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Banco de questões

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  • 58.062 questões
  • 160 instituições
  • 23 anos de prova

Resultados: 58.062 questões

Página 2.868 de 2.904

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Suponha que, em certa espécie de roedor, quatro alelos (A, a1 , a2 e a3) podem ocupar um loco no cromossomo 9. Uma segunda série, com cinco alelos (C, c1 , c 2 , c 3 e c 4), pode ocupar um loco no cromossomo 13. De acordo com esses dados, o número de genótipos duplo-homozigotos e o número de combinações genotípicas possíveis em relação a essas duas séries alélicas serão, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão fda23e18-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    De acordo com o texto, a “wood wide web”, conhecida como a “internet das florestas”, corresponde
    Escolha uma alternativa para a questão fda27b72-d1
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As atividades econômicas praticadas na região da Amazônia, tais como o garimpo, a extração de madeiras e os grandes projetos que demandam a exploração ambiental, são causas de impactos ambientais e de agravos à saúde, como desmatamento das barrancas dos cursos d’água, com o assoreamento dos rios, o descontrole das cheias e a escassez de caça e de pesca, e, no caso específico do garimpo, o mercúrio jogado nas águas pode ser posteriormente ingerido pelas pessoas, causando como efeito mais deletério as anomalias de formação de fetos humanos.

    LIMA, Deborah e POZZOBON, Jorge. Estudos avançados, 19, 54, 2005.

    Em relação às causas e às consequências do desmatamento é correto afirmar, com base no texto, que
    Escolha uma alternativa para a questão fda2b2f0-dc
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    O esquema representa o ciclo reprodutivo de um vegetal.


    Imagem da questão de Biologia, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Briófitas e Pteridófitas


    Na espécie de planta representada no esquema, a fecundação é

    Escolha uma alternativa para a questão fda57b3e-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    De acordo com o segundo e o terceiro parágrafos, os pesquisadores
    Escolha uma alternativa para a questão fda600a0-d1
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os peixes ósseos marinhos evoluíram ao que tudo indica de ancestrais de água doce, que possuem a tonicidade de seus líquidos internos bem maior que a tonicidade da água doce. Por isso, eles estão continuamente ganhando água do meio e perdendo sais, conforme o esquema abaixo.


    Imagem da questão de Biologia, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Identidade dos seres vivos

    Pode(m)-se identificar o(s) seguinte(s) tipo(s) de transporte(s) no esquema, apontados pelas setas 1 e 2:
    Escolha uma alternativa para a questão fda6a582-dc
  • Ciências da Natureza

    Biologia

        Mariposas e morcegos vivem em uma corrida armamentista, em que a presa tende a ter defesas e o predador, estratégias de ataque, e, nesse cenário, certas espécies de mariposas parecem estar ganhando vantagem. Com o tempo, algumas delas se esforçaram para escutar sons em frequências altíssimas: as maiores usadas pelos morcegos durante suas caçadas alcançam cerca de 212 quilohertz. Em contrapartida, a audição humana é incapaz de processar frequências maiores do que 20 quilohertz.

    (Peter Wohlleben. A sabedoria secreta da natureza, 2022. Adaptado.)

    No excerto, o trecho “algumas delas se esforçaram para escutar sons em frequências altíssimas” reforça uma ideia defendida por
    Escolha uma alternativa para a questão fda8093d-74
  • Linguagens

    Literatura

    Instrução: As questões de números 13 e 14 tomam por base o texto.

      Amaro lia até tarde, um pouco perturbado por aqueles períodos sonoros, túmidos de desejo; e no silêncio, por vezes, sentia em cima ranger o leito de Amélia; o livro escorregava-lhe das mãos, encostava a cabeça às costas da poltrona, cerrava os olhos, e parecia-lhe vê-la em colete diante do toucador desfazendo as tranças; ou, curvada, desapertando as ligas, e o decote da sua camisa entreaberta descobria os dois seios muito brancos.
      Erguia-se, cerrando os dentes, com uma decisão brutal de a possuir.
    Começara então a recomendar-lhe a leitura dos Cânticos a Jesus.
    – Verá, é muito bonito, de muita devoção! Disse ele, deixando-lhe o livrinho uma noite no cesto da costura.
    Ao outro dia, ao almoço, Amélia estava pálida, com as olheiras até o meio da face. Queixou-se de insônia, de palpitações.
    – E então, gostou dos Cânticos?
    – Muito. Orações lindas! respondeu.
     Durante todo esse dia não ergueu os olhos para Amaro. Parecia triste – e sem razão, às vezes, o rosto abrasava-se-lhe de sangue.
    (Eça de Queirós. O crime do padre Amaro.)

