- Meio Ambiente, Sustentabilidade e Aquecimento Global
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F6B670E-B0
Banco de questões
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- 58.062 questões
- 160 instituições
- 23 anos de prova
- A quantidade permitida de emissão de gases poluentes e as leis que regem o sistema de créditos de carbono foram definidas durante as negociações:
- Linguagens
Português
- Análise sintática
- Prova de 2025
- UEA
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 1F6D9BF8-76
Leia o trecho do romance Triste fim de Policarpo Quaresma, de Lima Barreto, para responder a questão
Ricardo agarrou o cálice com delicadeza e respeito, levou-o aos lábios e foi como se todo ele bebesse o licor nacional.
— Está bom, hein?— indagou o major.
— Magnífico — fez Ricardo, estalando os lábios.
— É de Angra. Agora tu vais ver que magnífico vinho do Rio Grande temos… Qual Borgonha! Qual Bordeaux! Temos no Sul muito melhores…
E o jantar correu assim, nesse tom. Quaresma exaltando os produtos nacionais: a banha, o toucinho e o arroz; a irmã fazia pequenas objeções e Ricardo dizia: “É, é, não há dúvida” — rolando nas órbitas os olhos pequenos, franzindo a testa diminuta que se sumia no cabelo áspero, forçando muito a sua fisionomia miúda e dura a adquirir uma expressão sincera de delicadeza e satisfação.
Acabado o jantar foram ver o jardim. Era uma maravilha; não tinha nem uma flor… Certamente não se podia tomar por tal míseros beijos-de-frade, palmas-de-santa-rita, quaresmas lutulentas1 , manacás melancólicos e outros belos exemplares dos nossos campos e prados. Como em tudo o mais, o major era em jardinagem essencialmente nacional. Nada de rosas, de crisântemos, de magnólias — flores exóticas; as nossas terras tinham outras mais belas, mais expressivas, mais olentes2 , como aquelas que ele tinha ali.
Ricardo ainda uma vez concordou e os dois entraram na sala, quando o crepúsculo vinha devagar, muito vagaroso e lento, como se fosse um longo adeus saudoso do sol ao deixar a terra, pondo nas coisas a sua poesia dolente3 e a sua deliquescência4 .
Mal foi aceso o gás, o mestre de violão empunhou o instrumento, apertou as cravelhas, correu a escala, abaixando-se sobre ele como se o quisesse beijar. Tirou alguns acordes, para experimentar; e dirigiu-se ao discípulo, que já tinha o seu em posição:
— Vamos ver. Tire a escala, major.
(Triste fim de Policarpo Quaresma, 2010.)
1 lutulento: lamacento, lodoso.
2 olente: cheiroso, perfumado.
3 dolente: lamentosa, queixosa.
4 deliquescência: propriedade que certas substâncias têm de extrair água.
“e foi como se todo ele bebesse o licor nacional” (1o parágrafo)
Nessa frase, o verbo sublinhado tem um objeto direto — “o licor nacional” —, isto é, o verbo tem um complemento e é ligado a ele diretamente, sem a presença de uma preposição.
O verbo sublinhado tem também um objeto direto em:
- Ciências Humanas
História
- História Geral
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F6F4C41-B0
A notícia a seguir foi amplamente divulgada na mídia durante as “Olimpíadas do Rio 2016”:“Kosovo precisou de apenas dois dias nos Jogos Olímpicos para conquistar uma medalha de ouro. Estreante no cenário Olímpico, o país viu sua bandeira ser hasteada no lugar mais alto do pódio neste domingo (7), após a vitória de Majlinda Kelmendi na categoria até 52kg do judô. A tarde vivida na Arena Carioca 2 será lembrada para sempre na história esportiva do país.Sobre o Kosovo, qual das alternativas a seguir está INCORRETA?
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2025
- UEA
- Dificuldade: Muito fácil
- Código da questão: 1F701EEE-76
Leia o trecho do conto “A caligrafia de Deus”, de Márcio Souza.
