim dizer. Não tem interesse histórico próprio, senão o de que os homens vivem ali na barbárie e na selvageria, sem fornecer nenhum elemento à civilização. Por mais que retrocedamos na história, acharemos que a África está sempre fechada no contato com o resto do mundo, é um eldorado recolhido em si mesmo, é o país criança, envolvido na escuridão da noite, aquém da luz da história consciente. [...] Nesta parte principal da África, não pode haver história''.

    Texto B
         “Encontramos, [...], aqui o homem em seu estado bruto. Tal é o homem na África. Porquanto o homem aparece como homem, põe-se em oposição à natureza; assim é como se faz homem. Mas, porquanto se limita a diferenciar-se da natureza, encontra-se no primeiro estágio, dominado pela paixão, pelo orgulho e a pobreza; é um homem estúpido. No estado de selvageria achamos o africano, enquanto podemos observá-lo e assim tem permanecido. O negro representa o homem natural em toda a sua barbárie e violência; para compreendê-lo devemos esquecer todas as representações europeias. Devemos esquecer Deus e a lei moral. Para compreendê-lo exatamente, devemos abstrair de todo respeito e moralidade, de todo o sentimento. Tudo isso está no homem em seu estado bruto, em cujo caráter nada se encontra que pareça humano''.


    Assinale a alternativa que traz a afirmação correta acerca da África subsaariana e de suas sociedades.
    Escolha uma alternativa para a questão ca0cdaf0-b1
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Para evitar a sua repetição, garantindo assim uma maior coesão textual, verifica-se no primeiro parágrafo da crônica a omissão do substantivo
    Escolha uma alternativa para a questão ca0cedcc-75
  • Linguagens

    Literatura

    No bloco superior abaixo, estão listados nomes de poetas brasileiros; no inferior, alguns excertos de poemas representantes da poesia árcade, barroca, romântica e simbolista brasileiras.



    Associe adequadamente o bloco inferior ao superior.


    1 – Álvares de Azevedo


    2 – Casimiro de Abreu


    3 – Cruz e Souza


    4 – Gregório de Matos


    5 – Tomás Antônio Gonzaga



    ( ) Pintam, Marília, os Poetas A um menino vendado, Com uma aljava de setas, Arco empunhado na mão; Ligeiras asas nos ombros, O tenro corpo despido, E de Amor, ou de Cupido São os nomes, que lhe dão.


    ( ) Ó Formas alvas, brancas, Formas claras De luares, de neves, de neblinas! Ó Formas vagas, fluidas, cristalinas… Incensos dos turíbulos das aras Formas do Amor, constelarmente puras, De Virgens e de Santas vaporosas… Brilhos errantes, mádidas frescuras E dolências de lírios e de rosas…


    ( ) Pequei, Senhor; mas não porque hei pecado, Da vossa alta clemência me despido; Antes, quanto mais tenho delinquido, Vos tenho a perdoar mais empenhado. Se basta a vos irar tanto pecado, A abrandar-vos sobeja um só gemido: Que a mesma culpa, que vos há ofendido, Vos tem para o perdão lisonjeado.


    ( ) Oh! dias da minha infância! Oh! meu céu de primavera! Que doce a vida não era Nessa risonha manhã! Em vez das mágoas de agora, Eu tinha nessas delícias De minha mãe as carícias E beijos de minhã irmã!



    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão ca0d3515-5a
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O quociente entre o vapor d’água contido na atmosfera e a quantidade máxima que ela poderá suportar para alcançar o ponto de saturação denomina-se
    Escolha uma alternativa para a questão ca0ea371-b8
  • Matemática

    Matemática

    Sejam r a reta de equação y = mx+b, A e B os pontos em que essa reta intersecta as retas s1 : y = 3x e s2 : y = −x/5, respectivamente. O ponto M = (3,1) é o ponto médio do segmento Imagem da questão de Matemática, Universidade Federal de Juiz de Fora - MG 2024, Funções

    As coordenadas do ponto em que a reta r intersecta o eixo das ordenadas 
    Escolha uma alternativa para a questão ca0f6da0-cc
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O plantio de árvores em áreas urbanas pode proporcionar melhor qualidade de vida aos seus habitantes. Sobre isso, é INCORRETO afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ca0f757a-83
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Em “Importante, contudo, foi a sentença.” (3o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão ca0f75e9-75
  • Linguagens

    Literatura

    Assinale a alternativa correta a respeito do enredo de alguns contos de Várias histórias, de Machado de Assis.
    Escolha uma alternativa para a questão ca0fc5b2-5a
  • Ciências Humanas

    História

    Assinale a alternativa correta acerca das relações entre nativos e europeus no que diz respeito à exploração do Novo Mundo:
    Escolha uma alternativa para a questão ca1161fe-b1
  • Temas complexos como desenvolvimento sustentável, biodiversidade, mudanças climáticas, desertificação, qualidade ambiental, dentre outros, têm sido objeto de grandes conferências internacionais promovidas pela Organização das Nações Unidas ‒ ONU, a exemplo da Rio 92 e Rio +20. A esse respeito, assinale a afirmação FALSA.
    Escolha uma alternativa para a questão ca1165a5-b8
  • Linguagens

    Português

    Para responder às questões de 02 a 06, leia a crônica “Médicos e monstros”, de Moacyr Scliar, publicada originalmente no jornal Zero Hora, em 20.08.1997.