    O trecho em que a ação de uma personagem se demonstra impregnada de determinismo biológico e permite associar o romance de Eça de Queirós ao movimento estético denominado Naturalismo é:
    Escolha uma alternativa para a questão fda8d84e-46
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    O trecho do terceiro parágrafo “Just like an Magnetic Resonance Imaging scan of the brain helps us to understand how the brain works, this global map of the fungi beneath the soil helps us to understand how global ecosystems work” estabelece uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão fda9c376-d1
  • Ciências da Natureza

    Química

    Um líquido e os sólidos 1 e 2, que não reagem entre si, foram adicionados, a 25 ºC, a um béquer, conforme representado no esquema.

    Figura 1 de 2 da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Substâncias e suas propriedades


    A tabela apresenta as densidades e temperatura de fusão de algumas substâncias:

    Figura 2 de 2 da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Substâncias e suas propriedades

    Considerando os dados da tabela, o sólido 1, o sólido 2 e o líquido representados no esquema são, respectivamente, as substâncias
    Escolha uma alternativa para a questão fdaa9dd3-74
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Quem são e o que querem os que negam a Internet?

    Nicholas Carr


        O Vale do Silício, conjunto monótono de centros comerciais, parques empresariais e complexos de fast-food, não parece um núcleo cultural, e, no entanto, se converteu exatamente nisso. Nos últimos 20 anos, a partir do exato momento em que a empresa de tecnologia norte-americana Netscape comercializou o navegador inventado pelo visionário inglês Tim Berners-Lee, o Silicon Valley tem remodelado os Estados Unidos e grande parte do mundo à sua imagem e semelhança. Provocou uma revolução na forma de trabalhar dos meios de comunicação, mudou a forma de conversar das pessoas e reescreveu as regras de realização, venda e valorização das obras de arte e outros trabalhos relacionados com o intelecto.

        De bom grado, a maioria das pessoas foi outorgando ao setor tecnológico um crescente poder sobre suas mentes e suas vidas. No fim das contas, os computadores e a Internet são úteis e divertidos, e os empresários e engenheiros se dedicaram a fundo para inventar novas maneiras de fazer com que desfrutemos dos prazeres, benefícios e vantagens práticas da revolução tecnológica, geralmente sem ter que pagar por esse privilégio. Um bilhão de habitantes do planeta usam o Facebook diariamente. Cerca de dois bilhões levam consigo um smartphone a todos os lugares e costumam dar uma olhada no dispositivo a cada poucos minutos durante o tempo em que passam acordadas. Os números reforçam o que já sabemos: ansiamos pelas dádivas do Vale do Silício. Compramos no Amazon, viajamos com o Uber, dançamos com o Spotify e falamos por WhatsApp e Twitter.

        Mas as dúvidas sobre a chamada revolução digital têm crescido. A visão imaculada que as pessoas tinham do famoso vale tem ganhado uma sombra inclusive nos Estados Unidos, um país de apaixonados pelos equipamentos eletrônicos. Uma onda de artigos recentes, surgida após as revelações de Edward Snowden sobre a vigilância na Internet por parte dos serviços secretos, tem manchado a imagem positiva que os consumidores tinham do setor de informática. Dão a entender que, por trás da retórica sobre o empoderamento pessoal e a democratização, se esconde uma realidade que pode ser exploradora, manipuladora e até misantrópica.