Na loucura da Zona Franca, o povo era tão afável na sua ironia que chamava aquilo de bairro. Em dez anos, aquelas colinas suaves cortadas por um igarapé viram desaparecer os buritizais e a mata quase cerrada, as chácaras e os banhos, para dar lugar a um conjunto habitacional do BNH e às adesões provocadas pela iniciativa particular dos ribeirinhos que chegavam com a anual subida das águas. O conjunto habitacional nunca ficaria pronto, e era um inferno de calor e poeira ao meio-dia, uma geladeira tropical de umidade e bruma durante a noite. Nada mais restava da antiga mata e o deserto estendia-se pelo lado das casas dos ribeirinhos. Nos meses de chuva formava-se um atoleiro que era um verdadeiro nirvana para os porcos; nos meses sem chuva, uma paisagem marcada com todo o charme de um barro avermelhado que empoava as crianças e as galinhas.
(Márcio Souza. A caligrafia de Deus, 2007.)
O ambiente apresentado, em que vive o “povo” referido no início do trecho, colabora no conto para estabelecer
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2025
- UEA
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 1F72EE90-76
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
De acordo com o texto, a explicação correta para o desaparecimento de grande quantia de dinheiro das lojas era: - Ciências Humanas
Geografia
- Urbanização
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 1F73DD42-B0
Qual das alternativas a seguir está INCORRETA, quando se trata de processo de urbanização?
- Linguagens
Português
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
A característica das lojas de suvenires que as fazia semelhantes a “barracas de limonada” (2o parágrafo) era que as lojas - Guerras, Conflitos e Terrorismo na Atualidade
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 1F779E5C-B0
A charge a seguir pode ser associada à atuação de vários grupos líbios, EXCETO o grupo que representa:
- Linguagens
Português
- Concordância verbal, Concordância nominal
- Prova de 2025
- UEA
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 1F78B0D6-76
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão” (3o parágrafo)
Ao se transpor a oração centrada no verbo sublinhado para a voz passiva, esse verbo assume a forma:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Identidade dos seres vivos
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 1F7B583C-B0
Os vírus foram detectados muito antes que a técnica de cristalização permitisse ao pesquisador americano Wendell Stanley, em 1935, evidenciar a estrutura do TMV (tobacco mosaic virus). Em 1883, por exemplo, o pesquisador alemão Adolf Mayer verificou que era possível transmitir a doença a plantas sadias de tabaco, simplesmente pelo contato da seiva de uma planta doente em folhas sadias. Na sequência, vários ensaios foram realizados, visando à caracterização dos vírus e, atualmente, o conhecimento desses agentes nos permite afirmar, EXCETO:
- Linguagens
Português
- Morfologia - Pronomes
- Prova de 2025
- UEA
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 1F7B7F0B-76
Leia o texto de Dan Ariely, traduzido por Ivo Korytowski, para responder à questão.
O chamado da arte
Em abril de 2011, o programa de rádio This American Life apresentou uma matéria sobre Dan Weiss, um jovem universitário que trabalhava no Centro John F. Kennedy de Artes Cênicas, em Washington. Sua função era cuidar do estoque das lojas de suvenires do centro, onde uma equipe de 300 voluntários bem-intencionados — em sua maioria, aposentados que adoravam teatro e música — vendia as mercadorias aos visitantes.
As lojas de suvenires eram administradas como barracas de limonada. Não havia caixas registradoras, apenas caixas de papel onde os voluntários depositavam o dinheiro e de onde pegavam o troco. As lojinhas eram um ótimo negócio, com mais de 400 mil dólares em vendas de mercadorias anualmente. Mas tinham um grande problema: daquela quantia, uns 150 mil dólares desapareciam a cada ano.
Quando foi promovido a gerente, Dan assumiu a tarefa de capturar o ladrão. Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco. Contratou um detetive para montar uma operação e, numa noite de fevereiro, armaram a cilada. Dan colocou notas marcadas na caixa de papel e partiu. Depois, ele e o detetive se esconderam atrás de umas árvores ali por perto, aguardando pelo suspeito. Quando acabou o expediente e o membro suspeito da equipe foi embora, eles o abordaram e acharam algumas das notas marcadas no seu bolso. Caso encerrado, certo?