       Sentenças judiciais nem sempre têm sido muito felizes no que diz respeito aos direitos humanos, mas este 20 de agosto marca o quinquagésimo aniversário de uma decisão jurídica que se tornaria um marco não apenas na história da justiça como na da ética médica. Naquela data o Tribunal de Nuremberg condenou 23 médicos nazistas por participação em atividades de genocídio.

        O número não chega a ser impressionante. E os réus eram, na verdade, figuras secundárias. Ali não estava, por exemplo, Adolf Eichmann, que injetava corante nos olhos de crianças para torná-los arianamente azuis, ou que matou uma criança com suas próprias mãos para confirmar o diagnóstico de tuberculose, posto em dúvida por colegas. Como outros, ele tinha escapado — para ser alcançado depois pelo longo braço da justiça israelense.

         Importante, contudo, foi a sentença. Porque, anexo a ela, estava um documento que depois se tornaria conhecido como o Código de Nuremberg. Em sua defesa, os médicos nazis haviam alegado que estavam agindo em nome da ciência; para evitar que essa afrontosa alegação servisse de desculpa em crimes posteriores, o Código de Nuremberg estabeleceu vários princípios. Que hoje nos parecem óbvios: um experimento médico só pode ser feito com o consentimento da pessoa; deve proporcionar resultados que beneficiem a humanidade; deve evitar qualquer sofrimento. Que os doutores nazistas tenham violado princípios tão básicos mostra a que ponto chegaram em sua degradação. Mas não só eles, obviamente; em Tuskegee, no Alabama, médicos deixaram de usar a penicilina em pacientes negros com sífilis para observar como evoluiria a doença não tratada (um conhecimento, diga-se de passagem, há muito registrado nos manuais clínicos).

        Robert Louis Stevenson criou as figuras de Dr. Jekyll e Mr. Hyde, o médico e o monstro, para simbolizar o antagonismo entre o bem e o mal. Nos doutores nazistas esse antagonismo desapareceu: eram médicos e eram monstros. Diante da enorme quantidade de pessoas indefesas, a medicina optou pela extrema crueldade das experiências sem sentido, da tortura impiedosa, das câmaras de gás. Uma experiência que os médicos da ditadura, por exemplo, herdaram e que praticaram — inclusive aqui no Brasil — até há muito pouco tempo.

        Cinquenta anos depois da sentença do Tribunal de Nuremberg, é necessário lembrar, ainda uma vez, que a medicina surgiu, única e exclusivamente, para ajudar o ser humano. Qualquer ser humano.

    (Moacyr Scliar. A nossa frágil condição humana, 2017.)
    Retoma uma expressão mencionada anteriormente no texto a palavra sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão ca1206d4-75
  • Linguagens

    Literatura

    Considere os trechos abaixo, retirados da obra A falência, de Júlia Lopes de Almeida, e a leitura integral da obra.



    I. — Minha senhora, eu sou da opinião de que a mulher nasceu para mãe de família. Crie os seus filhos, seja fiel ao seu marido, dirija bem a sua casa e terá cumprido a sua missão. Este foi sempre o meu juízo e não me dei mal com ele; não quis casar com mulher sabichona. É nas medíocres que se encontram as esposas.


    II. (...) tinha ascendência sobre a criadagem, que a tratava por dona. Mesmo entre os brancos a palavra da sua experiência era ouvida com acatamento. Ela era a mulher desembaraçada, a doceira dos grandes dias de festa, a única das engomadeiras capaz de satisfazer as impertinências do dono da casa; ninguém sabia como a (...) preparar um remédio, um suadouro, nem dar um escalda-pés sinapisado, nem tão bem escolher o peixe, preparar um pudim ou vestir uma criança.


    III. Aos doze anos conservava o seu ar estúpido e humilde; não conhecia uma letra, mas ensinava as criadas novas a varrerem a casa e a porem a mesa com perfeição. Como o Mário lhe bateu um dia com os arreios do seu cavalo de pau, Francisco Theodoro resolveu pô-la em um colégio, de pensionista, recomendando uma instrução prática, nada ornamental.



    Assinale a alternativa correta acerca dos perfis femininos que compõem o enredo.

    Escolha uma alternativa para a questão ca129c37-5a
  • Linguagens

    Literatura

    Para responder à questão, leia o poema da escritora portuguesa Florbela Espanca, publicado originalmente em 1919.



                Vaidade

    Sonho que sou a Poetisa eleita,
    Aquela que diz tudo e tudo sabe,
    Que tem a inspiração pura e perfeita,
    Que reúne num verso a imensidade!

    Sonho que um verso meu tem claridade
    Para encher todo o mundo! E que deleita
    Mesmo aqueles que morrem de saudade!
    Mesmo os de alma profunda e insatisfeita!

    Sonho que sou Alguém cá neste mundo...
    Aquela de saber vasto e profundo
    Aos pés de quem a terra anda curvada!

    E quando mais no céu eu vou sonhando,
    E quando mais no alto ando voando,
    Acordo do meu sonho... E não sou nada!...


    (Florbela Espanca. Poemas, 1996.)
    As duas primeiras estrofes do poema caracterizam-se, sobretudo, pelo seu teor
    Escolha uma alternativa para a questão ca149dd4-75