        As investigações jornalísticas encontraram provas de que nos armazéns e escritórios do Amazon, assim como nas fábricas asiáticas de computadores, os trabalhadores enfrentam condições abusivas. Descobriu-se que o Facebook realiza experiências clandestinas para avaliar o efeito psicológico em seus usuários manipulando o “conteúdo emocional” das publicações e notícias sugeridas. As análises econômicas das chamadas empresas de serviços compartilhados, como Uber e Airbnb, indicam que, apesar de proporcionarem lucros a investidores privados, é possível que estejam empobrecendo as comunidades em que operam. Livros como The People’s Platform [A plataforma do povo], de Astra Taylor, publicado em 2014, mostram que com certeza a Internet está aprofundando as desigualdades econômicas e sociais, em vez de ajudar a reduzi-las.

        As incertezas políticas e econômicas ligadas aos efeitos do poder do Vale do Silício vão além, enquanto o impacto cultural dos meios de comunicação digitais se submete a uma severa reavaliação. Prestigiosos autores e intelectuais, entre eles o prêmio Nobel peruano Mario Vargas Llosa e o romancista norte-americano Jonathan Franzen, apresentam a Internet como causa e sintoma da homogeneização e da trivialização da cultura. No início deste ano, o editor e crítico social Leon Wieseltier publicou no The New York Times uma enérgica condenação do “tecnologicismo”, em que sustentou que os “gangsteres” empresariais e os filisteus tecnológicos confiscaram a cultura. “À medida que aumenta a frequência da expressão, sua força diminui”, disse, e “o debate cultural está sendo absorvido sem parar pelo debate empresarial”.

        Também no plano pessoal estão se multiplicando as preocupações sobre a nossa obsessão com os dispositivos fornecedores de dados. Em vários estudos recentes, os cientistas começaram a relacionar algumas perdas de memória e empatia com o uso de computadores e da Internet, e estão encontrando novas provas que corroboram descobertas anteriores de que as distrações do mundo digital podem dificultar nossas percepções e julgamentos. Quando o trivial nos invade, parece que perdemos o controle do que é essencial. Em Reclaiming Conversation [Recuperando a conversa], seu controverso novo livro, Sherry Turkle, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT), mostra como uma excessiva dependência das redes sociais e dos sistemas de mensagens eletrônicas pode empobrecer as nossas conversas e até mesmo nossos relacionamentos. Substituímos a verdadeira intimidade por uma simulada.

        Quando examinamos mais de perto a crença do Vale do Silício, descobrimos sua incoerência básica. É uma filosofia quimérica que abrange um amálgama estranho de credos, incluindo a fé neoliberal no livre mercado, a confiança maoísta no coletivismo, a desconfiança libertária na sociedade e a crença evangélica em um paraíso a caminho. Mas o que realmente motiva o Vale do Silício tem muito pouco a ver com ideologia e quase tudo com a forma de pensar de um adolescente. A veneração do setor de tecnologia pela ruptura se assemelha ao desejo de um adolescente por destruir coisas, sem conserto, mesmo que as consequências sejam as piores possíveis.

        Portanto, não surpreende que cada vez mais pessoas contemplem com olhar crítico e cético o legado do setor. Apesar de proliferarem, os críticos continuam, no entanto, constituindo a minoria. A fé da sociedade na tecnologia como uma panaceia para os males sociais e individuais permanece firme, e continua a haver uma forte resistência a qualquer questionamento ao Vale do Silício e seus produtos. Ainda hoje se costuma descartar os opositores da revolução digital chamando-os de nostálgicos retrógrados ou os tachando de “antitecnologia”.

        Tais acusações mostram como está distorcida a visão predominante da tecnologia. Ao confundir seu avanço com o progresso social, sacrificamos nossa capacidade de ver claramente a tecnologia e de diferenciar os seus efeitos. No melhor dos casos, a inovação tecnológica nos possibilita novas ferramentas para ampliar nossas aptidões, concentrar nosso pensamento e exercitar a nossa criatividade; amplia as possibilidades humanas e o poder de ação individual. Mas, com frequência demais, as tecnologias promulgadas pelo Vale do Silício têm o efeito oposto. As ferramentas da era digital geram uma cultura de distração e dependência, uma subordinação irreflexiva que acaba por restringir os horizontes das pessoas, em vez de ampliá-los.