Não exatamente, como se constatou depois. O jovem empregado furtou apenas 60 dólares naquela noite, e, mesmo após sua demissão, o dinheiro e as mercadorias continuaram desaparecendo. O próximo passo de Dan foi criar um sistema de estoque com listas de preços e registros de vendas. Ele orientou os aposentados a anotarem o que era vendido e o que recebiam, e os furtos cessaram. O problema não era um único ladrão, mas a multidão de voluntários idosos, bem-intencionados, amantes das artes que se apropriavam dos produtos e do dinheiro que estavam ali de bobeira.
A moral dessa história não é nada edificante. Nas palavras de Dan: “Nós vamos nos apropriar de coisas que não nos pertencem se tivermos uma chance. (...) Muitas pessoas precisam de alguma forma de controle para fazerem a coisa certa.”
(A (honesta) verdade sobre a desonestidade, 2021. Adaptado.)
“Começou a suspeitar de outro jovem funcionário cujo trabalho era levar o dinheiro ao banco.” (3o parágrafo)
Suponha que o trecho sublinhado seja substituído por “era destinada a tarefa de levar o dinheiro ao banco”. Para manter a correção gramatical, na nova frase a palavra “cujo” deve ser substituída por:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Evolução biológica
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F7FF2CA-B0
A evolução é sustentada por evidências científicas que o pesquisador observa através de mudanças em pequena escala e traçando inferências para mudanças em escala maior. Dentre as observações das mudanças evolutivas, explicadas e fundamentadas em evidências científicas, podemos citar, EXCETO:
- Ciências da Natureza
Biologia
Os fungos constituem organismos heterotróficos que incluem tipos morfológicos extremamente diversificados, sendo incluídos nesse grupo, EXCETO:
- Ciências da Natureza
Biologia
- Esponjas e Cnidários
- Prova de 2008
- UEPB
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 1F86DDE3-6F
Complete corretamente o ciclo de vida do cifozoário Aurélia aurita (inicie na forma adulta predominante) utilizando os termos abaixo e, em seguida, marque a alternativa cuja seqüência numérica completa corretamente o esquema.

I - Estrobilação.
II - Éfira.
III - Plânula.
IV - Fecundação.
V - Cifístoma.
VI - Medusa. - Ciências da Natureza
Biologia
- Embriologia humana
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F920C76-B0
Todos os cordados compartilham um conjunto de caracteres derivados, embora muitos grupos e espécies apresentem essas características apenas em um período curto, durante seu desenvolvimento embrionário. Em relação a esses caracteres derivados, analise os itens a seguir:I. Cordão nervoso dorsal ocoII. MandíbulaIII. NotocordaIV.PulmõesV. Cauda pós-analPodem ser considerados caracteres derivados: - Linguagens
Português
- Adjetivos
- Prova de 2010
- UFAC
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F94EC4C-58
A alternativa em que a locução adjetiva não corresponde ao adjetivo dado é: - Ciências Humanas
Geografia
- Geografia Física
- Prova de 2014
- UniCEUB
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F9743C6-08
O uso excessivo da água do Mar Morto, na volátil região entre Israel, Jordânia e territórios palestinos, fez com que ele perdesse 35% de sua extensão nos últimos 60 anos.
( ... )
Segundo a especialista em recursos hídricos Sarit Caspi Oron, da ONG Adam Teva V'din, as razões principais do encolhimento do Mar Morto são o desvio das águas do rio Jordão e a ação das indústrias químicas israelenses e jordanianas, que extraem grandes quantidades de água para explorar os minerais que lá se encontram.
( ... )
Mas a Jordânia já acusou Israel de usar em excesso as águas do rio Jordão e alega que outro vizinho, a Síria, viola os termos de um acordo de 1987 sobre o uso do rio Yarmouk, afluente do Jordão. A Autoridade Palestina não tem controle algum sobre a exploração do Mar Morto e nem sobre a utilização das águas do rio Jordão, já que seus territórios se encontram sob ocupação militar israelense desde a guerra de 1967.
BBC Brasil - 29/03/2014
Sobre a condição do Mar Morto, analise as afirmações abaixo e assinale a alternativa que contenha somente as corretas.
I - Localizado a 427 metros abaixo do nível do mar, o ponto mais baixo do planeta, o Mar Morto possui uma concentração especialmente alta de potássio, cálcio e magnésio, além de um grau de salinidade dez vezes maior do que os oceanos.