        Colocar em dúvida o Vale do Silício não é se opor à tecnologia. É pedir mais aos nossos tecnólogos, a nossas ferramentas, a nós mesmos. É situar a tecnologia no plano humano que corresponde a ela. Olhando retrospectivamente, nos equivocamos ao ceder tanto poder sobre nossa cultura e nossa vida cotidiana a um punhado de grandes empresas da Costa Oeste dos Estados Unidos. Chegou o momento de corrigir o erro.

    Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/23/tecnologia/1445612531_992107.html Publicado em 25/10/2015. Acesso em 06/11/2017 [Adaptado]

    Pode-se afirmar que no texto o autor defende a ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão fdac9eeb-ef
  • Ciências Humanas

    História

    Imagem da questão de História, PUC - RJ 2011, História Geral

    A imagem acima é uma caricatura sobre a política imperialista europeia na África no final do século XIX e início do século XX. Nela, Cecil Rhodes, um dos mais conhecidos exploradores do continente, coloca sua botas sobre o mapa da África ao mesmo tempo em que segura uma linha que representa o sonho inglês de construir uma estrada ferro entre o Egito e o sul da África.

    Usando- a como referência, é INCORRETO fazer a seguinte afirmação sobre o imperialismo:


    Escolha uma alternativa para a questão fdacc68b-26
  • Ciências da Natureza

    Química

    Desde 1950, a tecnologia nuclear tem sido empregada em pesquisas voltadas à produção de baterias de uso portátil para geração de energia elétrica. Uma dessas baterias emprega o processo de decaimento radioativo do radioisótopo estrôncio-90, 90Sr.

    O nome do grupo da Classificação Periódica ao qual o estrôncio-90 pertence e a quantidade de nêutrons desse radioisótopo são:
    Escolha uma alternativa para a questão fdad6b0c-74
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (Claire Marshall. www.bbc.com, 15.05.2019. Adaptado.)

    In the excerpt from the fourth paragraph “without penetrating them”, the underlined word refers to
    Escolha uma alternativa para a questão fdae64ea-d1
  • Ciências da Natureza

    Química

    Bolas de Pilates, ou bolas suíças, são empregadas em atividades de fisioterapia e ginástica para exercícios de reforço e alongamento da musculatura.

    Imagem da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Substâncias e suas propriedades

    Uma bola de Pilates foi preenchida com ar comprimido até atingir o volume de 180 L e a pressão interna de 1,2 atm, a 27 ºC.
    Considere que o ar no interior dessa bola se comporta como um gás ideal, que a constante dos gases ideais é R = 0,08 atm · L · mol–1 · K–1 e que a massa molar média do ar é igual a 29 g/mol.
    Nessas condições, a massa de ar contida nessa bola é de, aproximadamente,
    Escolha uma alternativa para a questão fdb01e0d-74
  • Ciências da Natureza

    Química

    Leia o texto para responder à questão.

    Isoflavonas são substâncias químicas produzidas por vegetais e classificadas como compostos bioativos, pois seu consumo resulta em interações no organismo com benefícios à saúde. Uma dessas substâncias, a formononetina, apresenta a seguinte fórmula estrutural: 

    Imagem da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.
    A fórmula mínima da formononetina é:
    Escolha uma alternativa para a questão fdb28500-74
  • Ciências da Natureza

    Química

    Em reações de oxirredução, o íon permanganato, MnO4 – , que tem coloração violeta, transforma-se em íon manganês(II), que é incolor. Essa característica de mudança de cor é útil para monitorar reações químicas, e soluções com concentrações conhecidas de íon permanganato são empregadas como padrão em análises químicas.

    Imagem da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Transformações Químicas


    O número de oxidação do manganês no íon permanganato é 

    Escolha uma alternativa para a questão fdb7d3a5-74
  • Ciências Humanas

    História

    Discóbolo Lancellotti é cópia romana da escultura grega feita originalmente em bronze, por Míron, em 450 a.C


    Imagem da questão de História, UEA 2018, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
                   (www.historiadelarte.us)


    Pertencente ao Museu Nacional de Roma, o Discóbolo Lancellotti assinala
    Escolha uma alternativa para a questão fdb807b0-d1
  • Ciências da Natureza

    Química

    Leia o texto para responder à questão.

    Imagem da questão de Química, Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto 2025, Representação das transformações químicas

    O tricloreto de fósforo, PCl3 , é um composto sintético, empregado na produção de defensivos agrícolas e aditivos de plásticos. A obtenção do tricloreto de fósforo é feita a partir da reação entre o fósforo branco sólido, P4 , e o gás cloro, Cl2 .
    Para cada 1 mol de fósforo branco, a quantidade, em mols, de gás cloro que reage e a quantidade, em mols, de tricloreto de fósforo que se forma são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão fdba6a26-74
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:


    Quem são e o que querem os que negam a Internet?

    Nicholas Carr


        O Vale do Silício, conjunto monótono de centros comerciais, parques empresariais e complexos de fast-food, não parece um núcleo cultural, e, no entanto, se converteu exatamente nisso. Nos últimos 20 anos, a partir do exato momento em que a empresa de tecnologia norte-americana Netscape comercializou o navegador inventado pelo visionário inglês Tim Berners-Lee, o Silicon Valley tem remodelado os Estados Unidos e grande parte do mundo à sua imagem e semelhança. Provocou uma revolução na forma de trabalhar dos meios de comunicação, mudou a forma de conversar das pessoas e reescreveu as regras de realização, venda e valorização das obras de arte e outros trabalhos relacionados com o intelecto.

        De bom grado, a maioria das pessoas foi outorgando ao setor tecnológico um crescente poder sobre suas mentes e suas vidas. No fim das contas, os computadores e a Internet são úteis e divertidos, e os empresários e engenheiros se dedicaram a fundo para inventar novas maneiras de fazer com que desfrutemos dos prazeres, benefícios e vantagens práticas da revolução tecnológica, geralmente sem ter que pagar por esse privilégio. Um bilhão de habitantes do planeta usam o Facebook diariamente. Cerca de dois bilhões levam consigo um smartphone a todos os lugares e costumam dar uma olhada no dispositivo a cada poucos minutos durante o tempo em que passam acordadas. Os números reforçam o que já sabemos: ansiamos pelas dádivas do Vale do Silício. Compramos no Amazon, viajamos com o Uber, dançamos com o Spotify e falamos por WhatsApp e Twitter.

        Mas as dúvidas sobre a chamada revolução digital têm crescido. A visão imaculada que as pessoas tinham do famoso vale tem ganhado uma sombra inclusive nos Estados Unidos, um país de apaixonados pelos equipamentos eletrônicos. Uma onda de artigos recentes, surgida após as revelações de Edward Snowden sobre a vigilância na Internet por parte dos serviços secretos, tem manchado a imagem positiva que os consumidores tinham do setor de informática. Dão a entender que, por trás da retórica sobre o empoderamento pessoal e a democratização, se esconde uma realidade que pode ser exploradora, manipuladora e até misantrópica.

        As investigações jornalísticas encontraram provas de que nos armazéns e escritórios do Amazon, assim como nas fábricas asiáticas de computadores, os trabalhadores enfrentam condições abusivas. Descobriu-se que o Facebook realiza experiências clandestinas para avaliar o efeito psicológico em seus usuários manipulando o “conteúdo emocional” das publicações e notícias sugeridas. As análises econômicas das chamadas empresas de serviços compartilhados, como Uber e Airbnb, indicam que, apesar de proporcionarem lucros a investidores privados, é possível que estejam empobrecendo as comunidades em que operam. Livros como The People’s Platform [A plataforma do povo], de Astra Taylor, publicado em 2014, mostram que com certeza a Internet está aprofundando as desigualdades econômicas e sociais, em vez de ajudar a reduzi-las.

        As incertezas políticas e econômicas ligadas aos efeitos do poder do Vale do Silício vão além, enquanto o impacto cultural dos meios de comunicação digitais se submete a uma severa reavaliação. Prestigiosos autores e intelectuais, entre eles o prêmio Nobel peruano Mario Vargas Llosa e o romancista norte-americano Jonathan Franzen, apresentam a Internet como causa e sintoma da homogeneização e da trivialização da cultura. No início deste ano, o editor e crítico social Leon Wieseltier publicou no The New York Times uma enérgica condenação do “tecnologicismo”, em que sustentou que os “gangsteres” empresariais e os filisteus tecnológicos confiscaram a cultura. “À medida que aumenta a frequência da expressão, sua força diminui”, disse, e “o debate cultural está sendo absorvido sem parar pelo debate empresarial”.

        Também no plano pessoal estão se multiplicando as preocupações sobre a nossa obsessão com os dispositivos fornecedores de dados. Em vários estudos recentes, os cientistas começaram a relacionar algumas perdas de memória e empatia com o uso de computadores e da Internet, e estão encontrando novas provas que corroboram descobertas anteriores de que as distrações do mundo digital podem dificultar nossas percepções e julgamentos. Quando o trivial nos invade, parece que perdemos o controle do que é essencial. Em Reclaiming Conversation [Recuperando a conversa], seu controverso novo livro, Sherry Turkle, professora do Massachusetts Institute of Technology (MIT), mostra como uma excessiva dependência das redes sociais e dos sistemas de mensagens eletrônicas pode empobrecer as nossas conversas e até mesmo nossos relacionamentos. Substituímos a verdadeira intimidade por uma simulada.

        Quando examinamos mais de perto a crença do Vale do Silício, descobrimos sua incoerência básica. É uma filosofia quimérica que abrange um amálgama estranho de credos, incluindo a fé neoliberal no livre mercado, a confiança maoísta no coletivismo, a desconfiança libertária na sociedade e a crença evangélica em um paraíso a caminho. Mas o que realmente motiva o Vale do Silício tem muito pouco a ver com ideologia e quase tudo com a forma de pensar de um adolescente. A veneração do setor de tecnologia pela ruptura se assemelha ao desejo de um adolescente por destruir coisas, sem conserto, mesmo que as consequências sejam as piores possíveis.

        Portanto, não surpreende que cada vez mais pessoas contemplem com olhar crítico e cético o legado do setor. Apesar de proliferarem, os críticos continuam, no entanto, constituindo a minoria. A fé da sociedade na tecnologia como uma panaceia para os males sociais e individuais permanece firme, e continua a haver uma forte resistência a qualquer questionamento ao Vale do Silício e seus produtos. Ainda hoje se costuma descartar os opositores da revolução digital chamando-os de nostálgicos retrógrados ou os tachando de “antitecnologia”.

        Tais acusações mostram como está distorcida a visão predominante da tecnologia. Ao confundir seu avanço com o progresso social, sacrificamos nossa capacidade de ver claramente a tecnologia e de diferenciar os seus efeitos. No melhor dos casos, a inovação tecnológica nos possibilita novas ferramentas para ampliar nossas aptidões, concentrar nosso pensamento e exercitar a nossa criatividade; amplia as possibilidades humanas e o poder de ação individual. Mas, com frequência demais, as tecnologias promulgadas pelo Vale do Silício têm o efeito oposto. As ferramentas da era digital geram uma cultura de distração e dependência, uma subordinação irreflexiva que acaba por restringir os horizontes das pessoas, em vez de ampliá-los.

        Colocar em dúvida o Vale do Silício não é se opor à tecnologia. É pedir mais aos nossos tecnólogos, a nossas ferramentas, a nós mesmos. É situar a tecnologia no plano humano que corresponde a ela. Olhando retrospectivamente, nos equivocamos ao ceder tanto poder sobre nossa cultura e nossa vida cotidiana a um punhado de grandes empresas da Costa Oeste dos Estados Unidos. Chegou o momento de corrigir o erro.

    Fonte: https://brasil.elpais.com/brasil/2015/10/23/tecnologia/1445612531_992107.html Publicado em 25/10/2015. Acesso em 06/11/2017 [Adaptado]

    Segundo o texto, ao examinar mais de perto a crença do Vale do Silício, descobre-se sua incoerência básica. Assinale a opção que identifica corretamente essa incoerência:
    Escolha uma alternativa para a questão fdbb7183-ef