II - Em dezembro de 2013, Israel, Jordânia e Autoridade Palestina assinaram um acordo com o apoio do Banco Mundial, para construir um sistema de canos que levará água do Mar Vermelho para o Mar Morto.
III - A mistura com a água do Mar Vermelho além de equilibrar a quantidade de água do Mar Morto, não provocará grandes impactos, pois a qualidade das águas e sua composição química são relativamente parecidas.
IV - Atualmente, apenas 5% do volume natural de água do Jordão são despejados no Mar Morto: Israel fica com 60%, enquanto Jordânia e Síria desviam os outros 35%. Essa pequena porcentagem que consegue chegar a ele traz outros problemas pois é esgoto em vários estágios de tratamento.
V - Durante milhares de anos o Mar Morto foi abastecido com águas subterrâneas e com a água doce do rio Jordão, o que manteve seu ecossistema.
Estão corretas apenas: - Ciências da Natureza
Química
- Interações Atômicas: Geometria Molecular, Polaridade da ligação e da Molécula, Forças Intermoleculares e Número de Oxidação.
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 1F99A04C-B0
A Geometria molecular é a maneira como os núcleos dos átomos que constituem a molécula se acham posicionados uns em relação aos outros. Sabendo que a geometria molecular de H2CO é trigonal plana, assinale a alternativa que justifica a afirmação:
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2026
- UFU-MG
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 1F9A59C2-89
Eu já quis ser bióloga marinha, internacionalista, advogada e, claro, jornalista. O que nunca me ocorreu é que, para todos esses cargos, eu teria que ser uma coisa antes: estagiária.Nem uma trabalhadora por completo, nem só uma estudante. Alguma coisa no meio disso. O estágio é uma experiência peculiar, e cada um tem uma história diferente, com realidades que variam de bolsas generosas a valores simbólicos, de jornadas presenciais a regimes remotos, com ou sem benefícios.Essas divergências têm uma origem comum: a Lei do Estágio, de 2008, que o definiu como uma atividade educativa ligada a determinado curso. Estudantes já trabalhavam antes em modelos similares, é claro – mas foi a primeira vez que se estabeleceram os limites e as responsabilidades entre a empresa, o aluno e a instituição de ensino.A lei dividiu os estágios em duas categorias: obrigatório (uma disciplina prática, muitas vezes na própria faculdade e sem remuneração) e não obrigatório, em geral feito numa empresa, que deve garantir bolsa, recesso remunerado e auxílio-transporte. A jornada é de até seis horas diárias e 30 horas semanais. O contrato pode durar, no máximo, dois anos.Tudo isso, na teoria, visa garantir o equilíbrio entre estudo e trabalho, impedir a exploração e evitar o vínculo empregatício – afinal, o estágio não se enquadra na CLT. Na prática, não é bem assim.“Se observarmos como o estágio realmente se desenvolve no dia a dia, todos os elementos típicos de um emprego estão presentes: a pessoalidade [o contrato diz respeito a uma única pessoa física], a habitualidade [é uma atividade constante] e a subordinação”, diz Júlia Lenzi Silva, professora doutora do Departamento de Direito do Trabalho e da Seguridade Social da Faculdade de Direito da USP.Além disso, a Lei do Estágio é uma “lei órfã” em termos de fiscalização: não está claro quem deve garantir o seu cumprimento. Nem o Ministério do Trabalho nem o da Educação dispõem de estrutura voltada para fazer isso de forma ativa.Então, temos: uma legislação pouco específica, desatualizada e sem braço para fiscalização.Disponível em: https://super.abril.com.br/sociedade/a-culpa-e-do-estagiario-so-que-nao/. Acesso em: 6 dez. 2025.A articulação de diferentes perspectivas ao longo do texto permite inferir um direcionamento argumentativo que busca - Ciências da Natureza
Química
- Cadeias Carbônicas: Características e Classificações do Átomo do Carbono, Tipos de Ligação e Hibridação. Tipos de Cadeias Carbônicas e Fórmulas. Séries: Homóloga, Isóloga e Heteróloga.
- Prova de 2016
- Universidade Federal do Amazonas
- Dificuldade: Difícil
- Código da questão: 1F9DA5AF-B0
Assinale a alternativa INCORRETA sobre os orbitais híbridos: